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Foram encontradas 118 questões.

2608923 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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A frase escrita corretamente, segundo o padrão de norma culta da língua portuguesa, é:

 

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2608922 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das sentenças a seguir, de acordo com a norma culta da língua portuguesa:

I – marmitas.

II – Paula e Antônio amanhã.

III – dias em que duvidei da minha capacidade.

IV – Este livro todas as informações necessárias.

 

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2608921 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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Quanto à regência nominal, qual alternativa está correta, segundo a norma culta da língua?

 

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2608920 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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A sentença que não está adequada à norma culta de língua é:

 

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2608918 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder às questões de 1 a 5.

...

Medo das exatas? Físico desconstrói fama dessas ciências serem difíceis.

Fazer uma bela faxina em uma casa grande pode ser uma tarefa bem difícil, assim como tocar piano, construir uma casa, administrar o próprio dinheiro, fazer uma cirurgia neurológica etc. Qualquer atividade humana parece bem difícil à primeira vista. Isso porque, para se tornar fácil, é preciso treino. De nada adianta ter apenas um certo talento para a coisa — ou aquela afinidade.

Alguns chegam apenas com a curiosidade e, com disciplina, fazem coisas brilhantes. Einstein modestamente admitiu isso quando disse em uma entrevista: “Não tenho nenhum talento especial. Apenas sou apaixonadamente curioso.”

Já tive essa experiência mais de uma vez. Numa roda de pessoas, em alguma festa ou encontro casual, alguém me pergunta o que eu faço. Quando digo que sou físico, a conversa muda. Tem gente que até torce o nariz. “Nossa, tá louco, física? Você é louco!”, dizem alguns de brincadeira. Outros, mais radicais, olham como se estivessem vendo um extraterrestre na sua frente. É bem engraçado.

A física tem essa aura de ser algo difícil, coisa apenas para gênios. Mas isso é uma bobagem sem tamanho. Assim como todas as atividades científicas, a física necessita de dedicação e disciplina para que seja entendida.

Alguns cientistas também contribuem para manter a falsa ideia dessa ciência ser inatingível: são uma minoria que não colabora e se comporta de modo arrogante, como se fosse detentora de um código secreto indecifrável por mentes comuns. Se acham semideuses, mas são só uns chatos.

Na escola, principalmente no ensino médio, alguns professores também acabam por construir um muro entre a matemática e alguns alunos e alunas que tristemente passam a acreditar na mentira de que não nasceram para as ciências exatas. Tudo por conta de um sistema que condena demais os erros cometidos e valoriza a velocidade com que alguns conseguem resolver os problemas propostos.

Também no ambiente da sala de aula, a física muitas vezes perde a sua verdadeira essência: ela é uma ciência experimental! Sem ter isso em mente (e na prática), fica difícil fazer um paralelo da física com o dia a dia, a natureza, a tecnologia e tudo o que nos cerca. Assim, naturalmente, a reação de muitos é se afastar, criar uma verdadeira fobia ou acreditar que ser bom em matemática e física é quase que um dom genético. Isso é a mais pura mentira e desestimula criminosamente alguns alunos.

Assim como toda ciência, a física, que usa a matemática como caixa de ferramentas, é uma construção humana, feita a partir de muitos erros que conduziram a acertos. E assim deve ser seu aprendizado. Se o aluno fez todas as contas, resolveu todo o problema com um raciocínio correto e o resultado final está errado, não significa que toda a questão está errada! Há de se valorizar o caminho, não apenas a chegada.

A ignorância é o terreno fértil para a ciência, e a curiosidade, o adubo. Para fertilizar novas perguntas, buscar novas respostas e seguir nessa aventura de conhecimento que ao fim pode melhorar a vida das pessoas e do planeta.

A história da ciência tem sempre grandes revoluções que nos levam a entender que nossa visão de mundo estava distorcida ou, na melhor das hipóteses, incompleta. Enxergar a parte para ver o todo muitas vezes é tarefa árdua, mas os resultados são sempre impressionantes.

