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O currículo, em sua acepção mais abrangente, é
mais do que a mera lista de conteúdos a serem ensinados; ele
reflete escolhas sociais, políticas e culturais sobre o que é
considerado conhecimento válido e quem tem direito a ele. A
BNCC, ao estabelecer os direitos de aprendizagem e
desenvolvimento, propõe um currículo nacional comum que
permite a flexibilização por parte das redes de ensino e escolas,
respeitando as especificidades regionais e locais, além de
possibilitar a inclusão de temas transversais que atravessam as
diferentes áreas do conhecimento, tais como a ética e a
pluralidade cultural, contanto que essa flexibilização não
desfigure os objetivos de aprendizagem essenciais definidos
nacionalmente.
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3982185
Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBED
Orgão: Pref. Parnaguá-PI
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBED
Orgão: Pref. Parnaguá-PI
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A Constituição Federal, ao tratar dos Direitos e
Garantias Fundamentais (art. 5º a 17), assegura o direito à
igualdade, à liberdade e à vida, entre outros. A aplicação desses
princípios na prática educacional implica que a escola deve
promover um ambiente de respeito às diferenças, combatendo
qualquer forma de preconceito e discriminação, e garantindo
que o acesso ao conhecimento e o desenvolvimento pleno de
cada indivíduo sejam priorizados. Essa perspectiva, contudo,
não autoriza o professor a promover o debate sobre ideologias
políticas controversas em sala de aula, pois a função da escola é
transmitir o conhecimento de forma neutra e objetiva, sem
interferências de cunho ideológico partidário.
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O emprego correto da acentuação gráfica segue
regras claras e sistemáticas da ortografia portuguesa, como a
acentuação de oxítonas terminadas em 'a', 'e', 'o' seguidas ou
não de 's', ditongos abertos e hiatos. Palavras como 'público',
'caráter' e 'também' são acentuadas por serem, respectivamente,
proparoxítona, paroxítona terminada em 'r' e oxítona terminada
em 'em'. A alteração de uma única letra, como em 'área' para
'áuria' (paroxítona terminada em ditongo), não interfere
necessariamente na regra de acentuação aplicável, desde que a
classificação quanto à tonicidade e terminação permaneça
inalterada.
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A abordagem histório-cultural do ensino e da
aprendizagem, fundamentada em autores como Vygotsky,
destaca que o desenvolvimento cognitivo ocorre por meio da
interação social e da mediação pedagógica. Segundo essa
perspectiva, o professor desempenha um papel crucial como
mediador entre o saber socialmente construído e o aluno,
auxiliando-o a transitar da Zona de Desenvolvimento Proximal.
No entanto, essa abordagem não implica que o
desenvolvimento da escrita, por exemplo, deva ser sempre
contextualizado em situações sociais reais, pois a prática de
exercícios meramente formais de gramática e ortografia
também contribui para a internalização das normas da língua,
ainda que de forma mais analítica e menos integrada.
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O conceito de gênero textual, ao reconhecer que os
textos se organizam de acordo com as situações comunicativas
e os propósitos a que se destinam, é fundamental para o ensino
de língua portuguesa. A abordagem de gêneros textuais orais e
escritos em sala de aula permite aos alunos compreender as
particularidades de cada um, como a entrevista, o debate ou o
e-mail, e desenvolver as competências necessárias para
produzi-los e interpretá-los de forma eficaz, sem que haja, no
entanto, a necessidade de se diferenciar as estratégias de ensino
para cada modalidade, visto que as habilidades linguísticas são
universalmente aplicáveis a todos os gêneros.
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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB - Lei nº 9.394/96) enfatiza a importância da didática no
processo educativo, estabelecendo que o ensino deverá garantir
a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o
pensamento, a arte e o saber. Nesse contexto, a didática geral
deve ser compreendida como a área do conhecimento que
oferece os subsídios teóricos e práticos para que o professor
possa desenvolver sua prática pedagógica de forma autônoma e
reflexiva, sem, contudo, desvincular-se das diretrizes
curriculares e da legislação educacional vigentes.
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Situação hipotética: Durante a leitura de um conto,
um aluno questiona o significado de certas palavras em desuso.
Assertiva: A compreensão do vocabulário arcaico, embora
possa parecer um entrave à fluidez da leitura, é fundamental
para o aprofundamento do repertório lexical e para a construção
de sentidos mais amplos do texto, especialmente em obras
literárias. A pesquisa do significado de palavras desconhecidas
e a contextualização de sua utilização no período em que a obra
foi escrita são estratégias que devem ser incentivadas pelo
professor, mesmo que demandem maior tempo e interrompam
o fluxo da leitura oral em sala de aula.
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A oralidade e a escrita, embora sejam modalidades
distintas da linguagem, relacionam-se de forma complexa e não
hierárquica. O ensino de ambas deve considerar seus usos
sociais e suas especificidades, promovendo a transposição de
saberes entre elas. A valorização da oralidade em sala de aula,
por exemplo, através de debates e apresentações, contribui para
o desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos,
mas não possui impacto significativo na melhoria da produção
escrita, visto que as regras e convenções da escrita são
intrinsecamente diferentes das da fala e devem ser aprendidas
de forma autônoma.
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ao
propor um currículo por competências e habilidades, busca
superar a fragmentação disciplinar e promover uma formação
integral do estudante. Para o componente de Língua
Portuguesa, isso significa que o ensino da gramática normativa,
embora ainda relevante, deve ser subordinado ao
desenvolvimento das capacidades de leitura, escrita, oralidade e
análise linguística, contextualizadas em diferentes gêneros e
práticas sociais de linguagem. No entanto, a BNCC não proíbe
o ensino da gramática normativa de forma isolada, desde que
sejam apresentadas as suas funções e aplicações práticas no dia
a dia do aluno.
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O emprego dos tempos e modos verbais é crucial
para a construção do sentido de um texto, permitindo ao
enunciador situar os eventos no tempo e expressar sua atitude
em relação a eles. Em "Se ele viesse, eu o ajudaria", o pretérito
imperfeito do subjuntivo ('viesse') e o futuro do pretérito do
indicativo ('ajudaria') indicam uma hipótese e sua
consequência, respectivamente, enquanto que em "Quando ele
vier, eu o ajudarei", a mesma ideia é expressa com um tom de
maior certeza, embora o segundo caso se refira a um evento
futuro e o primeiro a uma condição irrealizada no passado, o
que torna a substituição entre eles semanticamente inviável sem
alteração da modalidade.
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