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- Lei de Responsabilidade FiscalTransparência, Controle e Fiscalização (arts. 48 ao 59)Escrituração e Consolidação (arts. 50 e 51)
Sobre as regras para a escrituração e consolidação das contas públicas estabelecidas pela Lei Complementar nº. 101/2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal, é correto afirmar que, EXCETO:
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ
Com base na Lei nº. 4.320/64, relacione as colunas abaixo:
1. A demonstração das variações patrimoniais.
2. O balanço orçamentário.
3. O balanço patrimonial.
4. O balanço financeiro.
( ) Demonstra receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas.
( ) Evidencia as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da execução orçamentária e indica o resultado patrimonial do exercício.
( ) Demonstra a receita e a despesa orçamentária, bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extraorçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior e os que se transferem para o exercício seguinte.
( ) Demonstra o Ativo Financeiro, o Ativo Permanente, o Passivo Financeiro, o Passivo Permanente, o Saldo Patrimonial e as Contas de Compensação.
A sequência está correta em:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ
A adoção de um Sistema de Planejamento Integrado deveu-se a estudos técnicos e científicos, levados a efeito pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de determinar as ações a serem realizadas pelo poder público, escolhendo as alternativas prioritárias e compatibilizando-as com os meios disponíveis para colocá-las em execução. No Brasil, esse sistema, também conhecido como Processo de Planejamento-Orçamento, consubstancia-se nos seguintes instrumentos:
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Resende-RJ
O Art. 98 da Lei Federal nº. 4.320/64, descreve a dívida que compreende os compromissos de exigibilidade superior a doze meses constituída por compromissos que podem ser contratados ou na forma de títulos, no País ou no estrangeiro, dependem de autorização legislativa, pois o seu resgate (pagamento do principal) depende de dotação orçamentária específica. O artigo em pauta faz referência à dívida:
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Uma empresa apresentou os seguintes elementos patrimoniais, no encerramento do exercício de 2009:
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Bens Tangíveis R$ 125.000,00 Bens Intangíveis R$ 25.000,00 Direitos a Receber R$ 62.500,00 Capital de Terceiros R$ 90.000,00 |
Pode-se afirmar que o Patrimônio Líquido da empresa era de:
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Uma empresa apresenta Passivo a Descoberto quando:
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Palavras e ideias
Há alguns anos, o Dr. Johnson O’Connor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston, e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu a um teste de vocabulário cem alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais (industrial executives), os executivos. Cinco anos mais tarde, verificou que os dez por cento que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de direção, ao passo que dos vinte e cinco por cento mais “fracos” nenhum alcançara igual posição. Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário; outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias. Mas parece não restar dúvida de que, dispondo de palavras suficientes e adequadas à expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja insuficiente ou medíocre para a tarefa vital de comunicação.
Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que “amanhã tenho uma aula às 8 horas”, se não prefiguro mentalmente essa atividade por meio dessas ou de outras palavras equivalentes? Não se pensa in vácuo. A própria clareza das ideias (se é que as temos sem palavras) está intimamente relacionada com clareza e a precisão das expressões que as traduzem. As próprias impressões colhidas em contato com o mundo físico, através da experiência sensível, são tanto mais vivas quanto mais capazes de serem traduzidas em palavras – e sem impressões vivas não haverá expressão eficaz. É um círculo vicioso, sem dúvida: “... nossos hábitos linguísticos afetam e são igualmente afetados pelo nosso comportamento, pelos nossos hábitos físicos e mentais normais, tais como a observação, a percepção, os sentimentos, a emoção, a imaginação”. De que forma que um vocabulário escasso e inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender e até mesmo de sentir. “Não se diz nenhuma novidade ao afirmar que as palavras, ao mesmo tempo que veiculam o pensamento, lhe condicionam a formação. Há século e meio, Herder já proclamava que um povo não podia ter uma ideia sem que para ela possuísse uma palavra”, testemunha Paulo Rónai em artigo publicado no Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, e mais tarde transcrito na 2ª edição de Enriqueça seu vocabulário (Rio, Civilização Brasileira, 1965), de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.
Portanto, quanto mais variado e ativo o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunhido, do grito ou do gesto, formas rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas expansões instintivas dos primitivos, dos infantes e... dos irracionais.
(GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 8. Ed. Rio de Janeiro, FGV, 1980. p. 155-6)
A frase que melhor sintetiza o terceiro parágrafo é, EXCETO:
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