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Se o olho não vê o bolso não sente

O ser humano é um animal cooperativo por natureza. Mas em todas as sociedades a desigualdade corre solta. Alguns acabam mais ricos que outros. Faz séculos que os cientistas tentam descobrir os comportamentos que provocam a desigualdade. Uma nova rota de investigação consiste em usar jogos cuidadosamente desenhados para observar o comportamento do ser humano durante sua interação social. Em um novo experimento, os cientistas demonstraram que o simples fato de um indivíduo observar a desigualdade existente no grupo induz comportamentos que aumentam a desigualdade. [...]

A conclusão é que nosso comportamento provoca a desigualdade mesmo quando as pessoas partem de uma situação de total igualdade. Mas, quando a desigualdade já existe, ela tende a aumentar rapidamente quando podemos nos comparar com os demais. Em suma, inveja e exibicionismo provocam comportamentos que aumentam a desigualdade entre os homens. Como diria minha avó: grande novidade.

(Fernando Reinach. O Estado de S. Paulo. Metrópole, 24.10.2015. Adaptado)

No título do texto – Se o olho não vê o bolso não sente –, o verbo destacado tem o mesmo sentido que na frase:
 

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Também já fui brasileiro

Eu também já fui brasileiro

moreno como vocês.

Ponteei viola, guiei forde

e aprendi na mesa dos bares

que o nacionalismo é uma virtude.

Mas há uma hora em que os bares se fecham

e todas as virtudes se negam.

Eu também já fui poeta.

Bastava olhar para mulher,

pensava logo nas estrelas

e outros substantivos celestes.

Mas eram tantas, o céu tamanho,

minha poesia perturbou-se.

Eu também já tive meu ritmo.

Fazia isso, dizia aquilo.

E meus amigos me queriam,

meus inimigos me odiavam.

Eu irônico deslizava

satisfeito de ter meu ritmo.

Mas acabei confundindo tudo.

Hoje não deslizo mais não,

não sou irônico mais não,

não tenho ritmo mais não.

(Carlos Drummond de Andrade)

Assinale a alternativa em que a pontuação foi empregada corretamente, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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Também já fui brasileiro

Eu também já fui brasileiro

moreno como vocês.

Ponteei viola, guiei forde

e aprendi na mesa dos bares

que o nacionalismo é uma virtude.

Mas há uma hora em que os bares se fecham

e todas as virtudes se negam.

Eu também já fui poeta.

Bastava olhar para mulher,

pensava logo nas estrelas

e outros substantivos celestes.

Mas eram tantas, o céu tamanho,

minha poesia perturbou-se.

Eu também já tive meu ritmo.

Fazia isso, dizia aquilo.

E meus amigos me queriam,

meus inimigos me odiavam.

Eu irônico deslizava

satisfeito de ter meu ritmo.

Mas acabei confundindo tudo.

Hoje não deslizo mais não,

não sou irônico mais não,

não tenho ritmo mais não.

(Carlos Drummond de Andrade)

No verso – minha poesia perturbou-se –, o verbo destacado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
 

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394764 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Presidente Prudente-SP

Leia a tirinha para responder à questão.

enunciado 394764-1

(willtirando.com.br – Acesso em 26.10.2015)

Considerando a fala da mulher, pode-se afirmar que, em relação ao menino, ela pretendia
 

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394763 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Presidente Prudente-SP

Lugar de comida não é na lixeira

A cada ano, um terço dos alimentos produzidos no mundo vai parar no lixo. Isso significa que 30% das terras agrícolas disponíveis são usadas para produzir alimentos que nunca serão consumidos.

É terrível saber que 800 milhões de pessoas no mundo passam fome e outra parte da população joga fora os alimentos.

No Brasil, os desperdícios e perdas estão presentes em todo o processo, sendo 10% no campo, 50% no manuseio e no transporte, 30% na comercialização e nas centrais de abastecimento, e 10% no varejo e consumidor final.

Além disso, há os gases de efeito estufa gerados pelos alimentos que são descartados. Existe uma quantidade de hectares, fertilizantes, maquinário e mão de obra que poderíamos poupar se fôssemos mais eficientes nesse processo.

Existe uma diferença entre perda e desperdício: enquanto as perdas ocorrem no aspecto produtivo, durante a colheita, a armazenagem e o transporte, o desperdício se dá pelo consumidor, na feira livre, em domicílios e estabelecimentos comerciais.

O desperdício de alimentos é uma questão cultural; falta disciplina na hora de consumir. As pessoas compram vegetais, mas só consomem a polpa. Por exemplo, tira-se toda a casca da batata antes do preparo de um purê, sem sequer se experimentar a preparação utilizando o alimento em sua totalidade.

A educação é o caminho para modificar essas práticas. O desperdício de alimentos gerados por nós não só afeta a vida de uma pessoa mas também a de milhões que vivem no mundo em situação de fome e insegurança familiar.

(Revista e-Sesc, n° 4, ano 22, out. 2015. Adaptado)

Segundo o texto, a solução para o problema do desperdício está
 

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Se o olho não vê o bolso não sente

O ser humano é um animal cooperativo por natureza. Mas em todas as sociedades a desigualdade corre solta. Alguns acabam mais ricos que outros. Faz séculos que os cientistas tentam descobrir os comportamentos que provocam a desigualdade. Uma nova rota de investigação consiste em usar jogos cuidadosamente desenhados para observar o comportamento do ser humano durante sua interação social. Em um novo experimento, os cientistas demonstraram que o simples fato de um indivíduo observar a desigualdade existente no grupo induz comportamentos que aumentam a desigualdade. [...]

A conclusão é que nosso comportamento provoca a desigualdade mesmo quando as pessoas partem de uma situação de total igualdade. Mas, quando a desigualdade já existe, ela tende a aumentar rapidamente quando podemos nos comparar com os demais. Em suma, inveja e exibicionismo provocam comportamentos que aumentam a desigualdade entre os homens. Como diria minha avó: grande novidade.

(Fernando Reinach. O Estado de S. Paulo. Metrópole, 24.10.2015. Adaptado)

Leia a frase:

Em suma, inveja e exibicionismo provocam comportamentos que aumentam a desigualdade entre os homens.

Sem alteração do sentido da frase, a expressão destacada pode ser substituída por:

 

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Também já fui brasileiro

Eu também já fui brasileiro

moreno como vocês.

Ponteei viola, guiei forde

e aprendi na mesa dos bares

que o nacionalismo é uma virtude.

Mas há uma hora em que os bares se fecham

e todas as virtudes se negam.

Eu também já fui poeta.

Bastava olhar para mulher,

pensava logo nas estrelas

e outros substantivos celestes.

Mas eram tantas, o céu tamanho,

minha poesia perturbou-se.

Eu também já tive meu ritmo.

Fazia isso, dizia aquilo.

E meus amigos me queriam,

meus inimigos me odiavam.

Eu irônico deslizava

satisfeito de ter meu ritmo.

Mas acabei confundindo tudo.

Hoje não deslizo mais não,

não sou irônico mais não,

não tenho ritmo mais não.

(Carlos Drummond de Andrade)

No poema Também já fui brasileiro, o poeta encontra-se
 

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Leia a tirinha para responder à questão.

enunciado 394760-1

(www.willtirando.com.br)

A reação da professora, no último quadrinho da tirinha, demonstra que ela
 

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A conspiração dos imbecis

O Castelo Sforzesco, em Milão, preserva tesouros da arte italiana, como a Pietà Rondanini, de Michelangelo. Um dos sóbrios edifícios residenciais em frente ao castelo abriga outro tesouro italiano: Umberto Eco, filósofo, crítico literário e romancista traduzido em mais de quarenta idiomas. O autor de O Nome da Rosa, romance ambientado na Idade Média que vendeu mais de 30 milhões de exemplares, lançou neste ano Número Zero – que chega ao Brasil nesta semana, pela Record –, um retrato crítico do jornalismo subordinado a interesses políticos. Na casa milanesa, onde conserva uma biblioteca de 30000 livros (há outros 20000 em sua residência em Urbino), Eco, 83 anos, recebeu VEJA para falar de jornalismo, internet, conspirações e, claro, literatura.

