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A alimentação como extensão da aprendizagem
É consenso que se alimentar de forma saudável é fundamental para o desenvolvimento integral de todos indivíduos. Segundo informações do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, o Brasil alcançou, nas últimas décadas, importantes mudanças no padrão de consumo alimentar devido à ampliação de políticas sociais nas áreas de saúde, educação, trabalho, emprego e assistência social.
Em um país onde a fome e a desnutrição ainda são graves problemas sociais, ao passo que aumentam os casos de obesidade, o tema da educação alimentar e nutricional é central, e a escola é um agente fundamental nesse sentido. Para a nutricionista Vanessa Manfre, as instituições educacionais são um espaço privilegiado, uma vez que acompanham as diversas fases do desenvolvimento desde a primeira infância, etapa em que começam a se moldar os hábitos alimentares que repercutirão por toda a vida. “A escola tem o papel de fornecer a refeição baseada nas recomendações nutricionais de cada criança, considerando o tempo em que elas estão naquele espaço. E também promover ações capazes de introduzir novos alimentos e fazer com que os estudantes conheçam, manipulem e mastiguem novos alimentos”, afirma.
Segundo a Resolução nº 26 de 17 de junho de 2013, do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da Educação Básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar), as unidades escolares que atuam em período integral devem atender, no mínimo, 70% das necessidades nutricionais diárias das crianças e adolescentes, distribuídas em pelo menos três refeições.
O artigo 14 da mesma resolução traz diretrizes de como deve ser planejado o cardápio escolar que, por sua vez, deve considerar a cultura e os hábitos alimentares locais, além da vocação agrícola da região. Vanessa ainda coloca que é fundamental que o nutricionista considere fatores como faixa etária e os horários das refeições para melhor adequar os tipos de alimentos, além de realizar testes de aceitabilidade com os estudantes.
Em relação aos nutrientes, a profissional coloca que uma alimentação saudável deve ser composta essencialmente por alimentos in natura, como arroz, feijão, frutas, hortaliças, ou minimamente processados, como carnes já cortadas e leite pasteurizado.
A recomendação é que os alimentos industrializados sejam consumidos com menor frequência. “A nossa legislação também discorre sobre isso para as escolas. Os alimentos que contêm calorias vazias, ou seja, que não agregam valor nutricional, devem ser servidos no máximo em duas porções na semana e devem ter, no máximo, 110 calorias”, coloca a nutricionista, alertando também para a existência de diretrizes sobre o consumo de açúcar, sódio e gordura.
Os especialistas defendem que as escolas lidem com o momento da alimentação como uma extensão da proposta pedagógica. Para tanto, além de orientação, a formação dos hábitos alimentares saudáveis deve buscar o diálogo com os valores culturais, sociais e afetivos, além dos emocionais e comportamentais a cada proposta de mudança, somando ao desenvolvimento integral dos estudantes.
Vanessa entende que, para tanto, o tema deve estar presente transversalmente no currículo, sendo refletido no momento da alimentação, uma vez que as aprendizagens vão incidir diretamente na escolha dos alunos. “Eles aprendem a ter autonomia, a pensar sobre a importância de variar a composição do prato, a refletir sobre o desperdício dos alimentos”, explica a especialista.
Outro fator importante na educação alimentar e nutricional dos estudantes são as/os merendeiras/os. Segundo Vanessa, o papel desses profissionais vai para além do preparo.
“Essa pessoa é que pensa o prato e manipula os alimentos; tudo isso pode influenciar na aceitação dos estudantes. Há um poder de influência sobre eles e isso também tem de ser educativo”, atesta.
https://educacaointegral.org.br (adaptação)
Em “Almoçou às pressas, pois tinha que sair.”, o sinal indicativo da crase, na expressão grifada, ocorre pela mesma razão, de acordo com a norma culta da língua, em:
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A alimentação como extensão da aprendizagem
É consenso que se alimentar de forma saudável é fundamental para o desenvolvimento integral de todos indivíduos. Segundo informações do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, o Brasil alcançou, nas últimas décadas, importantes mudanças no padrão de consumo alimentar devido à ampliação de políticas sociais nas áreas de saúde, educação, trabalho, emprego e assistência social.