(Adaptado de https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/medo-das-exatas-fisico-desconstroifama-dessas-ciencias-serem-dificeis.html)

A palavra “fobia”, presente na frase “Assim, naturalmente, a reação de muitos é se afastar, criar uma verdadeira fobia ou acreditar que ser bom em matemática e física é quase que um dom genético”, pode ser substituída, sem prejuízo de significado, por:

 

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2608917 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder às questões de 1 a 5.

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Medo das exatas? Físico desconstrói fama dessas ciências serem difíceis.

Fazer uma bela faxina em uma casa grande pode ser uma tarefa bem difícil, assim como tocar piano, construir uma casa, administrar o próprio dinheiro, fazer uma cirurgia neurológica etc. Qualquer atividade humana parece bem difícil à primeira vista. Isso porque, para se tornar fácil, é preciso treino. De nada adianta ter apenas um certo talento para a coisa — ou aquela afinidade.

Alguns chegam apenas com a curiosidade e, com disciplina, fazem coisas brilhantes. Einstein modestamente admitiu isso quando disse em uma entrevista: “Não tenho nenhum talento especial. Apenas sou apaixonadamente curioso.”

Já tive essa experiência mais de uma vez. Numa roda de pessoas, em alguma festa ou encontro casual, alguém me pergunta o que eu faço. Quando digo que sou físico, a conversa muda. Tem gente que até torce o nariz. “Nossa, tá louco, física? Você é louco!”, dizem alguns de brincadeira. Outros, mais radicais, olham como se estivessem vendo um extraterrestre na sua frente. É bem engraçado.

A física tem essa aura de ser algo difícil, coisa apenas para gênios. Mas isso é uma bobagem sem tamanho. Assim como todas as atividades científicas, a física necessita de dedicação e disciplina para que seja entendida.

Alguns cientistas também contribuem para manter a falsa ideia dessa ciência ser inatingível: são uma minoria que não colabora e se comporta de modo arrogante, como se fosse detentora de um código secreto indecifrável por mentes comuns. Se acham semideuses, mas são só uns chatos.

Na escola, principalmente no ensino médio, alguns professores também acabam por construir um muro entre a matemática e alguns alunos e alunas que tristemente passam a acreditar na mentira de que não nasceram para as ciências exatas. Tudo por conta de um sistema que condena demais os erros cometidos e valoriza a velocidade com que alguns conseguem resolver os problemas propostos.

Também no ambiente da sala de aula, a física muitas vezes perde a sua verdadeira essência: ela é uma ciência experimental! Sem ter isso em mente (e na prática), fica difícil fazer um paralelo da física com o dia a dia, a natureza, a tecnologia e tudo o que nos cerca. Assim, naturalmente, a reação de muitos é se afastar, criar uma verdadeira fobia ou acreditar que ser bom em matemática e física é quase que um dom genético. Isso é a mais pura mentira e desestimula criminosamente alguns alunos.

Assim como toda ciência, a física, que usa a matemática como caixa de ferramentas, é uma construção humana, feita a partir de muitos erros que conduziram a acertos. E assim deve ser seu aprendizado. Se o aluno fez todas as contas, resolveu todo o problema com um raciocínio correto e o resultado final está errado, não significa que toda a questão está errada! Há de se valorizar o caminho, não apenas a chegada.

A ignorância é o terreno fértil para a ciência, e a curiosidade, o adubo. Para fertilizar novas perguntas, buscar novas respostas e seguir nessa aventura de conhecimento que ao fim pode melhorar a vida das pessoas e do planeta.

A história da ciência tem sempre grandes revoluções que nos levam a entender que nossa visão de mundo estava distorcida ou, na melhor das hipóteses, incompleta. Enxergar a parte para ver o todo muitas vezes é tarefa árdua, mas os resultados são sempre impressionantes.

(Adaptado de https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/medo-das-exatas-fisico-desconstroifama-dessas-ciencias-serem-dificeis.html)

Leia a sentença a seguir:

“A história da ciência tem sempre grandes revoluções que nos levam a entender que nossa visão de mundo estava distorcida ou, na melhor das hipóteses, incompleta.”

