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Foram encontradas 160 questões.

Segundo a Lei Complementar Nº 07/2006, Seção III, Artigo 29°, as vias de circulação terão suas dimensões mínimas estabelecidas nas diretrizes urbanísticas básicas expedidas pela autoridade licenciadora. Indique a alternativa CORRETA.
 

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727698 Ano: 2015
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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Para gerenciar um projeto é necessário seguir um conjunto de práticas cujo objetivo é estabelecer regras, metas e prazos a fim de fornecer um plano de trabalho bem definido. Indique a opção que apresenta o guia para elaboração e gerenciamento de projetos.
 

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726596 Ano: 2015
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
O Cadastro Ambiental Rural (CAR) foi criado no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente – SINIMA – sendo um registro público eletrônico de âmbito nacional obrigatório para todos os imóveis rurais. Indique a alternativa CORRETA.
 

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Sobre a Bandeira oficial de Porto Nacional, considere os itens a seguir.

I. O amarelo intenso em toda extensão quadrilátera da Bandeira Oficial de Porto Nacional representa a cor dos grãos agrícolas cultivados nos campos do município e a exuberância aurífera, existente no rico subsolo do município portuense.

II. No centro da bandeira portuense, destaca-se o mapa do Tocantins, em cor marrom, representando as florestas, entrecortadas pelo rio Tocantins, que aparece em azul.

III. Na parte superior da bandeira, destaca-se um livro aberto e uma pena em posição de escrita, descrição que sustenta a condição ímpar deste município como polo de educação.

Indique a alternativa CORRETA.

 

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Assinale a alternativa CORRETA.

03 (três) das alternativas a seguir contemplam Objetivos fundamentais do município de Porto Nacional estabelecidos pela sua Lei Orgânica. Indique a alternativa que, de acordo com a mesma Lei, contém um Princípio do referido município.

 

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Remédio de Índio
Era comum morrer de malária na Europa do século 14. Ninguém sabia como curar esse mal súbito caracterizado por febre alta, calafrios, dores no corpo e na cabeça – tudo acompanhado por um cansaço extremo. Incapazes de encontrar uma solução para a doença, a que mais matou na história da humanidade, os europeus a levaram às novas terras do outro lado do Atlântico. A malária veio a bordo dos navios negreiros, segundo uma recente e extensa pesquisa. E nunca mais saiu do continente. No entanto, os europeus não esperavam encontrar nos índios a primeira arma minimamente útil contra o mal. Na América do Sul, os índios já usavam extrato da casca de cinchona para combater os sintomas. Funcionava. A ponto de jesuítas levarem mudas da planta à Europa. E depois, no século 18, dois químicos franceses, Joseph Pelletier e Joseph Caventou, isolaram a quinina, presente na cinchona. O feito proporcionou a popularização do remédio indígena e, de quebra, a invenção da água tônica, refrigerante de quinino, derivado da quinina.
Outros conhecimentos dos índios também viraram medicamentos de farmácia – e fazem parte, ainda hoje, da sua caixa de remédios. Mas antes é preciso saber que doença, para índio, é algo diferente. Não se cura apenas com remédio. Exige um ritual completo, com rezas e cantos. Qualquer problema de saúde envolve corpo, espírito e mente. A causa da malária, como a ciência moderna descobriria mais tarde, não se resumia à picada do mosquito Anopheles contaminado com o protozoário Plasmodium. Para eles, é resultado de um problema espiritual, uma praga jogada por um inimigo ou por espíritos da natureza que foram desrespeitados. Eles aprenderam o que é bom ou não com base em séculos de observação atenciosa do circo da natureza em ação – e por meio de testes empíricos.
Em uma briga entre lagarto e jararaca, a cobra leva a melhor. A picada dela o deixa fraco, perto da morte. Mas ele é esperto: foge da briga e corre atrás de remédio. Mastiga umas folhas e dias depois fica forte novamente. O índio, na espreita, acompanha todo aquele processo. Se alguém for picado por uma jararaca, ele corre em busca daquela mesma planta mastigada pelo lagarto. Primeiro, testa o remédio. Se der certo, a planta entra na lista de medicações daquela aldeia. Foi assim que, ao verem animais machucados roçando em uma árvore, os índios descobriram o poder cicatrizante do óleo de uma árvore chamada copaíba, por exemplo.
"As formas indígenas de classificar remédios naturais são sofisticadas", diz Maria Luiza Garnela, médica e antropóloga da Fundação Oswaldo Cruz na Amazônia. "Envolvem cheiros, identificação de resinas e semelhanças e diferenças entre plantas". O acúmulo de conhecimento se dá ao prestar atenção nas semelhanças entre formatos e cores das plantas e as doenças que elas combatem. Por exemplo, a madeira amarela de um tipo de abútua, uma trepadeira, e a seiva amarelada da caopiá, árvore também chamada de pau-de lacre, são usadas para curar doenças no fígado. Em casos de tosse com sangue, comem Boletus sanguineus, um tipo de cogumelo vermelho. Já a raiz em formato de serpente da parreira-brava serve para curar mordida de cobra. E se for picada daquela jararaca, dá para se livrar do veneno com o sumo da planta Dracontium polyphyllum – as cores do caule lembram a pele da cobra.
Claro que nem toda semelhança dava certo. Esther Jean Langdon, professora de antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em saúde indígena, diz que era assim que se aprendia. "Eles observam o que funciona. Fazem essa comparação com a natureza, mas testam para saber se dá certo", explica. "É nesse sentido que eles têm uma ciência, não com experimentos em laboratórios, mas na vida".
CASTRO, Carol. Remédio de Índio. Super Interessante, São Paulo, n. 316, março 2013, p.71-73. (Fragmento adaptado)
CONSIDERE A LEITURA DE TODO O SEGUNDO PARÁGRAFO.
No trecho “A causa da malária, como a ciência moderna descobriria mais tarde, não se resumia à picada do mosquito Anopheles contaminado com o protozoário Plasmodium.” , o mal emprego da conjunção “como” gerou uma interpretação equivocada: que a ciência tem a mesma leitura que o índio quanto à causa da malária. PARA CORRIGIR ESSE EQUÍVOCO sem alterar o sentido do fragmento e mantendo-se a correção gramatical, pode-se substituir a conjunção por:
 

