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2914419 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Pinhais-PR

Misocinesia: incômodo com inquietação dos outros afeta 1 em cada 3 pessoas

Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Por Carolina Fioratti. 2 set 2021, 18h09

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A misocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum: um estudo recémpublicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

Quem conduziu a pesquisa foi Todd Handy, pesquisador da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), no Canadá. Ele resolveu pesquisar o tema após ouvir da pessoa com quem estava saindo que sua inquietação a deixava estressada. Ah, os dates! Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.

[...]

Foi realizada uma série de experimentos envolvendo mais de 4,1 mil participantes. Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles. Ao contrário do que parece, a misocinesia vai muito além de uma simples aversão aos movimentos dos outros. Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais, seja no escritório, na sala de aula ou em casa.

Mas qual é a causa do problema? Ainda não há resposta, mas os cientistas têm algumas sugestões. No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva. Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados “neurônios-espelho”. Sabe quando uma pessoa cai e você “sente” a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/misocinesia-incomodocom-inquietacao-dos-outros-afeta-1-em-cada-3-pessoas/ Acesso em: 1 jun. 2022.

Sobre o trecho “Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados ‘neurônios-espelho’. Sabe quando uma pessoa cai e você ‘sente’ a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.”, assinale a alternativa correta.

 

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2914418 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Pinhais-PR

Misocinesia: incômodo com inquietação dos outros afeta 1 em cada 3 pessoas

Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Por Carolina Fioratti. 2 set 2021, 18h09

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A misocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum: um estudo recémpublicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

Quem conduziu a pesquisa foi Todd Handy, pesquisador da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), no Canadá. Ele resolveu pesquisar o tema após ouvir da pessoa com quem estava saindo que sua inquietação a deixava estressada. Ah, os dates! Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.

[...]

Foi realizada uma série de experimentos envolvendo mais de 4,1 mil participantes. Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles. Ao contrário do que parece, a misocinesia vai muito além de uma simples aversão aos movimentos dos outros. Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais, seja no escritório, na sala de aula ou em casa.

Mas qual é a causa do problema? Ainda não há resposta, mas os cientistas têm algumas sugestões. No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva. Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados “neurônios-espelho”. Sabe quando uma pessoa cai e você “sente” a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/misocinesia-incomodocom-inquietacao-dos-outros-afeta-1-em-cada-3-pessoas/ Acesso em: 1 jun. 2022.

Em relação ao sujeito da oração adaptada do texto “Foi realizada uma série de experimentos, com mais de 4,1 mil participantes.”, assinale a alternativa correta.

 

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2914417 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
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Misocinesia: incômodo com inquietação dos outros afeta 1 em cada 3 pessoas

Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Por Carolina Fioratti. 2 set 2021, 18h09

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A misocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum: um estudo recémpublicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

Quem conduziu a pesquisa foi Todd Handy, pesquisador da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), no Canadá. Ele resolveu pesquisar o tema após ouvir da pessoa com quem estava saindo que sua inquietação a deixava estressada. Ah, os dates! Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.

[...]

Foi realizada uma série de experimentos envolvendo mais de 4,1 mil participantes. Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles. Ao contrário do que parece, a misocinesia vai muito além de uma simples aversão aos movimentos dos outros. Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais, seja no escritório, na sala de aula ou em casa.

Mas qual é a causa do problema? Ainda não há resposta, mas os cientistas têm algumas sugestões. No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva. Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados “neurônios-espelho”. Sabe quando uma pessoa cai e você “sente” a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/misocinesia-incomodocom-inquietacao-dos-outros-afeta-1-em-cada-3-pessoas/ Acesso em: 1 jun. 2022.

A expressão destacada no trecho “No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva” é

 

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2914416 Ano: 2022
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Misocinesia: incômodo com inquietação dos outros afeta 1 em cada 3 pessoas

Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Por Carolina Fioratti. 2 set 2021, 18h09

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A misocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum: um estudo recémpublicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

Quem conduziu a pesquisa foi Todd Handy, pesquisador da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), no Canadá. Ele resolveu pesquisar o tema após ouvir da pessoa com quem estava saindo que sua inquietação a deixava estressada. Ah, os dates! Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.

[...]

Foi realizada uma série de experimentos envolvendo mais de 4,1 mil participantes. Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles. Ao contrário do que parece, a misocinesia vai muito além de uma simples aversão aos movimentos dos outros. Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais, seja no escritório, na sala de aula ou em casa.

Mas qual é a causa do problema? Ainda não há resposta, mas os cientistas têm algumas sugestões. No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva. Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados “neurônios-espelho”. Sabe quando uma pessoa cai e você “sente” a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/misocinesia-incomodocom-inquietacao-dos-outros-afeta-1-em-cada-3-pessoas/ Acesso em: 1 jun. 2022.

Em relação a elementos linguísticos presentes no texto, assinale a alternativa correta.

