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2032994
Ano: 2021
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
Provas:
Roberta, mãe de Lucas, que possui um ano de
idade, encontra-se presa, condenada pelo crime de
roubo, praticado em concurso com dois menores.
Nessa situação, segundo prevê o ECA – Estatuto
da Criança e do Adolescente, lei 8.069/90:
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2032993
Ano: 2021
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
Provas:
Na hipótese de uma professora do ensino
fundamental suspeitar que um dos seus alunos, de
08 anos de idade, estar sendo vítima de agressões
físicas, deverá a mesma realizar comunicação:
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPolíticas Setoriais e Transversais
- Políticas SociaisPolíticas Sociais no pós CF/1988
A elaboração da LOAS foi produto da mobilização
de segmentos sociais que se organizaram com o
objetivo de fortalecer a concepção de assistência
social como função governamental e política
pública, envolvendo intricados processos de
negociação e formação de consensos pactuados
entre diferentes protagonistas da sociedade civil,
do governo federal e da esfera parlamentar
RAICHELIS, Raquel. Esfera pública e conselhos de assistência social: caminhos da construção democrática. 2015, p.147.
Com bases nas informações apresentadas, avalie as afirmações a seguir:
I. A LOAS regulamenta os artigos 203 e 204 da constituição Federal. II. A autora, ao afirmar que para elaboração da LOAS houve “intricados processos de negociação e formação de consensos pactuados”, quis afirmar que não houve confrontos para sua elaboração junto às instâncias de poder. III. Podemos considerar que a Carta Magna de 1988 trata de uma referência para o entendimento e redefinições do perfil histórico da assistência social. IV. A LOAS prevê que a assistência social é Política de Seguridade Social contributiva.
É correto apenas o que se afirma em:
RAICHELIS, Raquel. Esfera pública e conselhos de assistência social: caminhos da construção democrática. 2015, p.147.
Com bases nas informações apresentadas, avalie as afirmações a seguir:
I. A LOAS regulamenta os artigos 203 e 204 da constituição Federal. II. A autora, ao afirmar que para elaboração da LOAS houve “intricados processos de negociação e formação de consensos pactuados”, quis afirmar que não houve confrontos para sua elaboração junto às instâncias de poder. III. Podemos considerar que a Carta Magna de 1988 trata de uma referência para o entendimento e redefinições do perfil histórico da assistência social. IV. A LOAS prevê que a assistência social é Política de Seguridade Social contributiva.
É correto apenas o que se afirma em:
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- Assistente SocialProjeto Ético, Político e Profissional
- Proteção SocialFamíliaProteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente
- Proteção SocialFamíliaMatricialidade Sociofamiliar
A análise da prática profissional com famílias pode
acontecer a partir de diferentes perspectivas, dentre
elas estariam o percurso histórico da profissão, o seu
papel na divisão sócio técnica do trabalho e de seus
condicionamentos macroestruturais, da formação
profissional e da responsabilidade dos assistentes no
processo de apropriação do projeto ético-político da
categoria.
MIOTO, Regina Célia Tamaso. Trabalho com Famílias: um desafio para os Assistentes Sociais. Textos & Contextos Revista Virtual. Nº 3, ano III, dez. 2004.
Sobre o trabalho com famílias, pode-se considerar que:
MIOTO, Regina Célia Tamaso. Trabalho com Famílias: um desafio para os Assistentes Sociais. Textos & Contextos Revista Virtual. Nº 3, ano III, dez. 2004.
