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Homem, 24 anos, procura atendimento médico com quadro de dor, edema e aumento acentuado da temperatura em joelho esquerdo há 48 horas. Desde então, percebeu limitação à flexão do joelho, com bastante dor nesse movimento. Exame físico: sinais de artrite e presença de derrame articular em joelho esquerdo. Realizada punção do líquido sinovial que evidenciou líquido turvo com 130 000 células/mL, sendo 89% de neutrófilos, sem presença de cristais.
Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável e o tratamento adequado, respectivamente.
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Mulher, 69 anos, apresenta dificuldade ao deambular e no manuseio de objetos com a mão esquerda, sem menção de tremor. Refere, ainda, sonhos vívidos à noite e constipação intestinal importante. O marido confirma que o braço esquerda da paciente não balança ao andar. Não há deficit motor aparente ao exame físico.
Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável.
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Mulher, 30 anos, sem antecedentes cardiovasculares conhecidos, apresenta dispneia súbita e intensa, 12 horas após o parto, com ausculta pulmonar evidenciando crepitação até terço médio de ambos os pulmões. A ausculta cardíaca evidencia ritmo taquicárdico em 3 tempos com presença de B3 e sopro sistólico 2+ em áreas de foco mitral e tricúspide. Frequência cardíaca = 110 bpm; PA = 100 x 60 mmHg. O eletrocardiograma evidencia taquicardia sinusal, e o ecocardiograma mostra fração de ejeção ventricular esquerda de 35%.
O diagnóstico mais provável nesse caso é de
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Homem, 70 anos, apresenta queixa de dor lombar há seis semanas e procura atendimento médico apresentando fraqueza em membros inferiores de predomínio distal, arreflexia aquiliana bilateral e deficit sensitivo no MID com hipoestesia em sela irregular.
A topografia mais provável de sua lesão é:
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Homem, 78 anos, procurou atendimento referindo cefaleia há cerca de 2 meses, predominantemente sobre o hemicrânio esquerdo, com a intensidade máxima sobre a têmpora esquerda. A dor era excruciante em intensidade, acompanhada de alodinia intensa e claudicação da mandíbula. Sintomas constitucionais, como perda de peso e astenia, também estavam presentes. Cerca de duas semanas após o início da cefaleia, ele desenvolveu visão turva no olho direito.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o tratamento de escolha será feito com
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Homem, 58 anos, com diagnóstico de cirrose hepática de etiologia alcóolica, ambulatorialmente apresenta queixa de aumento progressivo do volume abdominal há cerca de 30 dias. Nega perda ponderal quantificada, febre, dispneia ou outros sintomas. Nega uso de medicações e refere estar abstêmio há 6 meses. Exame físico: bom estado geral, alerta e orientado no tempo e no espaço; frequência respiratória = 18 ipm; PA = 100 x 70 mmHg; FC = 80 bpm; ausculta cardíaca e pulmonar normais; abdome globoso, normotenso, sinal de piparote positivo, indolor à palpação, sem visceromegalia; aparelho locomotor sem alterações. Após otimização terapêutica, durante meses o paciente manteve-se muito bem. Na última semana, os familiares contam que o paciente tem “dormido o dia todo e ficado acordado à noite”. Negam confusão mental, agressividade ou outros sintomas neurológicos. Ao ser questionado, o paciente relata obstipação intestinal nos últimos dias.
Deve-se, nesse momento,
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Mulher, 42 anos, teve diagnosticado nódulo em tireoide, durante exames de rotina. A ultrassonografia evidenciou nódulo hipoecoico medindo 17 x 19 x 23 mm, com calcificações e classificado como TIRADS-4. A paciente não tem comorbidades e nega histórico de radiação prévia em cabeça ou pescoço. Exame físico: nódulo indolor palpável em lobo direito da tireoide, sem linfadenomegalia cervical. Exames laboratoriais: T4 livre = 1,3 ng/dL (normal 0,7-1,5 ng/dL); TSH = 6,0 μU/mL (normal 0,4-4,5 !$ μ !$U/mL); anti-tireoperoxidase e anti-tireoglobulina negativas.
A conduta correta nesse caso é:
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Mulher, 44 anos, é levada ao pronto-atendimento com quadro de início súbito de cefaleia holocraniana, que não cedeu com o uso de dipirona. Apresenta fotofobia associada e nega náuseas, vômitos, fonofobia ou febre. É portadora de valvopatia mitral e fibrilação atrial, em uso de rivaroxabana. Nega episódios semelhantes ao atual. Exame físico: PA = 160 x 90 mmHg, FC = 88 bpm; apresenta-se alerta, parcialmente desorientada no tempo, orientada no espaço; pares cranianos, motricidade e sensibilidade sem anormalidades; ausência de sinais de irritação meníngea; fundo de olho sem anormalidades. A tomografia computadorizada do crânio não apresenta anormalidades.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta correta.
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Mulher, branca, 52 anos, sedentária, portadora de sobrepeso, recebeu diagnóstico recente de hipertensão arterial sistêmica, estágio 1. Apresenta baixo risco cardiovascular estimado, não tem comorbidades e o exame físico é normal. Na primeira consulta médica, foram recomendadas mudanças no estilo de vida, porém, na reavaliação ambulatorial, não houve resposta adequada nos níveis pressóricos, sendo optado pelo tratamento farmacológico.
O fármaco considerado de primeira linha para o tratamento da pressão arterial, nesse caso, é
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Mulher, 24 anos, apresenta queixa de dor e inchaço em joelho esquerdo há 1 semana, após ter apresentado quadro semelhante em tornozelo esquerdo e cotovelo direito. Desde o início do quadro, apresenta febre (temperatura axilar = 38 ºC). Exame físico: ausculta cardíaca com sopro diastólico em ruflar 2+/6+, nódulos fibroelásticos e móveis em cotovelo. Sinais vitais normais.
A conduta terapêutica correta nesse momento é:
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