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Instrução: Leia o texto a seguir.
Sobre práticas de leitura em um ambiente de interação e reflexão na sala de aula, os PCN (1998) sugerem que “Um leitor competente só pode constituir-se mediante uma prática constante de leitura de textos de fato, a partir de um trabalho que deve se organizar em torno da diversidade de textos que circulam socialmente.”
Considere os textos I e II para responder às questões de 22 a 25, referentes à prática de leitura na perspectiva acima apresentada.
Texto I
Receita de brigadeiro
Ingredientes:
Modo de preparo:
(Disponível em: https://www.tudogostoso.com.br/receita/114-brigadeiro.html. Acesso em: 08/08/2019.)
Texto II
Receita de espantar a tristeza
Faça uma careta
e mande a tristeza
pra longe, pro outro lado
do mar ou da lua
vá para o meio da rua
e plante bananeira
faça alguma besteira
depois estique os braços
apanhe a primeira estrela
e procure o melhor amigo
para um longo e apertado abraço.
(MURRAY, R. Disponível em: http://www.criandocomapego.com/poemas-infantis-de-roseana-murray.
Acesso em: 08/08/2019.)
Considere as afirmativas abaixo referentes à proposta de análise linguístico-textual do poema Receita de espantar tristeza de Roseana Murray.
I- O elemento coesivo para estabelece a mesma relação de sentido nas duas vezes em que é usado no texto em análise.
II- Linguisticamente, o sujeito elíptico é usado como estratégia para envolver um leitor previsto pela autora, porém não específico.
III- A conjunção e e o advérbio depois são responsáveis pela sequência textual.
IV- As locuções adverbiais lado do mar ou da lua intensificam a distância expressada pela locução adverbial pra longe, sugerindo ideia de inacessibilidade.
Está correto o que se afirma em
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Instrução: Leia o texto a seguir.
Sobre práticas de leitura em um ambiente de interação e reflexão na sala de aula, os PCN (1998) sugerem que “Um leitor competente só pode constituir-se mediante uma prática constante de leitura de textos de fato, a partir de um trabalho que deve se organizar em torno da diversidade de textos que circulam socialmente.”
Considere os textos I e II para responder às questões de 22 a 25, referentes à prática de leitura na perspectiva acima apresentada.
Texto I
Receita de brigadeiro
Ingredientes:
Modo de preparo:
(Disponível em: https://www.tudogostoso.com.br/receita/114-brigadeiro.html. Acesso em: 08/08/2019.)
Texto II
Receita de espantar a tristeza
Faça uma careta
e mande a tristeza
pra longe, pro outro lado
do mar ou da lua
vá para o meio da rua
e plante bananeira
faça alguma besteira
depois estique os braços
apanhe a primeira estrela
e procure o melhor amigo
para um longo e apertado abraço.
(MURRAY, R. Disponível em: http://www.criandocomapego.com/poemas-infantis-de-roseana-murray.
Acesso em: 08/08/2019.)
Ao trabalhar os textos I e II em uma aula de leitura, NÃO se deve considerar que
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- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
- Interpretação de TextosFunções da Linguagem
Instrução: Leia o texto a seguir.
Sobre práticas de leitura em um ambiente de interação e reflexão na sala de aula, os PCN (1998) sugerem que “Um leitor competente só pode constituir-se mediante uma prática constante de leitura de textos de fato, a partir de um trabalho que deve se organizar em torno da diversidade de textos que circulam socialmente.”
Considere os textos I e II para responder às questões de 22 a 25, referentes à prática de leitura na perspectiva acima apresentada.
Texto I
Receita de brigadeiro
Ingredientes:
Modo de preparo:
(Disponível em: https://www.tudogostoso.com.br/receita/114-brigadeiro.html. Acesso em: 08/08/2019.)
Texto II
Receita de espantar a tristeza
Faça uma careta
e mande a tristeza
pra longe, pro outro lado
do mar ou da lua
vá para o meio da rua
e plante bananeira
faça alguma besteira
depois estique os braços
apanhe a primeira estrela
e procure o melhor amigo
para um longo e apertado abraço.
(MURRAY, R. Disponível em: http://www.criandocomapego.com/poemas-infantis-de-roseana-murray.
Acesso em: 08/08/2019.)
A respeito dos aspectos enunciativos a serem analisados no texto I, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A denotação é usada para assegurar a objetividade da linguagem, inviabilizando duplicidade de sentido.
( ) Os parênteses são usados para inserir uma observação acessória.
