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Foram encontradas 160 questões.

795718 Ano: 2015
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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Leia o fragmento de texto a seguir e responda as QUESTÃO.

“O transporte rodoviário é o modal mais utilizado no Brasil. Apresenta custo de implantação relativamente baixo porque exige apenas a construção do leito, uma vez que os veículos pertencem a terceiros. Outros modais, tais como ferroviário, hidroviário e aeroviário também são muito utilizados, dependendo da região e do tipo de carga a ser transportada. Cada modal é viável economicamente dependendo da distância a ser percorrida, da natureza da carga e da disponibilidade de infra estrutura”.

Fonte: adaptado de Pereira Humberto. Modais de Transporte.

Disponível em: <www.administradores.com.br/artigos/marketing/modais-de-transportes/38696.

Em relação à distância máxima que torna economicamente viável a utilização do modal rodoviário, independente da carga, marque a opção CORRETA:

 

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A Lei N° 10.257/2001, conhecida como Estatuto da Cidade, faz referência aos instrumentos de política urbana. Dentre estes, serão utilizados para o planejamento municipal, em especial
I. somente o plano diretor;
II. a disciplina do parcelamento, do uso e da ocupação do solo;
III. o zoneamento ambiental;
IV. o plano plurianual;
V. as diretrizes orçamentárias e orçamento anual;
VI. a gestão orçamentária participativa;
VII. somente planos, programas e projetos setoriais;
VIII. os planos de desenvolvimento econômico e social.
Indique a alternativa CORRETA.
 

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793667 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
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A dengue se tornou, ao longo dos anos, um grande problema de saúde pública no mundo e atinge principalmente os países de clima tropical em razão do clima quente e úmido, que forma condições ideais para a proliferação de mosquitos. O mosquito transmissor da dengue (Aedes aegypti), mostrou alta capacidade de adaptação ao ambiente criado pela urbanização acelerada e pelos novos hábitos da população. Com relação às medidas de controle e de prevenção da dengue, aprecie as seguintes afirmativas.
I. É necessário promover, exaustivamente, a educação em saúde, para que a comunidade adquira conhecimentos e consciência do problema, para que possa participar efetivamente da eliminação contínua dos criadouros potenciais do mosquito.
II. É fundamental a educação ambiental para o controle do Aedes aegypti em nosso país, considerando que a proliferação deste vetor não depende de meios ambientais favoráveis para sua reprodução.
III. É de extrema importância a participação e a conscientização da população na construção de medidas que promovam a mudança do panorama atual da dengue no país.
IV. Essas medidas envolvem um conjunto de ações com abordagens interdisciplinares, não tendo necessidade de estratégias de políticas públicas integradas à política de saúde de cada localidade.
Indique a alternativa CORRETA.
 

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793585 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
Determinada loja especializada em celulares tem a seguinte promoção: “Smartphone vendido à vista por R$ 2.500,00 ou por R$ 500,00 de entrada e R$ 2.200,00 após 2 meses”. Qual a taxa mensal de juros simples cobrada pela loja?
 

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Indique a única proposição CORRETA:
 

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792412 Ano: 2015
Disciplina: Direito Tributário
Banca: UFT
Orgão: Pref. Porto Nacional-TO
Indique a alternativa INCORRETA.
 

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Uma pessoa P está com intenção de comprar sapatos e tênis. A loja visitada por esta pessoa oferece diversas opções, mas apenas 3 modelos de sapatos e 4 modelos de tênis são interessantes. A pessoa P tem dinheiro suficiente para comprar apenas um dos sapatos ou um dos tênis. Então, de quantas formas diferentes poderá resultar esta compra da pessoa P?
 

