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Foram encontradas 38 questões.

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 08.

Alta demanda por produtos biodegradáveis

Estudos mostram que a preocupação da população mundial com sustentabilidade é cada vez maior. Enquanto 86% dos consumidores querem a redução do desperdício de alimentos, 74% buscam consumir menos embalagens e 72% preferem as biodegradáveis.

De acordo com Sandro A. Fernandes, da Associação Brasileira dos Agentes Digitais, o que define se uma embalagem é biodegradável é sua decomposição ocorrer naturalmente por meio da ação das bactérias, algas e fungos. Muitas embalagens convencionais, como as de plásticos, podem demorar até 450 anos para se decompor no ambiente, e as fraldas descartáveis – até 600 anos. “No caso dos biodegradáveis, com base em fibras, polpas vegetais e materiais naturais, esse tempo é reduzido a meses.”

Uma preocupação, no entanto, é que os materiais biodegradáveis também possam ser decompostos no ambiente doméstico, ou seja, que não precisem, obrigatoriamente, de locais e condições especiais para que a decomposição ocorra. Pensando nisso, várias empresas colocaram seu time de inovação para trabalhar nesse processo e, hoje, a demanda por produtos biodegradáveis tem crescido vertiginosamente.

(Bianca Zanatta. O Estado de S.Paulo, 01.08.2021. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa a frase a seguir de acordo com a norma-padrão de emprego dos pronomes.

Quanto ao consumo de embalagens, 74% dos entrevistados querem ______________ .

 

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Leia o texto para responder às questões de números 06 a 08.

Alta demanda por produtos biodegradáveis

Estudos mostram que a preocupação da população mundial com sustentabilidade é cada vez maior. Enquanto 86% dos consumidores querem a redução do desperdício de alimentos, 74% buscam consumir menos embalagens e 72% preferem as biodegradáveis.

De acordo com Sandro A. Fernandes, da Associação Brasileira dos Agentes Digitais, o que define se uma embalagem é biodegradável é sua decomposição ocorrer naturalmente por meio da ação das bactérias, algas e fungos. Muitas embalagens convencionais, como as de plásticos, podem demorar até 450 anos para se decompor no ambiente, e as fraldas descartáveis – até 600 anos. “No caso dos biodegradáveis, com base em fibras, polpas vegetais e materiais naturais, esse tempo é reduzido a meses.”

Uma preocupação, no entanto, é que os materiais biodegradáveis também possam ser decompostos no ambiente doméstico, ou seja, que não precisem, obrigatoriamente, de locais e condições especiais para que a decomposição ocorra. Pensando nisso, várias empresas colocaram seu time de inovação para trabalhar nesse processo e, hoje, a demanda por produtos biodegradáveis tem crescido vertiginosamente.

(Bianca Zanatta. O Estado de S.Paulo, 01.08.2021. Adaptado)

A relação entre os tempos verbais está correta na alternativa:

 

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Leia o texto para responder às questões de números 06 a 08.

Alta demanda por produtos biodegradáveis

Estudos mostram que a preocupação da população mundial com sustentabilidade é cada vez maior. Enquanto 86% dos consumidores querem a redução do desperdício de alimentos, 74% buscam consumir menos embalagens e 72% preferem as biodegradáveis.

De acordo com Sandro A. Fernandes, da Associação Brasileira dos Agentes Digitais, o que define se uma embalagem é biodegradável é sua decomposição ocorrer naturalmente por meio da ação das bactérias, algas e fungos. Muitas embalagens convencionais, como as de plásticos, podem demorar até 450 anos para se decompor no ambiente, e as fraldas descartáveis – até 600 anos. “No caso dos biodegradáveis, com base em fibras, polpas vegetais e materiais naturais, esse tempo é reduzido a meses.”

Uma preocupação, no entanto, é que os materiais biodegradáveis também possam ser decompostos no ambiente doméstico, ou seja, que não precisem, obrigatoriamente, de locais e condições especiais para que a decomposição ocorra. Pensando nisso, várias empresas colocaram seu time de inovação para trabalhar nesse processo e, hoje, a demanda por produtos biodegradáveis tem crescido vertiginosamente.

(Bianca Zanatta. O Estado de S.Paulo, 01.08.2021. Adaptado)

Assinale a alternativa correta a respeito das informações do texto.

 

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Leia a crônica para responder às questões de números 01 a 05.

Fiscais de barriga

Confesso: nos últimos tempos engordei. Não, não virei uma bola de boliche, mas esses últimos quilos se concentraram na barriga. Todos eles. Tornei-me o alvo ideal para um tipo que virou uma praga na vida urbana. É o fiscal de barriga. Trata-se de uma criatura empenhada em contabilizar o peso alheio. Você se encontra com o tipo, ele abre um sorriso até as orelhas e tasca:

– Engordou, hein?!