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724606 Ano: 2015
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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O pentest (teste de intrusão) constitui um importante mecanismo para identificação de falhas e vulnerabilidades que podem ser exploradas em sistemas e redes de computadores. Ao término de um pentest, o auditor deverá executar uma última atividade. Indique a opção correspondente a esta última ação.
 

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Considerando o software de edição de planilhas Microsoft Excel 2007, indique a alternativa que corresponde ao atalho que abre a caixa de diálogo Inserir Hiperlink (hiperligação) em documento que esteja sendo editado.
 

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Analise as afirmativas em relação ao tema Química Ambiental.
I. Quando um químico se refere tecnicamente a uma amostra de água, chamando-a de “dura”, está se referindo ao seu estado sólido, ou seja, gelo.
II. Eutrofização é quando o homem introduz em ambientes aquáticos naturais uma quantidade de matéria orgânica que não pode ser assimilada e reciclada, provocando assim o seu acúmulo.
III. O aterro sanitário é o processo de disposição final de resíduos sólidos no solo, principalmente do lixo domiciliar, o qual permite a confinação segura do lixo, em termos decontrole da poluição ambiental e proteção ao meio ambiente.
IV. Poluição é qualquer alteração das características do ambiente que afete as diversas formas de vida da biosfera, podendo ser oriunda da introdução ou do aumento de algum elemento ou material que leve a tais modificações.
São CORRETAS as afirmativas:
Questão Anulada

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Analise as afirmativas a seguir em relação à Lei Federal Nº 6766/1979, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano. Em seu artigo 6º, antes da elaboração do projeto de loteamento, o interessado deverá solicitar à Prefeitura Municipal ou ao Distrito Federal, quando for o caso, que defina as diretrizes para o uso do solo, traçado dos lotes, do sistema viário, dos espaços livres e das áreas reservadas para equipamento urbano e comunitário, apresentando, para este fim, requerimento e planta do imóvel contendo, pelo menos:
I. as divisas da gleba a ser loteada.
II. as curvas de nível e a distância adequada, quando exigidas por lei estadual ou municipal.
III. a localização dos cursos d’água, bosques e construções existentes.
IV. a indicação dos arruamentos contíguos a todo o perímetro, a localização das vias de comunicação, das áreas livres, dos equipamentos urbanos e comunitários existentes no local ou em suas adjacências, com as respectivas distâncias da área a ser loteada.
V. o tipo de uso predominante a que o loteamento se destina.
VI. as características, dimensões e localização das zonas de uso contíguas.
Indique a alternativa CORRETA.
Questão Anulada

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