Sobre o trabalho com famílias, pode-se considerar que:
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- Aspectos HistóricosRedimensionamento e Transformações Societárias
- Políticas SociaisConceito e Fundamentos das Políticas Públicas
- Políticas SociaisPromoção SocialTrabalho
Sobre a reestruturação produtiva no Brasil e sua
relação com a Política Social, pode-se afirmar que:
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Desde a década de 1960, a interdisciplinaridade
tem sido objeto de estudo e pesquisa por vários
estudiosos. Os anos passam e o termo continua em
foco, sobretudo no cenário educacional
contemporâneo a discussão ampliou-se em torno
dos pressupostos epistemológicos e praxeológico
para efetivação no ensino-aprendizagem. A autora,
pesquisadora e estudiosa sobre a temática, Ivani
Fazenda, ao elucidar com aprofundamento em sua
obra "Integração e Interdisciplinaridade no Ensino
Brasileiro: efetividade ou ideologia" ressalta as
questões subjacentes que envolvem a
interdisciplinaridade como exigência do
conhecimento e, consequentemente, sua gênese e
significado ao contemplar sua utilidade, valor,
aplicabilidade, obstáculos e possibilidades de
concretização no ensino.
FAZENDA, I. C. A. Integração e Interdisciplinaridade no Ensino Brasileiro: efetividade ou ideologia, 6 ed.
São Paulo: Loyola, 2011.
A partir do texto acima e à luz dos pressupostos que norteiam a interdisciplinaridade na perspectiva de Ivani Fazenda, avalie as afirmações a seguir:
I. A interdisciplinaridade, diante da complexidade contemporânea, contrapõe a lógica da descoberta, da abertura recíproca e da comunicação entre os saberes. II. A interdisciplinaridade é uma relação de reciprocidade, de mutualidade, que pressupõe uma atitude diferente a ser assumida diante do problema do conhecimento. III. A interação é uma condição de efetivação da interdisciplinaridade, o que pressupõe uma integração de conhecimentos visando novos questionamentos, novas buscas, enfim, a transformação da própria realidade. IV. O ensino interdisciplinar parte da organização hierárquica entre disciplinas diferentes. V. Uma prática docente interdisciplinar deverá estar subsidiada por cinco princípios: humildade, coerência, espera, respeito e desapego.
Está correto o que é afirmado em:
A partir do texto acima e à luz dos pressupostos que norteiam a interdisciplinaridade na perspectiva de Ivani Fazenda, avalie as afirmações a seguir:
I. A interdisciplinaridade, diante da complexidade contemporânea, contrapõe a lógica da descoberta, da abertura recíproca e da comunicação entre os saberes. II. A interdisciplinaridade é uma relação de reciprocidade, de mutualidade, que pressupõe uma atitude diferente a ser assumida diante do problema do conhecimento. III. A interação é uma condição de efetivação da interdisciplinaridade, o que pressupõe uma integração de conhecimentos visando novos questionamentos, novas buscas, enfim, a transformação da própria realidade. IV. O ensino interdisciplinar parte da organização hierárquica entre disciplinas diferentes. V. Uma prática docente interdisciplinar deverá estar subsidiada por cinco princípios: humildade, coerência, espera, respeito e desapego.
Está correto o que é afirmado em:
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TEXTO 06
A avaliação é parte constitutiva do processo de
ensinagem e aprendizagem intrinsecamente
ligados às diversas concepções de educação em
seus diferentes contextos. Historicamente e
sociologicamente, a avaliação da aprendizagem
ainda consiste numa prática aprisionada ao modelo
de exames escolares. Mudar isso, é aprender um
novo modo de ser e de agir abrindo mão de
conceitos e ações impregnadas em crenças
conscientes e inconscientes, ou seja, "aprender a
avaliar a aprendizagem", é tarefa imprescindível à
todos educadores.
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar:
estudo e preposições. 1. ed. são Paulo: Cortez,
2013.
TEXTO 07 Uma nova perspectiva de avaliação da aprendizagem exige uma retomada do processo sobre o ponto de vista mais problemático, a ampliação contraditória entre o discurso e a prática dos educadores. Decorrente de seu processo histórico, a avaliação da aprendizagem configurase como "mito e desafio". Mito, em decorrência de sua história ao longo dos anos, ao perpetuar os fantasmas do controle e do autoritarismo e como desafio pelas sucessivas desmistificações que ao desestabilizar essa historicidade reconduz as reflexões em torno dos pressupostos teóricos que fundamentam a avaliação e ressignificam as práticas rotineiras. HOFFMANN, J.M.L. Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtivista. 41.ed. Porto Alegre: Mediação, 2011.