Todo fofo sabe quando e quanto subiu de peso. Quem nunca observou uma pessoa volumosa aferindo os gramas numa balança de farmácia? Primeiro sobe, com expressão de esperança. Ao observar o marcador implacável, o rosto se contorce entre dúvida e desespero. Algumas tiram o casaco, como se um reles objeto pudesse pesar os 5 ou 10 quilos extras apontados. Suspira fundo e olha o marcador novamente. Agora a expressão é de desconfiança, quando não de fúria:

– Balança de farmácia não presta!!

E sai à procura de outra.

O fiscal de barriga só serve para acrescentar fel1 à vida dos outros. Conheço um, diretor de teatro, com a silhueta elegante como um balde. Deveria ficar quieto, mas mede o peso de cada um com olhos argutos2 :

– Quando fomos almoçar juntos, você estava bem mais magro.

– Que é isso? Eu já estava gordinho – defendo-me.

– Não, não... agora você está pior – contesta satisfeito.

Na fofura e na magreza, sempre haverá um fiscal para comentar que, depois de se comportar como um inquisidor, dá a estocada final:

– Só falo porque sou seu amigo.

Que ninguém acredite na expressão de solidariedade. Torturar o próximo, eis seu maior prazer.

(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 06.11.1996. Adaptado)

1 fel: amargura, azedume.

2 argutos: muito atentos.

Assinale a alternativa cuja frase segue a norma-padrão de concordância verbal.

 

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Fiscais de barriga

Confesso: nos últimos tempos engordei. Não, não virei uma bola de boliche, mas esses últimos quilos se concentraram na barriga. Todos eles. Tornei-me o alvo ideal para um tipo que virou uma praga na vida urbana. É o fiscal de barriga. Trata-se de uma criatura empenhada em contabilizar o peso alheio. Você se encontra com o tipo, ele abre um sorriso até as orelhas e tasca:

– Engordou, hein?!

Todo fofo sabe quando e quanto subiu de peso. Quem nunca observou uma pessoa volumosa aferindo os gramas numa balança de farmácia? Primeiro sobe, com expressão de esperança. Ao observar o marcador implacável, o rosto se contorce entre dúvida e desespero. Algumas tiram o casaco, como se um reles objeto pudesse pesar os 5 ou 10 quilos extras apontados. Suspira fundo e olha o marcador novamente. Agora a expressão é de desconfiança, quando não de fúria:

– Balança de farmácia não presta!!

E sai à procura de outra.

O fiscal de barriga só serve para acrescentar fel1 à vida dos outros. Conheço um, diretor de teatro, com a silhueta elegante como um balde. Deveria ficar quieto, mas mede o peso de cada um com olhos argutos2 :

– Quando fomos almoçar juntos, você estava bem mais magro.

– Que é isso? Eu já estava gordinho – defendo-me.

– Não, não... agora você está pior – contesta satisfeito.

Na fofura e na magreza, sempre haverá um fiscal para comentar que, depois de se comportar como um inquisidor, dá a estocada final:

– Só falo porque sou seu amigo.

Que ninguém acredite na expressão de solidariedade. Torturar o próximo, eis seu maior prazer.

(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 06.11.1996. Adaptado)

1 fel: amargura, azedume.

2 argutos: muito atentos.

A frase elaborada a partir de ideias do 6° parágrafo mantém o sentido do texto em:

 

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Leia a crônica para responder às questões de números 01 a 05.

Fiscais de barriga

Confesso: nos últimos tempos engordei. Não, não virei uma bola de boliche, mas esses últimos quilos se concentraram na barriga. Todos eles. Tornei-me o alvo ideal para um tipo que virou uma praga na vida urbana. É o fiscal de barriga. Trata-se de uma criatura empenhada em contabilizar o peso alheio. Você se encontra com o tipo, ele abre um sorriso até as orelhas e tasca:

– Engordou, hein?!

Todo fofo sabe quando e quanto subiu de peso. Quem nunca observou uma pessoa volumosa aferindo os gramas numa balança de farmácia? Primeiro sobe, com expressão de esperança. Ao observar o marcador implacável, o rosto se contorce entre dúvida e desespero. Algumas tiram o casaco, como se um reles objeto pudesse pesar os 5 ou 10 quilos extras apontados. Suspira fundo e olha o marcador novamente. Agora a expressão é de desconfiança, quando não de fúria:

– Balança de farmácia não presta!!

E sai à procura de outra.

O fiscal de barriga só serve para acrescentar fel1 à vida dos outros. Conheço um, diretor de teatro, com a silhueta elegante como um balde. Deveria ficar quieto, mas mede o peso de cada um com olhos argutos2 :

– Quando fomos almoçar juntos, você estava bem mais magro.

