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As cebolas são semelhantes __________rosáceas, elementos arquitetônicos comparáveis _________janelas, de forma
circular, por onde entra _______ luz em algumas igrejas.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
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A complicada arte de ver
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou
ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me
revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres
é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates,
os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu
fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de
vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que
nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente
ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar
vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente,
a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de
arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo
me causa espanto”.
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse:
“Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os
poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela
que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas
de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de
poeta… Os poetas ensinam a ver”.
Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos,
de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando
me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.
Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que
ele viu virou poema.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem.
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.
Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se
criasse um novo tipo de professor, um professor que nada
teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros
que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.
(Rubem Alves.
https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
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A complicada arte de ver
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou
ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me
revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres
é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates,
os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu
fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de
vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que
nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente
ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar
vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente,
a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de
arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo
me causa espanto”.
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse:
“Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os
poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela
que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas
de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de
poeta… Os poetas ensinam a ver”.
Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos,
de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando
me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.
Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que
ele viu virou poema.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem.
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.
Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se
criasse um novo tipo de professor, um professor que nada
teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros
que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.
(Rubem Alves.
https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
• “E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões…” (1 º parágrafo)
• “Ela se calou, esperando o meu diagnóstico.” (2º parágrafo)
Assinale a alternativa que reescreve respectivamente os trechos destacados, em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes.
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Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou
ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me
revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres
é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates,
os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu
fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de
vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que
nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente
ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar
vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente,
a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de
arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo
me causa espanto”.
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse:
“Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os
poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela
que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas
de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de
poeta… Os poetas ensinam a ver”.
Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos,
de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando
me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.
Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que
ele viu virou poema.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem.
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.
Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se
criasse um novo tipo de professor, um professor que nada
teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros
que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.
(Rubem Alves.
https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
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A complicada arte de ver
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou
ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me
revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres
é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates,
os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu
fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de
vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que
nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente
ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar
vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente,
a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de
arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo
me causa espanto”.
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse:
“Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os
poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela
que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas
de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de
poeta… Os poetas ensinam a ver”.
Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos,
de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando
me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.
Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que
ele viu virou poema.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem.
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.
Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se
criasse um novo tipo de professor, um professor que nada
teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros
que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.
(Rubem Alves.
https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
• “Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.” (4º parágrafo)
É correto afirmar que as frases poderiam ser unidas, respectivamente e em conformidade com as relações de sentido do texto original, pelas conjunções:
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ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me
revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres
é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates,
os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu
fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de
vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que
nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente
ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar
vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente,
a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de
arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo
me causa espanto”.
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse:
“Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os
poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela
que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas
de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de
poeta… Os poetas ensinam a ver”.
Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos,
de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando
me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.
Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que
ele viu virou poema.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem.
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.
Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se
criasse um novo tipo de professor, um professor que nada
teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros
que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.
(Rubem Alves.
https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
A complicada arte de ver
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou
ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me
revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres
é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates,
os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu
fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de
vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que
nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente
ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar
vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente,
a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de
arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo
me causa espanto”.
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse:
“Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os
poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela
que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas
de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de
poeta… Os poetas ensinam a ver”.
Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos,
de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando
me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.
Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que
ele viu virou poema.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem.
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.
Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se
criasse um novo tipo de professor, um professor que nada
teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros
que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.
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Leia a tira a seguir para responder a questão:

(Bill Watterson. Calvin & Haroldo. https://www.instagram.com/p/DMnqdWpsgMn/)
“É quase um insulto a velocidade com que ela assinou.” (4º quadro)
Assinale a alternativa cuja reescrita está de acordo com a norma-padrão de regência.
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(Bill Watterson. Calvin & Haroldo. https://www.instagram.com/p/DMnqdWpsgMn/)
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