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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
De acordo com a lei nº 8.666/93, a documentação relativa à habilitação jurídica que se exige dos interessados para serem habilitados nas licitações, conforme o caso, consistirá em:
I. cédula de identidade.
II. registro comercial, no caso de empresa Ltda.
III. ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor, devidamente registrado, em se tratando de sociedades de serviço, e, no caso de sociedades por ações, acompanhado de documentos de eleição de seus administradores.
IV. inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades civis, acompanhada de prova de diretoria em exercício.
V. decreto de autorização, em se tratando de empresa ou sociedade estrangeira em funcionamento no País, e ato de registro ou autorização para funcionamento expedido pelo órgão competente, quando a atividade assim o exigir.
Assinale a alternativa correta:
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Narcisistas são pessoas 'horríveis, mas felizes', indica pesquisa
Os narcisistas podem ter delírios "grandiosos" sobre sua própria importância e uma certa falta de "vergonha" — mas os psicólogos acreditam que eles também são mais felizes do que a maioria das pessoas. Um estudo em curso sobre narcisismo, realizado por pesquisadores da Queen'sUniversity, em Belfast, na Irlanda do Norte, mostra que indivíduos com essa característica são capazes de enfurecer quem está ao seu redor, mas são menos propensos a ficar estressados ou deprimidos. De acordo com o psicólogo Kostas Papageorgiou, que conduziu a pesquisa, as reações negativas ao narcisismo podem ofuscar os benefícios que existem em ser narcisista. Os pesquisadores tentaram entender por que o narcisismo parece estar "em ascensão nas sociedades modernas" — seja na política, nas redes sociais e na cultura de celebridades —, uma vez que também é visto como algo "socialmente tóxico".
'Pouca vergonha ou culpa' Eles definem os narcisistas como indivíduos propensos a "se envolver em comportamentos arriscados, sustentar uma visão de superioridade irrealista de si mesmos, excessivamente confiantes, que mostram pouca empatia pelos outros e sentem pouca vergonha ou culpa". Com tantos atributos negativos, os pesquisadores queriam saber por que o narcisismo parece tão visível e frequentemente recompensado — em vez de ser penalizado. O narcisismo é um dos "traços sombrios" da personalidade identificados pelos psicólogos, assim como a psicopatia, o maquiavelismo e o sadismo. A pesquisa — que avaliou 700 adultos, por meio de questionários respondidos em três estudos — sugere que, embora o narcisismo possa ser nocivo para a sociedade, parece ser benéfico para os indivíduos narcisistas. Eles podem passar por cima dos outros e deixar um rastro de dano emocional ao seu redor — mas parecem também estar imune a se sentir mal consigo mesmos. Eles apresentam níveis mais baixos de estresse e são menos propensos a ver a vida como estressante — sua autoconfiança e senso exagerado de importância própria acabam se tornando características "protetoras".
'Preocupação com poder' Esse estudo sucede uma pesquisa anterior da mesma universidade, que indica que os narcisistas são mais propensos a ser bem-sucedidos no trabalho e em suas vidas sociais — com uma "resistência mental" que os ajuda a superar a rejeição ou decepção. Papageorgiou também analisou como diferentes dimensões do narcisismo poderiam apresentar resultados emocionais distintos. Os narcisistas com fortes características "grandiosas" podem ter uma "preocupação com status e poder", além de um "senso de importância superinflado", diz ele. Já os narcisistas "vulneráveis" podem ser muito mais defensivos e ter uma tendência a ver o comportamento de outras pessoas como "hostil". Em termos do seu próprio senso de bem-estar e capacidade de lidar com o estresse, é provável que os narcisistas "grandiosos" tenham características "muito positivas", segundo Papageorgiou. "Embora, é claro, nem todas as dimensões do narcisismo sejam boas, certos aspectos podem levar a resultados positivos", afirma. Tais características psicológicas "não devem ser vistas como boas ou ruins, mas como produtos da evolução e das expressões da natureza humana, que podem ser benéficas ou prejudiciais, dependendo do contexto." Pesquisas futuras podem encontrar uma maneira de cultivar algumas dessas características, e de desencorajar outras, "para o bem geral".
Disponível em:https://www.bbc.com/portuguese/geral-50218760. Acesso em 04/11/19.Texto adaptado.
Considere o seguinte trecho adaptado: “Em termos do seu próprio senso de bem-estar e capacidade de lidar com o estresse, é provável que os narcisistas grandiosos tenham características positivas, segundo Papageorgiou”. Os termos “narcisistas” e “características” classificam-se, respectivamente, como:
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O número natural n = 124x2y, de 6 algarismos, onde x é o algarismo das centenas e y o algarismo das unidades, é ímpar e divisível por 15. A diferença entre o maior e menor valor possível de n é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
Oriunda da Califórnia nos Estados Unidos é uma empresa multinacional americana que presta serviços eletrônicos na área do transporte privado urbano, através de um aplicativo que se baseia na localização. Essa empresa é:
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A natureza já ; não pode mais sustentar os humanos
Em 30 anos, mais de metade da população mundial sofrerá as consequências de uma natureza gravemente ferida. Um amplo estudo modelou o que os diferentes ecossistemas e processos biológicos oferecem hoje aos seres humanos e o que poderão lhes dar em 2050. Por diversas causas, a maioria antropogênicas, processos naturais como a polinização dos cultivos e a renovação da água reduzirão sua contribuição ao bem-estar humano. A pior parte caberá a regiões que hoje têm um maior capital natural, como a África e boa parte da Ásia. Os autores da pesquisa determinaram a contribuição natural dos diversos ecossistemas a três processos cruciais para os humanos: a polinização por parte de insetos e aves, a regeneração da água mediante a retirada do excesso de nitrogênio procedente da agropecuária e a proteção que diversas barreiras naturais oferecem na linha de costa. “A natureza oferece muito mais aos humanos: em um anterior trabalho propusemos 18 grandes famílias de contribuições naturais, mas não há dados de todas elas e para todo o planeta”, diz o pesquisador Unai Pascal, do Basque Centre for ClimateChange (BC3), coautor do estudo, explicando a escolha destas três contribuições. Sobrepuseram esses dados aos da população atual e a prevista em 2050 em escala local. O modelo incluiu também os diferentes fatores que mais estão deteriorando a natureza, como as mudanças no uso da terra em forma de desmatamento e o avanço da agricultura, a acelerada urbanização e a mudança climática. Por último, aplicaram seu modelo a três possíveis cenários: um em que as sociedades continuarão baseadas no uso dos combustíveis fósseis, como agora, outro emergente, que denominaram de rivalidade regional, e um terceiro protagonizado pela sustentabilidade. O trabalho, publicado na Science, conclui que, no pior dos cenários, até 4,45 bilhões de pessoas poderiam ter problemas com a qualidade da água por causa da incapacidade dos diferentes ecossistemas para regenerá-la. Além disso, quase cinco bilhões de humanos sofrerão uma diminuição significativa no rendimento de seus cultivos por causa da polinização deficiente. Os piores resultados não se dão no cenário onde o petróleo (e as emissões de CO2) são a base do sistema, e sim no novo, de rivalidade regional. “É num cenário de geração de blocos, onde o comércio internacional se regionaliza, algo que já estamos vendo com o Brexit e Trump”, comenta Pascal, que é também copresidente do relatório de Avaliação sobre os Valores da Natureza da IPBES (Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas). Neste panorama de nacionalização da globalização, o aumento da população intensificará a pressão sobre os recursos que a natureza pode oferecer em muitas regiões do planeta. Só uma aposta por uma trajetória sustentável poderia reduzir a um terço ou até um décimo o número de pessoas afetadas pela deterioração dos ecossistemas. Entretanto, seja qual for o cenário que se dê dentro de 30 anos, 500 milhões de habitantes das zonas costeiras enfrentarão um maior risco de erosão do litoral ou de inundações. O trabalho, plasmado numa poderosa ferramenta visual do Projeto Capital Natural, permite saber quem serão os maiores perdedores. Até 2,5 bilhões de pessoas do leste e sul da Ásia e outros 1,1 bilhão na África sofrerão uma redução na qualidade de sua água. Os riscos costeiros se concentrarão no sul e o norte da Ásia. Enquanto isso, os maiores problemas com a polinização natural caberão de novo ao Sudeste Asiático e África, mas também à Europa e América Latina. Nessas regiões, as pessoas afetadas poderiam se aproximar de 900 milhões. “Os países em desenvolvimento, que já estavam em desvantagem social e econômica, contavam com supostas vantagens do maior capital natural, mas é aqui onde se degrada mais rapidamente”, diz Pascal. Embora a tecnologia venha suprindo um número crescente de serviços antes prestados pela natureza, desta vez ela poderia não ser a resposta. “Se nos referimos a tecnologias como aquelas que substituam por completo as contribuições da natureza, como a polinização manual de cultivos que fazem na China, ou usinas de tratamento de água para eliminar o nitrogênio, ou a elaboração de estruturas sólidas para proteger as costas, não me parece que sejam a solução”, opina por e-mail a pesquisadora da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) Patricia Balvanera, não relacionada com o estudo. Especializada na inter-relação entre biodiversidade e bem-estar humano, Balvanera explica: “Não são soluções, por um lado, porque elas não cumprem todas as funções que cumpre a natureza. Ter vegetação ao longo dos rios ou à beira dos lagos não só contribui para a retenção de nitrogênio, mas também para a infiltração da água, para bombear água para a atmosfera, além de ser um lugar apto para a recreação. O mesmo com os mangues, recifes, pastos marinhos. Não só contribuem para a proteção costeira como também são os ninhais dos peixes e, portanto, contribuem para a regulação pesqueira”. A concentração das maiores perdas de capital natural nas zonas mais pobres revelada pelo estudo também torna inviável a aposta tecnológica. Assim argumenta a pesquisadora mexicana: “Não é realista que Madagascar possa investir em construções custosas para a proteção costeira. Não é realista que a Índia pudesse instalar centenas ou milhares de usinas de tratamento de água. Tampouco é realista que a China compense toda a polinização com trabalho manual”. Mais realista parece ser conservar a biodiversidade onde ela mais tem a oferecer. E, como diz em nota a cientista Becky Chaplin-Kramer, do Projeto Capital Natural e coautora do estudo, “contamos com a informação que necessitamos para evitar os piores cenários que projetam nossos modelos e avançar para um futuro justo e sustentável”.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/10/ciencia/1570701640_165943.html. Acesso em 29/10/19. Texto adaptado.
Considere o seguinte trecho: “E, como diz em nota a cientista Becky Chaplin-Kramer, do Projeto Capital Natural e coautora do estudo, “contamos com a informação que necessitamos para evitar os piores cenários que projetam nossos modelos e avançar para um futuro justo e sustentável”. Os termos “protejam”, “futuro” e “justo” classificam-se, respectivamente, no contexto em que se apresentam, como:
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
No processo de aquisição de bens ou serviços por parte do ente da Federação, é necessário observar alguns passos para que se possa proceder à adequada classificação quanto à natureza de despesa orçamentária e garantir que a informação contábil seja fidedigna. Os registros extraorçamentários são aqueles decorrentes de saídas compensatórias no ativo e no passivo financeiro e pagamento de restos a pagar. As saídas compensatórias no ativo e no passivo financeiro representam desembolsos de recursos de terceiros em poder do ente público, tais como:
( ) Devolução dos valores de terceiros (cauções/depósitos).
( ) Recolhimento de Consignações / Retenções.
( ) Pagamento das operações de crédito por antecipação de receita orçamentária (ARO).
( ) Pagamentos de Salário-Família, Salário-Maternidade e Auxílio-Natalidade.
Coloque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso e assinale a alternativa que representa a ordem correta.
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Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
Com base no Código Tributário Municipal, relacione as colunas e assinale a alternativa que apresenta a resposta que liga corretamente os tributos:
Sistema Tributário do Município
1Impostos
( ) sobre serviços de qualquer natureza
2Taxas decorrentes do efetivo exercício do poder de polícia administrativa
( ) de licença para funcionamento em horário normal e especial
3Taxas decorrentes da utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos, específicos e divisíveis, prestados aos contribuintes ou postos à sua disposição( ) de licença para o exercício da atividade de comércio ambulante
4Contribuição de Melhoria
( ) conservação de vias e logradouros públicos
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O ícone abaixo foi retirado do Microsoft Excel 2010 e possui a função, respectivamente, de:

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A batalha para manter a internet grátis e aberta a todos
Em 2013, Mark Zuckerberg, cofundador do Facebook, divulgou um documento intitulado "A conectividade é um direito humano?" em que fez "uma proposta de como podemos conectar os próximos cinco bilhões de pessoas", com a ajuda de um consórcio de empresas de tecnologia batizado de Internet.org. O plano de Zuckerberg não só incluía a ampliação do acesso às redes de telecomunicações existentes como também abrangia o desenvolvimento de novas tecnologias, como drones movidos à energia solar, que vagariam por áreas remotas, oferecendo acesso a conexões de dados nestas regiões. Metade da população do mundo vive sem uma conexão confiável à internet, o que limita seu acesso à educação, serviços financeiros, engajamento político, liberdade de expressão e mais. Entre eles está Salim Azim Assani, cofundador do WenakLabs, um centro digital em N'Djamena, capital do Chade. Em 2008, as autoridades governamentais bloquearam o acesso a redes sociais como Facebook e Twitter, citando como motivo a disseminação do extremismo religioso. Estes serviços permaneceram fora do ar por 16 meses. "Perdemos dinheiro e alguns de nossos clientes por causa do bloqueio à internet", diz Assani. Cinquenta anos depois que os primeiros computadores foram ligados à internet e 30 anos desde que a World Wide Web foi construída como uma "rede de redes", o mundo on-line gratuito e aberto previsto pelos seus pioneiros está sob ataque. Nos últimos anos, foram notificados cortes parciais e até apagões totais na Índia, no Sudão, na Eritreia, na Etiópia, na Síria, na República Democrática do Congo e no Iraque.
Controle do acesso Joshua Franco é vice-diretor da Amnesty Tech, braço da organização sem fins lucrativos Anistia Internacional que monitora a proteção de direitos humanos em meio às novas tecnologias e no ambiente digital. Embora sua organização não monitore de forma abrangente o mundo em busca de bloqueios da internet, ele diz que a frequência com que isso acontece está aumentando. "Nas regiões oeste e central da África, houve 12 casos de bloqueios intencionais em dispositivos móveis e internet em 2017, contra 11 em 2016. Em 2018, foram 20. Nosso medo é que continue aumentando." Normalmente, a justificativa para esses cortes é conter distúrbios sociais: quando as autoridades do Sri Lanka cortaram o acesso às redes sociais após os ataques terroristas da Páscoa de 2019, disseram ser necessário para evitar a disseminação de informações erradas e pânico. "Observamos mais o impacto, porque nem sempre dá para saber exatamente os motivos. Mas a coincidência com eventos públicos cruciais, como eleições e protestos, levanta suspeitas de que é uma forma de reprimir a liberdade de expressão", diz Franco. Bloquear a internet é uma medida drástica, mas outros métodos para controlar o acesso à rede podem ser igualmente dramáticos. O governo russo está, por exemplo, construindo uma internet paralela que existe inteiramente dentro de suas próprias fronteiras. Uma vez concluída, dará às autoridades russas controle total sobre o que os usuários no país podem ver e publicar on-line. E os chineses acessam um dos espaços on-line mais regulamentados do mundo, em que restrições a sites e serviços estrangeiros, a filtragem de conteúdo e leis rigorosas para empresas que operam na internet se combinam para formar o que é conhecido como o "grande firewall da China". Essa tendência está presente mesmo em nações mais liberais. Uma diretriz sobre direitos autorais aprovada pela União Europeia neste ano, conhecida como Artigo 13, obriga operadoras de serviços de internet a criar filtros para remover automaticamente conteúdos considerados ilegais. No Reino Unido, o governo afirmou diversas vezes que deveria ter permissão para quebrar a criptografia de aplicativos de mensagens privadas a pagamentos on-line. E, nos Estados Unidos, os legisladores tentaram derrubar as regras de neutralidade da rede que garantem que os serviços on-line sejam tratados igualmente.