A partir de uma nova perspectiva de avaliação por uma prática docente crítica e construtiva à luz dos fragmentos textuais dos autores acima, avalie as afirmações a seguir:
I. A desmistificação da avaliação como mito enquanto instrumento de controle e autoritarismo só é possível no desestabilizar das práticas rotineiras e automatizadas a partir de uma tomada de consciência coletiva sobre o significado da prática. II. Para que o ato de avaliar cumpra a sua função deverá estar pautada em princípios emancipatórios para uma educação humanizadora e de qualidade alicerçada em três elementos variáveis que compõe a compreensão constitutiva da avaliação: juízo de qualidade, dados relevantes da realidade e tomada de decisão. III. Aprender a avaliar significa aprender os conceitos teóricos sobre avaliação, mas concomitante a isso, aprender a praticar a avaliação, traduzindo-a em atos do cotidiano. IV. A avaliação numa concepção construtivista é uma apreciação quantitativa sobre dados relevantes do processo de aprendizagem que subsidia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho. V. Reconstruir a avaliação numa perspectiva construtiva e libertadora exige uma ação consensual, no sentido de revisão do significado político das exigências burocráticas dos sistemas municipais, estaduais e federal de educação.
É correto o que se afirma em:
TEXTO 07 Uma nova perspectiva de avaliação da aprendizagem exige uma retomada do processo sobre o ponto de vista mais problemático, a ampliação contraditória entre o discurso e a prática dos educadores. Decorrente de seu processo histórico, a avaliação da aprendizagem configurase como "mito e desafio". Mito, em decorrência de sua história ao longo dos anos, ao perpetuar os fantasmas do controle e do autoritarismo e como desafio pelas sucessivas desmistificações que ao desestabilizar essa historicidade reconduz as reflexões em torno dos pressupostos teóricos que fundamentam a avaliação e ressignificam as práticas rotineiras. HOFFMANN, J.M.L. Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtivista. 41.ed. Porto Alegre: Mediação, 2011.
A partir de uma nova perspectiva de avaliação por uma prática docente crítica e construtiva à luz dos fragmentos textuais dos autores acima, avalie as afirmações a seguir:
I. A desmistificação da avaliação como mito enquanto instrumento de controle e autoritarismo só é possível no desestabilizar das práticas rotineiras e automatizadas a partir de uma tomada de consciência coletiva sobre o significado da prática. II. Para que o ato de avaliar cumpra a sua função deverá estar pautada em princípios emancipatórios para uma educação humanizadora e de qualidade alicerçada em três elementos variáveis que compõe a compreensão constitutiva da avaliação: juízo de qualidade, dados relevantes da realidade e tomada de decisão. III. Aprender a avaliar significa aprender os conceitos teóricos sobre avaliação, mas concomitante a isso, aprender a praticar a avaliação, traduzindo-a em atos do cotidiano. IV. A avaliação numa concepção construtivista é uma apreciação quantitativa sobre dados relevantes do processo de aprendizagem que subsidia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho. V. Reconstruir a avaliação numa perspectiva construtiva e libertadora exige uma ação consensual, no sentido de revisão do significado político das exigências burocráticas dos sistemas municipais, estaduais e federal de educação.
É correto o que se afirma em:
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Adotadas pelo Ministério da Educação (MEC), as
avaliações externas, também denominadas de
avaliação sistêmica ou em larga escala, tem se
tornado cada vez mais instrumentos de gestão, de
orientação e promoção das políticas públicas
voltadas à melhoria da qualidade da educação e
dos serviços oferecidos à sociedade pela escola.
Desse princípio, incorpora-se o Sistema de
Avaliação da Educação Básica (SAEB), compostos
por dois processos: a Avaliação Nacional da
Educação Básica – Aneb e a Avaliação Nacional do
Rendimento Escolar – Anresc, cuja consolidação,
informações, checagem e publicação anual da
Sinopse Estatística dos resultados obtidos ficam
sob a responsabilidade do Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que
busca reunir, em um só indicador, dois conceitos
igualmente importantes para a qualidade da
educação: fluxo escolar e médias de desempenho
nas avaliações.