Em um país onde a fome e a desnutrição ainda são graves problemas sociais, ao passo que aumentam os casos de obesidade, o tema da educação alimentar e nutricional é central, e a escola é um agente fundamental nesse sentido. Para a nutricionista Vanessa Manfre, as instituições educacionais são um espaço privilegiado, uma vez que acompanham as diversas fases do desenvolvimento desde a primeira infância, etapa em que começam a se moldar os hábitos alimentares que repercutirão por toda a vida. “A escola tem o papel de fornecer a refeição baseada nas recomendações nutricionais de cada criança, considerando o tempo em que elas estão naquele espaço. E também promover ações capazes de introduzir novos alimentos e fazer com que os estudantes conheçam, manipulem e mastiguem novos alimentos”, afirma.
Segundo a Resolução nº 26 de 17 de junho de 2013, do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da Educação Básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar), as unidades escolares que atuam em período integral devem atender, no mínimo, 70% das necessidades nutricionais diárias das crianças e adolescentes, distribuídas em pelo menos três refeições.
O artigo 14 da mesma resolução traz diretrizes de como deve ser planejado o cardápio escolar que, por sua vez, deve considerar a cultura e os hábitos alimentares locais, além da vocação agrícola da região. Vanessa ainda coloca que é fundamental que o nutricionista considere fatores como faixa etária e os horários das refeições para melhor adequar os tipos de alimentos, além de realizar testes de aceitabilidade com os estudantes.
Em relação aos nutrientes, a profissional coloca que uma alimentação saudável deve ser composta essencialmente por alimentos in natura, como arroz, feijão, frutas, hortaliças, ou minimamente processados, como carnes já cortadas e leite pasteurizado.
A recomendação é que os alimentos industrializados sejam consumidos com menor frequência. “A nossa legislação também discorre sobre isso para as escolas. Os alimentos que contêm calorias vazias, ou seja, que não agregam valor nutricional, devem ser servidos no máximo em duas porções na semana e devem ter, no máximo, 110 calorias”, coloca a nutricionista, alertando também para a existência de diretrizes sobre o consumo de açúcar, sódio e gordura.
Os especialistas defendem que as escolas lidem com o momento da alimentação como uma extensão da proposta pedagógica. Para tanto, além de orientação, a formação dos hábitos alimentares saudáveis deve buscar o diálogo com os valores culturais, sociais e afetivos, além dos emocionais e comportamentais a cada proposta de mudança, somando ao desenvolvimento integral dos estudantes.
Vanessa entende que, para tanto, o tema deve estar presente transversalmente no currículo, sendo refletido no momento da alimentação, uma vez que as aprendizagens vão incidir diretamente na escolha dos alunos. “Eles aprendem a ter autonomia, a pensar sobre a importância de variar a composição do prato, a refletir sobre o desperdício dos alimentos”, explica a especialista.
Outro fator importante na educação alimentar e nutricional dos estudantes são as/os merendeiras/os. Segundo Vanessa, o papel desses profissionais vai para além do preparo.
“Essa pessoa é que pensa o prato e manipula os alimentos; tudo isso pode influenciar na aceitação dos estudantes. Há um poder de influência sobre eles e isso também tem de ser educativo”, atesta.
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A alternativa em que o pronome substitui CORRETAMENTE os termos destacados é:
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A alimentação como extensão da aprendizagem
É consenso que se alimentar de forma saudável é fundamental para o desenvolvimento integral de todos indivíduos. Segundo informações do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, o Brasil alcançou, nas últimas décadas, importantes mudanças no padrão de consumo alimentar devido à ampliação de políticas sociais nas áreas de saúde, educação, trabalho, emprego e assistência social.
