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O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
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O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
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Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
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Leia a tirinha para responder a questão.

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Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
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O poder da gentileza
Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
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A pontuação das frases está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
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Clóvis, numa viagem de ônibus, escutou o passageiro da
frente lhe perguntar:
− Você se incomodaria se eu recuasse o encosto da minha poltrona?
O sotaque carregado do jovem japonês deixou Clóvis
admirado. Não havia dúvida: o rapaz queria mesmo saber
se afastar a poltrona iria incomodá-lo. Em poucos segundos,
Clóvis reconheceu que havia vivido uma experiência de grande valor. Ele é daqueles que se encantam mais por pessoas
e suas atitudes do que por outras atrações do mundo. Ali, no
interior daquele ônibus, alguém tinha considerado, na hora
de agir, os afetos de outra pessoa.
E o jovem só reclinou a poltrona um pouquinho. Clóvis
pensou nas tantas longas viagens que fez, deixando-se desmoronar como um prédio nos assentos marcados e recuando encostos com a rudeza de quem percebe o mundo como
princípio e fim, apenas pensando em si mesmo, no próprio
prazer e conforto.
Aquele passageiro japonês tinha ensinado algo precioso
a Clóvis, o que sua mãe chamaria de “bons modos”. Um jeito
melhor de se comportar, de agir, de conviver.
Daquele dia em diante, Clóvis nunca mais reclinou o encosto do seu assento sem consultar o passageiro de trás.
(Clóvis de Barros. Shinsetsu: o poder da gentileza.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2018. Adaptado)
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Assinale a alternativa em que a regência das palavras e a
colocação dos pronomes estão de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Assinale a alternativa em que o emprego da crase está
de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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