Assinale a alternativa que indica, respectivamente, a classe gramatical das palavras destacadas:

 

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2608916 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder às questões de 1 a 5.

...

Medo das exatas? Físico desconstrói fama dessas ciências serem difíceis.

Fazer uma bela faxina em uma casa grande pode ser uma tarefa bem difícil, assim como tocar piano, construir uma casa, administrar o próprio dinheiro, fazer uma cirurgia neurológica etc. Qualquer atividade humana parece bem difícil à primeira vista. Isso porque, para se tornar fácil, é preciso treino. De nada adianta ter apenas um certo talento para a coisa — ou aquela afinidade.

Alguns chegam apenas com a curiosidade e, com disciplina, fazem coisas brilhantes. Einstein modestamente admitiu isso quando disse em uma entrevista: “Não tenho nenhum talento especial. Apenas sou apaixonadamente curioso.”

Já tive essa experiência mais de uma vez. Numa roda de pessoas, em alguma festa ou encontro casual, alguém me pergunta o que eu faço. Quando digo que sou físico, a conversa muda. Tem gente que até torce o nariz. “Nossa, tá louco, física? Você é louco!”, dizem alguns de brincadeira. Outros, mais radicais, olham como se estivessem vendo um extraterrestre na sua frente. É bem engraçado.

A física tem essa aura de ser algo difícil, coisa apenas para gênios. Mas isso é uma bobagem sem tamanho. Assim como todas as atividades científicas, a física necessita de dedicação e disciplina para que seja entendida.

Alguns cientistas também contribuem para manter a falsa ideia dessa ciência ser inatingível: são uma minoria que não colabora e se comporta de modo arrogante, como se fosse detentora de um código secreto indecifrável por mentes comuns. Se acham semideuses, mas são só uns chatos.

Na escola, principalmente no ensino médio, alguns professores também acabam por construir um muro entre a matemática e alguns alunos e alunas que tristemente passam a acreditar na mentira de que não nasceram para as ciências exatas. Tudo por conta de um sistema que condena demais os erros cometidos e valoriza a velocidade com que alguns conseguem resolver os problemas propostos.

Também no ambiente da sala de aula, a física muitas vezes perde a sua verdadeira essência: ela é uma ciência experimental! Sem ter isso em mente (e na prática), fica difícil fazer um paralelo da física com o dia a dia, a natureza, a tecnologia e tudo o que nos cerca. Assim, naturalmente, a reação de muitos é se afastar, criar uma verdadeira fobia ou acreditar que ser bom em matemática e física é quase que um dom genético. Isso é a mais pura mentira e desestimula criminosamente alguns alunos.

Assim como toda ciência, a física, que usa a matemática como caixa de ferramentas, é uma construção humana, feita a partir de muitos erros que conduziram a acertos. E assim deve ser seu aprendizado. Se o aluno fez todas as contas, resolveu todo o problema com um raciocínio correto e o resultado final está errado, não significa que toda a questão está errada! Há de se valorizar o caminho, não apenas a chegada.

A ignorância é o terreno fértil para a ciência, e a curiosidade, o adubo. Para fertilizar novas perguntas, buscar novas respostas e seguir nessa aventura de conhecimento que ao fim pode melhorar a vida das pessoas e do planeta.

A história da ciência tem sempre grandes revoluções que nos levam a entender que nossa visão de mundo estava distorcida ou, na melhor das hipóteses, incompleta. Enxergar a parte para ver o todo muitas vezes é tarefa árdua, mas os resultados são sempre impressionantes.

(Adaptado de https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/medo-das-exatas-fisico-desconstroifama-dessas-ciencias-serem-dificeis.html)

Segundo a matéria, é possível afirmar que:

 

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2608915 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder às questões de 1 a 5.

...

Medo das exatas? Físico desconstrói fama dessas ciências serem difíceis.