Em um país onde a fome e a desnutrição ainda são graves problemas sociais, ao passo que aumentam os casos de obesidade, o tema da educação alimentar e nutricional é central, e a escola é um agente fundamental nesse sentido. Para a nutricionista Vanessa Manfre, as instituições educacionais são um espaço privilegiado, uma vez que acompanham as diversas fases do desenvolvimento desde a primeira infância, etapa em que começam a se moldar os hábitos alimentares que repercutirão por toda a vida. “A escola tem o papel de fornecer a refeição baseada nas recomendações nutricionais de cada criança, considerando o tempo em que elas estão naquele espaço. E também promover ações capazes de introduzir novos alimentos e fazer com que os estudantes conheçam, manipulem e mastiguem novos alimentos”, afirma.
Segundo a Resolução nº 26 de 17 de junho de 2013, do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da Educação Básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar), as unidades escolares que atuam em período integral devem atender, no mínimo, 70% das necessidades nutricionais diárias das crianças e adolescentes, distribuídas em pelo menos três refeições.
O artigo 14 da mesma resolução traz diretrizes de como deve ser planejado o cardápio escolar que, por sua vez, deve considerar a cultura e os hábitos alimentares locais, além da vocação agrícola da região. Vanessa ainda coloca que é fundamental que o nutricionista considere fatores como faixa etária e os horários das refeições para melhor adequar os tipos de alimentos, além de realizar testes de aceitabilidade com os estudantes.
Em relação aos nutrientes, a profissional coloca que uma alimentação saudável deve ser composta essencialmente por alimentos in natura, como arroz, feijão, frutas, hortaliças, ou minimamente processados, como carnes já cortadas e leite pasteurizado.
A recomendação é que os alimentos industrializados sejam consumidos com menor frequência. “A nossa legislação também discorre sobre isso para as escolas. Os alimentos que contêm calorias vazias, ou seja, que não agregam valor nutricional, devem ser servidos no máximo em duas porções na semana e devem ter, no máximo, 110 calorias”, coloca a nutricionista, alertando também para a existência de diretrizes sobre o consumo de açúcar, sódio e gordura.
Os especialistas defendem que as escolas lidem com o momento da alimentação como uma extensão da proposta pedagógica. Para tanto, além de orientação, a formação dos hábitos alimentares saudáveis deve buscar o diálogo com os valores culturais, sociais e afetivos, além dos emocionais e comportamentais a cada proposta de mudança, somando ao desenvolvimento integral dos estudantes.
Vanessa entende que, para tanto, o tema deve estar presente transversalmente no currículo, sendo refletido no momento da alimentação, uma vez que as aprendizagens vão incidir diretamente na escolha dos alunos. “Eles aprendem a ter autonomia, a pensar sobre a importância de variar a composição do prato, a refletir sobre o desperdício dos alimentos”, explica a especialista.
Outro fator importante na educação alimentar e nutricional dos estudantes são as/os merendeiras/os. Segundo Vanessa, o papel desses profissionais vai para além do preparo.
“Essa pessoa é que pensa o prato e manipula os alimentos; tudo isso pode influenciar na aceitação dos estudantes. Há um poder de influência sobre eles e isso também tem de ser educativo”, atesta.
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No segmento “...as instituições educacionais são um espaço privilegiado, uma vez que acompanham as diversas fases do desenvolvimento desde a primeira infância...”, a expressão grifada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por:
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A alimentação como extensão da aprendizagem
É consenso que se alimentar de forma saudável é fundamental para o desenvolvimento integral de todos indivíduos. Segundo informações do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, o Brasil alcançou, nas últimas décadas, importantes mudanças no padrão de consumo alimentar devido à ampliação de políticas sociais nas áreas de saúde, educação, trabalho, emprego e assistência social.
Em um país onde a fome e a desnutrição ainda são graves problemas sociais, ao passo que aumentam os casos de obesidade, o tema da educação alimentar e nutricional é central, e a escola é um agente fundamental nesse sentido. Para a nutricionista Vanessa Manfre, as instituições educacionais são um espaço privilegiado, uma vez que acompanham as diversas fases do desenvolvimento desde a primeira infância, etapa em que começam a se moldar os hábitos alimentares que repercutirão por toda a vida. “A escola tem o papel de fornecer a refeição baseada nas recomendações nutricionais de cada criança, considerando o tempo em que elas estão naquele espaço. E também promover ações capazes de introduzir novos alimentos e fazer com que os estudantes conheçam, manipulem e mastiguem novos alimentos”, afirma.