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Remédio de Índio
Era comum morrer de malária na Europa do século 14. Ninguém sabia como curar esse mal súbito caracterizado por febre alta, calafrios, dores no corpo e na cabeça – tudo acompanhado por um cansaço extremo. Incapazes de encontrar uma solução para a doença, a que mais matou na história da humanidade, os europeus a levaram às novas terras do outro lado do Atlântico. A malária veio a bordo dos navios negreiros, segundo uma recente e extensa pesquisa. E nunca mais saiu do continente. No entanto, os europeus não esperavam encontrar nos índios a primeira arma minimamente útil contra o mal. Na América do Sul, os índios já usavam extrato da casca de cinchona para combater os sintomas. Funcionava. A ponto de jesuítas levarem mudas da planta à Europa. E depois, no século 18, dois químicos franceses, Joseph Pelletier e Joseph Caventou, isolaram a quinina, presente na cinchona. O feito proporcionou a popularização do remédio indígena e, de quebra, a invenção da água tônica, refrigerante de quinino, derivado da quinina.
Outros conhecimentos dos índios também viraram medicamentos de farmácia – e fazem parte, ainda hoje, da sua caixa de remédios. Mas antes é preciso saber que doença, para índio, é algo diferente. Não se cura apenas com remédio. Exige um ritual completo, com rezas e cantos. Qualquer problema de saúde envolve corpo, espírito e mente. A causa da malária, como a ciência moderna descobriria mais tarde, não se resumia à picada do mosquito Anopheles contaminado com o protozoário Plasmodium. Para eles, é resultado de um problema espiritual, uma praga jogada por um inimigo ou por espíritos da natureza que foram desrespeitados. Eles aprenderam o que é bom ou não com base em séculos de observação atenciosa do circo da natureza em ação – e por meio de testes empíricos.
Em uma briga entre lagarto e jararaca, a cobra leva a melhor. A picada dela o deixa fraco, perto da morte. Mas ele é esperto: foge da briga e corre atrás de remédio. Mastiga umas folhas e dias depois fica forte novamente. O índio, na espreita, acompanha todo aquele processo. Se alguém for picado por uma jararaca, ele corre em busca daquela mesma planta mastigada pelo lagarto. Primeiro, testa o remédio. Se der certo, a planta entra na lista de medicações daquela aldeia. Foi assim que, ao verem animais machucados roçando em uma árvore, os índios descobriram o poder cicatrizante do óleo de uma árvore chamada copaíba, por exemplo.
"As formas indígenas de classificar remédios naturais são sofisticadas", diz Maria Luiza Garnela, médica e antropóloga da Fundação Oswaldo Cruz na Amazônia. "Envolvem cheiros, identificação de resinas e semelhanças e diferenças entre plantas". O acúmulo de conhecimento se dá ao prestar atenção nas semelhanças entre formatos e cores das plantas e as doenças que elas combatem. Por exemplo, a madeira amarela de um tipo de abútua, uma trepadeira, e a seiva amarelada da caopiá, árvore também chamada de pau-de lacre, são usadas para curar doenças no fígado. Em casos de tosse com sangue, comem Boletus sanguineus, um tipo de cogumelo vermelho. Já a raiz em formato de serpente da parreira-brava serve para curar mordida de cobra. E se for picada daquela jararaca, dá para se livrar do veneno com o sumo da planta Dracontium polyphyllum – as cores do caule lembram a pele da cobra.
Claro que nem toda semelhança dava certo. Esther Jean Langdon, professora de antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em saúde indígena, diz que era assim que se aprendia. "Eles observam o que funciona. Fazem essa comparação com a natureza, mas testam para saber se dá certo", explica. "É nesse sentido que eles têm uma ciência, não com experimentos em laboratórios, mas na vida".
CASTRO, Carol. Remédio de Índio. Super Interessante, São Paulo, n. 316, março 2013, p.71-73. (Fragmento adaptado)
A palavra acentuada pela mesma razão que justifica o acento agudo no vocábulo “índio” é
 

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Na sociedade contemporânea, a escola se ressignificou para atender às transformações políticas, morais, sociais, científicas e tecnológicas. Nessa visão, a escola tem o papel de formadora de sujeitos possibilitando a socialização dos conhecimentos produzidos.
Com base nessa visão, indique a alternativa CORRETA.
 

