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- Geografia do BrasilPopulação BrasileiraUrbanização do Brasil
- Geografia do BrasilUrbanização Brasileira
Leia o fragmento a seguir.
“Morar não é fracionável. Não se pode morar um dia e no outro, não morar. Morar uma semana e na outra, não morar”, assim se referiu Arlete Moysés Rodrigues à questão da moradia nas cidades brasileiras.
(RODRIGUES, Arlete Moyses. Moradia nas cidades brasileiras – habitação, especulação e o direito de morar. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 1990.)
Uma das problemáticas relacionadas à questão da moradia nas cidades brasileiras diz respeito à especulação imobiliária, que utiliza como procedimentos no processo de ocupação nas cidades:
“Morar não é fracionável. Não se pode morar um dia e no outro, não morar. Morar uma semana e na outra, não morar”, assim se referiu Arlete Moysés Rodrigues à questão da moradia nas cidades brasileiras.
(RODRIGUES, Arlete Moyses. Moradia nas cidades brasileiras – habitação, especulação e o direito de morar. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 1990.)
Uma das problemáticas relacionadas à questão da moradia nas cidades brasileiras diz respeito à especulação imobiliária, que utiliza como procedimentos no processo de ocupação nas cidades:
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- Educação em GeografiaHistória da Geografia
- Geografia GeralCategorias de Análise da Geografia
- Geografia GeralGlobalização
Milton Santos (2000) inicia a discussão da “globalização como fábula” a partir de um argumento de Maria da Conceição Tavares (1999), afirmando que “este mundo globalizado, visto como fábula, erige como verdades um certo número de fantasias,
cuja repetição, entretanto, acaba por se tornar uma base aparentemente sólida de sua interpretação”. (...) Para Santos, “a
máquina ideológica que sustenta as ações preponderantes na atualidade é feita de peças que se alimentam mutuamente e
põem em movimento os elementos essenciais à continuidade do sistema”. São exemplos da concepção miltoniana da globalização como fábula, as seguintes concepções, EXCETO:
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Observe a imagem a seguir.

(FEIX; LEUSIN JÚNIOR; AGRANONIK, 2016, p. 6.)
O agronegócio é uma cadeia produtiva, ou seja, exige investimentos antes, durante e após a produção – como demonstrado na ilustração – que, geralmente, é comercializada em bolsas de valores como a de Chicago, nos EUA, sob a forma de commodities. É uma atividade que movimenta milhões de dólares em todo o mundo e que, atualmente, no Brasil, tem grande importância para a balança comercial. Apesar disso, é uma atividade que, por suas características, provoca expressivos danos ambientais. São considerados impactos ambientais associados ao agronegócio na agricultura, EXCETO:

(FEIX; LEUSIN JÚNIOR; AGRANONIK, 2016, p. 6.)
O agronegócio é uma cadeia produtiva, ou seja, exige investimentos antes, durante e após a produção – como demonstrado na ilustração – que, geralmente, é comercializada em bolsas de valores como a de Chicago, nos EUA, sob a forma de commodities. É uma atividade que movimenta milhões de dólares em todo o mundo e que, atualmente, no Brasil, tem grande importância para a balança comercial. Apesar disso, é uma atividade que, por suas características, provoca expressivos danos ambientais. São considerados impactos ambientais associados ao agronegócio na agricultura, EXCETO:
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Observe a imagem a seguir:

(ROSSATO, 2008, p. 116.)
A imagem corresponde a uma feição do relevo denominada como cuesta, cuja formação se associa à:

(ROSSATO, 2008, p. 116.)
A imagem corresponde a uma feição do relevo denominada como cuesta, cuja formação se associa à:
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Leia o excerto a seguir.
A coesão da Geografia encontraria seu ponto de partida na relação homem-natureza como unidade histórica, iluminando o papel do trabalho como definidor da atividade que nasce da práxis.
(CARLOS, 2023, p. 20.)
