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Foram encontradas 160 questões.

De acordo com a Resolução RDC Nº 267/2003, que dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Industrializadores de Gelados Comestíveis, a pasteurização no processo em batelada (batch) deve atender às seguintes condições mínimas:
 

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1304946 Ano: 2015
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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A gerência de redes corporativas utiliza com bastante frequência o conceito de Rede Local Virtual (VLAN). Adotando como referência o Modelo OSI, é CORRETO afirmar.
 

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1302824 Ano: 2015
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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Um recurso bastante utilizado nos sistemas operacionais Linux são os sinais (signals), que de maneira geral podem ser definidos como interrupções de software. Sobre os sinais e suas respectivas ações, analise os seguintes itens:
I. Emitido quando existe um erro de entrada e saída (E/S).
II. Emitido quando existem argumentos incorretos numa chamada de sistema.
III. Emitido quando existe um erro de cálculo em ponto flutuante.
IV. Emitido quando uma instrução ilegal é detectada.
Indique a alternativa que apresenta a ordem CORRETA:
 

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Remédio de Índio
Era comum morrer de malária na Europa do século 14. Ninguém sabia como curar esse mal súbito caracterizado por febre alta, calafrios, dores no corpo e na cabeça – tudo acompanhado por um cansaço extremo. Incapazes de encontrar uma solução para a doença, a que mais matou na história da humanidade, os europeus a levaram às novas terras do outro lado do Atlântico. A malária veio a bordo dos navios negreiros, segundo uma recente e extensa pesquisa. E nunca mais saiu do continente. No entanto, os europeus não esperavam encontrar nos índios a primeira arma minimamente útil contra o mal. Na América do Sul, os índios já usavam extrato da casca de cinchona para combater os sintomas. Funcionava. A ponto de jesuítas levarem mudas da planta à Europa. E depois, no século 18, dois químicos franceses, Joseph Pelletier e Joseph Caventou, isolaram a quinina, presente na cinchona. O feito proporcionou a popularização do remédio indígena e, de quebra, a invenção da água tônica, refrigerante de quinino, derivado da quinina.
Outros conhecimentos dos índios também viraram medicamentos de farmácia – e fazem parte, ainda hoje, da sua caixa de remédios. Mas antes é preciso saber que doença, para índio, é algo diferente. Não se cura apenas com remédio. Exige um ritual completo, com rezas e cantos. Qualquer problema de saúde envolve corpo, espírito e mente. A causa da malária, como a ciência moderna descobriria mais tarde, não se resumia à picada do mosquito Anopheles contaminado com o protozoário Plasmodium. Para eles, é resultado de um problema espiritual, uma praga jogada por um inimigo ou por espíritos da natureza que foram desrespeitados. Eles aprenderam o que é bom ou não com base em séculos de observação atenciosa do circo da natureza em ação – e por meio de testes empíricos.
Em uma briga entre lagarto e jararaca, a cobra leva a melhor. A picada dela o deixa fraco, perto da morte. Mas ele é esperto: foge da briga e corre atrás de remédio. Mastiga umas folhas e dias depois fica forte novamente. O índio, na espreita, acompanha todo aquele processo. Se alguém for picado por uma jararaca, ele corre em busca daquela mesma planta mastigada pelo lagarto. Primeiro, testa o remédio. Se der certo, a planta entra na lista de medicações daquela aldeia. Foi assim que, ao verem animais machucados roçando em uma árvore, os índios descobriram o poder cicatrizante do óleo de uma árvore chamada copaíba, por exemplo.
"As formas indígenas de classificar remédios naturais são sofisticadas", diz Maria Luiza Garnela, médica e antropóloga da Fundação Oswaldo Cruz na Amazônia. "Envolvem cheiros, identificação de resinas e semelhanças e diferenças entre plantas". O acúmulo de conhecimento se dá ao prestar atenção nas semelhanças entre formatos e cores das plantas e as doenças que elas combatem. Por exemplo, a madeira amarela de um tipo de abútua, uma trepadeira, e a seiva amarelada da caopiá, árvore também chamada de pau-de lacre, são usadas para curar doenças no fígado. Em casos de tosse com sangue, comem Boletus sanguineus, um tipo de cogumelo vermelho. Já a raiz em formato de serpente da parreira-brava serve para curar mordida de cobra. E se for picada daquela jararaca, dá para se livrar do veneno com o sumo da planta Dracontium polyphyllum – as cores do caule lembram a pele da cobra.
Claro que nem toda semelhança dava certo. Esther Jean Langdon, professora de antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em saúde indígena, diz que era assim que se aprendia. "Eles observam o que funciona. Fazem essa comparação com a natureza, mas testam para saber se dá certo", explica. "É nesse sentido que eles têm uma ciência, não com experimentos em laboratórios, mas na vida".
CASTRO, Carol. Remédio de Índio. Super Interessante, São Paulo, n. 316, março 2013, p.71-73. (Fragmento adaptado)
A partir da leitura do texto, depreende-se que:
 

