Foram encontradas 200 questões.
Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
Errar é coisa diária; acertar é para quem se arrisca!
O risco sempre vale a pena, simplesmente pelo fato de que não há nada nessa vida que venha com cem por cento de garantia, quer seja para o sucesso ou o fracasso. Viver é arriscado mesmo. Mas… será que temos outra alternativa? Penso que não. Assim que colocarmos os pés para fora da cama ao amanhecer de um novo dia, estaremos sujeitos às consequências daquilo que fizemos ontem, semana passada, ano retrasado, ou há muito tempo atrás. O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória. Plantou tomate, vai colher tomates. Não há como ocorrer o milagre de colher cerejas num pé de tomates, ainda que ambos sejam redondinhos e vermelhos. Tomates e cerejas são coisas completamente diferentes! Assim é com a vida. Muitas vezes escolhemos coisas pela sua aparência, mas não nos importamos em avaliar de fato a sua essência. Na ilusão daquilo que foi apenas visto superficialmente, corremos o risco de nos entregar a enganos atrás de enganos. Fomos enganados? Não! Nos enganamos por livre e espontânea vontade.
Quantas vezes na histórica ânsia de receber um amor verdadeiro não embarcamos em canoas esburacadas e podres, apenas pelo falso sinal de encontrar ali o sentimento que será capaz de nos arrancar da solidão, e de uma vida de relacionamentos malsucedidos? Quantas vezes não rompemos uma amizade por motivos tolos, bobas disputas de poder, fofocas infundadas, palavras rudes ditas num momento de confusão e ira? Quantas vezes não desistimos de projetos ainda engatinhando por medo de nos envolvermos demais, nos responsabilizarmos demais, nos exigirmos demais? E quantas vezes não nos rejeitamos a nós mesmos, baseados na leitura de outros sobre nós?
Somos eternas crianças num mundo abarrotado de novas lições! E vamos errar, sim! Muito! Muitas vezes! De diferentes formas, porque errar é coisa diária. Mas certar… Ahhhhh… Acertar é para quem entendeu que o erro é a parte mais valiosa do aprendizado. Com o erro aprendemos a ser menos arrogantes e mais flexíveis diante dos nossos próprios enganos e dos enganos de nossos irmãos. Errar é maravilhoso! Porque inaugura em nós a coragem de levantar do tombo, bater a poeira, arregaçar as mangas e tentar outra vez! De novo! De outro jeito!
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/errar-e-coisadiaria-
acertar-e-para-quem-se-arrisca/. Acesso em 8 Jan 2019.
A palavra “estaremos” constitui um verbo que está sendo conjugado no:
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O educador precisa ter a concepção de que seu estudante é um ser social, político, com anseios, necessidades, desejos e curiosidade. Dessa forma, a avaliação deve facilitar a autonomia e criticidade para que propicie:
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Conforme estabelecido no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Pinheiro Preto/SC, é assegurado ao servidor o direito de licença para o desempenho de mandato em Confederação, Federação, Associação de Classe de âmbito nacional, sindicato representativo da categoria ou entidade fiscalizadora da profissão, com a remuneração do cargo, EXCETO para:
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1546481
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Consta na LDB nº 9.394/1996 que o desenvolvimento integral da criança é uma finalidade escolar. Tal desenvolvimento, além de contemplar a ação junto à família e à comunidade, vislumbra quais aspectos?
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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
Errar é coisa diária; acertar é para quem se arrisca!
O risco sempre vale a pena, simplesmente pelo fato de que não há nada nessa vida que venha com cem por cento de garantia, quer seja para o sucesso ou o fracasso. Viver é arriscado mesmo. Mas… será que temos outra alternativa? Penso que não. Assim que colocarmos os pés para fora da cama ao amanhecer de um novo dia, estaremos sujeitos às consequências daquilo que fizemos ontem, semana passada, ano retrasado, ou há muito tempo atrás. O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória. Plantou tomate, vai colher tomates. Não há como ocorrer o milagre de colher cerejas num pé de tomates, ainda que ambos sejam redondinhos e vermelhos. Tomates e cerejas são coisas completamente diferentes! Assim é com a vida. Muitas vezes escolhemos coisas pela sua aparência, mas não nos importamos em avaliar de fato a sua essência. Na ilusão daquilo que foi apenas visto superficialmente, corremos o risco de nos entregar a enganos atrás de enganos. Fomos enganados? Não! Nos enganamos por livre e espontânea vontade.
