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3866617
Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Quebrangulo-AL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
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"Havia, na Grécia antiga, uma parte central do Peloponeso denominada Arcádia. De relevo
montanhoso, essa regido era habitada por pastores e
vista como um lugar especial, quase mítico, em que os
habitantes associavam o trabalho à poesia, cantando o
paraíso rustico em que viviam.
No século XVIII, o termo arcádia passou a identificar as
academias ou agremiardes de poetas que se reuniam
para restaurar o estilo dos poetas clássico-renascentistas, com o objetivo declarado de combater o
rebuscamento barroco.”
ABAURRE, Maria Luiza; PONTARA, Marcela. Literatura: tempos, leitores e leituras. São Paulo: Moderna, 2010.
Qual das opções a seguir associa adequadamente o tema arcádico à sua definição?
ABAURRE, Maria Luiza; PONTARA, Marcela. Literatura: tempos, leitores e leituras. São Paulo: Moderna, 2010.
Qual das opções a seguir associa adequadamente o tema arcádico à sua definição?
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Um mundo com cada vez menos crianças
da Revista Pesquisa FAPESP
Somália[,] Níger[,] Chade[,] Samoa[,] Tonga e Tadjiquistão. Esses são os seis únicos países do mundo que, por volta de 2100, deverão apresentar uma taxa de fecundidade feminina (número de filhos vivos por mulher) elevada o suficiente para manter ao menos estável o tamanho da população, segundo uma projeção internacional recente. Para determinada população preservar seu tamanho, as mulheres PRECISAM ter, em média, ao menos dois filhos, que substituirão os pais. Se a taxa de crianças por mulher for superior a essa por um tempo, a população cresce. Se for menor, encolhe. Nos últimos 70 anos, o mundo vem testemunhando uma redução drástica na fecundidade feminina. Em 1950, cada mulher tinha, em média, 4,8 filhos. Esse número havia baixado para 2,2 em 2021 e deve continuar diminuindo. Se não HOUVEREM mudanças, a média mundial deve baixar para 1,6 filho por mulher em 2100, segundo os cálculos de um grupo internacional de pesquisadores coordenado por Simon Hay, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Apenas 94 nações mantinham a fecundidade feminina em 2,1 filhos por mulher, o suficiente para repor a população, em 2021. No final do século, DEVE ser apenas aqueles seis países. "Essas tendências futuras nas taxas de fertilidade e nascidos vivos irão reconfigurar completamente a economia global e o equilíbrio de poder internacional e exigirão a reorganização das sociedades”, AFIRMOU a pesquisadora Natalia Bhattacharjee, coautora do estudo, ao site ScienceAlert. Com a redução sustentada no número de nascimentos e o envelhecimento das populações, alertam os pesquisadores, os países poderão enfrentar redução na força de trabalho e sobrecarga dos sistemas de saúde e de segurança social. Menos de 50% das crianças NASCIAM em países de média e baixa renda em 1950. Essas nações concentrarão 80% dos nascimentos em 2100 (The Lancet, 20 de março; ScienceAlert, 30 de março).
Um mundo com cada vez menos crianças. Pesquisa Fapesp, maio de 2024. Disponível em: https\:/revistapesquisa.fapesp.br/um-mundo-com-cadavez-menos-criancas/. Acesso em: 09 mai. 2024. Adaptado.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Um mundo com cada vez menos crianças
da Revista Pesquisa FAPESP
Somália[,] Níger[,] Chade[,] Samoa[,] Tonga e Tadjiquistão. Esses são os seis únicos países do mundo que, por volta de 2100, deverão apresentar uma taxa de fecundidade feminina (número de filhos vivos por mulher) elevada o suficiente para manter ao menos estável o tamanho da população, segundo uma projeção internacional recente. Para determinada população preservar seu tamanho, as mulheres PRECISAM ter, em média, ao menos dois filhos, que substituirão os pais. Se a taxa de crianças por mulher for superior a essa por um tempo, a população cresce. Se for menor, encolhe. Nos últimos 70 anos, o mundo vem testemunhando uma redução drástica na fecundidade feminina. Em 1950, cada mulher tinha, em média, 4,8 filhos. Esse número havia baixado para 2,2 em 2021 e deve continuar diminuindo. Se não HOUVEREM mudanças, a média mundial deve baixar para 1,6 filho por mulher em 2100, segundo os cálculos de um grupo internacional de pesquisadores coordenado por Simon Hay, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Apenas 94 nações mantinham a fecundidade feminina em 2,1 filhos por mulher, o suficiente para repor a população, em 2021. No final do século, DEVE ser apenas aqueles seis países. "Essas tendências futuras nas taxas de fertilidade e nascidos vivos irão reconfigurar completamente a economia global e o equilíbrio de poder internacional e exigirão a reorganização das sociedades”, AFIRMOU a pesquisadora Natalia Bhattacharjee, coautora do estudo, ao site ScienceAlert. Com a redução sustentada no número de nascimentos e o envelhecimento das populações, alertam os pesquisadores, os países poderão enfrentar redução na força de trabalho e sobrecarga dos sistemas de saúde e de segurança social. Menos de 50% das crianças NASCIAM em países de média e baixa renda em 1950. Essas nações concentrarão 80% dos nascimentos em 2100 (The Lancet, 20 de março; ScienceAlert, 30 de março).
Um mundo com cada vez menos crianças. Pesquisa Fapesp, maio de 2024. Disponível em: https\:/revistapesquisa.fapesp.br/um-mundo-com-cadavez-menos-criancas/. Acesso em: 09 mai. 2024. Adaptado.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Um mundo com cada vez menos crianças
da Revista Pesquisa FAPESP
Somália[,] Níger[,] Chade[,] Samoa[,] Tonga e Tadjiquistão. Esses são os seis únicos países do mundo que, por volta de 2100, deverão apresentar uma taxa de fecundidade feminina (número de filhos vivos por mulher) elevada o suficiente para manter ao menos estável o tamanho da população, segundo uma projeção internacional recente. Para determinada população preservar seu tamanho, as mulheres PRECISAM ter, em média, ao menos dois filhos, que substituirão os pais. Se a taxa de crianças por mulher for superior a essa por um tempo, a população cresce. Se for menor, encolhe. Nos últimos 70 anos, o mundo vem testemunhando uma redução drástica na fecundidade feminina. Em 1950, cada mulher tinha, em média, 4,8 filhos. Esse número havia baixado para 2,2 em 2021 e deve continuar diminuindo. Se não HOUVEREM mudanças, a média mundial deve baixar para 1,6 filho por mulher em 2100, segundo os cálculos de um grupo internacional de pesquisadores coordenado por Simon Hay, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Apenas 94 nações mantinham a fecundidade feminina em 2,1 filhos por mulher, o suficiente para repor a população, em 2021. No final do século, DEVE ser apenas aqueles seis países. "Essas tendências futuras nas taxas de fertilidade e nascidos vivos irão reconfigurar completamente a economia global e o equilíbrio de poder internacional e exigirão a reorganização das sociedades”, AFIRMOU a pesquisadora Natalia Bhattacharjee, coautora do estudo, ao site ScienceAlert. Com a redução sustentada no número de nascimentos e o envelhecimento das populações, alertam os pesquisadores, os países poderão enfrentar redução na força de trabalho e sobrecarga dos sistemas de saúde e de segurança social. Menos de 50% das crianças NASCIAM em países de média e baixa renda em 1950. Essas nações concentrarão 80% dos nascimentos em 2100 (The Lancet, 20 de março; ScienceAlert, 30 de março).
Um mundo com cada vez menos crianças. Pesquisa Fapesp, maio de 2024. Disponível em: https\:/revistapesquisa.fapesp.br/um-mundo-com-cadavez-menos-criancas/. Acesso em: 09 mai. 2024. Adaptado.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Um mundo com cada vez menos crianças
da Revista Pesquisa FAPESP
Somália[,] Níger[,] Chade[,] Samoa[,] Tonga e Tadjiquistão. Esses são os seis únicos países do mundo que, por volta de 2100, deverão apresentar uma taxa de fecundidade feminina (número de filhos vivos por mulher) elevada o suficiente para manter ao menos estável o tamanho da população, segundo uma projeção internacional recente. Para determinada população preservar seu tamanho, as mulheres PRECISAM ter, em média, ao menos dois filhos, que substituirão os pais. Se a taxa de crianças por mulher for superior a essa por um tempo, a população cresce. Se for menor, encolhe. Nos últimos 70 anos, o mundo vem testemunhando uma redução drástica na fecundidade feminina. Em 1950, cada mulher tinha, em média, 4,8 filhos. Esse número havia baixado para 2,2 em 2021 e deve continuar diminuindo. Se não HOUVEREM mudanças, a média mundial deve baixar para 1,6 filho por mulher em 2100, segundo os cálculos de um grupo internacional de pesquisadores coordenado por Simon Hay, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Apenas 94 nações mantinham a fecundidade feminina em 2,1 filhos por mulher, o suficiente para repor a população, em 2021. No final do século, DEVE ser apenas aqueles seis países. "Essas tendências futuras nas taxas de fertilidade e nascidos vivos irão reconfigurar completamente a economia global e o equilíbrio de poder internacional e exigirão a reorganização das sociedades”, AFIRMOU a pesquisadora Natalia Bhattacharjee, coautora do estudo, ao site ScienceAlert. Com a redução sustentada no número de nascimentos e o envelhecimento das populações, alertam os pesquisadores, os países poderão enfrentar redução na força de trabalho e sobrecarga dos sistemas de saúde e de segurança social. Menos de 50% das crianças NASCIAM em países de média e baixa renda em 1950. Essas nações concentrarão 80% dos nascimentos em 2100 (The Lancet, 20 de março; ScienceAlert, 30 de março).
