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3669598
Ano: 2025
Disciplina: Estatística
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Disciplina: Estatística
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Provas:
No Brasil onde faltam padres, quem são os jovens que atendem o 'chamado' ao sacerdócio:
'Celibato acontece com naturalidade'
Junior Henrique da Silva, de 31 anos, seguia uma carreira sólida em uma escola da rede
particular de Belo Horizonte (MG), como professor e coordenador. Em 2022, porém, o mineiro de
Raposos (MG) largou o emprego e terminou um noivado. Depois de duas desistências, ele enfim
compreendeu o "chamado". Tinha sido admitido como seminarista para realizar o sonho de se
tornar padre.
Kaik Ribas, de 28 anos, estudava jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas
Gerais (PUC-MG), mas sentia que algo não caminhava como planejado. No fim da graduação,
resolveu tentar o caminho que o atraía desde a infância. Após três anos de encontros vocacionais
— uma espécie de "classificatória" para os candidatos ao seminário, normalmente com duração
de um ano —, ele foi aceito para a formação eclesiástica.
Hoje, ambos são colegas no Seminário Coração Eucarístico de Jesus, da Arquidiocese de
Belo Horizonte, atualmente com 60 estudantes, residentes no edifício inaugurado em 1923, na
região noroeste da capital mineira.
O período que antecede a batina dura um total de oito anos, incluindo a fase introdutória,
chamada de propedêutico, e graduações em filosofia e teologia. Além disso, é composto por uma
rígida rotina e pelas renúncias, entre as quais a mais famosa é o celibato.
Os dados mais recentes sobre os seminaristas, publicados em 2021 pela Regional Oeste 1
da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), indicavam um universo de 8 mil
candidatos a padres no Brasil. Destes, 5,3 mil eram diocesanos (formados nas dioceses, as
administrações regionais da Igreja, como as arquidioceses, responsáveis por paróquias locais —
atualmente, são 278 as dioceses espalhadas pelo Brasil) e 2,7 mil, religiosos (ligados a
congregações como franciscanos e jesuítas). A CNBB afirma que os números estão defasados,
mas não informou qual a contagem atual.
Ao menos no âmbito global, a Igreja Católica tem registrado uma queda constante nessa
estatística. De acordo com o Anuário Pontifício 2025, publicado em março e que atualiza os dados
gerais do mundo católico, o total de seminaristas no mundo passou de 108,4 mil para 106,4 mil de
2022 para 2023, último ano registrado no documento. Mas a tendência já vem de mais tempo —
segundo o anuário, há uma "diminuição ininterrupta desde 2012". Para se ter uma ideia, em 2019,
eram 114 mil.
Segundo a publicação, o Brasil continuaria sendo o maior país católico do mundo,
responsável por cerca de 13% dos fiéis do planeta, um contingente aproximado de 182 milhões de
pessoas. Outros levantamentos, porém, colocam em xeque esse número. De acordo com uma
pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em 2020, 50% dos brasileiros se declaravam católicos
(cerca de 106 milhões na contagem populacional do Censo 2022) e 31% se diziam evangélicos.
Já uma projeção da consultoria Mar Asset Management, feita a partir de dados do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Receita Federal e publicada em fevereiro deste
ano, aponta que, em outubro de 2026, 36% dos brasileiros serão evangélicos. Esse quadro,
porém, não indica uma crise na formação católica, ressalta o padre Evandro Campos, reitor do
seminário da Arquidiocese de Belo Horizonte.
A entidade responde atualmente por cerca de 650 padres, em 300 paróquias distribuídas
por 28 municípios da região metropolitana. Os dados mais recentes da CNBB, de 2023, apontam
para um total de 22,1 mil padres no Brasil. É um número que também está em queda, de acordo
com um estudo divulgado em 2018 pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais
(Ceris), fundação hoje extinta que era vinculada à CNBB. Havia então 27,3 mil padres no país — o
que correspondia à época a um padre para 7,8 mil habitantes. Na Itália, em comparação, havia
um para cada mil.
"A Igreja vem conseguindo responder acolhendo novos jovens", diz Campos. Segundo ele,
há um trabalho feito diretamente com os párocos, no sentido de identificar possíveis candidatos ao
sacerdócio. "A partir daí, vamos fazendo um acompanhamento individual e de grupo, durante um
ano — e, nesse processo, temos tido uma presença grande de jovens", afirma Campos. Em
alguns locais, onde a situação é crítica, como a região da Amazônia, a Igreja tem trazido
sacerdotes até mesmo da Índia para tentar acabar com os "desertos de padres" na floresta.
Fonte: Novos padres: no Brasil onde faltam sacerdotes, quem são os jovens que atendem o 'chamado' da
Igreja Católica - BBC News Brasil
Com base nos dados da tabela, o percentual do curso destinado a Parte Prática e Seminários corresponde a:
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3669597
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Provas:
No Brasil onde faltam padres, quem são os jovens que atendem o 'chamado' ao sacerdócio:
'Celibato acontece com naturalidade'
Junior Henrique da Silva, de 31 anos, seguia uma carreira sólida em uma escola da rede
particular de Belo Horizonte (MG), como professor e coordenador. Em 2022, porém, o mineiro de
Raposos (MG) largou o emprego e terminou um noivado. Depois de duas desistências, ele enfim
compreendeu o "chamado". Tinha sido admitido como seminarista para realizar o sonho de se
tornar padre.
Kaik Ribas, de 28 anos, estudava jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas
Gerais (PUC-MG), mas sentia que algo não caminhava como planejado. No fim da graduação,
resolveu tentar o caminho que o atraía desde a infância. Após três anos de encontros vocacionais
— uma espécie de "classificatória" para os candidatos ao seminário, normalmente com duração
de um ano —, ele foi aceito para a formação eclesiástica.
Hoje, ambos são colegas no Seminário Coração Eucarístico de Jesus, da Arquidiocese de
Belo Horizonte, atualmente com 60 estudantes, residentes no edifício inaugurado em 1923, na
região noroeste da capital mineira.
O período que antecede a batina dura um total de oito anos, incluindo a fase introdutória,
chamada de propedêutico, e graduações em filosofia e teologia. Além disso, é composto por uma
rígida rotina e pelas renúncias, entre as quais a mais famosa é o celibato.
Os dados mais recentes sobre os seminaristas, publicados em 2021 pela Regional Oeste 1
da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), indicavam um universo de 8 mil
candidatos a padres no Brasil. Destes, 5,3 mil eram diocesanos (formados nas dioceses, as
administrações regionais da Igreja, como as arquidioceses, responsáveis por paróquias locais —
atualmente, são 278 as dioceses espalhadas pelo Brasil) e 2,7 mil, religiosos (ligados a
congregações como franciscanos e jesuítas). A CNBB afirma que os números estão defasados,
mas não informou qual a contagem atual.
Ao menos no âmbito global, a Igreja Católica tem registrado uma queda constante nessa
estatística. De acordo com o Anuário Pontifício 2025, publicado em março e que atualiza os dados
gerais do mundo católico, o total de seminaristas no mundo passou de 108,4 mil para 106,4 mil de
2022 para 2023, último ano registrado no documento. Mas a tendência já vem de mais tempo —
segundo o anuário, há uma "diminuição ininterrupta desde 2012". Para se ter uma ideia, em 2019,
eram 114 mil.
Segundo a publicação, o Brasil continuaria sendo o maior país católico do mundo,
responsável por cerca de 13% dos fiéis do planeta, um contingente aproximado de 182 milhões de
pessoas. Outros levantamentos, porém, colocam em xeque esse número. De acordo com uma
pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em 2020, 50% dos brasileiros se declaravam católicos
(cerca de 106 milhões na contagem populacional do Censo 2022) e 31% se diziam evangélicos.
Já uma projeção da consultoria Mar Asset Management, feita a partir de dados do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Receita Federal e publicada em fevereiro deste
ano, aponta que, em outubro de 2026, 36% dos brasileiros serão evangélicos. Esse quadro,
porém, não indica uma crise na formação católica, ressalta o padre Evandro Campos, reitor do
seminário da Arquidiocese de Belo Horizonte.
A entidade responde atualmente por cerca de 650 padres, em 300 paróquias distribuídas
por 28 municípios da região metropolitana. Os dados mais recentes da CNBB, de 2023, apontam
para um total de 22,1 mil padres no Brasil. É um número que também está em queda, de acordo
com um estudo divulgado em 2018 pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais
(Ceris), fundação hoje extinta que era vinculada à CNBB. Havia então 27,3 mil padres no país — o
que correspondia à época a um padre para 7,8 mil habitantes. Na Itália, em comparação, havia
um para cada mil.
"A Igreja vem conseguindo responder acolhendo novos jovens", diz Campos. Segundo ele,
há um trabalho feito diretamente com os párocos, no sentido de identificar possíveis candidatos ao
sacerdócio. "A partir daí, vamos fazendo um acompanhamento individual e de grupo, durante um
ano — e, nesse processo, temos tido uma presença grande de jovens", afirma Campos. Em
alguns locais, onde a situação é crítica, como a região da Amazônia, a Igreja tem trazido
sacerdotes até mesmo da Índia para tentar acabar com os "desertos de padres" na floresta.
Fonte: Novos padres: no Brasil onde faltam sacerdotes, quem são os jovens que atendem o 'chamado' da
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3669596
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
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No Brasil onde faltam padres, quem são os jovens que atendem o 'chamado' ao sacerdócio:
'Celibato acontece com naturalidade'
Junior Henrique da Silva, de 31 anos, seguia uma carreira sólida em uma escola da rede
particular de Belo Horizonte (MG), como professor e coordenador. Em 2022, porém, o mineiro de
Raposos (MG) largou o emprego e terminou um noivado. Depois de duas desistências, ele enfim
compreendeu o "chamado". Tinha sido admitido como seminarista para realizar o sonho de se
tornar padre.
Kaik Ribas, de 28 anos, estudava jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas
Gerais (PUC-MG), mas sentia que algo não caminhava como planejado. No fim da graduação,
resolveu tentar o caminho que o atraía desde a infância. Após três anos de encontros vocacionais
— uma espécie de "classificatória" para os candidatos ao seminário, normalmente com duração
de um ano —, ele foi aceito para a formação eclesiástica.
Hoje, ambos são colegas no Seminário Coração Eucarístico de Jesus, da Arquidiocese de
Belo Horizonte, atualmente com 60 estudantes, residentes no edifício inaugurado em 1923, na
região noroeste da capital mineira.
O período que antecede a batina dura um total de oito anos, incluindo a fase introdutória,
chamada de propedêutico, e graduações em filosofia e teologia. Além disso, é composto por uma
rígida rotina e pelas renúncias, entre as quais a mais famosa é o celibato.
Os dados mais recentes sobre os seminaristas, publicados em 2021 pela Regional Oeste 1
da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), indicavam um universo de 8 mil
candidatos a padres no Brasil. Destes, 5,3 mil eram diocesanos (formados nas dioceses, as
administrações regionais da Igreja, como as arquidioceses, responsáveis por paróquias locais —
atualmente, são 278 as dioceses espalhadas pelo Brasil) e 2,7 mil, religiosos (ligados a
congregações como franciscanos e jesuítas). A CNBB afirma que os números estão defasados,
mas não informou qual a contagem atual.
Ao menos no âmbito global, a Igreja Católica tem registrado uma queda constante nessa
estatística. De acordo com o Anuário Pontifício 2025, publicado em março e que atualiza os dados
gerais do mundo católico, o total de seminaristas no mundo passou de 108,4 mil para 106,4 mil de
2022 para 2023, último ano registrado no documento. Mas a tendência já vem de mais tempo —
segundo o anuário, há uma "diminuição ininterrupta desde 2012". Para se ter uma ideia, em 2019,
eram 114 mil.
Segundo a publicação, o Brasil continuaria sendo o maior país católico do mundo,
responsável por cerca de 13% dos fiéis do planeta, um contingente aproximado de 182 milhões de
pessoas. Outros levantamentos, porém, colocam em xeque esse número. De acordo com uma
pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em 2020, 50% dos brasileiros se declaravam católicos
(cerca de 106 milhões na contagem populacional do Censo 2022) e 31% se diziam evangélicos.
Já uma projeção da consultoria Mar Asset Management, feita a partir de dados do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Receita Federal e publicada em fevereiro deste
ano, aponta que, em outubro de 2026, 36% dos brasileiros serão evangélicos. Esse quadro,
porém, não indica uma crise na formação católica, ressalta o padre Evandro Campos, reitor do
seminário da Arquidiocese de Belo Horizonte.
A entidade responde atualmente por cerca de 650 padres, em 300 paróquias distribuídas
por 28 municípios da região metropolitana. Os dados mais recentes da CNBB, de 2023, apontam
para um total de 22,1 mil padres no Brasil. É um número que também está em queda, de acordo
com um estudo divulgado em 2018 pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais
(Ceris), fundação hoje extinta que era vinculada à CNBB. Havia então 27,3 mil padres no país — o
que correspondia à época a um padre para 7,8 mil habitantes. Na Itália, em comparação, havia
um para cada mil.
"A Igreja vem conseguindo responder acolhendo novos jovens", diz Campos. Segundo ele,
há um trabalho feito diretamente com os párocos, no sentido de identificar possíveis candidatos ao
sacerdócio. "A partir daí, vamos fazendo um acompanhamento individual e de grupo, durante um
ano — e, nesse processo, temos tido uma presença grande de jovens", afirma Campos. Em
alguns locais, onde a situação é crítica, como a região da Amazônia, a Igreja tem trazido
sacerdotes até mesmo da Índia para tentar acabar com os "desertos de padres" na floresta.
Fonte: Novos padres: no Brasil onde faltam sacerdotes, quem são os jovens que atendem o 'chamado' da
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3669595
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
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No Brasil onde faltam padres, quem são os jovens que atendem o 'chamado' ao sacerdócio:
'Celibato acontece com naturalidade'
Junior Henrique da Silva, de 31 anos, seguia uma carreira sólida em uma escola da rede
particular de Belo Horizonte (MG), como professor e coordenador. Em 2022, porém, o mineiro de
Raposos (MG) largou o emprego e terminou um noivado. Depois de duas desistências, ele enfim
compreendeu o "chamado". Tinha sido admitido como seminarista para realizar o sonho de se
tornar padre.
Kaik Ribas, de 28 anos, estudava jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas
Gerais (PUC-MG), mas sentia que algo não caminhava como planejado. No fim da graduação,
resolveu tentar o caminho que o atraía desde a infância. Após três anos de encontros vocacionais
— uma espécie de "classificatória" para os candidatos ao seminário, normalmente com duração
de um ano —, ele foi aceito para a formação eclesiástica.
Hoje, ambos são colegas no Seminário Coração Eucarístico de Jesus, da Arquidiocese de
Belo Horizonte, atualmente com 60 estudantes, residentes no edifício inaugurado em 1923, na
região noroeste da capital mineira.
O período que antecede a batina dura um total de oito anos, incluindo a fase introdutória,
chamada de propedêutico, e graduações em filosofia e teologia. Além disso, é composto por uma
rígida rotina e pelas renúncias, entre as quais a mais famosa é o celibato.
Os dados mais recentes sobre os seminaristas, publicados em 2021 pela Regional Oeste 1
da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), indicavam um universo de 8 mil
candidatos a padres no Brasil. Destes, 5,3 mil eram diocesanos (formados nas dioceses, as
administrações regionais da Igreja, como as arquidioceses, responsáveis por paróquias locais —
atualmente, são 278 as dioceses espalhadas pelo Brasil) e 2,7 mil, religiosos (ligados a
congregações como franciscanos e jesuítas). A CNBB afirma que os números estão defasados,
mas não informou qual a contagem atual.
Ao menos no âmbito global, a Igreja Católica tem registrado uma queda constante nessa
estatística. De acordo com o Anuário Pontifício 2025, publicado em março e que atualiza os dados
gerais do mundo católico, o total de seminaristas no mundo passou de 108,4 mil para 106,4 mil de
2022 para 2023, último ano registrado no documento. Mas a tendência já vem de mais tempo —
segundo o anuário, há uma "diminuição ininterrupta desde 2012". Para se ter uma ideia, em 2019,
eram 114 mil.
Segundo a publicação, o Brasil continuaria sendo o maior país católico do mundo,
responsável por cerca de 13% dos fiéis do planeta, um contingente aproximado de 182 milhões de
pessoas. Outros levantamentos, porém, colocam em xeque esse número. De acordo com uma
pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em 2020, 50% dos brasileiros se declaravam católicos
(cerca de 106 milhões na contagem populacional do Censo 2022) e 31% se diziam evangélicos.
Já uma projeção da consultoria Mar Asset Management, feita a partir de dados do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Receita Federal e publicada em fevereiro deste
ano, aponta que, em outubro de 2026, 36% dos brasileiros serão evangélicos. Esse quadro,
porém, não indica uma crise na formação católica, ressalta o padre Evandro Campos, reitor do
seminário da Arquidiocese de Belo Horizonte.
A entidade responde atualmente por cerca de 650 padres, em 300 paróquias distribuídas
por 28 municípios da região metropolitana. Os dados mais recentes da CNBB, de 2023, apontam
para um total de 22,1 mil padres no Brasil. É um número que também está em queda, de acordo
com um estudo divulgado em 2018 pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais
(Ceris), fundação hoje extinta que era vinculada à CNBB. Havia então 27,3 mil padres no país — o
que correspondia à época a um padre para 7,8 mil habitantes. Na Itália, em comparação, havia
um para cada mil.
"A Igreja vem conseguindo responder acolhendo novos jovens", diz Campos. Segundo ele,
há um trabalho feito diretamente com os párocos, no sentido de identificar possíveis candidatos ao
sacerdócio. "A partir daí, vamos fazendo um acompanhamento individual e de grupo, durante um
ano — e, nesse processo, temos tido uma presença grande de jovens", afirma Campos. Em
alguns locais, onde a situação é crítica, como a região da Amazônia, a Igreja tem trazido
sacerdotes até mesmo da Índia para tentar acabar com os "desertos de padres" na floresta.
Fonte: Novos padres: no Brasil onde faltam sacerdotes, quem são os jovens que atendem o 'chamado' da
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3669594
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
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No Brasil onde faltam padres, quem são os jovens que atendem o 'chamado' ao sacerdócio:
'Celibato acontece com naturalidade'
Junior Henrique da Silva, de 31 anos, seguia uma carreira sólida em uma escola da rede
particular de Belo Horizonte (MG), como professor e coordenador. Em 2022, porém, o mineiro de
Raposos (MG) largou o emprego e terminou um noivado. Depois de duas desistências, ele enfim
compreendeu o "chamado". Tinha sido admitido como seminarista para realizar o sonho de se
tornar padre.
Kaik Ribas, de 28 anos, estudava jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas
Gerais (PUC-MG), mas sentia que algo não caminhava como planejado. No fim da graduação,
resolveu tentar o caminho que o atraía desde a infância. Após três anos de encontros vocacionais
— uma espécie de "classificatória" para os candidatos ao seminário, normalmente com duração
de um ano —, ele foi aceito para a formação eclesiástica.
Hoje, ambos são colegas no Seminário Coração Eucarístico de Jesus, da Arquidiocese de
Belo Horizonte, atualmente com 60 estudantes, residentes no edifício inaugurado em 1923, na
região noroeste da capital mineira.
O período que antecede a batina dura um total de oito anos, incluindo a fase introdutória,
chamada de propedêutico, e graduações em filosofia e teologia. Além disso, é composto por uma
rígida rotina e pelas renúncias, entre as quais a mais famosa é o celibato.
Os dados mais recentes sobre os seminaristas, publicados em 2021 pela Regional Oeste 1
da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), indicavam um universo de 8 mil
candidatos a padres no Brasil. Destes, 5,3 mil eram diocesanos (formados nas dioceses, as
administrações regionais da Igreja, como as arquidioceses, responsáveis por paróquias locais —
atualmente, são 278 as dioceses espalhadas pelo Brasil) e 2,7 mil, religiosos (ligados a
congregações como franciscanos e jesuítas). A CNBB afirma que os números estão defasados,
mas não informou qual a contagem atual.
Ao menos no âmbito global, a Igreja Católica tem registrado uma queda constante nessa
estatística. De acordo com o Anuário Pontifício 2025, publicado em março e que atualiza os dados
gerais do mundo católico, o total de seminaristas no mundo passou de 108,4 mil para 106,4 mil de
2022 para 2023, último ano registrado no documento. Mas a tendência já vem de mais tempo —
segundo o anuário, há uma "diminuição ininterrupta desde 2012". Para se ter uma ideia, em 2019,
eram 114 mil.
Segundo a publicação, o Brasil continuaria sendo o maior país católico do mundo,
responsável por cerca de 13% dos fiéis do planeta, um contingente aproximado de 182 milhões de
pessoas. Outros levantamentos, porém, colocam em xeque esse número. De acordo com uma
pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em 2020, 50% dos brasileiros se declaravam católicos
(cerca de 106 milhões na contagem populacional do Censo 2022) e 31% se diziam evangélicos.
Já uma projeção da consultoria Mar Asset Management, feita a partir de dados do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Receita Federal e publicada em fevereiro deste
ano, aponta que, em outubro de 2026, 36% dos brasileiros serão evangélicos. Esse quadro,
porém, não indica uma crise na formação católica, ressalta o padre Evandro Campos, reitor do
seminário da Arquidiocese de Belo Horizonte.
A entidade responde atualmente por cerca de 650 padres, em 300 paróquias distribuídas
por 28 municípios da região metropolitana. Os dados mais recentes da CNBB, de 2023, apontam
para um total de 22,1 mil padres no Brasil. É um número que também está em queda, de acordo
com um estudo divulgado em 2018 pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais
(Ceris), fundação hoje extinta que era vinculada à CNBB. Havia então 27,3 mil padres no país — o
que correspondia à época a um padre para 7,8 mil habitantes. Na Itália, em comparação, havia
um para cada mil.
"A Igreja vem conseguindo responder acolhendo novos jovens", diz Campos. Segundo ele,
há um trabalho feito diretamente com os párocos, no sentido de identificar possíveis candidatos ao
sacerdócio. "A partir daí, vamos fazendo um acompanhamento individual e de grupo, durante um
ano — e, nesse processo, temos tido uma presença grande de jovens", afirma Campos. Em
alguns locais, onde a situação é crítica, como a região da Amazônia, a Igreja tem trazido
sacerdotes até mesmo da Índia para tentar acabar com os "desertos de padres" na floresta.
Fonte: Novos padres: no Brasil onde faltam sacerdotes, quem são os jovens que atendem o 'chamado' da
Igreja Católica - BBC News Brasil
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Questão presente nas seguintes provas
3669832
Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Disciplina: Geografia
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Provas:
Analise as assertivas sobre a geografia paranaense e marque V para Verdadeiro e F
para Falso:
( ) A Serra do Mar estende-se pelo litoral paranaense, influenciando o clima da região.
( ) O Rio Iguaçu nasce no estado de Santa Catarina e deságua no Rio Paraná.
( ) O Pico Paraná é o ponto mais alto do estado, localizado na Serra da Baitaca.
( ) O Parque Nacional de Foz do Iguaçu é a única unidade de conservação federal no estado do Paraná.
Assinale a sequência correta, de cima para baixo:
( ) A Serra do Mar estende-se pelo litoral paranaense, influenciando o clima da região.
( ) O Rio Iguaçu nasce no estado de Santa Catarina e deságua no Rio Paraná.
( ) O Pico Paraná é o ponto mais alto do estado, localizado na Serra da Baitaca.
( ) O Parque Nacional de Foz do Iguaçu é a única unidade de conservação federal no estado do Paraná.
Assinale a sequência correta, de cima para baixo:
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Questão presente nas seguintes provas
3669831
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Provas:
Como aumentar vida útil das roupas: 'Se jogamos fora só porque zíper quebrou,
precisamos repensar'
"Passei anos vasculhando lojas de roupa de segunda mão e vi centenas de peças
perfeitas abandonadas por causa de um zíper quebrado", conta a italiana Orsola de Castro.
"Afinal, por que gastar tempo e dinheiro consertando um zíper quebrado quando é mais rápido,
mais barato e infinitamente mais divertido comprar uma roupa nova com zíper funcionando?",
acrescenta.
Em seu livro Loved Clothes Last (Roupas amadas duram, em tradução livre), publicado em
2021, a fundadora da campanha mundial Fashion Revolution fez um apelo apaixonado. "Se
jogamos fora uma roupa só porque o zíper quebrou, precisamos repensar o que estamos fazendo.
O que aconteceria se decidíssemos substitui-la?", questionou.
É cada vez mais difícil ignorar o dano social e ambiental causado pela fabricação de
roupas. As taxas de consumo de recursos naturais são estratosféricas, sem mencionar os níveis
de contaminação e desperdício e as cadeias de suprimentos, que são marcadas pela exploração.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o setor é responsável por 2% a 8% do total
de emissões globais de gases de efeito estufa e utiliza 215 bilhões de litros de água por ano, o
que é equivalente a 86 milhões de piscinas olímpicas.
Além disso, os resíduos têxteis chegam a 92 milhões de toneladas por ano. Isso equivale a
um caminhão de lixo cheio de roupas incineradas ou enviadas a aterros sanitários a cada
segundo. Os números da indústria de vestuário são impressionantes, considerando que, de certa
forma, este é um setor de produtos não essenciais.
Poucas pessoas no mundo realmente precisam de mais roupas. Ainda assim, entre 80 e
100 bilhões de peças são produzidas por ano, em uma estimativa conservadora. A indústria de
moda tem tentado enfrentar esses impactos por meio de iniciativas e pesquisas que incluem
projetos para aumentar a eficiência energética nas cadeias de suprimento, utilização de materiais
renováveis, investimento em inovação de materiais para evitar os sintéticos, e iniciativas de justiça
social e de combate à crueldade contra os animais.
Mas ainda que esses esforços tenham boas intenções, essa é uma indústria que tem um
impacto ambiental enorme. Basta dizer que a maioria dessas quase 100 bilhões de peças acaba
sendo incinerada ou jogada em aterros sanitários após pouquíssimo uso. Por isso, cada vez mais
ativistas argumentam que uma das maneiras mais fáceis de reduzir o impacto da indústria de
moda é comprando menos.
Segundo o grupo ativista britânico Take the Jump, o segredo está em comprar apenas três
peças novas por ano e fazer com que nossas roupas durem mais. Para uma geração de
consumidores alimentados por desejos construídos artificialmente e gratificações instantâneas,
esse pode ser um objetivo difícil de imaginar, mas os números são irrefutáveis.
Uma pesquisa realizada pela organização ambientalista britânica Wrap indica que
prolongar a vida útil de uma peça de roupa em apenas nove meses poder reduzir o impacto
ambiental em até 10%. Imagine o que poderíamos conseguir ao longo de décadas. Os fatores que
contribuem para isso incluem a compra de roupas de boa qualidade, a disposição das pessoas em
usar a mesma peça muitas vezes e sua capacidade de cuidar bem dela.
Pode parecer fácil, mas se fosse, já estaríamos fazendo isso. É claro que, neste momento,
os riscos parecem grandes demais para simplesmente ignorarmos. Já se passou pouco mais de
uma geração desde que perdemos essa cultura de cuidado com as roupas.
Enquanto a vida dos nossos avós era baseada em economia e consertos, a maioria dos
consumidores hoje se acostumou com o sistema de usar, estragar e jogar fora. As roupas que
Castro mencionou ter visto nos brechós — em perfeito estado, mas com zíperes quebrados — são
resultado de uma profunda falta de conexão com a forma como as roupas são feitas.
Hoje é mais importante do que nunca se perguntar porque tanta roupa está sendo feita
com materiais derivados do petróleo. Temos que nos perguntar se a viscose (fibra artificial feita a
partir da celulose) daquela camisa foi feita a partir da exploração de florestas antigas, se há pele
de animal naquele pompom ou por que apenas uma pequena fração dos trabalhadores da
indústria têxtil recebe salários dignos.
E também nos perguntar se queremos seguir causando destruição. O subtítulo do livro de
Castro é "como a alegria de remendar e vestir pode ser um ato revolucionário". E é um fato:
precisamos de uma revolução.
Fonte: Vida útil das roupas: 'Se jogamos fora porque zíper quebrou, precisamos repensar' - BBC News
Brasil
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3669830
Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
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João, servidor público municipal, utilizando-se de sua função na comissão de licitação,
direcionou o resultado de um certame para beneficiar determinada pessoa jurídica com a
qual possuía vínculos pessoais. Apesar de não ter havido enriquecimento ilícito direto por
parte de João, o favorecimento gerou lesão ao erário e comprometeu os princípios da
administração pública. Descoberta a conduta, foi instaurada ação de improbidade
administrativa. Com base na Lei nº 8.429/1992, é correto afirmar que:
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3669829
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
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Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Quarto Centenário-PR
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No Brasil onde faltam padres, quem são os jovens que atendem o 'chamado' ao sacerdócio:
'Celibato acontece com naturalidade'
Junior Henrique da Silva, de 31 anos, seguia uma carreira sólida em uma escola da rede
particular de Belo Horizonte (MG), como professor e coordenador. Em 2022, porém, o mineiro de
Raposos (MG) largou o emprego e terminou um noivado. Depois de duas desistências, ele enfim
compreendeu o "chamado". Tinha sido admitido como seminarista para realizar o sonho de se
tornar padre.
Kaik Ribas, de 28 anos, estudava jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Minas
Gerais (PUC-MG), mas sentia que algo não caminhava como planejado. No fim da graduação,
resolveu tentar o caminho que o atraía desde a infância. Após três anos de encontros vocacionais
— uma espécie de "classificatória" para os candidatos ao seminário, normalmente com duração
de um ano —, ele foi aceito para a formação eclesiástica.
Hoje, ambos são colegas no Seminário Coração Eucarístico de Jesus, da Arquidiocese de
Belo Horizonte, atualmente com 60 estudantes, residentes no edifício inaugurado em 1923, na
região noroeste da capital mineira.
O período que antecede a batina dura um total de oito anos, incluindo a fase introdutória,
chamada de propedêutico, e graduações em filosofia e teologia. Além disso, é composto por uma
rígida rotina e pelas renúncias, entre as quais a mais famosa é o celibato.
Os dados mais recentes sobre os seminaristas, publicados em 2021 pela Regional Oeste 1
da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), indicavam um universo de 8 mil
candidatos a padres no Brasil. Destes, 5,3 mil eram diocesanos (formados nas dioceses, as
administrações regionais da Igreja, como as arquidioceses, responsáveis por paróquias locais —
atualmente, são 278 as dioceses espalhadas pelo Brasil) e 2,7 mil, religiosos (ligados a
congregações como franciscanos e jesuítas). A CNBB afirma que os números estão defasados,
mas não informou qual a contagem atual.
Ao menos no âmbito global, a Igreja Católica tem registrado uma queda constante nessa
estatística. De acordo com o Anuário Pontifício 2025, publicado em março e que atualiza os dados
gerais do mundo católico, o total de seminaristas no mundo passou de 108,4 mil para 106,4 mil de
2022 para 2023, último ano registrado no documento. Mas a tendência já vem de mais tempo —
segundo o anuário, há uma "diminuição ininterrupta desde 2012". Para se ter uma ideia, em 2019,
eram 114 mil.
Segundo a publicação, o Brasil continuaria sendo o maior país católico do mundo,
responsável por cerca de 13% dos fiéis do planeta, um contingente aproximado de 182 milhões de
pessoas. Outros levantamentos, porém, colocam em xeque esse número. De acordo com uma
pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada em 2020, 50% dos brasileiros se declaravam católicos
(cerca de 106 milhões na contagem populacional do Censo 2022) e 31% se diziam evangélicos.
Já uma projeção da consultoria Mar Asset Management, feita a partir de dados do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Receita Federal e publicada em fevereiro deste
ano, aponta que, em outubro de 2026, 36% dos brasileiros serão evangélicos. Esse quadro,
porém, não indica uma crise na formação católica, ressalta o padre Evandro Campos, reitor do
seminário da Arquidiocese de Belo Horizonte.
A entidade responde atualmente por cerca de 650 padres, em 300 paróquias distribuídas
por 28 municípios da região metropolitana. Os dados mais recentes da CNBB, de 2023, apontam
para um total de 22,1 mil padres no Brasil. É um número que também está em queda, de acordo
com um estudo divulgado em 2018 pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais
(Ceris), fundação hoje extinta que era vinculada à CNBB. Havia então 27,3 mil padres no país — o
que correspondia à época a um padre para 7,8 mil habitantes. Na Itália, em comparação, havia
um para cada mil.
"A Igreja vem conseguindo responder acolhendo novos jovens", diz Campos. Segundo ele,
há um trabalho feito diretamente com os párocos, no sentido de identificar possíveis candidatos ao
sacerdócio. "A partir daí, vamos fazendo um acompanhamento individual e de grupo, durante um
ano — e, nesse processo, temos tido uma presença grande de jovens", afirma Campos. Em
alguns locais, onde a situação é crítica, como a região da Amazônia, a Igreja tem trazido
sacerdotes até mesmo da Índia para tentar acabar com os "desertos de padres" na floresta.
Fonte: Novos padres: no Brasil onde faltam sacerdotes, quem são os jovens que atendem o 'chamado' da
Igreja Católica - BBC News Brasil
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