Considerando a proposição anterior, a relação homem-natureza, nessa perspectiva, se revela como:
A coesão da Geografia encontraria seu ponto de partida na relação homem-natureza como unidade histórica, iluminando o papel do trabalho como definidor da atividade que nasce da práxis.
(CARLOS, 2023, p. 20.)
Considerando a proposição anterior, a relação homem-natureza, nessa perspectiva, se revela como:
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3060678
Ano: 2024
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
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Os amigos Bruno, Letícia, Carlos e Sabrina, estudantes e candidatos ao cargo de guarda civil metropolitana de Pitangueiras,
fizeram as seguintes afirmações:
I. Bruno: o Estado não pode, constitucionalmente, restringir a quantidade de filhos por casal. A Constituição, contudo, determina o dever de orientação em relação ao planejamento familiar.
II. Letícia: em 12/04/2012, por maioria de votos, o Plenário do STF, enaltecendo o direito à dignidade da pessoa humana, à liberdade no campo sexual, à autonomia, à privacidade, à integridade física, psicológica e moral e à saúde (Arts. 1º, III; 5º, caput e incisos II, III e X; e 6º, caput, da CF/88), julgou procedente o pedido formulado para declarar a inconstitucionalidade de interpretação segundo a qual a interrupção da gravidez de feto anencéfalo é conduta tipificada nos Arts. 124, 126 e 128, I e II, todos do Código Penal.
III. Carlos: a eutanásia enseja a prática do crime previsto no Art. 121, §1º, CP, qual seja, homicídio privilegiado, já que praticado por motivo de relevante valor moral e, por esse motivo, a prescrição normativa da causa de diminuição de pena. Alguns autores o denominam “homicídio por piedade”.
IV. Sabrina: conforme jurisprudência do STF, “o uso legítimo de algemas não é arbitrário, sendo de natureza excepcional, a ser adotado nos casos e com as finalidades de impedir, prevenir ou dificultar a fuga ou reação indevida do preso, desde que haja fundada suspeita ou justificado receio de que tanto venha a ocorrer, e, para evitar agressão do preso contra os próprios policiais, contra terceiros ou contra si mesmo. O emprego dessa medida tem como balizamento jurídico necessário os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade”.
Considerando as disposições constitucionais em relação aos direitos individuais coletivos, estão corretas as afirmações feitas por:
I. Bruno: o Estado não pode, constitucionalmente, restringir a quantidade de filhos por casal. A Constituição, contudo, determina o dever de orientação em relação ao planejamento familiar.
II. Letícia: em 12/04/2012, por maioria de votos, o Plenário do STF, enaltecendo o direito à dignidade da pessoa humana, à liberdade no campo sexual, à autonomia, à privacidade, à integridade física, psicológica e moral e à saúde (Arts. 1º, III; 5º, caput e incisos II, III e X; e 6º, caput, da CF/88), julgou procedente o pedido formulado para declarar a inconstitucionalidade de interpretação segundo a qual a interrupção da gravidez de feto anencéfalo é conduta tipificada nos Arts. 124, 126 e 128, I e II, todos do Código Penal.
III. Carlos: a eutanásia enseja a prática do crime previsto no Art. 121, §1º, CP, qual seja, homicídio privilegiado, já que praticado por motivo de relevante valor moral e, por esse motivo, a prescrição normativa da causa de diminuição de pena. Alguns autores o denominam “homicídio por piedade”.
IV. Sabrina: conforme jurisprudência do STF, “o uso legítimo de algemas não é arbitrário, sendo de natureza excepcional, a ser adotado nos casos e com as finalidades de impedir, prevenir ou dificultar a fuga ou reação indevida do preso, desde que haja fundada suspeita ou justificado receio de que tanto venha a ocorrer, e, para evitar agressão do preso contra os próprios policiais, contra terceiros ou contra si mesmo. O emprego dessa medida tem como balizamento jurídico necessário os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade”.