Quantas vezes na histórica ânsia de receber um amor verdadeiro não embarcamos em canoas esburacadas e podres, apenas pelo falso sinal de encontrar ali o sentimento que será capaz de nos arrancar da solidão, e de uma vida de relacionamentos malsucedidos? Quantas vezes não rompemos uma amizade por motivos tolos, bobas disputas de poder, fofocas infundadas, palavras rudes ditas num momento de confusão e ira? Quantas vezes não desistimos de projetos ainda engatinhando por medo de nos envolvermos demais, nos responsabilizarmos demais, nos exigirmos demais? E quantas vezes não nos rejeitamos a nós mesmos, baseados na leitura de outros sobre nós?
Somos eternas crianças num mundo abarrotado de novas lições! E vamos errar, sim! Muito! Muitas vezes! De diferentes formas, porque errar é coisa diária. Mas certar… Ahhhhh… Acertar é para quem entendeu que o erro é a parte mais valiosa do aprendizado. Com o erro aprendemos a ser menos arrogantes e mais flexíveis diante dos nossos próprios enganos e dos enganos de nossos irmãos. Errar é maravilhoso! Porque inaugura em nós a coragem de levantar do tombo, bater a poeira, arregaçar as mangas e tentar outra vez! De novo! De outro jeito!
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/errar-e-coisadiaria-
acertar-e-para-quem-se-arrisca/. Acesso em 8 Jan 2019.
Na frase “Com o erro aprendemos a ser menos arrogantes e mais flexíveis diante dos nossos próprios enganos e dos enganos de nossos irmãos”, o pronome “nossos” é classificado como:
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1539513
Ano: 2019
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Provas:
De acordo com a RDC nº 44/2009, que dispõe sobre “Boas práticas farmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias”, quanto ao ambiente destinado aos serviços farmacêuticos, analise as assertivas abaixo:
I. Deve ser diverso daquele destinado à dispensação e à circulação de pessoas em geral.
II. No atendimento individualizado, deve garantir a privacidade e o conforto dos usuários.
III. Não necessita ser provido de lavatório.
Quais estão corretas?
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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
Errar é coisa diária; acertar é para quem se arrisca!
O risco sempre vale a pena, simplesmente pelo fato de que não há nada nessa vida que venha com cem por cento de garantia, quer seja para o sucesso ou o fracasso. Viver é arriscado mesmo. Mas… será que temos outra alternativa? Penso que não. Assim que colocarmos os pés para fora da cama ao amanhecer de um novo dia, estaremos sujeitos às consequências daquilo que fizemos ontem, semana passada, ano retrasado, ou há muito tempo atrás. O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória. Plantou tomate, vai colher tomates. Não há como ocorrer o milagre de colher cerejas num pé de tomates, ainda que ambos sejam redondinhos e vermelhos. Tomates e cerejas são coisas completamente diferentes! Assim é com a vida. Muitas vezes escolhemos coisas pela sua aparência, mas não nos importamos em avaliar de fato a sua essência. Na ilusão daquilo que foi apenas visto superficialmente, corremos o risco de nos entregar a enganos atrás de enganos. Fomos enganados? Não! Nos enganamos por livre e espontânea vontade.
Quantas vezes na histórica ânsia de receber um amor verdadeiro não embarcamos em canoas esburacadas e podres, apenas pelo falso sinal de encontrar ali o sentimento que será capaz de nos arrancar da solidão, e de uma vida de relacionamentos malsucedidos? Quantas vezes não rompemos uma amizade por motivos tolos, bobas disputas de poder, fofocas infundadas, palavras rudes ditas num momento de confusão e ira? Quantas vezes não desistimos de projetos ainda engatinhando por medo de nos envolvermos demais, nos responsabilizarmos demais, nos exigirmos demais? E quantas vezes não nos rejeitamos a nós mesmos, baseados na leitura de outros sobre nós?
Somos eternas crianças num mundo abarrotado de novas lições! E vamos errar, sim! Muito! Muitas vezes! De diferentes formas, porque errar é coisa diária. Mas certar… Ahhhhh… Acertar é para quem entendeu que o erro é a parte mais valiosa do aprendizado. Com o erro aprendemos a ser menos arrogantes e mais flexíveis diante dos nossos próprios enganos e dos enganos de nossos irmãos. Errar é maravilhoso! Porque inaugura em nós a coragem de levantar do tombo, bater a poeira, arregaçar as mangas e tentar outra vez! De novo! De outro jeito!
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/errar-e-coisadiaria-
acertar-e-para-quem-se-arrisca/. Acesso em 8 Jan 2019.
Em qual das seguintes palavras extraídas do texto a separação silábica foi realizada corretamente?
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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
Ao pedir um amor, peça, também, sabedoria para não estragá-lo.