Fazer uma bela faxina em uma casa grande pode ser uma tarefa bem difícil, assim como tocar piano, construir uma casa, administrar o próprio dinheiro, fazer uma cirurgia neurológica etc. Qualquer atividade humana parece bem difícil à primeira vista. Isso porque, para se tornar fácil, é preciso treino. De nada adianta ter apenas um certo talento para a coisa — ou aquela afinidade.

Alguns chegam apenas com a curiosidade e, com disciplina, fazem coisas brilhantes. Einstein modestamente admitiu isso quando disse em uma entrevista: “Não tenho nenhum talento especial. Apenas sou apaixonadamente curioso.”

Já tive essa experiência mais de uma vez. Numa roda de pessoas, em alguma festa ou encontro casual, alguém me pergunta o que eu faço. Quando digo que sou físico, a conversa muda. Tem gente que até torce o nariz. “Nossa, tá louco, física? Você é louco!”, dizem alguns de brincadeira. Outros, mais radicais, olham como se estivessem vendo um extraterrestre na sua frente. É bem engraçado.

A física tem essa aura de ser algo difícil, coisa apenas para gênios. Mas isso é uma bobagem sem tamanho. Assim como todas as atividades científicas, a física necessita de dedicação e disciplina para que seja entendida.

Alguns cientistas também contribuem para manter a falsa ideia dessa ciência ser inatingível: são uma minoria que não colabora e se comporta de modo arrogante, como se fosse detentora de um código secreto indecifrável por mentes comuns. Se acham semideuses, mas são só uns chatos.

Na escola, principalmente no ensino médio, alguns professores também acabam por construir um muro entre a matemática e alguns alunos e alunas que tristemente passam a acreditar na mentira de que não nasceram para as ciências exatas. Tudo por conta de um sistema que condena demais os erros cometidos e valoriza a velocidade com que alguns conseguem resolver os problemas propostos.

Também no ambiente da sala de aula, a física muitas vezes perde a sua verdadeira essência: ela é uma ciência experimental! Sem ter isso em mente (e na prática), fica difícil fazer um paralelo da física com o dia a dia, a natureza, a tecnologia e tudo o que nos cerca. Assim, naturalmente, a reação de muitos é se afastar, criar uma verdadeira fobia ou acreditar que ser bom em matemática e física é quase que um dom genético. Isso é a mais pura mentira e desestimula criminosamente alguns alunos.

Assim como toda ciência, a física, que usa a matemática como caixa de ferramentas, é uma construção humana, feita a partir de muitos erros que conduziram a acertos. E assim deve ser seu aprendizado. Se o aluno fez todas as contas, resolveu todo o problema com um raciocínio correto e o resultado final está errado, não significa que toda a questão está errada! Há de se valorizar o caminho, não apenas a chegada.

A ignorância é o terreno fértil para a ciência, e a curiosidade, o adubo. Para fertilizar novas perguntas, buscar novas respostas e seguir nessa aventura de conhecimento que ao fim pode melhorar a vida das pessoas e do planeta.

A história da ciência tem sempre grandes revoluções que nos levam a entender que nossa visão de mundo estava distorcida ou, na melhor das hipóteses, incompleta. Enxergar a parte para ver o todo muitas vezes é tarefa árdua, mas os resultados são sempre impressionantes.

(Adaptado de https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/medo-das-exatas-fisico-desconstroifama-dessas-ciencias-serem-dificeis.html)

Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – Segundo o texto, o treino e a disciplina podem tornar fáceis as atividades que, a princípio, pareciam difíceis.

II – No artigo, o autor tenta desmistificar a visão de que a física é entendida apenas por gênios.

III – Para o autor, os cientistas arrogantes são os únicos responsáveis pela repulsa à ciência física.

São incorretas as afirmativas:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2608914 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder às questões de 1 a 5.

...

Medo das exatas? Físico desconstrói fama dessas ciências serem difíceis.

Fazer uma bela faxina em uma casa grande pode ser uma tarefa bem difícil, assim como tocar piano, construir uma casa, administrar o próprio dinheiro, fazer uma cirurgia neurológica etc. Qualquer atividade humana parece bem difícil à primeira vista. Isso porque, para se tornar fácil, é preciso treino. De nada adianta ter apenas um certo talento para a coisa — ou aquela afinidade.

