Foram encontradas 118 questões.
Acerca dos termos da oração, é possível afirmar que:
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Assinale a alternativa cuja oração coordenada desempenha a mesma função da presente em “Ora gosta de livros, ora gosta de quadros”:
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Leia atentamente a tirinha da garotinha Mafalda a seguir para responder às questões 4 e 5:

Assinale a alternativa correta:
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Leia atentamente a tirinha da garotinha Mafalda a seguir para responder às questões 4 e 5:

Leia as afirmações a seguir:
I – A partir da leitura da tirinha, é possível afirmar que Mafalda é uma boa aluna.
II -A partir da leitura da tirinha, é possível afirmar que Mafalda gosta de novidades.
III – Mafalda se refere à rotina de maneira pejorativa.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmativa(s):
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Leia atentamente o poema Amar, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1951, para responder às questões de 1 a 3.
AMAR
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer,
Amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor a procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
Amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
A palavra “pérfidas”, presente na quarta estrofe, poderia ser substituída, sem prejuízo semântico, por:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
Leia atentamente o poema Amar, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1951, para responder às questões de 1 a 3.
AMAR
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer,
Amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor a procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
Amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Para o eu-lírico, amar é um ato linear.
II – Na terceira estrofe, os objetos da ação “amar” são elementos vazios, ou sem vida ou violentos.
III – No poema, o amor se apresenta em “concha vazia”, retratando a capacidade de saciar a carência do eu-lírico.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
Leia atentamente o poema Amar, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1951, para responder às questões de 1 a 3.
AMAR
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer,
Amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor a procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
Amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – O ato de amar é retratado, no poema, de maneira disfórica.
II – Existe, no poema, um tom de amargura, já que o amor é vinculado à negatividade, ingratidão, vazio e inutilidade.
III – Segundo o eu-lírico, é sina de todas as criaturas, que estão entre criaturas, amar.
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
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São obrigatoriamente acentuadas as palavras:
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