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Remédio de Índio
Era comum morrer de malária na Europa do século 14. Ninguém sabia como curar esse mal súbito caracterizado por febre alta, calafrios, dores no corpo e na cabeça – tudo acompanhado por um cansaço extremo. Incapazes de encontrar uma solução para a doença, a que mais matou na história da humanidade, os europeus a levaram às novas terras do outro lado do Atlântico. A malária veio a bordo dos navios negreiros, segundo uma recente e extensa pesquisa. E nunca mais saiu do continente. No entanto, os europeus não esperavam encontrar nos índios a primeira arma minimamente útil contra o mal. Na América do Sul, os índios já usavam extrato da casca de cinchona para combater os sintomas. Funcionava. A ponto de jesuítas levarem mudas da planta à Europa. E depois, no século 18, dois químicos franceses, Joseph Pelletier e Joseph Caventou, isolaram a quinina, presente na cinchona. O feito proporcionou a popularização do remédio indígena e, de quebra, a invenção da água tônica, refrigerante de quinino, derivado da quinina.
Outros conhecimentos dos índios também viraram medicamentos de farmácia – e fazem parte, ainda hoje, da sua caixa de remédios. Mas antes é preciso saber que doença, para índio, é algo diferente. Não se cura apenas com remédio. Exige um ritual completo, com rezas e cantos. Qualquer problema de saúde envolve corpo, espírito e mente. A causa da malária, como a ciência moderna descobriria mais tarde, não se resumia à picada do mosquito Anopheles contaminado com o protozoário Plasmodium. Para eles, é resultado de um problema espiritual, uma praga jogada por um inimigo ou por espíritos da natureza que foram desrespeitados. Eles aprenderam o que é bom ou não com base em séculos de observação atenciosa do circo da natureza em ação – e por meio de testes empíricos.
Em uma briga entre lagarto e jararaca, a cobra leva a melhor. A picada dela o deixa fraco, perto da morte. Mas ele é esperto: foge da briga e corre atrás de remédio. Mastiga umas folhas e dias depois fica forte novamente. O índio, na espreita, acompanha todo aquele processo. Se alguém for picado por uma jararaca, ele corre em busca daquela mesma planta mastigada pelo lagarto. Primeiro, testa o remédio. Se der certo, a planta entra na lista de medicações daquela aldeia. Foi assim que, ao verem animais machucados roçando em uma árvore, os índios descobriram o poder cicatrizante do óleo de uma árvore chamada copaíba, por exemplo.
"As formas indígenas de classificar remédios naturais são sofisticadas", diz Maria Luiza Garnela, médica e antropóloga da Fundação Oswaldo Cruz na Amazônia. "Envolvem cheiros, identificação de resinas e semelhanças e diferenças entre plantas". O acúmulo de conhecimento se dá ao prestar atenção nas semelhanças entre formatos e cores das plantas e as doenças que elas combatem. Por exemplo, a madeira amarela de um tipo de abútua, uma trepadeira, e a seiva amarelada da caopiá, árvore também chamada de pau-de lacre, são usadas para curar doenças no fígado. Em casos de tosse com sangue, comem Boletus sanguineus, um tipo de cogumelo vermelho. Já a raiz em formato de serpente da parreira-brava serve para curar mordida de cobra. E se for picada daquela jararaca, dá para se livrar do veneno com o sumo da planta Dracontium polyphyllum – as cores do caule lembram a pele da cobra.
Claro que nem toda semelhança dava certo. Esther Jean Langdon, professora de antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em saúde indígena, diz que era assim que se aprendia. "Eles observam o que funciona. Fazem essa comparação com a natureza, mas testam para saber se dá certo", explica. "É nesse sentido que eles têm uma ciência, não com experimentos em laboratórios, mas na vida".
CASTRO, Carol. Remédio de Índio. Super Interessante, São Paulo, n. 316, março 2013, p.71-73. (Fragmento adaptado)
O título do texto, “Remédio de Índio”, justifica-se porque, segundo relatado, os índios
 

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