Foram encontradas 50 questões.
Assinale a alternativa que apresenta uma
caracterização correta da linguagem utilizada na
redação técnica oficial.
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- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da República
Assinale a alternativa que apresenta um
enunciado totalmente correto, de acordo com as
normas da redação técnica oficial.
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DUKE. VAR. Disponível em <https://www.itatiaia.com.br/charges/2024/08/23/charge-do-duke-as-criticas-ao-var-no-futebolbrasileiro>.
Assinale a alternativa que explica corretamente as referências feitas pela palavra “problema”, em suas ocorrências na charge acima, considerando as falas do paciente VAR e do psicólogo.
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“A poesia não está nos versos, por vezes ela está
no coração. E é tamanha. A ponto de não caber
nas palavras.” (Jorge Amado)
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do pensamento acima com a pontuação totalmente correta.
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do pensamento acima com a pontuação totalmente correta.
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Assinale a alternativa que apresenta colocação
pronominal de acordo com a norma-padrão da
Língua Portuguesa.
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“Nunca houve livro que não melhorasse se
reduzido à metade.” (Agrippino Grieco)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma forma reescrita do pensamento acima, com a mudança para “livros”, no plural.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma forma reescrita do pensamento acima, com a mudança para “livros”, no plural.
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Assinale a alternativa em que as ocorrências ou
não de crase se apresentam de acordo com a
norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O futuro no passado
Poucas previsões para o futuro feitas no
passado se realizaram. O mundo se mudava do
campo para as cidades, e era natural que o futuro
idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas
o helicóptero não substituiu o automóvel
particular e só recentemente começou-se a
experimentar carros que andam sobre faixas
magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes
para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás.
As cidades não se transformaram em laboratórios
de convívio civilizado, como previam, e sim na
maior prova da impossibilidade da coexistência
de desiguais.
A ciência trouxe avanços espetaculares
nas lides de guerra, como os bombardeios com
precisão cirúrgica que não poupam civis, mas
não trouxe a democratização da prosperidade
antevista. Mágicas novas como o cinema
prometiam ultrapassar os limites da imaginação.
Ultrapassaram, mas para o território da
banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a
energia nuclear intuída, mas a revolução da
informática não foi nem sonhada. As revoluções
na medicina foram notáveis, certo, mas a
prevenção do câncer ainda não foi descoberta.
Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em
pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine
chegou perto. Até a colonização do espaço, como
previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está
atrasada. Mal chegamos a Marte, só para
descobrir que é um imenso terreno baldio. E os
profetas da felicidade universal não contavam
com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão.
Nenhuma previsão incluía a poluição e o
aquecimento global.
Mas, assim como os videntes otimistas
falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta
nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids,
por exemplo, como nós hoje falamos da gripe
espanhola. A ciência e a técnica ainda nos
surpreenderão. Estamos na pré-história da
energia magnética e por fusão nuclear fria.
É verdade que cada salto da ciência
corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar
das últimas revelações do Universo, mais as
pessoas procurarão respostas no misticismo e
refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança
por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo
fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do
leigo.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. O futuro no passado.
Disponível em <https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/08/30/leia-10-cronicas-de-luis-fernando-verissimo-publicadas-noglobo.ghtml>.
As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem em que se encontram, exercem as funções de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O futuro no passado
Poucas previsões para o futuro feitas no
passado se realizaram. O mundo se mudava do
campo para as cidades, e era natural que o futuro
idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas
o helicóptero não substituiu o automóvel
particular e só recentemente começou-se a
experimentar carros que andam sobre faixas
magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes
para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás.
As cidades não se transformaram em laboratórios
de convívio civilizado, como previam, e sim na
maior prova da impossibilidade da coexistência
de desiguais.
A ciência trouxe avanços espetaculares
nas lides de guerra, como os bombardeios com
precisão cirúrgica que não poupam civis, mas
não trouxe a democratização da prosperidade
antevista. Mágicas novas como o cinema
prometiam ultrapassar os limites da imaginação.
Ultrapassaram, mas para o território da
banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a
energia nuclear intuída, mas a revolução da
informática não foi nem sonhada. As revoluções
na medicina foram notáveis, certo, mas a
prevenção do câncer ainda não foi descoberta.
Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em
pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine
chegou perto. Até a colonização do espaço, como
previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está
atrasada. Mal chegamos a Marte, só para
descobrir que é um imenso terreno baldio. E os
profetas da felicidade universal não contavam
com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão.
Nenhuma previsão incluía a poluição e o
aquecimento global.
Mas, assim como os videntes otimistas
falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta
nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids,
por exemplo, como nós hoje falamos da gripe
espanhola. A ciência e a técnica ainda nos
surpreenderão. Estamos na pré-história da
energia magnética e por fusão nuclear fria.
É verdade que cada salto da ciência
corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar
das últimas revelações do Universo, mais as
pessoas procurarão respostas no misticismo e
refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança
por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo
fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do
leigo.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. O futuro no passado.
Disponível em <https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/08/30/leia-10-cronicas-de-luis-fernando-verissimo-publicadas-noglobo.ghtml>.
Na mesma ordem em que se encontram, as palavras destacadas acima introduzem os sentidos de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O futuro no passado
Poucas previsões para o futuro feitas no
passado se realizaram. O mundo se mudava do
campo para as cidades, e era natural que o futuro
idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas
o helicóptero não substituiu o automóvel
particular e só recentemente começou-se a
experimentar carros que andam sobre faixas
magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes
para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás.
As cidades não se transformaram em laboratórios
de convívio civilizado, como previam, e sim na
maior prova da impossibilidade da coexistência
de desiguais.
A ciência trouxe avanços espetaculares
nas lides de guerra, como os bombardeios com
precisão cirúrgica que não poupam civis, mas
não trouxe a democratização da prosperidade
antevista. Mágicas novas como o cinema
prometiam ultrapassar os limites da imaginação.
Ultrapassaram, mas para o território da
banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a
energia nuclear intuída, mas a revolução da
informática não foi nem sonhada. As revoluções
na medicina foram notáveis, certo, mas a
prevenção do câncer ainda não foi descoberta.
Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em
pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine
chegou perto. Até a colonização do espaço, como
previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está
atrasada. Mal chegamos a Marte, só para
descobrir que é um imenso terreno baldio. E os
profetas da felicidade universal não contavam
com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão.
Nenhuma previsão incluía a poluição e o
aquecimento global.
Mas, assim como os videntes otimistas
falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta
nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids,
por exemplo, como nós hoje falamos da gripe
espanhola. A ciência e a técnica ainda nos
surpreenderão. Estamos na pré-história da
energia magnética e por fusão nuclear fria.
É verdade que cada salto da ciência
corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar
das últimas revelações do Universo, mais as
pessoas procurarão respostas no misticismo e
refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança
por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo
fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do
leigo.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. O futuro no passado.
Disponível em <https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/08/30/leia-10-cronicas-de-luis-fernando-verissimo-publicadas-noglobo.ghtml>.
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