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Amores descartáveis
O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt
Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica
do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a
nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços
prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido
de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação,
pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São
baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito
mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja
imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da
solidão.
(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.)
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Amores descartáveis
O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt
Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica
do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a
nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços
prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido
de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação,
pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São
baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito
mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja
imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da
solidão.
(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.)
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O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt
Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica
do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a
nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços
prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido
de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação,
pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São
baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito
mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja
imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da
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(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.)
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O amor tornou-se um produto descartável. Um dos sociólogos mais respeitados da atualidade, o polonês Zygmunt
Bauman, escreveu o livro “Amor líquido”, que fala sobre a fragilidade dos laços humanos na atualidade. “A definição romântica
do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a
nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços
prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido
de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação,
pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São
baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito
mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja
imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
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do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a
nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços
prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido
de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação,
pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São
baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito
mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja
imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
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do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a
nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços
prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido
de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação,
pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São
baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito
mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja
imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
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do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a
nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços
prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido
de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação,
pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São
baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito
mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja
imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
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do amor como até que a morte os separe está decididamente fora de moda”, diz Bauman. “Uma cultura consumista como a
nossa favorece o produto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços
prolongados.” Construir uma relação exige esforço. Nossos avós viviam altos e baixos. Mas o casamento tinha um real sentido
de parentesco, e os cônjuges lutavam para superar os maus momentos. Hoje, um compromisso se tornou até uma limitação,
pois sempre pode haver uma oportunidade melhor no horizonte. E no primeiro espinho já se pensa na próxima relação.
As pessoas preferem relações de bolso, assim chamadas porque a pessoa pode lançar mão delas quando precisa. São
baseadas na simples disponibilidade dos parceiros e numa certa “química” de ambas as partes. Encontrar um amor é muito
mais perigoso: implica risco, pois não há garantias de felicidade. A recompensa, porém, é um vínculo intenso e duradouro.
Vinicius de Moraes toca no tema em seu “Soneto da fidelidade”: Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja
imortal posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure.
Pois é. Parece que a eternidade preconizada pelo poeta anda muito rápida. E, cada vez mais, as pessoas reclamam da
solidão.
(CARRASCO, Walcyr. Revista Época, outubro de 2011. Adaptado.)
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A Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, dispõe sobre a introdução, no currículo da escola, dos diversos aspectos da história
e da cultura brasileira ligados à história da África e dos africanos e dos povos indígenas. A educação que leva em conta as
relações étnico-raciais é resultado da luta que vem sendo realizada pelos afrodescendentes e indígenas brasileiros desde
meados do século XX. Analise as afirmativas a seguir e marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Essa forma de educar promove a diversidade e tem como grande desafio a afirmação e a revitalização da autoimagem dos povos negros e indígenas.
( ) A questão do racismo deve ser apresentada à comunidade escolar, de modo que os paradigmas sejam repensados, especialmente em relação aos valores e atitudes eurocêntricos que permearam a formação de nossa identidade nacional.
( ) A reorganização curricular com a introdução dessa temática está prevista em lei e orienta que isso ocorra, em especial, no ensino de arte (música, teatro, dança, artes visuais e audiovisuais) de literatura e de história do Brasil.
( ) A diversidade étnico-cultural caracteriza-se pela variação de estilos, linguagens, técnicas e materiais que resultaram em uma rica produção material e não material.
( ) É necessário que a escola transmita apenas informações e conceitos, para que o aluno e a própria comunidade reformulem suas ideias e atitudes em relação ao preconceito e a discriminação de modo autônomo.
A sequência está correta em
( ) Essa forma de educar promove a diversidade e tem como grande desafio a afirmação e a revitalização da autoimagem dos povos negros e indígenas.
( ) A questão do racismo deve ser apresentada à comunidade escolar, de modo que os paradigmas sejam repensados, especialmente em relação aos valores e atitudes eurocêntricos que permearam a formação de nossa identidade nacional.
( ) A reorganização curricular com a introdução dessa temática está prevista em lei e orienta que isso ocorra, em especial, no ensino de arte (música, teatro, dança, artes visuais e audiovisuais) de literatura e de história do Brasil.
( ) A diversidade étnico-cultural caracteriza-se pela variação de estilos, linguagens, técnicas e materiais que resultaram em uma rica produção material e não material.
( ) É necessário que a escola transmita apenas informações e conceitos, para que o aluno e a própria comunidade reformulem suas ideias e atitudes em relação ao preconceito e a discriminação de modo autônomo.
A sequência está correta em
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Os três eixos de e os três conjuntos de podem auxiliar, e muito, na criação de atividades
e sequências de seu planejamento de ensino. Quando entendemos que é possível os
estudantes a se colocarem como ou a do patrimônio cultural, ou a juízo crítico sobre as manifestações artísticas, mudamos nossa prática de ensino.
(Pougy, 2012.)
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente o trecho anterior.
(Pougy, 2012.)
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente o trecho anterior.
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