Disponível em:http://portal.gov.br/mec. Acesso em:
13/04/2021 (adaptado).
Com relação ao fragmento textual relativo às avaliações externas adotadas pelo MEC, avalie as afirmações a seguir: I. A Avaliação Nacional de Alfabetização – ANA é aplicada a cada quatriênio, tem caráter censitário e avaliará a qualidade, equidade e eficiência do ciclo de alfabetização destinada com exclusividade às escolas das redes públicas. II. A Avaliação Nacional do Rendimento Escolar é mais extensa e detalhada do que a Avaliação Nacional da Educação Básica, pois seu foco está centralizado em cada unidade escolar e, dado seu caráter universal, recebe o nome de Prova Brasil. III. Nos testes aplicados no quinto e nono ano do ensino fundamental são aplicadas provas de Língua Portuguesa, Matemática e Língua Estrangeira, além de questionários socioeconômicos aos alunos participantes e à comunidade escolar. IV. A Prova Brasil é aplicada censitariamente aos alunos do 5º ao 9º ano do ensino fundamental público, nas redes municipais e federais, de área rural e urbana, em escolas que tenham no mínimo 20 alunos matriculados na série avaliada. V. A Provinha Brasil é uma avaliação diagnóstica do nível de alfabetização das crianças matriculadas no segundo ano de escolarização das escolas públicas brasileiras. É correto APENAS o que se afirma em:
Com relação ao fragmento textual relativo às avaliações externas adotadas pelo MEC, avalie as afirmações a seguir: I. A Avaliação Nacional de Alfabetização – ANA é aplicada a cada quatriênio, tem caráter censitário e avaliará a qualidade, equidade e eficiência do ciclo de alfabetização destinada com exclusividade às escolas das redes públicas. II. A Avaliação Nacional do Rendimento Escolar é mais extensa e detalhada do que a Avaliação Nacional da Educação Básica, pois seu foco está centralizado em cada unidade escolar e, dado seu caráter universal, recebe o nome de Prova Brasil. III. Nos testes aplicados no quinto e nono ano do ensino fundamental são aplicadas provas de Língua Portuguesa, Matemática e Língua Estrangeira, além de questionários socioeconômicos aos alunos participantes e à comunidade escolar. IV. A Prova Brasil é aplicada censitariamente aos alunos do 5º ao 9º ano do ensino fundamental público, nas redes municipais e federais, de área rural e urbana, em escolas que tenham no mínimo 20 alunos matriculados na série avaliada. V. A Provinha Brasil é uma avaliação diagnóstica do nível de alfabetização das crianças matriculadas no segundo ano de escolarização das escolas públicas brasileiras. É correto APENAS o que se afirma em:
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TEXTO 08
" O currículo é uma prática, expressão, da função
socializadora e cultural que determinada instituição
tem, que reagrupa em torno dele uma série de
subsistemas ou práticas diversas entre as quais se
encontra a prática pedagógica desenvolvida em
instituições escolares que comumente chamamos
ensino. [...] como projeto baseado num plano
construído e ordenado, relaciona a conexão entre
determinados princípios e sua realização, algo que
se há de comprovar e que nessa expressão prática
concretiza seu valor".
SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo: uma
reflexão sobre a prática. 3.ed.Porto Alegre: Penso,
2017. TEXTO 09
"O planejamento escolar consiste numa atividade
de previsão da ação a ser realizada, implicando
definição de necessidades a atender, objetivos a
atingir dentro das possibilidades, procedimentos e
recursos a serem empregados, tempo de execução
e formas de avaliação. O planejamento se
concretiza em planos e projetos, tanto da escola e
do currículo quanto do ensino. Um plano ou um
projeto é um esboço, um esquema que representa
uma ideia, um objetivo, uma meta, uma sequência
de ações que irão orientar a prática".
