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Foram encontradas 359 questões.

4029819 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cadê o rio que estava aqui?


Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste e também o norte do estado de Minas Gerais, englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As principais características do semiárido são poucas chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro.

Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são exclusivamente de água doce, secam de tempos em tempos e só têm água corrente na superfície na estação chuvosa, período no qual podem apresentar volumes abundantes. Quando secam, esses rios formam poças de diferentes tamanhos, que podem ou não estar distantes uma das outras. Essas poças podem permanecer com água ou secar completamente e, quando secam, se tornam um espaço com solo rachado.

A duração das fases de cheia ou seca dos rios intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O mais importante é saber que a diversidade de organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito bem com essas transformações radicais da natureza.
https://chc.org.br/artigo/cade-o-rio-que-estava-aqui/
"... período no qual podem apresentar volumes abundantes."

Identifique a alternativa que apresenta uma substituição para o vocábulo 'abundante' de forma INCORRETA.
 

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4029818 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cadê o rio que estava aqui?


Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste e também o norte do estado de Minas Gerais, englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As principais características do semiárido são poucas chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro.

Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são exclusivamente de água doce, secam de tempos em tempos e só têm água corrente na superfície na estação chuvosa, período no qual podem apresentar volumes abundantes. Quando secam, esses rios formam poças de diferentes tamanhos, que podem ou não estar distantes uma das outras. Essas poças podem permanecer com água ou secar completamente e, quando secam, se tornam um espaço com solo rachado.

A duração das fases de cheia ou seca dos rios intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O mais importante é saber que a diversidade de organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito bem com essas transformações radicais da natureza.
https://chc.org.br/artigo/cade-o-rio-que-estava-aqui/
Em determinados períodos, os rios intermitentes secam. Identifique a alternativa CORRETA que apresenta o que pode acontecer com o leito do rio.
 

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4029817 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cadê o rio que estava aqui?


Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste e também o norte do estado de Minas Gerais, englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As principais características do semiárido são poucas chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro.

Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são exclusivamente de água doce, secam de tempos em tempos e só têm água corrente na superfície na estação chuvosa, período no qual podem apresentar volumes abundantes. Quando secam, esses rios formam poças de diferentes tamanhos, que podem ou não estar distantes uma das outras. Essas poças podem permanecer com água ou secar completamente e, quando secam, se tornam um espaço com solo rachado.

A duração das fases de cheia ou seca dos rios intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O mais importante é saber que a diversidade de organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito bem com essas transformações radicais da natureza.
https://chc.org.br/artigo/cade-o-rio-que-estava-aqui/
"Eles são muito comuns no semiárido brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste e também o norte do estado de Minas Gerais, englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado."

Identifique a alternativa que apresenta, de forma CORRETA, o motivo de os rios intermitentes serem comuns no semiárido brasileiro.
 

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4029816 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cadê o rio que estava aqui?


Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos como intermitentes. Eles são muito comuns no semiárido brasileiro, região que inclui os nove estados do Nordeste e também o norte do estado de Minas Gerais, englobando parte dos biomas Caatinga e Cerrado. As principais características do semiárido são poucas chuvas e Sol muito forte quase o ano inteiro.

Diferentemente dos rios que têm água corrente o ano todo, chamados rios perenes, os rios intermitentes são exclusivamente de água doce, secam de tempos em tempos e só têm água corrente na superfície na estação chuvosa, período no qual podem apresentar volumes abundantes. Quando secam, esses rios formam poças de diferentes tamanhos, que podem ou não estar distantes uma das outras. Essas poças podem permanecer com água ou secar completamente e, quando secam, se tornam um espaço com solo rachado.

A duração das fases de cheia ou seca dos rios intermitentes varia de semanas a meses. Tudo vai depender do quanto choveu, do quanto a água evaporou e do quanto ela infiltrou no solo. Entre as fases de cheia e de seca, o rio e a vegetação em volta passam por mudanças incríveis: algumas espécies de plantas e animais desaparecem, enquanto outras aparecem. O mais importante é saber que a diversidade de organismos que vivem nesse ambiente sabe lidar muito bem com essas transformações radicais da natureza.
https://chc.org.br/artigo/cade-o-rio-que-estava-aqui/
"Os rios que ora somem, ora reaparecem são conhecidos como intermitentes."

A partir do texto, identifique a alternativa que apresenta de forma CORRETA a principal característica dos rios intermitentes.
 

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4029815 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...
https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...

Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor.

Segundo o texto, identifique a alternativa CORRETA que justifica a mudança de cor do pássaro.
 

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4029814 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...
https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
Com base no texto "A menina e o pássaro", assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE o aprendizado ou a lição da história.
 

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4029813 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
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A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...
https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
"Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz."

De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA que indica o que acontece com o pássaro depois que a menina o prende na gaiola.
 

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4029812 Ano: 2026
Disciplina: Português
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A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...
https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
"E o meu encanto precisa da saudade."

Identifique a alternativa CORRETA que indica o significado da palavra 'saudade' no contexto empregado.
 

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A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...
https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
"Pode ir, pássaro, volte quando quiser."

Marque a alternativa CORRETA que indica a postura da menina ao libertar o pássaro.
 

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...
https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
'Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse."

Analise as reescritas a seguir e identifique aquela em que a substituição do termo "abandonasse" por outro vocábulo torna o enunciado INCORRETO quanto ao sentido.
 

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