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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cadê o rio que estava aqui?
Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos
como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido
brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste
e também o norte do estado de Minas Gerais,
englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As
principais características do semiárido são poucas
chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro.
Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são
exclusivamente de água doce, secam de tempos em
tempos e só têm água corrente na superfície na estação
chuvosa, período no qual podem apresentar volumes
abundantes. Quando secam, esses rios formam poças
de diferentes tamanhos, que podem ou não estar
distantes uma das outras. Essas poças podem
permanecer com água ou secar completamente e,
quando secam, se tornam um espaço com solo rachado.
A duração das fases de cheia ou seca dos rios
intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai
depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou
e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia
e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por
mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e
animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O
mais importante é saber que a diversidade de
organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito
bem com essas transformações radicais da natureza.
https://chc.org.br/artigo/cade-o-rio-que-estava-aqui/
Identifique a alternativa que apresenta uma substituição para o vocábulo 'abundante' de forma INCORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cadê o rio que estava aqui?
Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos
como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido
brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste
e também o norte do estado de Minas Gerais,
englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As
principais características do semiárido são poucas
chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro.
Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são
exclusivamente de água doce, secam de tempos em
tempos e só têm água corrente na superfície na estação
chuvosa, período no qual podem apresentar volumes
abundantes. Quando secam, esses rios formam poças
de diferentes tamanhos, que podem ou não estar
distantes uma das outras. Essas poças podem
permanecer com água ou secar completamente e,
quando secam, se tornam um espaço com solo rachado.
A duração das fases de cheia ou seca dos rios
intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai
depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou
e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia
e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por
mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e
animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O
mais importante é saber que a diversidade de
organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito
bem com essas transformações radicais da natureza.
https://chc.org.br/artigo/cade-o-rio-que-estava-aqui/
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Cadê o rio que estava aqui?
Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos
como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido
brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste
e também o norte do estado de Minas Gerais,
englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As
principais características do semiárido são poucas
chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro.
Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são
exclusivamente de água doce, secam de tempos em
tempos e só têm água corrente na superfície na estação
chuvosa, período no qual podem apresentar volumes
abundantes. Quando secam, esses rios formam poças
de diferentes tamanhos, que podem ou não estar
distantes uma das outras. Essas poças podem
permanecer com água ou secar completamente e,
quando secam, se tornam um espaço com solo rachado.
A duração das fases de cheia ou seca dos rios
intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai
depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou
e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia
e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por
mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e
animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O
mais importante é saber que a diversidade de
organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito
bem com essas transformações radicais da natureza.
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Identifique a alternativa que apresenta, de forma CORRETA, o motivo de os rios intermitentes serem comuns no semiárido brasileiro.
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Cadê o rio que estava aqui?
Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos
como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido
brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste
e também o norte do estado de Minas Gerais,
englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As
principais características do semiárido são poucas
chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro.
Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são
exclusivamente de água doce, secam de tempos em
tempos e só têm água corrente na superfície na estação
chuvosa, período no qual podem apresentar volumes
abundantes. Quando secam, esses rios formam poças
de diferentes tamanhos, que podem ou não estar
distantes uma das outras. Essas poças podem
permanecer com água ou secar completamente e,
quando secam, se tornam um espaço com solo rachado.
A duração das fases de cheia ou seca dos rios
intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai
depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou
e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia
e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por
mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e
animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O
mais importante é saber que a diversidade de
organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito
bem com essas transformações radicais da natureza.
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A partir do texto, identifique a alternativa que apresenta de forma CORRETA a principal característica dos rios intermitentes.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos
os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola
estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando
sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.
Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares
estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de
plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de
neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando
sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do
vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das
árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu
vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias
daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela
adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho
dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e
sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos
sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago
canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o
barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos
verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem
parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por
isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a
menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao
pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as
plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios,
nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza,
na espera da volta, que faz com que minhas penas
fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser
um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à
noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia
malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá;
será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e
ficarei feliz.
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e
ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com
suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a
menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que
ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do
pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto.
Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das
estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se
acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia
passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis
das penas se transformaram num cinza triste. E veio o
silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de
noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao
seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta
da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir
para que a saudade chegue e eu tenha vontade de
voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a
crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A
menina contava os dias, e cada dia que passava a
saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando
encantado de novo... E colocava flores nos vasos à
espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando
encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele
deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de
voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas
também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar
secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro
encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai
voltar...
https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut
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Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.
Segundo o texto, identifique a alternativa CORRETA que justifica a mudança de cor do pássaro.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos
os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola
estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando
sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.
Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares
estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de
plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de
neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando
sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do
vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das
árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu
vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias
daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela
adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho
dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e
sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos
sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago
canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o
barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos
verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem
parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por
isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a
menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao
pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as
plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios,
nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza,
na espera da volta, que faz com que minhas penas
fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser
um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à
noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia
malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá;
será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e
ficarei feliz.
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e
ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com
suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a
menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que
ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do
pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto.
Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das
estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se
acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia
passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis
das penas se transformaram num cinza triste. E veio o
silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de
noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao
seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta
da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir
para que a saudade chegue e eu tenha vontade de
voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a
crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A
menina contava os dias, e cada dia que passava a
saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando
encantado de novo... E colocava flores nos vasos à
espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando
encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele
deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de
voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas
também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar
secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro
encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai
voltar...
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A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos
os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola
estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando
sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.
Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares
estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de
plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de
neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando
sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do
vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das
árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu
vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias
daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela
adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho
dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e
sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos
sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago
canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o
barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos
verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem
parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por
isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a
menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao
pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as
plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios,
nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza,
na espera da volta, que faz com que minhas penas
fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser
um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à
noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia
malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá;
será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e
ficarei feliz.
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e
ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com
suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a
menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que
ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do
pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto.
Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das
estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se
acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia
passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis
das penas se transformaram num cinza triste. E veio o
silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de
noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao
seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta
da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir
para que a saudade chegue e eu tenha vontade de
voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a
crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A
menina contava os dias, e cada dia que passava a
saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando
encantado de novo... E colocava flores nos vasos à
espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando
encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele
deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de
voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas
também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar
secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro
encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai
voltar...
https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut
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De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA que indica o que acontece com o pássaro depois que a menina o prende na gaiola.
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A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos
os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola
estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando
sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.
Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares
estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de
plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de
neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando
sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do
vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das
árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu
vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias
daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela
adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho
dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e
sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos
sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago
canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o
barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos
verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem
parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por
isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a
menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao
pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as
plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios,
nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza,
na espera da volta, que faz com que minhas penas
fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser
um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à
noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia
malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá;
será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e
ficarei feliz.
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e
ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com
suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a
menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que
ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do
pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto.
Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das
estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se
acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia
passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis
das penas se transformaram num cinza triste. E veio o
silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de
noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao
seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta
da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir
para que a saudade chegue e eu tenha vontade de
voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a
crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A
menina contava os dias, e cada dia que passava a
saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando
encantado de novo... E colocava flores nos vasos à
espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando
encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele
deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de
voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas
também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar
secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro
encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai
voltar...
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Identifique a alternativa CORRETA que indica o significado da palavra 'saudade' no contexto empregado.
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A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos
os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola
estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando
sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.
Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares
estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de
plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de
neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando
sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do
vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das
árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu
vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias
daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela
adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho
dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e
sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos
sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago
canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o
barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos
verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem
parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por
isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a
menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao
pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as
plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios,
nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza,
na espera da volta, que faz com que minhas penas
fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser
um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à
noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia
malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá;
será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e
ficarei feliz.
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e
ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com
suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a
menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que
ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do
pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto.
Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das
estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se
acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia
passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis
das penas se transformaram num cinza triste. E veio o
silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de
noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao
seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta
da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir
para que a saudade chegue e eu tenha vontade de
voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a
crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A
menina contava os dias, e cada dia que passava a
saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando
encantado de novo... E colocava flores nos vasos à
espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando
encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele
deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de
voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas
também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar
secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro
encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai
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Marque a alternativa CORRETA que indica a postura da menina ao libertar o pássaro.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos
os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola
estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando
sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.
Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares
estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de
plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de
neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando
sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do
vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das
árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu
vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias
daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela
adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho
dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e
sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos
sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago
canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o
barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos
verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem
parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por
isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a
menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao
pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as
plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios,
nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza,
na espera da volta, que faz com que minhas penas
fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser
um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à
noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia
malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá;
será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e
ficarei feliz.
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e
ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com
suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a
menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que
ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do
pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto.
Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das
estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se
acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia
passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis
das penas se transformaram num cinza triste. E veio o
silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de
noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao
seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta
da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir
para que a saudade chegue e eu tenha vontade de
voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a
crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A
menina contava os dias, e cada dia que passava a
saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando
encantado de novo... E colocava flores nos vasos à
espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando
encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele
deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de
voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas
também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar
secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro
encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai
voltar...
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Analise as reescritas a seguir e identifique aquela em que a substituição do termo "abandonasse" por outro vocábulo torna o enunciado INCORRETO quanto ao sentido.
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