– Que é isso? Eu já estava gordinho – defendo-me.

– Não, não... agora você está pior – contesta satisfeito.

Na fofura e na magreza, sempre haverá um fiscal para comentar que, depois de se comportar como um inquisidor, dá a estocada final:

– Só falo porque sou seu amigo.

Que ninguém acredite na expressão de solidariedade. Torturar o próximo, eis seu maior prazer.

(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 06.11.1996. Adaptado)

1 fel: amargura, azedume.

2 argutos: muito atentos.

Considere os trechos do texto.

• Trata-se de uma criatura empenhada em contabilizar o peso alheio. (1° parágrafo)

• ... depois de se comportar como um inquisidor, dá a estocada final... (10° parágrafo)

As expressões destacadas têm, respectivamente, sentido equivalente a:

 

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Fiscais de barriga

Confesso: nos últimos tempos engordei. Não, não virei uma bola de boliche, mas esses últimos quilos se concentraram na barriga. Todos eles. Tornei-me o alvo ideal para um tipo que virou uma praga na vida urbana. É o fiscal de barriga. Trata-se de uma criatura empenhada em contabilizar o peso alheio. Você se encontra com o tipo, ele abre um sorriso até as orelhas e tasca:

– Engordou, hein?!

Todo fofo sabe quando e quanto subiu de peso. Quem nunca observou uma pessoa volumosa aferindo os gramas numa balança de farmácia? Primeiro sobe, com expressão de esperança. Ao observar o marcador implacável, o rosto se contorce entre dúvida e desespero. Algumas tiram o casaco, como se um reles objeto pudesse pesar os 5 ou 10 quilos extras apontados. Suspira fundo e olha o marcador novamente. Agora a expressão é de desconfiança, quando não de fúria:

– Balança de farmácia não presta!!

E sai à procura de outra.

O fiscal de barriga só serve para acrescentar fel1 à vida dos outros. Conheço um, diretor de teatro, com a silhueta elegante como um balde. Deveria ficar quieto, mas mede o peso de cada um com olhos argutos2 :

– Quando fomos almoçar juntos, você estava bem mais magro.

– Que é isso? Eu já estava gordinho – defendo-me.

– Não, não... agora você está pior – contesta satisfeito.

Na fofura e na magreza, sempre haverá um fiscal para comentar que, depois de se comportar como um inquisidor, dá a estocada final:

– Só falo porque sou seu amigo.

Que ninguém acredite na expressão de solidariedade. Torturar o próximo, eis seu maior prazer.

(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 06.11.1996. Adaptado)

1 fel: amargura, azedume.

2 argutos: muito atentos.

Assinale a alternativa em que a palavra destacada no trecho foi empregada ironicamente no texto e deve ser compreendida em sentido oposto.

 

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Fiscais de barriga

Confesso: nos últimos tempos engordei. Não, não virei uma bola de boliche, mas esses últimos quilos se concentraram na barriga. Todos eles. Tornei-me o alvo ideal para um tipo que virou uma praga na vida urbana. É o fiscal de barriga. Trata-se de uma criatura empenhada em contabilizar o peso alheio. Você se encontra com o tipo, ele abre um sorriso até as orelhas e tasca:

– Engordou, hein?!

Todo fofo sabe quando e quanto subiu de peso. Quem nunca observou uma pessoa volumosa aferindo os gramas numa balança de farmácia? Primeiro sobe, com expressão de esperança. Ao observar o marcador implacável, o rosto se contorce entre dúvida e desespero. Algumas tiram o casaco, como se um reles objeto pudesse pesar os 5 ou 10 quilos extras apontados. Suspira fundo e olha o marcador novamente. Agora a expressão é de desconfiança, quando não de fúria:

– Balança de farmácia não presta!!

E sai à procura de outra.

O fiscal de barriga só serve para acrescentar fel1 à vida dos outros. Conheço um, diretor de teatro, com a silhueta elegante como um balde. Deveria ficar quieto, mas mede o peso de cada um com olhos argutos2 :

– Quando fomos almoçar juntos, você estava bem mais magro.

– Que é isso? Eu já estava gordinho – defendo-me.

– Não, não... agora você está pior – contesta satisfeito.

Na fofura e na magreza, sempre haverá um fiscal para comentar que, depois de se comportar como um inquisidor, dá a estocada final:

– Só falo porque sou seu amigo.

Que ninguém acredite na expressão de solidariedade. Torturar o próximo, eis seu maior prazer.

(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 06.11.1996. Adaptado)

1 fel: amargura, azedume.

2 argutos: muito atentos.

No terceiro parágrafo, a respeito das pessoas que utilizam balança de farmácia, o autor

 

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