 

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2914415 Ano: 2022
Disciplina: Português
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Misocinesia: incômodo com inquietação dos outros afeta 1 em cada 3 pessoas

Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Por Carolina Fioratti. 2 set 2021, 18h09

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A misocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum: um estudo recémpublicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

Quem conduziu a pesquisa foi Todd Handy, pesquisador da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), no Canadá. Ele resolveu pesquisar o tema após ouvir da pessoa com quem estava saindo que sua inquietação a deixava estressada. Ah, os dates! Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.

[...]

Foi realizada uma série de experimentos envolvendo mais de 4,1 mil participantes. Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles. Ao contrário do que parece, a misocinesia vai muito além de uma simples aversão aos movimentos dos outros. Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais, seja no escritório, na sala de aula ou em casa.

Mas qual é a causa do problema? Ainda não há resposta, mas os cientistas têm algumas sugestões. No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva. Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados “neurônios-espelho”. Sabe quando uma pessoa cai e você “sente” a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/misocinesia-incomodocom-inquietacao-dos-outros-afeta-1-em-cada-3-pessoas/ Acesso em: 1 jun. 2022.

Leia as seguintes orações retiradas do texto, e identifique se há fato (F) ou opinião (O) do autor nos trechos destacados. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

( ) Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

( ) Um estudo recém-publicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

( ) Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum.

 

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2914414 Ano: 2022
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Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Por Carolina Fioratti. 2 set 2021, 18h09

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A misocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum: um estudo recémpublicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

Quem conduziu a pesquisa foi Todd Handy, pesquisador da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), no Canadá. Ele resolveu pesquisar o tema após ouvir da pessoa com quem estava saindo que sua inquietação a deixava estressada. Ah, os dates! Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.

[...]

Foi realizada uma série de experimentos envolvendo mais de 4,1 mil participantes. Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles. Ao contrário do que parece, a misocinesia vai muito além de uma simples aversão aos movimentos dos outros. Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais, seja no escritório, na sala de aula ou em casa.

Mas qual é a causa do problema? Ainda não há resposta, mas os cientistas têm algumas sugestões. No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva. Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados “neurônios-espelho”. Sabe quando uma pessoa cai e você “sente” a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/misocinesia-incomodocom-inquietacao-dos-outros-afeta-1-em-cada-3-pessoas/ Acesso em: 1 jun. 2022.

No trecho “A minocinesia, que significa ao pé da letra ‘ódio aos movimentos’, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas.”, a expressão destacada – ao pé da letra – pode ser substituída, sem perda de sentido, pelo advérbio

 

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2914413 Ano: 2022
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Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Por Carolina Fioratti. 2 set 2021, 18h09

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A misocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum: um estudo recémpublicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

Quem conduziu a pesquisa foi Todd Handy, pesquisador da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), no Canadá. Ele resolveu pesquisar o tema após ouvir da pessoa com quem estava saindo que sua inquietação a deixava estressada. Ah, os dates! Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.

[...]

Foi realizada uma série de experimentos envolvendo mais de 4,1 mil participantes. Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles. Ao contrário do que parece, a misocinesia vai muito além de uma simples aversão aos movimentos dos outros. Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais, seja no escritório, na sala de aula ou em casa.

Mas qual é a causa do problema? Ainda não há resposta, mas os cientistas têm algumas sugestões. No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva. Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados “neurônios-espelho”. Sabe quando uma pessoa cai e você “sente” a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/misocinesia-incomodocom-inquietacao-dos-outros-afeta-1-em-cada-3-pessoas/ Acesso em: 1 jun. 2022.

Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. Em “Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.”, o uso das vírgulas se justifica por isolar oração subordinada adjetiva.

II. Em “Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles.”, as vírgulas se justificam por separar oração subordinada adverbial condicional deslocada.

III. Em “Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais [...]”, o emprego das vírgulas se justifica por isolar o aposto.

 

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Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Por Carolina Fioratti. 2 set 2021, 18h09

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A misocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum: um estudo recémpublicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

Quem conduziu a pesquisa foi Todd Handy, pesquisador da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), no Canadá. Ele resolveu pesquisar o tema após ouvir da pessoa com quem estava saindo que sua inquietação a deixava estressada. Ah, os dates! Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.

[...]

Foi realizada uma série de experimentos envolvendo mais de 4,1 mil participantes. Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles. Ao contrário do que parece, a misocinesia vai muito além de uma simples aversão aos movimentos dos outros. Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais, seja no escritório, na sala de aula ou em casa.

Mas qual é a causa do problema? Ainda não há resposta, mas os cientistas têm algumas sugestões. No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva. Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados “neurônios-espelho”. Sabe quando uma pessoa cai e você “sente” a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/misocinesia-incomodocom-inquietacao-dos-outros-afeta-1-em-cada-3-pessoas/ Acesso em: 1 jun. 2022.

No trecho “Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.”, a oração subordinada adverbial destacada estabelece que tipo de relação com a oração principal?

