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Um carro possui capacidade máxima de 32 litros no tanque de combustível. Com quantos litros deve-se abastecer de gasolina esse carro para que fique com 75% de sua capacidade máxima, sabendo-se que ele possui 10 litros de gasolina do tanque?
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Para esse mundo novo, o professor terá que ser inventado, como o auxiliar da antena, orientador educacional, tutor do aluno-surfista no oceano do conhecimento. Seu papel será produzir, saber e orientar o aluno para evitar que se perca no excesso de informações, fazê-lo ser capaz de adquirir sólida formação.
BUARQUE, Cristovam. A Invenção do Professor. Profissão Mestre. nov. 2008.
Que tempo é expresso pelos verbos “terá” e “será”, destacados no texto?
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Assim cresceu Negrinha – magra, atrofiada, com os olhos eternamente assustados. Órfã aos quatro anos, por ali ficou feito gato sem dono, levada a pontapés. Não compreendia a ideia dos grandes. Batiam-lhe sempre, por ação ou omissão. A mesma coisa, o mesmo ato, a mesma palavra provocava ora risadas, ora castigos.
LOBATO, Monteiro. Negrinha. In: MORICONI, Ítalo (org). Os cem melhores contos brasileiros do
século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, p. 78.
A expressão “feito gato sem dono, levada a pontapés” nos leva a entender que Negrinha vivia abandonada e maltratada. Segundo a situação que nos foi apresentada no texto, esse é um caso típico de
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Dicionovário (palavras que precisam ser inventadas)
Abacatimento: redução no preço do abacate.
Caligrafeia: letra ruim.
Difaculdade: empecilho para entrar na Academia.
Equilébrio: o balanço do bêbado.
Filhosofia: sabedoria de descendente.
Nortícia: informação vinda do Norte.
Sacrotário: um auxiliar de igreja que é facilmente enganável.
FERNANDES, M. Trinta anos de mim mesmo. São Paulo: Nórdica, 1976.
No texto, as palavras em destaque são resultado de um processo de formação de palavras muito produtivo em português para atender às necessidades expressivas em contextos específicos. Esse fenômeno se denomina
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O melhor prólogo é o que contém menos coisas, ou o que as diz de um jeito obscuro e truncado.
ASSIS. M. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ática, 1992.
As palavras “prólogo” e “truncado”, destacadas no texto, podem ser substituídas, sem prejuízo de interpretação semântica, por:
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O sumiço do ditongo “ou”
O ditongo “ou” de formas verbais do passado também já bateu as asas: todos dizem “falô/acabô” etc. – mas, e isso é bem relevante, todos ainda mantêm o ditongo “eu” em “bebeu/comeu” etc.
O que fazer diante disso? Simples: tratar os fatos como fatos. Especialmente, ficar atento ao fato de que as mudanças não são aleatórias. Se desapareceu o ditongo em “falou”, não desapareceu em “bebeu”. Significa que há uma ordem da língua que se impõe aos rumos da mudança. A língua só muda onde pode mudar. Ou não muda de qualquer jeito.
POSSENTI, S. Degelo inesperado. In. Revista Galileu. mar. 2014. (Adaptado).
Da leitura e análise do texto, compreende-se:
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Chamava-se Almira e engordara demais. Alice era a sua maior amiga. Pelo menos era o que dizia a todos com aflição, querendo compensar com a própria veemência a falta de amizade que a outra lhe dedicava.
Alice era pensativa e sorria sem ouvi-la, continuando a bater à máquina.
À medida que a amizade de Alice não existia, a amizade de Almira mais crescia. Alice era de rosto oval e aveludado. O nariz de Almira brilhava sempre. Havia no rosto de Almira uma avidez que nunca lhe ocorrera disfarçar: a mesma que tinha por comida, seu contato mais direto com o mundo.
Por que Alice tolerava Almira, ninguém entendia. Ambas eram datilógrafas e colegas, o que não explicava. Ambas lanchavam juntas, o que não explicava. Saíam do escritório à mesma hora e esperavam condução na mesma fila. Almira sempre pajeando Alice. Esta, distante e sonhadora, deixando-se adorar. Alice era pequena e delicada. Almira tinha o rosto muito largo, amarelado e brilhante: com ela o batom não durava nos lábios, ela era das que comem o batom sem querer.[...]
LISPECTOR, Clarice. A legião estrangeira. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Interpretando o período destacado no texto, fica claro
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Fica a indagação por que destruímos tantos ônibus prejudicando o já tão maltratado povo O que haverá por trás disso
LUFT, Lya. Não podemos ser uma nau sem rumo. Veja. Disponível em:
<http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/lya-luft-nao-podemos-ser-uma-nau-sem-rumo>.
Acesso em: 02 maio 2014.
Assinale a alternativa em que está corretamente indicada a ordem dos sinais de pontuação que devem preencher as lacunas do período.
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No contexto da oração “Havia no rosto de Almira uma avidez que nunca lhe ocorrera disfarçar.”, a palavra em destaque não é sinônimo de
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Leia o diálogo abaixo e escolha a alternativa em que os “porquês” aparecem respectivamente empregados de forma correta.
Mãe: você não lavou os pratos, querida? Cite ao menos um .
Filha: eu tinha que estudar para minha prova de física.
Mãe: E só tirou 3, ?
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