Um mundo com cada vez menos crianças. Pesquisa Fapesp, maio de 2024. Disponível em: https\:/revistapesquisa.fapesp.br/um-mundo-com-cadavez-menos-criancas/. Acesso em: 09 mai. 2024. Adaptado.
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Dentre os dez elementos grifados nas palavras do excerto abaixo, quantos **NÃO** podem ser considerados dígrafos vocálicos, pelo fato de suscitarem a pronúncia de um ditongo?
“Os indícios em favor da existência do misterioso Planeta Nove estão se fortalecendo: novos cálculos fornecem as mais altas probabilidades estatísticas até agora reunidas de que pode existir um novo planeta além da órbita de Netuno, um planeta gelado com massa cinco vezes superior à da Terra.”
BATTIFOGLIA, Enrica. *Estudo vê indícios de existência de 9º planeta no Sistema Solar.* Planeta, 02 de maio de 2024. Disponível em: [https://revistaplaneta.com.br/estudo-ve-indicios-de-existencia-de-9o-planeta-no-sistema-solar](https://revistaplaneta.com.br/estudo-ve-indicios-de-existencia-de-9o-planeta-no-sistema-solar). Acesso em: 06 mai. 2024.
“Os indícios em favor da existência do misterioso Planeta Nove estão se fortalecendo: novos cálculos fornecem as mais altas probabilidades estatísticas até agora reunidas de que pode existir um novo planeta além da órbita de Netuno, um planeta gelado com massa cinco vezes superior à da Terra.”
BATTIFOGLIA, Enrica. *Estudo vê indícios de existência de 9º planeta no Sistema Solar.* Planeta, 02 de maio de 2024. Disponível em: [https://revistaplaneta.com.br/estudo-ve-indicios-de-existencia-de-9o-planeta-no-sistema-solar](https://revistaplaneta.com.br/estudo-ve-indicios-de-existencia-de-9o-planeta-no-sistema-solar). Acesso em: 06 mai. 2024.
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Qual é a relação de sentido que embasa a construção da tirinha abaixo?
BERTAZZI, Galvão. *Vida Besta.* Folha de São Paulo, 09 de maio de 2024. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/05/09/vida-besta-galvao-bertazzi.shtml. Acesso em: 09 mai. 2024.
BERTAZZI, Galvão. *Vida Besta.* Folha de São Paulo, 09 de maio de 2024. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/05/09/vida-besta-galvao-bertazzi.shtml. Acesso em: 09 mai. 2024.
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Leia o excerto a seguir, observando a expressão em destaque.
“A primeira cobaia da Neuralink, a startup de implante de chip cerebral de Elon Musk, desenvolveu um problema poucas semanas depois de ter sido inserida. Em uma postagem no blog, a empresa revelou que vários fios conectivos do chip se retraíram do cérebro de Noland Arbaugh, o que prejudicou a velocidade e a eficácia dos dados do implante. A empresa ofereceu poucos detalhes sobre o incidente, mas disse que conseguiu tornar o implante mais sensível para aumentar ainda mais seu desempenho.”
VALINSKY, Jordan. *Primeiro implante cerebral em humano da Neuralink apresenta problema. CNN Brasil, 09 de maio de 2024. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/primeiro-implante-cerebral-em-humano-da-neuralink-apresenta-problema/ (https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/primeiro-implante-cerebral-em-humano-da-neuralink-apresenta-problema/). Acesso em: 09 mai. 2024.
Para que se mantenha o sentido básico do enunciado, a expressão sublinhada NÃO pode ser substituída por:
“A primeira cobaia da Neuralink, a startup de implante de chip cerebral de Elon Musk, desenvolveu um problema poucas semanas depois de ter sido inserida. Em uma postagem no blog, a empresa revelou que vários fios conectivos do chip se retraíram do cérebro de Noland Arbaugh, o que prejudicou a velocidade e a eficácia dos dados do implante. A empresa ofereceu poucos detalhes sobre o incidente, mas disse que conseguiu tornar o implante mais sensível para aumentar ainda mais seu desempenho.”
VALINSKY, Jordan. *Primeiro implante cerebral em humano da Neuralink apresenta problema. CNN Brasil, 09 de maio de 2024. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/primeiro-implante-cerebral-em-humano-da-neuralink-apresenta-problema/ (https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/primeiro-implante-cerebral-em-humano-da-neuralink-apresenta-problema/). Acesso em: 09 mai. 2024.
Para que se mantenha o sentido básico do enunciado, a expressão sublinhada NÃO pode ser substituída por:
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3866609
Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Quebrangulo-AL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Quebrangulo-AL
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O livro de que trata a tirinha abaixo é representativo de
qual movimento literário brasileiro?
LEITE, Will. Anésia #740. 17 de abril de 2024. Disponivel em: http://www.willtirando.com.br/anesia-740/. Acesso em: 18 abr. 2024,
LEITE, Will. Anésia #740. 17 de abril de 2024. Disponivel em: http://www.willtirando.com.br/anesia-740/. Acesso em: 18 abr. 2024,
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Rio que nasce no município de Quebrangulo, cuja foz é em Viçosa:
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