( ) As formas verbais no modo imperativo são direcionadas para o interlocutor, a fim de orientar sobre a execução da receita.
( ) No item 3 do Modo de preparo, a forma verbal passando faz referência a uma ação mais prolongada.
Assinale a sequência correta.
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A língua só tem existência no jogo que se joga na sociedade, na interlocução. E é no interior de seu funcionamento que se pode procurar estabelecer as regras de tal jogo. Tomo um exemplo.
Dado que alguém (Pedro) dirija a outro (José) uma pergunta como: “Você foi ao cinema ontem?”, tal fala de Pedro modifica suas relações com José, estabelecendo um jogo de compromissos. Para José, só há duas possibilidades: responder (sim ou não) ou pôr em questão o direito de Pedro em lhe dirigir tal pergunta (fazendo de conta que não ouviu ou respondendo “o que você tem a ver com isso?”). No primeiro caso, diríamos que José aceitou o jogo proposto por Pedro. No segundo caso, José não aceitou o jogo e pôs em questão o próprio direito de jogar assumido por Pedro.
Estudar a língua é, então, tentar detectar os compromissos que se criam por meio da fala e as condições que devem ser preenchidas por um falante para falar certa forma em determinada situação concreta de interação.
GERALDI, J.W. O texto na sala de aula. São Paulo: Anglo, 2012.
Desenvolver práticas de ensino da língua na perspectiva abordada nesse excerto significa conceber a linguagem como
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Sobre a Política e os princípios da Educação do Campo, assinale a afirmativa INCORRETA.
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A turma do 3º ano do Ensino Fundamental de uma professora de escola pública de Mato Grosso possui 43% de estudantes que foram retidos no ano vigente de escolaridade. Ao trabalhar em atividades significativas para os alunos com a intenção de desenvolver as potencialidades de cada um e valorizar os saberes do grupo, a professora percebeu, a partir de um diagnóstico inicial, os conhecimentos e habilidades que os estudantes já tinham consolidado e os que estavam prestes a se consolidar. Após uma análise crítico-reflexiva sobre a sua ação pedagógica, a partir de saberes e conhecimentos didáticos e psicológicos sobre a educação, decidiu adotar o agrupamento por dupla, no qual um aluno poderia mediar os novos conhecimentos na relação com o outro. Segundo Martha Kohl (1993), ao fazer essa escolha, a professora assumiu uma posição teórica que se alinha com
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Para a construção de uma cultura avaliativa mediadora na escola, na perspectiva crítica da educação, é necessário que os envolvidos no processo educativo compreendam que a avaliação do processo ensino-aprendizagem deve ter como objetivo a melhoria do ensino e da aprendizagem. De acordo com essa perspectiva, a prova, como instrumento de avaliação do processo ensino-aprendizagem, deve
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A Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva, tem como objetivo o acesso, a participação e a aprendizagem dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas regulares, orientando os sistemas de ensino a promover respostas às necessidades educacionais especiais. NÃO constitui direito assegurado na perspectiva da educação inclusiva:
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Sobre a BNCC (Res. CNE/CP n.º 2/2017), assinale a afirmativa INCORRETA.
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De acordo com o PNE, Lei n.º 13.005/2014, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, coordenado pela União, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, constituirá fonte de informação para a avaliação da qualidade da Educação Básica e para a orientação das políticas públicas desse nível de ensino. Tendo como referência a Lei, esse sistema deverá produzir certos indicadores. Sobre esses indicadores, considere:
I- Indicadores de rendimento escolar, referentes ao desempenho dos estudantes apurado em exames nacionais de avaliação, com participação de pelo menos 80% dos alunos de cada ano escolar periodicamente avaliado em cada escola.
II- Indicadores de avaliação institucional, relativos a características como o perfil do alunado e do corpo dos profissionais da educação, as relações entre dimensão do corpo docente, do corpo técnico e do corpo discente, à infraestrutura das escolas, os recursos pedagógicos disponíveis e os processos da gestão, entre outras.
III- Indicadores tecnológicos para desenvolver avaliações pedagógicas que combinem, de maneira não articulada, a organização do tempo e das atividades adidáticas entre a escola e o ambiente comunitário, considerando as especificidades da educação das cidades.
IV- Indicadores de avaliação de entidades privadas externas à escola, relativos a características como o perfil do aluno e do corpo dos profissionais técnicos da educação, as relações entre corpo docente, técnico e corpo discente e os processos de gestão pedagógica do ensino, externo à escola.
São indicadores previstos nessa Lei:
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