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De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação n.º 9.394/1996, zelar pela aprendizagem e estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento é incumbência, apenas,
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Sobre os pressupostos que regem a Educação Básica brasileira, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É vetado às escolas de Educação Básica reclassificar os alunos, sobretudo, quando se tratar de transferências entre estabelecimentos situados no país e no exterior.
( ) A Educação Básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.
( ) A Educação Básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.
( ) O calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, e, para isso, deve reduzir, obrigatoriamente, o número de dias letivos previstos na LDB.
Assinale a sequência correta.
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Instrução: Leia trechos da matéria da Veja (Ed.2628): “A escola não pode ser uma ilha” – entrevista com a professora Débora Galofaro, uma das dez melhores professoras do mundo, finalista do Nobel da educação – Global Teacher Prize/2019, e responda às questões 09 e 10.
Até hoje a maioria das experiências de levar tecnologia para a escola naufragou. Por quê?
Muitos professores encaram a tecnologia como um fim em si mesmo, e não como um instrumento para capturar a atenção dos alunos com o uso de uma linguagem que conhecem. No caso da robótica, eles absorvem conceitos de física, química, matemática, melhoram o português ao preencher fichas científicas e ainda desenvolvem habilidades valiosas neste século XXI, como colaboração e capacidade de juntar as peças e solucionar problemas.
As escolas brasileiras são refratárias a atividades que mudam a rotina?
São. Em geral, insistem no modelo antiquado da lousa e do giz, com o professor à frente, falando. Permanecem na fórmula 1.0, quando o mundo está na era 4.0, em rápida transformação. A escola não pode mais ser uma ilha, fechada ao que se passa fora dela, na sociedade. O problema é que o professor não foi ensinado a abrir os portões, mas a se limitar ao próprio quadrado. Passei anos em uma indústria de circuitos elétricos e, quando resolvi deixar o emprego para dar aula, cheguei com uma visão mais aberta do mundo à minha volta. Isso me ajudou bastante.
Quanto a aspectos linguísticos e textuais no texto, assinale a afirmativa correta.
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Instrução: Leia trechos da matéria da Veja (Ed.2628): “A escola não pode ser uma ilha” – entrevista com a professora Débora Galofaro, uma das dez melhores professoras do mundo, finalista do Nobel da educação – Global Teacher Prize/2019, e responda às questões 09 e 10.
Até hoje a maioria das experiências de levar tecnologia para a escola naufragou. Por quê?
Muitos professores encaram a tecnologia como um fim em si mesmo, e não como um instrumento para capturar a atenção dos alunos com o uso de uma linguagem que conhecem. No caso da robótica, eles absorvem conceitos de física, química, matemática, melhoram o português ao preencher fichas científicas e ainda desenvolvem habilidades valiosas neste século XXI, como colaboração e capacidade de juntar as peças e solucionar problemas.
As escolas brasileiras são refratárias a atividades que mudam a rotina?
São. Em geral, insistem no modelo antiquado da lousa e do giz, com o professor à frente, falando. Permanecem na fórmula 1.0, quando o mundo está na era 4.0, em rápida transformação. A escola não pode mais ser uma ilha, fechada ao que se passa fora dela, na sociedade. O problema é que o professor não foi ensinado a abrir os portões, mas a se limitar ao próprio quadrado. Passei anos em uma indústria de circuitos elétricos e, quando resolvi deixar o emprego para dar aula, cheguei com uma visão mais aberta do mundo à minha volta. Isso me ajudou bastante.
Em relação às respostas da professora às duas perguntas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A resposta à primeira pergunta está acompanhada de argumentos relativos à cognição e ao comportamento dos alunos.
( ) Na resposta à segunda pergunta, sugere-se a ideia de que o professor, por ter uma visão aberta do mundo, consegue trabalhar a tecnologia com os alunos como instrumento de aprendizagem.
( ) Está implícito, na resposta à segunda pergunta, que a escola até agora trabalha desvinculada dos avanços da sociedade, presa a modelos do século passado.
( ) Os trechos acentuam uma semelhança entre alunos e professores: eles desconhecem a linguagem tecnológica.
Assinale a sequência correta.
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Instrução: Leia o texto abaixo e responda às questões de 06 a 08.
Na mesma época em que conheci um quadro-negro de escola, conheci também um quadro branco de cinema. Minhas retinas não se esquecerão jamais das figuras moventes em preto-e-branco do seriado Flash Gordon, quando o herói gritava “Shazam!” e saía voando.
Foi quando pude compreender, embora sem muito torneio do consciente, que uma sala de cinema é um bocado diferente de uma sala de escola. A diferença não está em que na escola a sala é clara e o retângulo à frente é escuro, e no cinema a sala é escura e o retângulo à frente é claro. A grande diferença está no poder que o quadro branco tem de provocar imitação. Não me recordo de ter tentado fazer em casa o que um professor tivesse feito de proeza dentro ou na proximidade de um quadro-negro da escola. Todavia, até os dez anos – os meus e os da meninada catalana dos anos 50 -, nós todos quisemos fazer o que a gente viu fazerem os artistas do cinema.