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1298904 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
Considerando a NBR 14653-1 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que trata de procedimentos gerais de avaliação de bens, em especial sobre os aspectos qualitativos da coleta de dados, analise os itens a seguir.
I. É recomendável buscar a maior quantidade possível de dados de mercado, com atributos idênticos aos do bem avaliado.
II. É recomendável identificar e diversificar as fontes de informação, sendo que as informações devem ser cruzadas, tanto quanto possível, com objetivo de aumentar a confiabilidade dos dados de mercado.
III. É recomendável identificar e descrever as características relevantes dos dados de mercado coletados.
IV. É recomendável buscar dados de mercado de preferência contemporâneos com a data de referência da avaliação.
Indique a alternativa CORRETA.
 

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O Plano Nacional de Educação – PNE, elaborado com a participação da sociedade, estabelece as diretrizes e metas da educação brasileira para os próximos dez anos.
Sobre o ato legal, que aprovou o atual PNE, é CORRETO afirmar que:
 

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A instalação de um software antivírus no sistema operacional Windows é fundamental para fornecer mecanismos de proteção básica contra vírus, malwares, dentre outras ameaças à segurança do sistema e dos dados. Desprezando as versões de teste ou avaliação, indique a alternativa que NÃO corresponde a um antivírus que oferece versão gratuita.
 

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Dentre outras disposições da Lei Orgânica do município de Porto Nacional, a política municipal de ensino observará o seguinte:

I. permanente atualização do Plano Municipal de Ensino e ampla participação da comunidade na definição dos objetivos desse Plano.

II. reciclagem anual dos profissionais da área e sua permanente atualização, aperfeiçoamento e oferta de ensino regular noturno adequada à demanda.

III. ensino profissionalizante como instrumento de desenvolvimento e meio de promoção social e ensino de humanidades como subsídio à formação da personalidade do aluno.

IV. atendimento ao educando carente por meio de programas suplementares de material didático escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde e obrigatoriedade da disciplina de educação física.

Indique a alternativa CORRETA.

 

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1296191 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
Frederick W. Taylor foi um dos precursores da Administração enquanto ciência. Pode-se dizer que ainda hoje esse engenheiro americano é um autor influente na área. Em relação ao taylorismo, está CORRETA a seguinte afirmativa.
 

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V de Vaidade
As transformações de uma sociedade poderiam ser medidas pelas mudanças na produção do lixo. Cada bairro, cada cidade produz o seu. E se o lixo hoje em dia é tão parecido, é apenas por efeito da globalização. O lixo é objetivo, subjetivo, material e virtual. Nada e ninguém escapa ao lixo. Para falar a língua dos filósofos da moda, podemos dizer que há um devir-lixo, que o lixo é o destino.
O lixo é, afinal, o que jogamos fora, mas não só. É o que lançamos fora por ser indesejado. Ainda que o ato de jogar seja consciente, quantas vezes algo que pensamos ter perdido não foi lançado na lata do lixo inconscientemente? Ora, lixo é tudo o que herdaremos inconscientemente.
No extremo da história da natureza e da história humana, podemos dizer que tudo é lixo. É assim que podemos explicar que tudo é vaidade. A vaidade é a falta de sentido das coisas que julgamos valiosas. É o desvalor essencial que, ao ser percebido, nos ensinaria, acima de tudo, e pela via negativa, a virtude do desapego.
Tentamos nos livrar do pavor da caducidade – do caráter passageiro do que existe – pondo no lixo o que pode escapar ao nosso desejo de significado. O ato de “livrarmo-nos de algo” nos dá a dimensão de nosso medo (esse afeto que usamos para justificar qualquer ato) e de nossa irresponsabilidade. Ora, não jogamos fora apenas os restos, mas tudo o que não nos interessa. No ato de jogar no lixo um copo quebrado, aquele copo que pode machucar uma pessoa que esteja no meio do aterro sanitário onde param nossos despejos, há quem pense em proteger o outro do lado de lá de uma periculosidade intrínseca ao material descartado. Mas há quem não se lembre, há quem não se importe.
O que se joga no lixo e o modo como se joga algo no lixo expõe o que pensamos de um outro, seja uma pessoa, seja a natureza. É uma questão básica de ética. A periculosidade dos pequenos gestos também fala de nós. E o que fala de nós fala de nossa vaidade.
TIBURI, Marcia. V de vaidade. Revista Cult, São Paulo,
ano 18, set. 2015. Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/v-devaidade/>. Acesso em: 22 set. 2015. (Fragmento adaptado.)
Considerando as estruturas linguísticas do texto, indique a alternativa CORRETA.
 

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