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Foram encontradas 40 questões.

1338397 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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A cultura do milho no Brasil possui uma diversidade muito grande em produção e produtividade quando comparamos as diferentes regiões produtoras. Em pequenas propriedades onde o agricultor não possui tecnologia (adubação, genética, máquinas, ...) a produtividade média é de aproximadamente 2 ton !$ ha^{-1} !$ , em lavouras comerciais a média alcança facilmente a 8 ton !$ ha^{-1} !$ e em casos isolados, onde o produtor detém toda tecnologia disponível, essa produtividade pode superar a casa de 10 ton !$ ha^{-1} !$. Com objetivo de aumentar a produtividade das lavouras de milho, o produtor deve :
I – Utilizar semente com alto potencial genético.
II – Semear a lavoura levando em consideração o zoneamento agrícola para a cultura/região.
III – Aumentar a área (ha) a ser cultivada com a cultura.
IV – Realizar análise de solo e adubação em função desta.
Estão CORRETAS as alternativas:
 

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Observe o texto abaixo:
Enunciado 1338327-1
Nele, temos um exemplo de:
 

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Em se tratando da Administração Pública na Constituição Federal, julgue as proposições abaixo e marque a alternativa CORRETA:

I – O prazo de validade do concurso público será de dois anos, prorrogável por mais dois anos.

II – Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em Lei, assim como aos estrangeiros, na forma da Lei.

III – A investidura em cargo ou emprego público depende sempre de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em Lei.

IV – Durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação, aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será obrigatoriamente convocado.

 

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Em se tratando do Estatuto dos Servidores Municipais de Pelotas (Lei Municipal nº 3008), assinale a alternativa INCORRETA:
 

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1338030 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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O Brasil nos últimos anos esta sendo considerado o celeiro do mundo devido à área territorial agricultável associado à alta produtividade das lavouras. O produto que apresentou uma rápida expansão nos últimos anos, estando entre os quatro mais importantes, atualmente, pelo Brasil, é:
 

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1337984 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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O agrotóxico é uma subdivisão de uma classe de produtos químicos, os agroquímicos, na qual se destaca por apresentar real toxicidade humana, animal ou ambiental. Seu uso é estritamente regulamentado e somente pode ocorrer sob prescrição e supervisão de um agrônomo sendo utilizados para controlar pragas ou doenças que de outra forma inviabilizariam as plantações, afetando todo o suprimento de alimento das grandes populações urbanas. Existem diversos tipos de agroquímicos que agem sobre insetos, fungos, ácaros e ervas daninhas. No Brasil, de acordo com o Decreto nº. 98.816/90, os agrotóxicos podem ser classificados conforme sua classe toxicológica. Com base nas afirmações acima, relacione a 1ª coluna de acordo com a 2ª.
Classe I (___) Pouco ou muito pouco Tóxicos – Faixa Verde
Classe II (___) Medianamente Tóxicos – Faixa Azul
Classe III (___) Altamente Tóxicos – Faixa Amarela
Classe IV (___) Extremamente tóxicos – Faixa Vermelha
A sequência CORRETA das classes é:
 

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Observe atentamente a charge abaixo para responder à questão que segue:
Enunciado 1337930-1
http://www .acharge.com.br/
Para ironizar o salário do brasileiro com a alta da inflação, o autor utiliza, implicitamente, a seguinte figura:
 

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Leia o texto: “ Faxina nos mitos” , de Lya Luft para responder a questão:
Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.
Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...
Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.
E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.
Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.
O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.
Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.
A respeito do período “ Sinto muito, mas nem todas são.” , podemos dizer que possui:
 

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1337846 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
Provas:
Com o objetivo de aplicar 100 kg !$ ha^{-1} !$ de uréia (adubo nitrogenado com 44% de N), o técnico responsável pela operação decide utilizar uma semeadora/adubadora a lanço dotada de tubo oscilante, acionado pela tomada de potência do trator (TDP). Ao realizar a regulagem prévia, ele verifica que o trator deve trabalhar em primeira marcha simples e motor a 1600 RPM, o que corresponde a 5 km !$ ha^{-1} !$ e a abertura da máquina deve estar no número 18, largura efetiva de aplicação corresponde a 12 m. Porém, o tratorista, com o intuito de terminar o trabalho mais rápido na lavoura, trabalha com uma velocidade de 2 m !$ s^{-1} !$, mantendo a rotação do motor a 1600 RPM. A dose de uréia que foi distribuída na lavoura será de:
 

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Leia o texto: “ Faxina nos mitos” , de Lya Luft para responder a questão:
Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.
Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...
Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.
E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.
Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.
O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.
Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.
Releia: “ Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso.” O sujeito do verbo sublinhado é:
 

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