LIBÂNEO, José Carlos. O planejamento escolar e o
projeto pedagógico-curricular. In: Organização e
Gestão da Escola – teoria e prática. Goiânia: Heccus
Editora, 2013. TEXTO 10
"O projeto pedagógico exige profunda reflexão
sobre as finalidades da escola, assim como
explicitação de seu papel social e a clara definição
de caminhos, formas operacionais e ações a serem
empreendidas por todos os envolvidos no processo
educativo. [...] reflete a realidade da escola, situada
em um contexto mais amplo que a influência e que
pode ser por ela influenciado. Em suma, é um
instrumento clarificador da ação educativa da
escola em sua totalidade".
VEIGA, I. P. A. RESENDE, L. M. G. Escola: Espaço
do projeto politico-pedagógico. In:____Perspectivas
para reflexão em torno do projeto político-pedagógico. 13.ed. Campinas, SP: Papirus, 2008.
Acerca das concepções dos supracitados educadores sobre os temas em foco, avalie as afirmações a seguir: I. O currículo é o elemento nuclear de referência para analisar o que a escola é de fato como instituição cultural e na hora de elaborar um projeto alternativo de instituição. II. O planejamento é ato processual contínuo de reflexão, ação, conhecimento e análise da realidade escolar em suas condições concretas de busca de alternativas para a solução de problemas e de tomada de decisão, possibilitando a revisão dos planos e projetos, a correção no rumo das ações. III. A elaboração do projeto pedagógico firmada na concepção de sociedade, educação e escola é o primeiro ato fundamental para o norteamento da organização do trabalho da escola rumo à emancipação humana. IV. O projeto pedagógico se consubstancia enquanto instrumento de planejamento quando a escola centraliza os poderes e excetua a cultura da participação na organização do currículo nos aspectos históricos e conceituais à efetivação do trabalho pedagógico. V. Os elementos constitutivos e operacionais das diferentes dimensões do planejamento, projeto pedagógico e currículo corrobora a inter-relação e complementaridade à concretude dialética da operacionalização das intenções no espaço escolar É correto o que se afirma em:
Acerca das concepções dos supracitados educadores sobre os temas em foco, avalie as afirmações a seguir: I. O currículo é o elemento nuclear de referência para analisar o que a escola é de fato como instituição cultural e na hora de elaborar um projeto alternativo de instituição. II. O planejamento é ato processual contínuo de reflexão, ação, conhecimento e análise da realidade escolar em suas condições concretas de busca de alternativas para a solução de problemas e de tomada de decisão, possibilitando a revisão dos planos e projetos, a correção no rumo das ações. III. A elaboração do projeto pedagógico firmada na concepção de sociedade, educação e escola é o primeiro ato fundamental para o norteamento da organização do trabalho da escola rumo à emancipação humana. IV. O projeto pedagógico se consubstancia enquanto instrumento de planejamento quando a escola centraliza os poderes e excetua a cultura da participação na organização do currículo nos aspectos históricos e conceituais à efetivação do trabalho pedagógico. V. Os elementos constitutivos e operacionais das diferentes dimensões do planejamento, projeto pedagógico e currículo corrobora a inter-relação e complementaridade à concretude dialética da operacionalização das intenções no espaço escolar É correto o que se afirma em:
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No campo educacional, compreender como ocorre
a aprendizagem como processo de aquisição do
conhecimento por meio das experiências vividas e
demarcadas pelas multiplicidades dos fatores
endógenos e exógenos que reverte na modificação
do comportamento humano nos diferentes períodos
de transição (infância, adolescência e
envelhecimento), tem sido especificidade da
Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem.
Epistemologicamente, tem propiciado de forma
simples, conceitos, origem, campos de discussão e
interpretação quanto as teorias da aprendizagem e
do desenvolvimento humano que de forma, direta
ou indiretamente, têm influenciado os objetivos do
ensino, o planejamento pedagógico, bem como a
práxis do professor em sala de aula na sua relação
com os alunos e com o próprio conhecimento. OSTERMANN, F. CAVALCANTI, C. J. H. Teorias de
Aprendizagem. Porto Alegre: Evangraf; UFRGS,
2011. Disponível em:
http://www.ufrgs.br/sead/servicos-ead/publicacoes1/pdf/Teorias_de_Aprendizagem.pdf.