VEJA: Foi um estrondo a sua declaração, em uma cerimônia na Universidade de Torino, de que a internet dá voz a uma multidão de imbecis. O que o senhor achou da dimensão que o assunto tomou?

ECO: As pessoas fizeram um grande estardalhaço por eu ter dito que multidões de imbecis têm agora como divulgar suas opiniões. Ora, veja bem, num mundo com mais de 7 bilhões de pessoas, você não concordaria que há muitos imbecis? Não estou falando ofensivamente quanto ao caráter das pessoas. O sujeito pode ser um excelente funcionário ou pai de família, mas ser um completo imbecil em diversos assuntos. Com a internet e as redes sociais, o imbecil passa a opinar a respeito de temas que não entende.

VEJA: Mas a internet tem seu valor, não?

ECO: A internet é como Funes, o memorioso, o personagem de Jorge Luis Borges: lembra tudo, não esquece nada. É preciso filtrar, distinguir. Sempre digo que a primeira disciplina a ser ministrada nas escolas deveria ser sobre como usar a internet: como analisar informações. O problema é que nem mesmo os professores estão preparados para isso. Foi nesse sentido que defendi recentemente que os jornais, em vez de se tornar vítimas da internet, repetindo o que circula na rede, deveriam dedicar espaço para a análise das informações que circulam nos sites, mostrando aos leitores o que é sério, o que é fraude.

(Eduardo Wolf. Disponível em http://veja.abril.com.br. Acesso em 07.07.2015. Adaptado)

No trecho – A internet é como Funes, o memorioso, o personagem de Jorge Luis Borges: lembra tudo, não esquece nada. – o sentido expresso pela conjunção destacada é de
 

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394758 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Presidente Prudente-SP

Lugar de comida não é na lixeira

A cada ano, um terço dos alimentos produzidos no mundo vai parar no lixo. Isso significa que 30% das terras agrícolas disponíveis são usadas para produzir alimentos que nunca serão consumidos.

É terrível saber que 800 milhões de pessoas no mundo passam fome e outra parte da população joga fora os alimentos.

No Brasil, os desperdícios e perdas estão presentes em todo o processo, sendo 10% no campo, 50% no manuseio e no transporte, 30% na comercialização e nas centrais de abastecimento, e 10% no varejo e consumidor final.

Além disso, há os gases de efeito estufa gerados pelos alimentos que são descartados. Existe uma quantidade de hectares, fertilizantes, maquinário e mão de obra que poderíamos poupar se fôssemos mais eficientes nesse processo.

Existe uma diferença entre perda e desperdício: enquanto as perdas ocorrem no aspecto produtivo, durante a colheita, a armazenagem e o transporte, o desperdício se dá pelo consumidor, na feira livre, em domicílios e estabelecimentos comerciais.

O desperdício de alimentos é uma questão cultural; falta disciplina na hora de consumir. As pessoas compram vegetais, mas só consomem a polpa. Por exemplo, tira-se toda a casca da batata antes do preparo de um purê, sem sequer se experimentar a preparação utilizando o alimento em sua totalidade.

A educação é o caminho para modificar essas práticas. O desperdício de alimentos gerados por nós não só afeta a vida de uma pessoa mas também a de milhões que vivem no mundo em situação de fome e insegurança familiar.

(Revista e-Sesc, n° 4, ano 22, out. 2015. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada estabelece sentido de finalidade.
 

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