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Foram encontradas 160 questões.

757497 Ano: 2015
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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Com o surgimento de novas necessidades por parte do mercado e das empresas em geral, a atividade logística noBrasil e no mundo passa por uma gestão com foco na identificação de oportunidades, na redução de custos e dos prazos de entrega e, consequentemente, no aumento da qualidade e cumprimento dos prazos.

Na operação logística, certas ações são fundamentais para garantir o sucesso da entrega. Indique a opção CORRETA.

 

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Analise o caso a seguir e marque a alternativa CORRETA.
João tem sete anos de idade e é uma criança surda. Seus pais, que trabalham fora, estão preocupados porque as escolas próximas a sua residência questionaram o seu processo de matrícula, alegando não possuírem turmas especiais. Neste caso, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases (LDBNº 9.394/1996), essa criança:
 

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V de Vaidade
As transformações de uma sociedade poderiam ser medidas pelas mudanças na produção do lixo. Cada bairro, cada cidade produz o seu. E se o lixo hoje em dia é tão parecido, é apenas por efeito da globalização. O lixo é objetivo, subjetivo, material e virtual. Nada e ninguém escapa ao lixo. Para falar a língua dos filósofos da moda, podemos dizer que há um devir-lixo, que o lixo é o destino.
O lixo é, afinal, o que jogamos fora, mas não só. É o que lançamos fora por ser indesejado. Ainda que o ato de jogar seja consciente, quantas vezes algo que pensamos ter perdido não foi lançado na lata do lixo inconscientemente? Ora, lixo é tudo o que herdaremos inconscientemente.
No extremo da história da natureza e da história humana, podemos dizer que tudo é lixo. É assim que podemos explicar que tudo é vaidade. A vaidade é a falta de sentido das coisas que julgamos valiosas. É o desvalor essencial que, ao ser percebido, nos ensinaria, acima de tudo, e pela via negativa, a virtude do desapego.
Tentamos nos livrar do pavor da caducidade – do caráter passageiro do que existe – pondo no lixo o que pode escapar ao nosso desejo de significado. O ato de “livrarmo-nos de algo” nos dá a dimensão de nosso medo (esse afeto que usamos para justificar qualquer ato) e de nossa irresponsabilidade. Ora, não jogamos fora apenas os restos, mas tudo o que não nos interessa. No ato de jogar no lixo um copo quebrado, aquele copo que pode machucar uma pessoa que esteja no meio do aterro sanitário onde param nossos despejos, há quem pense em proteger o outro do lado de lá de uma periculosidade intrínseca ao material descartado. Mas há quem não se lembre, há quem não se importe.
O que se joga no lixo e o modo como se joga algo no lixo expõe o que pensamos de um outro, seja uma pessoa, seja a natureza. É uma questão básica de ética. A periculosidade dos pequenos gestos também fala de nós. E o que fala de nós fala de nossa vaidade.
TIBURI, Marcia. V de vaidade. Revista Cult, São Paulo,
ano 18, set. 2015. Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/v-devaidade/>. Acesso em: 22 set. 2015. (Fragmento adaptado.)
Considere o trecho do texto: “Nada e ninguém escapa ao lixo. Para falar a língua dos filósofos da moda, podemos dizer que há um devir-lixo, que o lixo é o destino.” (linhas 5 a 8). Assinale a alternativa em que a nova redação do fragmento NÃO acarreta alteração do sentido original.
 

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757092 Ano: 2015
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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Indique a alternativa que contém apenas sistemas de arquivos utilizados no processo de formatação das partições, no ato de instalação do sistema operacional Linux.
 

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V de Vaidade
As transformações de uma sociedade poderiam ser medidas pelas mudanças na produção do lixo. Cada bairro, cada cidade produz o seu. E se o lixo hoje em dia é tão parecido, é apenas por efeito da globalização. O lixo é objetivo, subjetivo, material e virtual. Nada e ninguém escapa ao lixo. Para falar a língua dos filósofos da moda, podemos dizer que há um devir-lixo, que o lixo é o destino.
O lixo é, afinal, o que jogamos fora, mas não só. É o que lançamos fora por ser indesejado. Ainda que o ato de jogar seja consciente, quantas vezes algo que pensamos ter perdido não foi lançado na lata do lixo inconscientemente? Ora, lixo é tudo o que herdaremos inconscientemente.
No extremo da história da natureza e da história humana, podemos dizer que tudo é lixo. É assim que podemos explicar que tudo é vaidade. A vaidade é a falta de sentido das coisas que julgamos valiosas. É o desvalor essencial que, ao ser percebido, nos ensinaria, acima de tudo, e pela via negativa, a virtude do desapego.
Tentamos nos livrar do pavor da caducidade – do caráter passageiro do que existe – pondo no lixo o que pode escapar ao nosso desejo de significado. O ato de “livrarmo-nos de algo” nos dá a dimensão de nosso medo (esse afeto que usamos para justificar qualquer ato) e de nossa irresponsabilidade. Ora, não jogamos fora apenas os restos, mas tudo o que não nos interessa. No ato de jogar no lixo um copo quebrado, aquele copo que pode machucar uma pessoa que esteja no meio do aterro sanitário onde param nossos despejos, há quem pense em proteger o outro do lado de lá de uma periculosidade intrínseca ao material descartado. Mas há quem não se lembre, há quem não se importe.
O que se joga no lixo e o modo como se joga algo no lixo expõe o que pensamos de um outro, seja uma pessoa, seja a natureza. É uma questão básica de ética. A periculosidade dos pequenos gestos também fala de nós. E o que fala de nós fala de nossa vaidade.
TIBURI, Marcia. V de vaidade. Revista Cult, São Paulo,
ano 18, set. 2015. Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/v-devaidade/>. Acesso em: 22 set. 2015. (Fragmento adaptado.)
Releia o trecho: “E se o lixo hoje em dia é tão parecido, é apenas por efeito da globalização”. Nesse fragmento, a autora compreende a globalização como um processo que
 

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Segundo a Lei Complementar Nº 05/2006, conhecida como Plano Diretor de Desenvolvimento Sustentável de Porto Nacional, Seção III, Artigos 50° e 51°, são reconhecidas como Zonas Especiais de Interesse Social, as seguintes áreas:
 

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Uma caixa contém bolas com as cores da bandeira do Tocantins, sendo que 8 bolas são amarelas, 10 azuis, e 12 brancas. Todas têm a mesma probabilidade de serem escolhidas ao acaso. Qual a probabilidade da bola sorteada não ser branca?

 

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751205 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
Analise os itens a seguir. Para os efeitos da NBR 14653-1 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que trata de procedimentos gerais de avaliação de bens, considera-se como:
I. avaliação de bens é a análise técnica, realizada por engenheiro de avaliações, para identificar o valor de um bem, de seus custos, frutos e direitos, assim como determinar indicadores da viabilidade de sua utilização econômica, para uma determinada finalidade, situação e data.
II. bem é o resultado de obra ou serviço realizado numa edificação e que não pode ser retirado sem destruição, fratura ou dano.
III. bem tangível é aquele identificado materialmente.
IV. bem intangível é aquele não identificado materialmente.
Indique a alternativa CORRETA.
 

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Quantos são os anagramas que se pode formar a partir das letras da palavra PATO?
 

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Assinale a alternativa CORRETA. São rios localizados no estado do Tocantins:

 

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