 

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Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Por Carolina Fioratti. 2 set 2021, 18h09

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetitivo gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A misocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública – trata-se de uma condição muito comum: um estudo recémpublicado no periódico especializado “Scientific Reports” mostrou que um terço da população é misocinésica.

Quem conduziu a pesquisa foi Todd Handy, pesquisador da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), no Canadá. Ele resolveu pesquisar o tema após ouvir da pessoa com quem estava saindo que sua inquietação a deixava estressada. Ah, os dates! Handy, que é neurocientista cognitivo visual, quis entender a origem do fenômeno e o quão comum ele era.

[...]

Foi realizada uma série de experimentos envolvendo mais de 4,1 mil participantes. Os voluntários relatavam se eram sensíveis à visão de pessoas inquietas e, caso a resposta fosse afirmativa, eram avaliados os impactos emocionais e sociais que o fenômeno tinha sobre eles. Ao contrário do que parece, a misocinesia vai muito além de uma simples aversão aos movimentos dos outros. Algumas pessoas com o distúrbio podem sentir raiva, ansiedade, frustração e até mesmo enfrentar dificuldades em situações sociais, seja no escritório, na sala de aula ou em casa.

Mas qual é a causa do problema? Ainda não há resposta, mas os cientistas têm algumas sugestões. No próprio estudo, eles realizaram testes para ver se a misocinesia se originava de uma sensibilidade visual excessiva. Nessa hipótese, a pessoa com o problema não conseguiria bloquear eventos de distração ao seu redor, e por isso ficaria incomodada com os movimentos repetitivos dos outros. Infelizmente, os resultados foram inconclusivos.

Há uma segunda hipótese, que está ligada aos chamados “neurônios-espelho”. Sabe quando uma pessoa cai e você “sente” a dor? Essa sensação de empatia é atribuída a essas células, que disparam quando outro ser vivo realiza um movimento. Agora, pense nos movimentos repetitivos: eles geralmente estão associados ao nervosismo e ansiedade. Dessa forma, ao olhar para os inquietos, o indivíduo misocinésico sentiria o mesmo.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/misocinesia-incomodocom-inquietacao-dos-outros-afeta-1-em-cada-3-pessoas/ Acesso em: 1 jun. 2022.

Com base no texto, assinale a alternativa correta.

 

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A AMIZADE É UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA

Thays Pretti

Na nossa sociedade, tendemos a valorizar mais as interações românticas e os laços sanguíneos do que as relações de amizade. Colocamos muita expectativa naquelas relações e, talvez por isso, elas por vezes nos frustram. Além disso, com a idealização, também acabamos tolerando coisas que não deveriam ser toleradas. Vale lembrar, nesse sentido, que a maioria das violências contra a mulher e a criança, por exemplo, ocorrem dentro desses dois espaços – o das interações românticas e o familiar.

No caso das amizades, se, por um lado, nós nem sempre as valorizamos o suficiente por supervalorizarmos esses outros tipos de relação, por outro, a amizade não é um espaço em que aceitamos tão facilmente a presença da violência (de qualquer tipo). Uma “mancada” de um amigo ou amiga – especialmente quando envolve traição ou violência – pode ser muito mais difícil de perdoar do que a de um interesse romântico, por exemplo.

Tenho conversado muito com minhas amigas sobre a importância das amizades e o quanto é fundamental que essas relações sejam mais centrais na nossa vida. A ideia de que “os amigos são a família que escolhemos” faz cada vez mais sentido para mim, até porque, mesmo quando temos muito afeto pela nossa família de sangue, os laços com os amigos se dão a partir de um nível mais sutil de identificação. É uma conexão afetiva, intelectual e – por que não dizer? – espiritual. A ligação com os amigos é uma ligação que envolve decisão, ação ativa. A relação consanguínea acontece à nossa revelia: não é uma busca, ela existe fora do nosso espaço de escolha.

Não quero dizer com isso que as relações familiares não podem ser sinceras e profundas. Frequentemente, elas também carregam muita identificação e afeto, o que é lindo. Mas nem sempre é assim, e é importante normalizar que podemos não nos dar tão bem com nossa família como nos damos com nosso círculo de amigos – e tudo bem. Partir desse princípio também nos ajuda a evitar dores e traumas nascidos dessa idealização da relação familiar.

Valorizar as amizades é valorizar esse ninho, esse abrigo que fazemos uns para os outros de modo tão despretensioso e livre. E, repito: a amizade é uma revolução silenciosa. Muito do que eu sou hoje vem das minhas interações, do meu aprendizado amoroso com os amigos e amigas que passaram e, principalmente, os que permaneceram.

Adaptado de: https://www.dicasdemulher.com.br/colunistas/aamizade-e-uma-revolucao-silenciosa/. Acesso em 3 jun. 2022.

Em “Tenho conversado muito com minhas amigas [...]”, a locução verbal expressa uma ação que

 

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