Alguns chegam apenas com a curiosidade e, com disciplina, fazem coisas brilhantes. Einstein modestamente admitiu isso quando disse em uma entrevista: “Não tenho nenhum talento especial. Apenas sou apaixonadamente curioso.”

Já tive essa experiência mais de uma vez. Numa roda de pessoas, em alguma festa ou encontro casual, alguém me pergunta o que eu faço. Quando digo que sou físico, a conversa muda. Tem gente que até torce o nariz. “Nossa, tá louco, física? Você é louco!”, dizem alguns de brincadeira. Outros, mais radicais, olham como se estivessem vendo um extraterrestre na sua frente. É bem engraçado.

A física tem essa aura de ser algo difícil, coisa apenas para gênios. Mas isso é uma bobagem sem tamanho. Assim como todas as atividades científicas, a física necessita de dedicação e disciplina para que seja entendida.

Alguns cientistas também contribuem para manter a falsa ideia dessa ciência ser inatingível: são uma minoria que não colabora e se comporta de modo arrogante, como se fosse detentora de um código secreto indecifrável por mentes comuns. Se acham semideuses, mas são só uns chatos.

Na escola, principalmente no ensino médio, alguns professores também acabam por construir um muro entre a matemática e alguns alunos e alunas que tristemente passam a acreditar na mentira de que não nasceram para as ciências exatas. Tudo por conta de um sistema que condena demais os erros cometidos e valoriza a velocidade com que alguns conseguem resolver os problemas propostos.

Também no ambiente da sala de aula, a física muitas vezes perde a sua verdadeira essência: ela é uma ciência experimental! Sem ter isso em mente (e na prática), fica difícil fazer um paralelo da física com o dia a dia, a natureza, a tecnologia e tudo o que nos cerca. Assim, naturalmente, a reação de muitos é se afastar, criar uma verdadeira fobia ou acreditar que ser bom em matemática e física é quase que um dom genético. Isso é a mais pura mentira e desestimula criminosamente alguns alunos.

Assim como toda ciência, a física, que usa a matemática como caixa de ferramentas, é uma construção humana, feita a partir de muitos erros que conduziram a acertos. E assim deve ser seu aprendizado. Se o aluno fez todas as contas, resolveu todo o problema com um raciocínio correto e o resultado final está errado, não significa que toda a questão está errada! Há de se valorizar o caminho, não apenas a chegada.

A ignorância é o terreno fértil para a ciência, e a curiosidade, o adubo. Para fertilizar novas perguntas, buscar novas respostas e seguir nessa aventura de conhecimento que ao fim pode melhorar a vida das pessoas e do planeta.

A história da ciência tem sempre grandes revoluções que nos levam a entender que nossa visão de mundo estava distorcida ou, na melhor das hipóteses, incompleta. Enxergar a parte para ver o todo muitas vezes é tarefa árdua, mas os resultados são sempre impressionantes.

(Adaptado de https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/medo-das-exatas-fisico-desconstroifama-dessas-ciencias-serem-dificeis.html)

Ao final do texto, o autor cita a seguinte frase “A ignorância é o terreno fértil para a ciência, e a curiosidade, o adubo”. Qual a figura de linguagem presente nessa sentença?

 

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2608913 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
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O apresentador do "Flow Podcast" e influencer Bruno Aib, conhecido como Monark, defendeu a legalidade de um partido nazista brasileiro em um programa que debatia liberdade de expressão. Julgue as seguintes afirmativas:

I. O direito à liberdade de expressão não engloba a apologia do nazismo.

II. A apologia do nazismo usando símbolos nazistas, distribuindo emblemas ou fazendo propaganda desse regime é crime previsto em lei no Brasil, com pena de reclusão.

III. A própria Constituição classifica o racismo como crime inafiançável e imprescritível.

IV. Apenas em 1994 e 1997 foram incluídas as referências explícitas ao nazismo, por projetos de lei apresentados por Alberto Goldman e Paulo Paim.

São corretas as afirmativas:

 

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