Nos itens a seguir, avalie a correspondência entre as teorias da aprendizagem e seus pressupostos teóricos que de forma implícita ou explícita orientam as práticas pedagógicas: I. Teoria Behaviorista - classificada em dois tipos: o behaviorismo metodológico e o behaviorismo radical. O primeiro enfatizava que todo ser humano aprende a partir de seu ambiente - nasce vazio de qualquer informação (tábula rasa). Enquanto o behaviorismo radical, não pressupõe que o ser humano seja uma tábula rasa, ou seja, desprovido de qualquer dote fisiológico e genético. II. Teoria Gestáltica - considerada mais como uma teoria psicológica do que exatamente uma teoria de aprendizagem; no entanto por meio das leis de percepção/aprendizagem, contribuiu para o ensino-aprendizagem, cujo conceito mais importante para o estudo da aprendizagem é o de “insight” – súbita percepção de relações entre elementos de uma situação problemática. III. Teoria Cognitiva - enfatiza o processo de cognição, através do qual a pessoa atribui significados à realidade em que se encontra. Preocupa-se com o processo de compreensão, transformação, armazenamento e uso da informação envolvido na cognição e procura regularidades nesse processo mental. IV. Teoria Humanista - diferencia das demais teorias, pois seu objetivo não é o controle do comportamento, o desenvolvimento cognitivo ou a formulação de um bom currículo e sim o crescimento pessoal do aluno e o ensino deve facilitar a sua autorrealização, visando à aprendizagem “pela pessoa inteira”, que transcende e engloba as aprendizagens afetiva, cognitiva e psicomotora. V. Teoria Sociocultural – as teorias socioculturais centralizam seus estudos e pesquisas no desenvolvimento humano enquanto processo que ocorre nas interações sociais. Enfatiza a interação entre as pessoas em desenvolvimento e a cultura em que vivem. É correto o que se afirma em:
Nos itens a seguir, avalie a correspondência entre as teorias da aprendizagem e seus pressupostos teóricos que de forma implícita ou explícita orientam as práticas pedagógicas: I. Teoria Behaviorista - classificada em dois tipos: o behaviorismo metodológico e o behaviorismo radical. O primeiro enfatizava que todo ser humano aprende a partir de seu ambiente - nasce vazio de qualquer informação (tábula rasa). Enquanto o behaviorismo radical, não pressupõe que o ser humano seja uma tábula rasa, ou seja, desprovido de qualquer dote fisiológico e genético. II. Teoria Gestáltica - considerada mais como uma teoria psicológica do que exatamente uma teoria de aprendizagem; no entanto por meio das leis de percepção/aprendizagem, contribuiu para o ensino-aprendizagem, cujo conceito mais importante para o estudo da aprendizagem é o de “insight” – súbita percepção de relações entre elementos de uma situação problemática. III. Teoria Cognitiva - enfatiza o processo de cognição, através do qual a pessoa atribui significados à realidade em que se encontra. Preocupa-se com o processo de compreensão, transformação, armazenamento e uso da informação envolvido na cognição e procura regularidades nesse processo mental. IV. Teoria Humanista - diferencia das demais teorias, pois seu objetivo não é o controle do comportamento, o desenvolvimento cognitivo ou a formulação de um bom currículo e sim o crescimento pessoal do aluno e o ensino deve facilitar a sua autorrealização, visando à aprendizagem “pela pessoa inteira”, que transcende e engloba as aprendizagens afetiva, cognitiva e psicomotora. V. Teoria Sociocultural – as teorias socioculturais centralizam seus estudos e pesquisas no desenvolvimento humano enquanto processo que ocorre nas interações sociais. Enfatiza a interação entre as pessoas em desenvolvimento e a cultura em que vivem. É correto o que se afirma em:
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