Você conhece duas pessoas que se gostam muito, mas não conseguem se manter juntas? Eu conheço várias. Conheço, também, casais compostos por pessoas que não são apaixonadas, mas que vivem com tranquilidade e leveza. Nesse caso, os envolvidos decidiram priorizar o que existe de interessante na relação, como, por exemplo, afinidades culturais, hobbies, etc. Aquela paixão flamejante, muito desejada por qualquer ser humano, nunca entrou no pacote, contudo, esse ‘desfalque’ é compensado com outros pontos positivos que o relacionamento proporciona.
É comum, principalmente, por parte das pessoas intensas, a ideia de que um vínculo só vale a pena se houver paixão, pelo menos na fase inicial, já que existe a consciência de que ela vai abrandando com a convivência. A paixão, esse sentimento que nos deixa com o coração saindo pela boca, é, de fato, viciante e nos causa, muitas vezes, uma sensação de ressurreição. Acredito que você já saiba, mas não custa lhe refrescar a memória: de nada adianta uma paixão efervescente entre duas pessoas se elas não possuem maturidade para se relacionar. Existe coisa pior do que aqueles relacionamentos do tipo gangorra? O casal passa uma semana bem, depois fica 10 dias emburrado, em crise, faz as pazes e, depois de três dias, se desentende de novo. Não há amor que resista a um formato de relação como esse, concorda? Há casos em que não é possível programar uma viagem porque há o risco de, na data, o casal estar pelo avesso. Essa alternância de fases acaba gerando um profundo desgaste emocional, e não demora para aparecerem os prejuízos na relação. Chegará uma hora em que os parceiros vão começar a olhar aquele vínculo com outros olhos, um vai olhar o outro como fonte de estresse. Os sentimentos de frustração, angústia e mágoa passarão a fazer parte daquela atmosfera e, inevitavelmente, ambos ou um deles vai desejar viver a paz que aquela relação não oferece.
Pois é, mesmo existindo uma química violenta, mesmo que fiquem de pernas bambas quando se beijam, ainda que haja uma baita admiração recíproca, mesmo com todo o encantamento que uma paixão proporciona, não se iluda, todo relacionamento carece de paz para prosperar. É fundamental aquela expectativa de que estarão bem na próxima semana, no próximo mês… enfim. Viver com o coração saindo pela boca é bacana, mas isso não diminui o valor da calmaria de uma relação regada pelo respeito à individualidade do outro, pela entrega sincera e sem paranoias e pela confiança. Em suma, um relacionamento saudável requer maturidade e equilíbrio emocional. Se uma pessoa não possui esses atributos, ela pode se deparar com um grande amor, aquela paixão digna de filme de cinema, que ela vai estragar tudo, por não saber lidar com aquilo.
Considero, ainda, que muitas pessoas não sabem lidar com o fato de estarem sendo amadas. Elas não se percebem dignas do amor de ninguém, elas vão sempre dar um jeito de sabotarem a relação quando tudo começa a fluir bem. É como se elas não aguentassem aquela paz, elas precisam provar para si mesmas que existe algo errado, então, elas darão um jeito de trazer à tona qualquer situação que jogue lama no ventilador e, diante do caos, vão se recolher e se vitimizar dizendo que não têm sorte com esse tal de amor.
Tiro o chapéu para quem consegue administrar uma relação mesmo sem borboletas no estômago, afinal, ali existe parceria, respeito, cumplicidade e oxigênio para ambos respirarem. Um não vai asfixiar o outro com cobranças embasadas pelas próprias paranoias. Viajam, desfrutam de experiência interessantes, respeitam o espaço um do outro e são grandes amigos. Até porque, pensando bem, é isso que acaba importando para uma boa convivência. Não há amor que suporte viver nessa montanha russa de sentimentos. O amor não é tempestade, é um sereno tranquilo numa tarde de domingo. Por fim, antes de pedir ao Universo um grande amor, peça, no pacote, a maturidade e sabedoria suficientes para administrá-lo, do contrário, você vai estragá-lo com as próprias mãos, vai por mim.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/ao-pedir-um-amor-peca-tambem-sabedoria-para-nao-estraga-lo/. Acesso em 8 Jan. 2019.
O sujeito na frase “Tiro o chapéu para quem consegue administrar uma relação mesmo sem borboletas no estômago” é:
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Meirelles (2018) define que os atos administrativos negociais são todos aqueles que contêm uma declaração de vontade da Administração apta a concretizar determinado negócio jurídico ou deferir certa faculdade ao particular, nas condições impostas ou consentidas pelo Poder Público. Nesse conceito enquadram-se, entre outros, os seguintes atos administrativos, EXCETO:
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A OMS sugere indicadores para o uso de medicamentos na Atenção Básica em saúde. A disponibilidade de lista de medicamentos essenciais ou formulário para os médicos pode ser classificada como um indicador de:
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