Segundo a Resolução nº 26 de 17 de junho de 2013, do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da Educação Básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar), as unidades escolares que atuam em período integral devem atender, no mínimo, 70% das necessidades nutricionais diárias das crianças e adolescentes, distribuídas em pelo menos três refeições.
O artigo 14 da mesma resolução traz diretrizes de como deve ser planejado o cardápio escolar que, por sua vez, deve considerar a cultura e os hábitos alimentares locais, além da vocação agrícola da região. Vanessa ainda coloca que é fundamental que o nutricionista considere fatores como faixa etária e os horários das refeições para melhor adequar os tipos de alimentos, além de realizar testes de aceitabilidade com os estudantes.
Em relação aos nutrientes, a profissional coloca que uma alimentação saudável deve ser composta essencialmente por alimentos in natura, como arroz, feijão, frutas, hortaliças, ou minimamente processados, como carnes já cortadas e leite pasteurizado.
A recomendação é que os alimentos industrializados sejam consumidos com menor frequência. “A nossa legislação também discorre sobre isso para as escolas. Os alimentos que contêm calorias vazias, ou seja, que não agregam valor nutricional, devem ser servidos no máximo em duas porções na semana e devem ter, no máximo, 110 calorias”, coloca a nutricionista, alertando também para a existência de diretrizes sobre o consumo de açúcar, sódio e gordura.
Os especialistas defendem que as escolas lidem com o momento da alimentação como uma extensão da proposta pedagógica. Para tanto, além de orientação, a formação dos hábitos alimentares saudáveis deve buscar o diálogo com os valores culturais, sociais e afetivos, além dos emocionais e comportamentais a cada proposta de mudança, somando ao desenvolvimento integral dos estudantes.
Vanessa entende que, para tanto, o tema deve estar presente transversalmente no currículo, sendo refletido no momento da alimentação, uma vez que as aprendizagens vão incidir diretamente na escolha dos alunos. “Eles aprendem a ter autonomia, a pensar sobre a importância de variar a composição do prato, a refletir sobre o desperdício dos alimentos”, explica a especialista.
Outro fator importante na educação alimentar e nutricional dos estudantes são as/os merendeiras/os. Segundo Vanessa, o papel desses profissionais vai para além do preparo.
“Essa pessoa é que pensa o prato e manipula os alimentos; tudo isso pode influenciar na aceitação dos estudantes. Há um poder de influência sobre eles e isso também tem de ser educativo”, atesta.
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Em “A Resolução do FNDE OBRIGA que 70% das necessidades nutricionais dos alunos sejam distribuídas em três refeições, quando as escolas atuarem em regime integral”, a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por:
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A alimentação como extensão da aprendizagem
É consenso que se alimentar de forma saudável é fundamental para o desenvolvimento integral de todos indivíduos. Segundo informações do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, o Brasil alcançou, nas últimas décadas, importantes mudanças no padrão de consumo alimentar devido à ampliação de políticas sociais nas áreas de saúde, educação, trabalho, emprego e assistência social.
Em um país onde a fome e a desnutrição ainda são graves problemas sociais, ao passo que aumentam os casos de obesidade, o tema da educação alimentar e nutricional é central, e a escola é um agente fundamental nesse sentido. Para a nutricionista Vanessa Manfre, as instituições educacionais são um espaço privilegiado, uma vez que acompanham as diversas fases do desenvolvimento desde a primeira infância, etapa em que começam a se moldar os hábitos alimentares que repercutirão por toda a vida. “A escola tem o papel de fornecer a refeição baseada nas recomendações nutricionais de cada criança, considerando o tempo em que elas estão naquele espaço. E também promover ações capazes de introduzir novos alimentos e fazer com que os estudantes conheçam, manipulem e mastiguem novos alimentos”, afirma.
Segundo a Resolução nº 26 de 17 de junho de 2013, do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da Educação Básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar), as unidades escolares que atuam em período integral devem atender, no mínimo, 70% das necessidades nutricionais diárias das crianças e adolescentes, distribuídas em pelo menos três refeições.
O artigo 14 da mesma resolução traz diretrizes de como deve ser planejado o cardápio escolar que, por sua vez, deve considerar a cultura e os hábitos alimentares locais, além da vocação agrícola da região. Vanessa ainda coloca que é fundamental que o nutricionista considere fatores como faixa etária e os horários das refeições para melhor adequar os tipos de alimentos, além de realizar testes de aceitabilidade com os estudantes.
Em relação aos nutrientes, a profissional coloca que uma alimentação saudável deve ser composta essencialmente por alimentos in natura, como arroz, feijão, frutas, hortaliças, ou minimamente processados, como carnes já cortadas e leite pasteurizado.
A recomendação é que os alimentos industrializados sejam consumidos com menor frequência. “A nossa legislação também discorre sobre isso para as escolas. Os alimentos que contêm calorias vazias, ou seja, que não agregam valor nutricional, devem ser servidos no máximo em duas porções na semana e devem ter, no máximo, 110 calorias”, coloca a nutricionista, alertando também para a existência de diretrizes sobre o consumo de açúcar, sódio e gordura.
Os especialistas defendem que as escolas lidem com o momento da alimentação como uma extensão da proposta pedagógica. Para tanto, além de orientação, a formação dos hábitos alimentares saudáveis deve buscar o diálogo com os valores culturais, sociais e afetivos, além dos emocionais e comportamentais a cada proposta de mudança, somando ao desenvolvimento integral dos estudantes.
Vanessa entende que, para tanto, o tema deve estar presente transversalmente no currículo, sendo refletido no momento da alimentação, uma vez que as aprendizagens vão incidir diretamente na escolha dos alunos. “Eles aprendem a ter autonomia, a pensar sobre a importância de variar a composição do prato, a refletir sobre o desperdício dos alimentos”, explica a especialista.
Outro fator importante na educação alimentar e nutricional dos estudantes são as/os merendeiras/os. Segundo Vanessa, o papel desses profissionais vai para além do preparo.
“Essa pessoa é que pensa o prato e manipula os alimentos; tudo isso pode influenciar na aceitação dos estudantes. Há um poder de influência sobre eles e isso também tem de ser educativo”, atesta.
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De acordo com a mensagem do texto, pode-se afirmar que:
I. O cardápio escolar deve ser único para todas as escolas do país.
II. O nutricionista deve apresentar os alimentos conforme a idade dos alunos e a hora das refeições.
III. Os alimentos industrializados devem ser consumidos com maior constância, devido à praticidade do seu manuseio.
IV. Os alimentos ‘in natura’ são os mais indicados porque passam por processamento industrial.
V. Os alimentos com calorias vazias devem ser servido poucas vezes durante a semana.
Estão corretos apenas, os itens:
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É consenso que se alimentar de forma saudável é fundamental para o desenvolvimento integral de todos indivíduos. Segundo informações do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, o Brasil alcançou, nas últimas décadas, importantes mudanças no padrão de consumo alimentar devido à ampliação de políticas sociais nas áreas de saúde, educação, trabalho, emprego e assistência social.
Em um país onde a fome e a desnutrição ainda são graves problemas sociais, ao passo que aumentam os casos de obesidade, o tema da educação alimentar e nutricional é central, e a escola é um agente fundamental nesse sentido. Para a nutricionista Vanessa Manfre, as instituições educacionais são um espaço privilegiado, uma vez que acompanham as diversas fases do desenvolvimento desde a primeira infância, etapa em que começam a se moldar os hábitos alimentares que repercutirão por toda a vida. “A escola tem o papel de fornecer a refeição baseada nas recomendações nutricionais de cada criança, considerando o tempo em que elas estão naquele espaço. E também promover ações capazes de introduzir novos alimentos e fazer com que os estudantes conheçam, manipulem e mastiguem novos alimentos”, afirma.
Segundo a Resolução nº 26 de 17 de junho de 2013, do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da Educação Básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar), as unidades escolares que atuam em período integral devem atender, no mínimo, 70% das necessidades nutricionais diárias das crianças e adolescentes, distribuídas em pelo menos três refeições.
O artigo 14 da mesma resolução traz diretrizes de como deve ser planejado o cardápio escolar que, por sua vez, deve considerar a cultura e os hábitos alimentares locais, além da vocação agrícola da região. Vanessa ainda coloca que é fundamental que o nutricionista considere fatores como faixa etária e os horários das refeições para melhor adequar os tipos de alimentos, além de realizar testes de aceitabilidade com os estudantes.
Em relação aos nutrientes, a profissional coloca que uma alimentação saudável deve ser composta essencialmente por alimentos in natura, como arroz, feijão, frutas, hortaliças, ou minimamente processados, como carnes já cortadas e leite pasteurizado.
A recomendação é que os alimentos industrializados sejam consumidos com menor frequência. “A nossa legislação também discorre sobre isso para as escolas. Os alimentos que contêm calorias vazias, ou seja, que não agregam valor nutricional, devem ser servidos no máximo em duas porções na semana e devem ter, no máximo, 110 calorias”, coloca a nutricionista, alertando também para a existência de diretrizes sobre o consumo de açúcar, sódio e gordura.
Os especialistas defendem que as escolas lidem com o momento da alimentação como uma extensão da proposta pedagógica. Para tanto, além de orientação, a formação dos hábitos alimentares saudáveis deve buscar o diálogo com os valores culturais, sociais e afetivos, além dos emocionais e comportamentais a cada proposta de mudança, somando ao desenvolvimento integral dos estudantes.
Vanessa entende que, para tanto, o tema deve estar presente transversalmente no currículo, sendo refletido no momento da alimentação, uma vez que as aprendizagens vão incidir diretamente na escolha dos alunos. “Eles aprendem a ter autonomia, a pensar sobre a importância de variar a composição do prato, a refletir sobre o desperdício dos alimentos”, explica a especialista.
Outro fator importante na educação alimentar e nutricional dos estudantes são as/os merendeiras/os. Segundo Vanessa, o papel desses profissionais vai para além do preparo.
“Essa pessoa é que pensa o prato e manipula os alimentos; tudo isso pode influenciar na aceitação dos estudantes. Há um poder de influência sobre eles e isso também tem de ser educativo”, atesta.
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Dentre as alternativas abaixo, a que NÃO justifica o título do texto é:
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Entre 1970 e 1980, um grupo teatral Carioca modificou o modo de fazer comédia com sua irreverência, interpretação despojada e criação coletiva. Revelou talentos como Regina Casé, Luiz Fernando Guimarães, Hamilton Vaz Pereira, entre outros, criando uma nova linguagem que influenciou diversos outros grupos .
Este grupo denominava-se:
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A Educadora e Doutora Ana Mae Barbosa entende que a arte estimula a construção e cognição do conhecimento auxiliando também o desenvolvimento de outras áreas. Acredita, como Paulo Freire, que a educação pode ser libertadora. Em 1987, ela define os caminhos da Arte-Educação, no Brasil, introduzindo sua “Teoria Triangular”, onde sustenta que a abordagem da arte não deve ser linear e, sim, contextualizada integrando o artista, o meio e o intérprete; conceitos vivos e repassados ainda hoje. Os três pressupostos da Arte-Educação são:
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Em 1953, surge em São Paulo um grupo teatral comprometido com o teatro político e social, cujo propósito será a nacionalização e democratização da dramaturgia brasileira em oposição às produções da época, de alto custo e repertório predominantemente de autores estrangeiros.
A afirmativa acima refere-se ao:
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Bertolt Brecht em 1927, ao resgatar a estética do teatro épico, cria o teatro dialético no qual “a narrativa, agindo por meio de argumentos, e não da sugestão, aguça no ator o empenho lúcido que estimula o juízo crítico do público”. Esta concepção teórica ficou conhecida no mundo inteiro como:
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