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De acordo com a Lei Municipal nº 3008 (Estatuto dos Servidores Municipais de Pelotas), são penas disciplinares, na ordem crescente de gravidade:
 

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1339296 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Relacione os itens A, B e C com o texto da coluna à direita:
A) Albedo
(___) É a medida da quantidade de radiação solar refletida por um corpo ou uma superfície. É calculado como sendo a razão entre a quantidade de radiação refletida pela quantidade de radiação recebida.
B) Absortividade
(___) Fração da radiação solar transformada em energia térmica, a qual
determina o aquecimento do corpo e a consequentemente emissão de
energia na forma de radiação de onda longa.
C) Transmissividade
(___) Parte da radiação solar incidente que penetra na superfície de um
corpo qualquer e passa através do mesmo, sem ser alterada e também
sem produzir alterações no corpo.
A sequência CORRETA é:
 

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Ainda quanto aos disposto na CF/88 relacionados à Administração Pública, julgue as proposições abaixo e marque a alternativa CORRETA:

I – A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

II – É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical, bem como o direito de greve que será exercido nos termos e nos limites definidos em Lei específica.

III – Os atos de improbidade administrativa importarão a cassação dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em Lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

IV – As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável apenas no caso de dolo.

 

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1339209 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Qual das alternativas abaixo contém somente espécies arbóreas caducifólias?
 

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1339190 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Vírus (do latim vírus, "veneno" ou "toxina") são pequenos agentes infecciosos (20300 !$ ηm !$ de diâmetro) que apresentam genoma constituído de uma ou várias moléculas de ácido nucléico (DNA ou RNA), as quais possuem a forma de fita simples ou dupla. Conhecer a estrutura dos vírus e dos demais agentes transmissores de doenças proporciona um melhor controle no ataque de pragas e doenças às mais diversas culturas de interesse agronômico. Com ênfase na afirmação acima, relacione a coluna da esquerda com a coluna da direita.
( 1 ) Capsídeo
(__) Estrutura viral formada pela associação do capsídeo com
o ácido nucléico do vírus.
( 2 ) Nucleocapsídeo (__) Constitui a forma infectiva do vírus.
( 3 ) Vírion
(__) Informação hereditária de um organismo que está
codificada em seu DNA (ou, em alguns vírus, no RNA).
( 4 ) Capsômero
(__) Formado por unidades protéicas que envolvem o ácido
nucléico denominadas de capsômeros.
( 5 ) Genoma
(__) São unidades formadoras de capsídeos. Essas unidades
se agrupam ao redor do ácido nucléico.
A sequência CORRETA é:
 

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Leia o texto: “ Faxina nos mitos” , de Lya Luft para responder a questão:
Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.
Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...
Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.
E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.
Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.
O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.
Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.
A principal mensagem a ser depreendida da leitura do texto é que:
 

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1339079 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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As espécies daninhas podem germinar, crescer, desenvolver-se e se reproduzir em condições ambientais pouco favoráveis, como em estresse hídrico, umidade excessiva, temperaturas pouco propícias, fertilidade desfavorável, elevada salinidade, acidez ou alcalinidade. As plantas daninhas constituem-se, também, num problema sério para a agricultura porque se desenvolvem em condições semelhantes às das plantas cultivadas. Com base nas afirmações acima, preencha os espaços em branco utilizando “ V” para VERDADIRO e “ F” para FALSO.
(___) Plantas daninhas possuem baixa produção de sementes.
(___) Caracterizam-se por germinação, crescimento e desenvolvimento lentos em diversos ambientes.
(___) Apresentam dormência (sementes dormentes com considerável longevidade).
(___) Têm rápido crescimento vegetativo até o florescimento.
(___) Apresentam multiplicação vegetativa.
A sequência CORRETA é:
 

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Leia o texto: “ Faxina nos mitos” , de Lya Luft para responder a questão:
Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.
Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...
Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.
E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.
Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.
O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.
Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.
Releia: “ Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos” . A expressão sublinhada é classificada como:
 

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Leia o texto: “ Faxina nos mitos” , de Lya Luft para responder a questão:
Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.
Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...
Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.
E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.
Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.
O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.
Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.
Analise as palavras sublinhadas no excerto: “ Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso” . A respeito delas, está CORRETO afirmar que:
I – Todas possuem a mesma classificação morfológica, mas exercem papéis sintáticos diferentes.
II – Todas as palavras destacadas são classificadas morfologicamente como adjetivos.
III – Todas as palavras destacadas são classificadas morfologicamente como substantivos.
IV – Todas as palavras destacadas possuem o mesmo referente.
V – A classe gramatical a que estas palavras pertencem flexiona-se em gênero, número e grau.
 

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1338953 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Hoje em dia, o nível de detalhamento no campo está cada vez mais elevado, e, consequentemente, para que o produtor rural consiga se manter na atividade, deve visualizar sua propriedade rural (lavoura ou pecuária) como uma empresa. O empresário deve possuir várias habilidades como: realizar bom planejamento; possuir uma empresa organizada; controlar a quantidade e, qualidade dos produtos e acima de tudo, ter capacidade de decisão, ou seja, tomar as decisões na hora certa, de maneira certa e se possível com o menor custo operacional. E, com base nas afirmações acima, preencha os espaços em branco utilizando “ V” para VERDADIRO e “ F” para FALSO.
Compete ao empresário rural:
(___) Definir o que produzir, para quem produzir e quanto produzir.
(___) Definir o preço dos produtos produzidos na unidade de produção.
(___) Definir como produzir, ou seja, qual a tecnologia adotada na unidade de produção agropecuária.
(___) Definir quando será executada cada tarefa, quem executará, onde será executada e como será executada.
(___) Definir os preços dos insumos a serem adquiridos.
A sequência CORRETA é:
 

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