Considerando as disposições constitucionais em relação aos direitos individuais coletivos, estão corretas as afirmações feitas por:
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A arte é imprescindível para a formação humana; sua função é indispensável na vida das pessoas e na sociedade e, consequentemente na escola. É um meio pelo qual se expressam, representam e comunicam sorvendo do mundo por meio da
criatividade, experimentação e singularidade. Não obstante, nem sempre foi assim, sua trajetória histórica no ensino brasileiro está imbuída de idiossincrasias. A trajetória do ensino da arte delineia no século XIX com o início da Academia de Belas
Artes, em 1816, no Rio de Janeiro. Sua origem ancorou-se no projeto da Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, aprovado
pelo Decreto de 12 de agosto de 1816, que concedeu pensões a diversos artistas franceses que vieram morar no Brasil. Com
influência do século passado, é possível afirmar que o ensino da arte no início do século XX legitima uma pedagogia:
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Durante o Congresso Brasileiro de Folclore, em 1955, reconceituou o termo como um “conjunto das criações culturais de uma comunidade, baseado nas suas tradições expressas individual ou coletivamente, representativo de sua identidade social. Constituem-se
fatores de identificação da manifestação folclórica: aceitação coletiva, tradicionalidade, dinamicidade, funcionalidade.
(BENJAMIN, 2022.)
Tal conceituação aproxima a relação entre o folclore e o campo do ensino e educação, incorporando novas características como transmissão oral, tradicionalidade e regionalidade. No desenvolvimento do teatro brasileiro o folclore performa um lugar significativo. As influências dos ideais regionalistas difundidos por Gilberto Freyre, sublinham o surgimento do Teatro do Nordeste, liderado por Hermilo Bora Filho, que se fundamenta pela transmissão oral e regionalidade, tendo com maior expressão a dramaturgia:
(BENJAMIN, 2022.)
Tal conceituação aproxima a relação entre o folclore e o campo do ensino e educação, incorporando novas características como transmissão oral, tradicionalidade e regionalidade. No desenvolvimento do teatro brasileiro o folclore performa um lugar significativo. As influências dos ideais regionalistas difundidos por Gilberto Freyre, sublinham o surgimento do Teatro do Nordeste, liderado por Hermilo Bora Filho, que se fundamenta pela transmissão oral e regionalidade, tendo com maior expressão a dramaturgia:
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Na primeira metade do século XX, despontaram inovadoras descobertas no que tange às pedagogias musicais. Émile Jacques-
-Dalcroze (1865-1950) desenvolveu um método de educação musical tendo como premissa o movimento, no qual o aprendizado ocorre por meio da música, pela música e por meio da escuta ativa. Para o autor sentir a música pela via corporal
permite uma internalização dos conceitos teóricos que são trabalhados em sala. O método de Dalcroze que leva em consideração o aluno como ser corpóreo, suscitando o pensamento do que mais tarde iria se firmar como educação somática,
denomina-se:
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Tratava-se de trazer para o nosso palco a ideia “de desembaraçar a cena de qualquer caráter descritivo, de qualquer imitação
realista, para exprimir a ‘essência do drama’ pela representação antinaturalista do ator, pelo simbolismo do objeto, da linha, da
cor e da iluminação técnica”.
(JÚNIOR, 1963.)
A produção de “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em 1943, foi um marco simbólico para o teatro moderno no Brasil. Com direção de Ziembinski e com cenário de Tomás Santa Rosa, a montagem atribui uma nova significação no que diz respeito à iluminação na cena teatral brasileira, tendo como estética:
(JÚNIOR, 1963.)
A produção de “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em 1943, foi um marco simbólico para o teatro moderno no Brasil. Com direção de Ziembinski e com cenário de Tomás Santa Rosa, a montagem atribui uma nova significação no que diz respeito à iluminação na cena teatral brasileira, tendo como estética:
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