(LIMA, I. R. de. Fica quieta! In: Passado a limpo. Coleção Carandá. Cuiabá: Carlini e Caniato, 2018.)
Em termos de preservar o sentido original e a coesão textual, no trecho Foi quando pude compreender, embora sem muito torneio do consciente, que uma sala de cinema é um bocado diferente de uma sala de escola., a conjunção concessiva NÃO pode ser substituída por
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Instrução: Leia o texto abaixo e responda às questões de 06 a 08.
Na mesma época em que conheci um quadro-negro de escola, conheci também um quadro branco de cinema. Minhas retinas não se esquecerão jamais das figuras moventes em preto-e-branco do seriado Flash Gordon, quando o herói gritava “Shazam!” e saía voando.
Foi quando pude compreender, embora sem muito torneio do consciente, que uma sala de cinema é um bocado diferente de uma sala de escola. A diferença não está em que na escola a sala é clara e o retângulo à frente é escuro, e no cinema a sala é escura e o retângulo à frente é claro. A grande diferença está no poder que o quadro branco tem de provocar imitação. Não me recordo de ter tentado fazer em casa o que um professor tivesse feito de proeza dentro ou na proximidade de um quadro-negro da escola. Todavia, até os dez anos – os meus e os da meninada catalana dos anos 50 -, nós todos quisemos fazer o que a gente viu fazerem os artistas do cinema.
(LIMA, I. R. de. Fica quieta! In: Passado a limpo. Coleção Carandá. Cuiabá: Carlini e Caniato, 2018.)
Em Minhas retinas não se esquecerão jamais das figuras moventes e em Não me recordo de ter tentado fazer em casa, os verbos esquecer e recordar estão acompanhados de preposição. Essa regência deve-se ao fato de esses verbos nessas situações serem
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Instrução: Leia o texto abaixo e responda às questões de 06 a 08.
Na mesma época em que conheci um quadro-negro de escola, conheci também um quadro branco de cinema. Minhas retinas não se esquecerão jamais das figuras moventes em preto-e-branco do seriado Flash Gordon, quando o herói gritava “Shazam!” e saía voando.
Foi quando pude compreender, embora sem muito torneio do consciente, que uma sala de cinema é um bocado diferente de uma sala de escola. A diferença não está em que na escola a sala é clara e o retângulo à frente é escuro, e no cinema a sala é escura e o retângulo à frente é claro. A grande diferença está no poder que o quadro branco tem de provocar imitação. Não me recordo de ter tentado fazer em casa o que um professor tivesse feito de proeza dentro ou na proximidade de um quadro-negro da escola. Todavia, até os dez anos – os meus e os da meninada catalana dos anos 50 -, nós todos quisemos fazer o que a gente viu fazerem os artistas do cinema.
(LIMA, I. R. de. Fica quieta! In: Passado a limpo. Coleção Carandá. Cuiabá: Carlini e Caniato, 2018.)
A respeito dos sentidos da crônica, analise as afirmativas.
I- Sem prejuízo dos sentidos e da coesão do texto, o primeiro período do primeiro parágrafo poderia ser reescrito desta maneira: Na mesma época, conheci um quadro-negro de escola e um quadro branco de cinema.
II- Pelo emprego do adjetivo bocado, infere-se que a autora considera haver diferença bastante grande entre sala de aula e sala de cinema.
III- Depreende-se do texto, especialmente do trecho A grande diferença está no poder que o quadro branco tem de provocar imitação, que o cinema provocava nas crianças reações que a escola não provocava.
IV- O uso da expressão retângulo à frente, tanto para quadro-negro de escola quanto para quadro branco de cinema, em nada contribui para a construção da oposição claro-escuro.
Estão corretas as afirmativas
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Instrução: Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 04.
Mas eu não aprendi assim!
“O mestre conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu
aprendiz escorrega e cai a todo instante. O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro e
continua a acompanhar seu mestre. Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar,
o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
5 __ - Você não me ensinou nada hoje - diz o aprendiz, levando mais um tombo.
- Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando te ensinar como se
lida com os erros da vida.
- E como lidar com eles?
- Como deveria lidar com seus tombos - respondeu o mestre. Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde
10 caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.”
Nisso consiste uma das maiores lições que aprendemos na vida: Antes de falar, escute; antes de escrever,
leia; antes de ter, consiga; antes de pedir, agradeça; antes de julgar, sinta; antes de correr, ande; antes de
desistir, tente; antes de saber, aprenda; antes de aprender, queira; antes de ter, seja.
O desenvolvimento humano traz em si uma complexa estrutura de valores que se confunde enquanto se
15 propaga. Essa complexidade compromete a clareza e a coerência de propósitos quando deixa à deriva as
perspectivas com que os objetivos precisam ser alcançados a curto, médio e longo prazo. Tais objetivos
precisam resultar em melhoria na qualidade de pessoas que assumirão o comando do porvir, de ações que
perpetuem a espécie que se propõe a resistir, evoluindo efetivamente com conquistas e avanços cada vez
mais comprometidos com a vida.
