Foram encontradas 60 questões.
A regionalização em saúde no Estado do Acre se deu a
partir da resolução da Comissão Intergestores Bipartite, de
31 de julho de 2009, que definiu o desenho da
Regionalização da Assistência do Estado do Acre. O Acre é
formado por 3 (três) regiões de saúde e 1 (uma)
macrorregião. O Alto Acre se caracteriza por
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Qual recurso do Microsoft Word permite ao usuário inserir
automaticamente uma lista de tabelas ou ilustrações em um
documento?
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Qual aplicativo nativo do Windows é utilizado para realizar
anotações rápidas ou salvar lembretes em formato de texto
sem formatação?
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O Acre está se tornando uma referência nacional no
etnoturismo, fortalecido por meio do Plano de
Desenvolvimento do Turismo nas Terras Indígenas do Alto
do Rio Purus e Alto Rio Juruá. Esse plano estrutura um
conjunto de rotas turísticas, com objetivo de apresentar a
diversidade da cultura indígena acriana. O etnoturismo
consiste em
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Veja a fotografia a seguir.
Disponível em: <https://www.ibflorestas.org.br/bioma-amazonico>. Acesso em: 09 mar. 2024.
A imagem mostra um tipo de vegetação comum do Acre, que se define por matas
Disponível em: <https://www.ibflorestas.org.br/bioma-amazonico>. Acesso em: 09 mar. 2024.
A imagem mostra um tipo de vegetação comum do Acre, que se define por matas
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Leia o texto a seguir.
A colonização da Amazônia submeteu os indígenas de forma violenta ao controle do trabalho, recursos e produtos em torno da produção mercantil. Na Amazônia Sul Ocidental este processo se deu em fins do século XIX e durante quase todo o século XX. O seringal virou cativeiro para o indígena que perdeu o direito sobre o território tornando-se uma grande força de trabalho e impedido de viver sua cultura nas suas formas linguísticas, festas, rituais, pinturas artesanatos e agricultura.
Fonte: KAXINAWÁ, Joaquim Paulo Maná, et al. Índios no Acre: História e organização. 2ª ed. Rio Branco: Comissão Pró-Índio do Acre, 2002.
A história indígena passa por novas interpretações de caráter decolonial considerando a importância da memória dos povos originários como portadora da narrativa sobre eles. O trecho elucida o tempo do cativeiro no Estado do Acre, no qual povos indígenas e seringueiros
A colonização da Amazônia submeteu os indígenas de forma violenta ao controle do trabalho, recursos e produtos em torno da produção mercantil. Na Amazônia Sul Ocidental este processo se deu em fins do século XIX e durante quase todo o século XX. O seringal virou cativeiro para o indígena que perdeu o direito sobre o território tornando-se uma grande força de trabalho e impedido de viver sua cultura nas suas formas linguísticas, festas, rituais, pinturas artesanatos e agricultura.
Fonte: KAXINAWÁ, Joaquim Paulo Maná, et al. Índios no Acre: História e organização. 2ª ed. Rio Branco: Comissão Pró-Índio do Acre, 2002.
A história indígena passa por novas interpretações de caráter decolonial considerando a importância da memória dos povos originários como portadora da narrativa sobre eles. O trecho elucida o tempo do cativeiro no Estado do Acre, no qual povos indígenas e seringueiros
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Leia o texto a seguir.
Disponível em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh25nEDPc7cF MM6CE5szBDwEXP9w7TDuDiXQBrNUDUOP2R_PRl2BHKaiF6hTpb3QGbmJ 19Dp6-U2EW02maTPE82c7pIcUN3- BxRdDKznMZVouWjywZyB5u3SvukQfVvGK7Y9TUR3PLLghO/s1600/Charge+meio+ambiente.jpg>. Acesso em: 2 mar. 2024.
Na pergunta do filhote de tartaruga para sua mãe, segundo critérios semântico e morfológicos, a palavra “meio” está sendo empregada como um
Disponível em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh25nEDPc7cF MM6CE5szBDwEXP9w7TDuDiXQBrNUDUOP2R_PRl2BHKaiF6hTpb3QGbmJ 19Dp6-U2EW02maTPE82c7pIcUN3- BxRdDKznMZVouWjywZyB5u3SvukQfVvGK7Y9TUR3PLLghO/s1600/Charge+meio+ambiente.jpg>. Acesso em: 2 mar. 2024.
Na pergunta do filhote de tartaruga para sua mãe, segundo critérios semântico e morfológicos, a palavra “meio” está sendo empregada como um
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
INTERVENÇÃO HUMANA
O homem como ser animal,
De todos é o mais perigoso,
Pelo seu diferencial.
É dotado de inteligência,
Tem o domínio da ciência,
É um ser sensacional,
Homem de grande sapiência.
Domina a fala e a escrita,
Constrói a morada onde habita,
Defensor da ética e da moral,
Faz o bem e faz o mal.
Mas destrói a natureza sem pena,
E nessa intervenção humana,
Contribui para um desastre total.
Não destrói com tua vida.
Pensas que és imortal?
KAMBEBA, Márcia Wayna. O lugar do Saber. São Leopoldo: Casa Leiria,
2020. p. 38.
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
INTERVENÇÃO HUMANA
O homem como ser animal,
De todos é o mais perigoso,
Pelo seu diferencial.
É dotado de inteligência,
Tem o domínio da ciência,
É um ser sensacional,
Homem de grande sapiência.
Domina a fala e a escrita,
Constrói a morada onde habita,
Defensor da ética e da moral,
Faz o bem e faz o mal.
Mas destrói a natureza sem pena,
E nessa intervenção humana,
Contribui para um desastre total.
Não destrói com tua vida.
Pensas que és imortal?
KAMBEBA, Márcia Wayna. O lugar do Saber. São Leopoldo: Casa Leiria,
2020. p. 38.
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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Quem vê as imponentes árvores na Floresta da Tijuca
não imagina que há mais de 150 anos, a área era dominada
por monoculturas, que capinavam abaixo todas as árvores
para abrir espaço para plantações de cana e café,
principalmente. Os inúmeros rios e fontes d’água eram
providenciais para irrigar plantações de produtos introduzidos
no Brasil no século XVIII. Engenhos, sítios e fazendas
preenchiam as encostas arborizadas dos morros da região.
O verde, hoje tão comum no Parque Nacional da
Tijuca, é fruto de uma iniciativa pioneira de reflorestamento,
por Dom Pedro II, em 1861. Devido à falta d’água associada à
derrubada das árvores, o monarca baixou um decreto para
tentar contornar a situação. Estava ordenado o plantio de
novas mudas a partir das margens das nascentes dos rios e a
preservação das já existentes na Floresta da Tijuca. A
preocupação com o abastecimento de água da cidade, que
crescia e consumia cada vez mais, foi o que motivou uma
consciência de necessidade de conservação da floresta.
A partir desse trabalho de preservação iniciado pelo
homem, o bastão foi passado para a própria natureza, que
assumiu a missão de se regenerar e consolidar a recuperação
da floresta que quase perdeu esse status. Na atualidade, em
uma mistura de áreas replantadas e de outras recuperadas
naturalmente, cada árvore tem uma história para contar. Ou
melhor, o homem é que pode contar com esse espaço
preservado de beleza sacra, onde a natureza ensinou, talvez
pela primeira vez aos cariocas, a importância da sua
conservação.
MENEGASSI, Duda. O reflorestamento de um patrimônio. O Eco, 17 dez.
2012. Disponível em: https://oeco.org.br/reportagens/26758-oreflorestamento-de-um-patrimonio/. Acesso em: 2 mar. 2024. [Adaptado].
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