Um direito humano? Dois anos após o lançamento do Internet.org, Zuckerberg compareceu à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para reiterar que "a internet pertence a todos". Ele não está sozinho nessa visão: relatórios do Conselho de Direitos Humanos da ONU em 2011 e 2016 criticaram as restrições à internet por violarem acordos internacionais sobre liberdade de expressão e informação. Nas duas vezes, os documentos foram amplamente divulgados como sendo declarações de que o próprio acesso à internet é um direito humano. "A internet é um direito humano", concorda Assani, que também administra uma organização sem fins lucrativos dedicada à promoção de serviços digitais no Chade. "Os jovens têm o direito de usar as mídias sociais e a internet e precisam usá-las para aprender a fazer negócios. Todas as pessoas têm o direito de usar a internet." VintCerf não concorda. Sua opinião deve valer alguma coisa: como cocriador do protocolo TCP/IP, modelo usado como base das comunicações de dados on-line, ele é conhecido como um dos "pais da internet". Após o relatório de 2011 da ONU, ele escreveu um editorial no jornal americano The New York Times refutando a noção de que o acesso à internet é um direito humano. Cerf afirmou que, como tecnologia, a internet é uma facilitadora de direitos. "No passado, se você não tinha um cavalo, era difícil se sustentar. Mas o direito nesse caso era o de ser capaz de se sustentar e não o direito a um cavalo." Ou seja, a internet seria um meio para um fim e não um fim em si mesmo.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-50226471. Acesso em 04/11/19. Texto adaptado.
Considere o seguinte trecho: “E, como diz em nota a cientista Becky Chaplin-Kramer, do Projeto Capital Natural e coautora do estudo, “contamos com a informação que necessitamos para evitar os piores cenários que projetam nossos modelos e avançar para um futuro justo e sustentável”. Os termos “protejam”, “futuro” e “justo” classificam-se, respectivamente, no contexto em que se apresentam, como:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAUSCS
Orgão: Pref. Potirendaba-SP
De acordo com a lei nº 8.666/93 a inexecução total ou parcial do contrato enseja a sua rescisão, com as consequências contratuais e as previstas em lei ou regulamento. Seguem alguns motivos para rescisão do contrato, coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso caso ocorra esta situação no município:
( ) A alteração social ou a modificação da finalidade ou da estrutura da empresa, que prejudique a execução do contrato.
( ) Razões de interesse público, de alta relevância e amplo conhecimento, justificadas e determinadas pela maioria simples dos vereadores da cidade a que está subordinado o contratante e exaradas no processo administrativo a que se refere o contrato.
( ) O atraso superior a 90 (noventa) dias dos pagamentos devidos pela Administração decorrentes de obras, serviços ou fornecimento, ou parcelas destes, já recebidos ou executados, salvo em caso de calamidade pública, grave perturbação da ordem interna ou guerra, é assegurado ao contratado o direito de optar pela suspensão do cumprimento de suas obrigações até que seja normalizada a situação.
( ) A subcontratação parcial do seu objeto, a associação do contratado com outrem, a cessão ou transferência parcial, bem como a fusão, cisão ou incorporação, não admitidas no edital e no contrato.
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