20 __ Esse tão propagado desenvolvimento humano não pode nem deve representar um simples transmissor de
conhecimento, mas induzir a pessoa a pensar, ser dinâmico e conhecedor de suas habilidades e capacidades
cognitivas. Essas ferramentas, por certo, compõem a grande oferta de engenhos identificados como
tecnologias que estão a serviço desse homem que pensa, que sente, que critica, que julga, que assimila e
consegue filtrar o que melhor lhe convém para se manter no comando do seu destino, para usar sem se
25 deixar ser usado por quaisquer instrumentos.
Planejar e pensar andam juntos: o homem pensa, distribui suas atividades no tempo. Ele tem sempre em
mente o que fazer, como fazer, para que fazer, com que fazer. O que produzir, como produzir, para quem
produzir. Quem não planeja, robotiza. É preciso criar mecanismos que garantam segurança no fazer e
resultados que se prolonguem como prolongada deve ser a vida dos que aprendem a melhor maneira de
30 fazer diferente aquilo que outros já realizaram.
[...]
(COSTA, S. M. Disponível em: https://www.webartigos.com/artigos. Acesso em: 06/04/ 2019.)
No trecho Embora mais velho (linha 1), pode ser empregado o verbo ser na forma
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Instrução: Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 04.
Mas eu não aprendi assim!
“O mestre conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu
aprendiz escorrega e cai a todo instante. O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro e
continua a acompanhar seu mestre. Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar,
o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
5 __ - Você não me ensinou nada hoje - diz o aprendiz, levando mais um tombo.
- Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando te ensinar como se
lida com os erros da vida.
- E como lidar com eles?
- Como deveria lidar com seus tombos - respondeu o mestre. Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde
10 caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.”
Nisso consiste uma das maiores lições que aprendemos na vida: Antes de falar, escute; antes de escrever,
leia; antes de ter, consiga; antes de pedir, agradeça; antes de julgar, sinta; antes de correr, ande; antes de
desistir, tente; antes de saber, aprenda; antes de aprender, queira; antes de ter, seja.
O desenvolvimento humano traz em si uma complexa estrutura de valores que se confunde enquanto se
15 propaga. Essa complexidade compromete a clareza e a coerência de propósitos quando deixa à deriva as
perspectivas com que os objetivos precisam ser alcançados a curto, médio e longo prazo. Tais objetivos
precisam resultar em melhoria na qualidade de pessoas que assumirão o comando do porvir, de ações que
perpetuem a espécie que se propõe a resistir, evoluindo efetivamente com conquistas e avanços cada vez
mais comprometidos com a vida.
20 __ Esse tão propagado desenvolvimento humano não pode nem deve representar um simples transmissor de
conhecimento, mas induzir a pessoa a pensar, ser dinâmico e conhecedor de suas habilidades e capacidades
cognitivas. Essas ferramentas, por certo, compõem a grande oferta de engenhos identificados como
tecnologias que estão a serviço desse homem que pensa, que sente, que critica, que julga, que assimila e
consegue filtrar o que melhor lhe convém para se manter no comando do seu destino, para usar sem se
25 deixar ser usado por quaisquer instrumentos.
Planejar e pensar andam juntos: o homem pensa, distribui suas atividades no tempo. Ele tem sempre em
mente o que fazer, como fazer, para que fazer, com que fazer. O que produzir, como produzir, para quem
produzir. Quem não planeja, robotiza. É preciso criar mecanismos que garantam segurança no fazer e
resultados que se prolonguem como prolongada deve ser a vida dos que aprendem a melhor maneira de
30 fazer diferente aquilo que outros já realizaram.
[...]
(COSTA, S. M. Disponível em: https://www.webartigos.com/artigos. Acesso em: 06/04/ 2019.)
Sobre o período O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre, assinale a afirmativa correta.
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Pontes Lacerda-MT
A educação para o trânsito é direito de todos e constitui dever prioritário para os componentes do Sistema Nacional do Trânsito. Sobre o capítulo VI – Da Educação para o Trânsito presente no CTB, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As peças publicitárias destinadas à divulgação de produtos da indústria automobilística poderão ocasionalmente trazer mensagens educativas de trânsito para veicularem conjuntamente.
( ) É obrigatória a existência de coordenação educacional em órgão ou entidade componente do Sistema Nacional de Trânsito.
( ) O Ministério da Saúde, mediante proposta do Conselho Nacional de Trânsito, estabelecerá campanha nacional esclarecendo condutas a serem seguidas nos primeiros socorros em caso de acidente de trânsito.
( ) O Conselho de Trânsito do Distrito Federal estabelecerá, anualmente, as campanhas de âmbito nacional a serem promovidas por todos os órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito.
Assinale a sequência correta.
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