Na obra “O Ingresso na Escrita e Nas Culturas do Escrito
– Seleção de Textos de Pesquisa” (2012), Ferreiro reúne
artigos que debatem questões como a consciência fonológica, o processo de conceituação das crianças, o sentido do
conhecimento ortográfico e as importantes novidades que
a era digital traz para a escrita. Em um dos textos dessa
obra, a autora comenta que, com o advento da internet, a
sociedade passou e passa por profundas transformações
e, por isso, não se pode deixar de lado sua influência na
educação. Para ela, “O espaço da internet não é um espaço
para analfabetos. Ao contrário, a internet exige (…) competências adicionais às que estávamos acostumados no caso
dos livros”. Seguindo esse raciocínio, Ferreiro afirma que a
definição de analfabetismo é
A Secretaria Municipal de Educação de Peruíbe realizou
um ciclo de estudos com as equipes de direção/coordenação das escolas sobre a Inclusão, com apoio no documento “Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva” (MEC-SECADI, 2008) e
na obra de Mantoan (2013), na qual a autora, ao analisar
a inclusão enquanto inovação, observa que “nas redes
de ensino público e particular que resolveram adotar medidas inclusivas de organização escolar, as mudanças
podem ser observadas de três ângulos: o dos desafios
provocados por essa inovação; o das ações no sentido
de efetivá-la nas turmas escolares, incluindo o trabalho
de formação de professores; e, finalmente, o das perspectivas que se abrem à educação escolar com a implementação de projetos inclusivos.” A autora afirma que “na
base dessas mudanças está o princípio
Na obra “A formação do professor e outros escritos” (2006),
Azanha comenta que a formação do professor, principalmente do licenciado, precisa ser reexaminada a fim de
adequar-se a uma concepção do trabalho docente em conformidade com uma legislação que destaca a autonomia
da escola e a elaboração de sua própria proposta pedagógica. Azanha ressalta, também, a importância da formação continuada dos docentes, e pergunta: “O que há de
comum entre os professores de uma mesma disciplina,
mas de diferentes escolas, que são reunidos em dezenas ou centenas para serem aperfeiçoados?” E, a seguir,
ele próprio responde: “O simples fato de que lecionem a
mesma disciplina, não significa que tenham as mesmas
dificuldades e que enfrentem os mesmos problemas. Na
verdade, os esforços de aperfeiçoamento do magistério
usualmente repetem e eventualmente agravam os equívocos já presentes na formação acadêmica, ignorando que a
entidade que deve ser visada é
Veiga (2010), em seu artigo “O projeto político-pedagógico
da escola: uma construção coletiva”, destaca que o currículo é um importante elemento constitutivo da organização
escolar, pois é uma construção social do conhecimento.
Ressalta ainda, que o conhecimento escolar é dinâmico,
sendo necessário promover na escola, uma reflexão aprofundada sobre o processo de construção desse conhecimento. Para a referida autora, na organização curricular é
preciso considerar alguns pontos básicos, tais como: os
componentes ideológicos do conhecimento escolar, a não
separação entre currículo e contexto cultural e histórico-social, a integração sem hierarquizar e sem fragmentar
e, também, o controle social, que é instrumentalizado pelo
currículo oculto, controle esse que, em uma perspectiva
crítica, segundo Veiga, pode ser orientado para
O que somos como seres humanos é o resultado da
interação dialeticamente estabelecida entre os processos
intrapessoais e interpessoais que se constituem e se
transformam numa determinada cultura.
Sobre essas relações e a existência de grupos no ambiente escolar, conforme o texto Relações Interpessoais
– abordagem psicológica, é correto afirmar que
Na educação escolar, podemos realizar planejamentos em diferentes níveis de abrangência. Um desses níveis, segundo Vasconcellos (2002), corresponde à proposta geral das experiências de aprendizagem que serão oferecidas pela escola, incorporada nos diversos componentes curriculares. Ele dá a espinha dorsal da escola, desde as séries iniciais até as terminais. Esse é o nível de Planejamento
A gestão democrática parte da ideia de uma escola para
todos onde realmente sejam possíveis o acesso e a
permanência do aluno, assim como a garantia da qualidade na educação. Nessa visão, conforme o texto Relações Interpessoais – abordagem psicológica, é correto
afirmar que
Na obra “Educação Especial na Escola Inclusiva” (2009),
Rosângela Machado apresenta a pesquisa que realizou no município de Florianópolis, sob a orientação de
M.Teresa E. Mantoan. Dentre as inúmeras contribuições
desse estudo, encontramos a de que
Leia as definições propostas por Lück (2010), em sua obra
Gestão da cultura e do clima organizacional da escola:
Definição 1 – Conjunto de crenças, valores, opiniões,
percepções da realidade em suas diversas expressões,
que se manifesta no modo de ser e de fazer da escola e
que traduz sua personalidade. Representa o que a escola realmente é, pelo que realmente faz.
Definição 2 – Conjunto de princípios filosófico-sociológico-pedagógicos delineados fora da escola para realizar objetivos educacionais traçados pela sociedade e
processos educacionais planejados por profissionais da
Educação no âmbito de sistemas de ensino e dos órgãos
de legislação educacional.
As definições 1 e 2 referem-se, correta e respectivamente, a
Leia: “A escola aberta a todos é o grande alvo e, ao mesmo tempo, o grande problema da educação nestes novos
tempos. Mudar a escola é enfrentar muitas frentes de
trabalho (...)”. Com base nas contribuições de Mantoan
(2006), é correto afirmar: