Foram encontradas 746 questões.
Schneuwly & Dolz (s/d) desenvolvem a ideia de que é o meio de articulação entre as práticas sociais e os objetos escolares, particularmente no que diz respeito ao ensino da produção e compreensão de textos, escritos ou orais. Uma ação de linguagem consiste em produzir, compreender, interpretar e/ou memorizar um conjunto organizado de enunciados orais ou escritos, isto é, um texto.
(Koch e Elias: 2011)
De acordo com os autores referidos por Koch e Elias, a lacuna do texto deve ser preenchida com:
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Caju indigesto
A bordo de uma empresa aérea brasileira, serve-se uma “castanha de cajú”, assim mesmo, com acento agudo no caju.
Escrevendo a palavra errada na embalagem, há o perigo de indigestão.Relembrando: as palavras oxítonas terminadas em “i” e “u” não são acentuadas.
(Arnaldo Niskier, Na Ponta da Língua, 2001. Adaptado)
Trabalhando a reescrita, com a passagem – Escrevendo a palavra errada na embalagem, há o perigo de indigestão. –, o aluno que faz a versão do trecho destacado em conformidade com a norma-padrão e com o sentido do texto deve apresentar o seguinte enunciado:
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Caju indigesto
A bordo de uma empresa aérea brasileira, serve-se uma “castanha de cajú”, assim mesmo, com acento agudo no caju.
Escrevendo a palavra errada na embalagem, há o perigo de indigestão.Relembrando: as palavras oxítonas terminadas em “i” e “u” não são acentuadas.
(Arnaldo Niskier, Na Ponta da Língua, 2001. Adaptado)
São exceções à regra apresentada pelo autor os termos:
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Numa visão que se distancia em graus variados tanto do cognitivismo piagetiano quanto do inatismo chomskiano, está o . Segundo essa postura, passam a ser levados em conta fatores sociais, comunicativos e culturais para a aquisição da linguagem. Segundo essa abordagem, rituais comunicativos pré-verbais preparam e precedem a construção da linguagem pela criança.
(Ester Mirian Scarpa, “Aquisição da Linguagem”. Em: Mussalim e Bentes, 2004)
Em sintonia com ideias expostas nos Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa (1998), a lacuna do texto deve ser preenchida com
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No que diz respeito à presença dos textos literários nas aulas, os Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa (1998) condenam práticas em que eles sejam
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Berlinck, Augusto e Scher (“Sintaxe”. Em: Mussalim e Bentes, 2005) apontam para a questão, sugerida nos Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa (1998), que diz respeito ao fato de a Gramática Tradicional fundamentar suas regras em textos de
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De acordo com Koch e Elias (2011), uma das características da fala presente no diálogo entre as personagens é
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(Galvão Bertazzi, “Vida Besta”. Folha de S.Paulo, 02.05.2023)
A tira constitui-se de língua escrita. No entanto, ela recupera elementos da língua falada, com o intuito de conferir tom de humor à narrativa. Isso se confirma com
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – Ensino Médio (2000), é um aspecto elementar da área de Linguagens e Códigos
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Papel civilizatório do ensino integral
Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer.(a)
Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.(b)
Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula,(c) as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.(c)
Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.
O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?
Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)
A análise linguística inclui tanto o trabalho sobre questões tradicionais da gramática quanto questões amplas a propósito do texto [...] Essencialmente, a prática da análise linguística não poderá limitar-se à higienização do texto do aluno em seus aspectos gramaticais e ortográficos, limitando-se a “correções”. Trata-se de trabalhar com o aluno o seu texto para que ele atinja seus objetivos junto aos leitores a que se destina.
(Geraldi, 1997)
O editorial do jornal pode estimular reflexões sobre uso da língua e da linguagem dos alunos, quando eles comparam os usos do texto aos de suas produções escritas.
Assim, entendendo-se que questões amplas podem abarcar aquelas relacionadas à abordagem de aspectos de produção de sentido do texto, um conteúdo que poderia ser objeto de reflexão, nessa perspectiva, é
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