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Celeste é agente comunitária do município de Paulo Bento. Ocorre que, na última sexta-feira, em virtude do grande número de casos de dengue, o chefe da repartição solicitou expressamente que ela atuasse diretamente no combate aos focos da doença, exercendo uma atividade diferente do que geralmente faz. De acordo com o Regime Jurídico do Município (Lei Municipal nº 25/2001), o serviço a ser prestado por Celeste constitui:
 

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Segundo a Lei Orgânica do Município de Paulo Bento, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta. 

I. É vedado ao Município estabelecer cultos religiosos. II. O Município deverá proteger o meio ambiente e combater a poluição. III. É vedado ao Município estabelecer distinções entre brasileiros.
 

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De acordo com o Regime Jurídico do Município de Paulo Bento, a nomeação é o ato de investidura em cargo público e será feita em ________________ quando se tratar de cargo que, em virtude de lei, assim deva ser provido.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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Tendo em vista o fragmento adaptado “O Brasil proíbe a comercialização de órgãos”, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do verbo no trecho.
 

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Considerando o fragmento adaptado “O doador realiza vários exames”, assinale a alternativa correta.
 

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Considerando o fragmento adaptado “O doador realiza vários exames”, assinale a alternativa que apresenta a classificação correta do sujeito.
 

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Considerando o fragmento adaptado “Esses pacientes necessitam de diálise”, analise as assertivas a seguir:

I. O termo “Esses” é classificado como núcleo do sujeito.
II. O sujeito apresenta apenas um núcleo.
III. O fragmento apresenta adjunto adverbial.

Quais estão corretas?

 

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Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda




O transplante de rim é uma opção de tratamento para pacientes que sofrem com a doença

renal crônica em está_io avançado. Trata-se, então ▲ de uma cirurgia em que o paciente recebe

o órgão de um doador vivo ou falecido.

De acordo com a Dra. Caroline Reigada, médica nefrologista, a doença renal crônica consiste

em le_ão renal e perda progressiva e irreversível da função dos rins. Esses pacientes necessitam

de diálise, mas aqueles que recebem um rim doado têm, geralmente, uma sobrevida maior ao

longo dos anos. “Por esse motivo, a doação de órgãos é uma atitude nobre e deve ser encorajada.

E a boa notícia é que as funções renais do doador vivo funcionam normalmente com um único

rim”, explica.

A médica explica que, no transplante renal, retira-se o rim saudável de uma pessoa viva ou

que teve morte en_efálica por meio de cirurgia. Em seguida, ele é implantado no paciente, de

forma que o órgão passa a exercer as funções de filtração e eliminação de líquidos e toxinas.

“É claro que toda pessoa que se submete a uma cirurgia e anestesia geral corre riscos, mas

eles diminuem com os exames pré-operatórios e os avanços nas técnicas anestésicas e

cirúrgicas, que tornaram o procedimento muito seguro”, afirma a Dra. Caroline.

Existem cuidados que o paciente receptor de um transplante de rim deve tomar. Após a

cirurgia, por exemplo, são necessários remédios imunossupressores para diminuir a chance de

rejeição do órgão que ele recebeu. Assim, os pacientes que recebem o rim devem usar

medicações após o transplante. Abandonar a medicação pode ter sérias consequências, como a

perda do órgão e outras complicações.

Por outro lado, diferentemente do receptor, o doador não precisa tomar medicações

contínuas. “Recomendamos apenas remédios para o alívio da dor e desconforto após a cirurgia”,

diz a médica.

Parentes e não parentes podem ser doadores, mas é necessária uma autorização judicial,

de acordo com a médica nefrologista. “O doador realiza vários exames para se certificar que

apresenta rins com bom funcionamento e sem qualquer doença que possa ser transmitida ao

receptor, bem como baixo risco de realizar a cirurgia para retirar e doar o rim. O sangue do

doador será cruzado com o dos receptores, para evitar riscos de rejeição”, explica a médica

nefrologista. “As condições necessárias para ser um doador vivo é manifestar desejo espontâneo

e voluntário de ser doador”, explica a médica. “Vale lembrar que o Brasil proíbe a comercialização

de órgãos”.




(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
O termo “mas” (l. 13) é classificado como:
 

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Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda




O transplante de rim é uma opção de tratamento para pacientes que sofrem com a doença

renal crônica em está_io avançado. Trata-se, então ▲ de uma cirurgia em que o paciente recebe

o órgão de um doador vivo ou falecido.

De acordo com a Dra. Caroline Reigada, médica nefrologista, a doença renal crônica consiste

em le_ão renal e perda progressiva e irreversível da função dos rins. Esses pacientes necessitam

de diálise, mas aqueles que recebem um rim doado têm, geralmente, uma sobrevida maior ao

longo dos anos. “Por esse motivo, a doação de órgãos é uma atitude nobre e deve ser encorajada.

E a boa notícia é que as funções renais do doador vivo funcionam normalmente com um único

rim”, explica.

A médica explica que, no transplante renal, retira-se o rim saudável de uma pessoa viva ou

que teve morte en_efálica por meio de cirurgia. Em seguida, ele é implantado no paciente, de

forma que o órgão passa a exercer as funções de filtração e eliminação de líquidos e toxinas.

“É claro que toda pessoa que se submete a uma cirurgia e anestesia geral corre riscos, mas

eles diminuem com os exames pré-operatórios e os avanços nas técnicas anestésicas e

cirúrgicas, que tornaram o procedimento muito seguro”, afirma a Dra. Caroline.

Existem cuidados que o paciente receptor de um transplante de rim deve tomar. Após a

cirurgia, por exemplo, são necessários remédios imunossupressores para diminuir a chance de

rejeição do órgão que ele recebeu. Assim, os pacientes que recebem o rim devem usar

medicações após o transplante. Abandonar a medicação pode ter sérias consequências, como a

perda do órgão e outras complicações.

Por outro lado, diferentemente do receptor, o doador não precisa tomar medicações

contínuas. “Recomendamos apenas remédios para o alívio da dor e desconforto após a cirurgia”,

diz a médica.

Parentes e não parentes podem ser doadores, mas é necessária uma autorização judicial,

de acordo com a médica nefrologista. “O doador realiza vários exames para se certificar que

apresenta rins com bom funcionamento e sem qualquer doença que possa ser transmitida ao

receptor, bem como baixo risco de realizar a cirurgia para retirar e doar o rim. O sangue do

doador será cruzado com o dos receptores, para evitar riscos de rejeição”, explica a médica

nefrologista. “As condições necessárias para ser um doador vivo é manifestar desejo espontâneo

e voluntário de ser doador”, explica a médica. “Vale lembrar que o Brasil proíbe a comercialização

de órgãos”.




(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra grafada com SS, assim como “progressiva”.
 

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Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda




O transplante de rim é uma opção de tratamento para pacientes que sofrem com a doença

renal crônica em está_io avançado. Trata-se, então ▲ de uma cirurgia em que o paciente recebe

o órgão de um doador vivo ou falecido.

De acordo com a Dra. Caroline Reigada, médica nefrologista, a doença renal crônica consiste

em le_ão renal e perda progressiva e irreversível da função dos rins. Esses pacientes necessitam

de diálise, mas aqueles que recebem um rim doado têm, geralmente, uma sobrevida maior ao

longo dos anos. “Por esse motivo, a doação de órgãos é uma atitude nobre e deve ser encorajada.

E a boa notícia é que as funções renais do doador vivo funcionam normalmente com um único

rim”, explica.

A médica explica que, no transplante renal, retira-se o rim saudável de uma pessoa viva ou

que teve morte en_efálica por meio de cirurgia. Em seguida, ele é implantado no paciente, de

forma que o órgão passa a exercer as funções de filtração e eliminação de líquidos e toxinas.

“É claro que toda pessoa que se submete a uma cirurgia e anestesia geral corre riscos, mas

eles diminuem com os exames pré-operatórios e os avanços nas técnicas anestésicas e

cirúrgicas, que tornaram o procedimento muito seguro”, afirma a Dra. Caroline.

Existem cuidados que o paciente receptor de um transplante de rim deve tomar. Após a

cirurgia, por exemplo, são necessários remédios imunossupressores para diminuir a chance de

rejeição do órgão que ele recebeu. Assim, os pacientes que recebem o rim devem usar

medicações após o transplante. Abandonar a medicação pode ter sérias consequências, como a

perda do órgão e outras complicações.

Por outro lado, diferentemente do receptor, o doador não precisa tomar medicações

contínuas. “Recomendamos apenas remédios para o alívio da dor e desconforto após a cirurgia”,

diz a médica.

Parentes e não parentes podem ser doadores, mas é necessária uma autorização judicial,

de acordo com a médica nefrologista. “O doador realiza vários exames para se certificar que

apresenta rins com bom funcionamento e sem qualquer doença que possa ser transmitida ao

receptor, bem como baixo risco de realizar a cirurgia para retirar e doar o rim. O sangue do

doador será cruzado com o dos receptores, para evitar riscos de rejeição”, explica a médica

nefrologista. “As condições necessárias para ser um doador vivo é manifestar desejo espontâneo

e voluntário de ser doador”, explica a médica. “Vale lembrar que o Brasil proíbe a comercialização

de órgãos”.




(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta um termo cujo significado NÃO corresponde ao da palavra “progressiva” (l. 05).
 

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