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Leia o texto abaixo e responda a questão:
Brasileira sobrevivente de guerra na Síria e terremoto na Turquia recomeça vida no Ceará: 'Difícil
ter que ir embora'
Aminah Nahan voltou ao Brasil depois de oito anos morando no Oriente Médio. Ela é enfermeira e prestava
serviço humanitário e voluntário na Turquia quando ocorreu o terremoto que matou mais de 41 mil pessoas.
Por Isayane Sampaio, g1 CE
16/02/2023 04h50
A cearense Aminah Nahan, sobrevivente do terremoto que atingiu a Turquia e a Síria em 6 de
fevereiro, revelou que se sente feliz por voltar ao Brasil após a tragédia. Contudo, a enfermeira, que
prestava serviço humanitário na Turquia, relatou que a intenção dela era ter ficado para ajudar
voluntariamente outras pessoas, mas precisou deixar o país por questão de sobrevivência.
Aminah conta que pretende voltar a fazer os trabalhos de auxílio que fazia na Turquia. Contudo,
neste momento, ela e o marido que precisam de ajuda. Ela voltou à Missão Velha, cidade cearense onde já
morou, e lá vai tentar recomeçar a vida ao lado do companheiro, que trabalhava em construção civil. Os
dois perderam todos os bens com o desastre. "O mais importante é que meu marido consiga um trabalho",
diz.
"Pra mim, foi muito difícil ter que vir embora. Estou feliz por estar aqui, por estar viva e pelo
livramento que Deus nos deu a mim e ao meu marido, mas ao mesmo tempo dói muito você ter que deixar
pessoas para trás. Porque a minha intenção era ficar para fazer os trabalhos humanitários", contou Aminah.
A enfermeira, casada com um sírio da cidade de Khan Sheikhun, destruída por bombardeios,
morava há oito anos no Oriente Médio. A princípio, morou na Síria, mas por conta da guerra, buscou
refúgio na Turquia com o marido.
Ela teme pela situação dos sobreviventes principalmente na Síria, onde ela diz que a chegada de
ajuda é mais demorada.
https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2023/02/16/brasileira-sobrevivente-de-guerra-na-siria-e-terremoto-na-turquia-recomecavida-no-ceara-dificil-ter-que-ir-embora.ghtml
“Estou feliz por estar aqui, por estar viva e pelo livramento que Deus nos deu a mim e ao meu marido,”
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Brasileira sobrevivente de guerra na Síria e terremoto na Turquia recomeça vida no Ceará: 'Difícil
ter que ir embora'
Aminah Nahan voltou ao Brasil depois de oito anos morando no Oriente Médio. Ela é enfermeira e prestava
serviço humanitário e voluntário na Turquia quando ocorreu o terremoto que matou mais de 41 mil pessoas.
Por Isayane Sampaio, g1 CE
16/02/2023 04h50
A cearense Aminah Nahan, sobrevivente do terremoto que atingiu a Turquia e a Síria em 6 de
fevereiro, revelou que se sente feliz por voltar ao Brasil após a tragédia. Contudo, a enfermeira, que
prestava serviço humanitário na Turquia, relatou que a intenção dela era ter ficado para ajudar
voluntariamente outras pessoas, mas precisou deixar o país por questão de sobrevivência.
Aminah conta que pretende voltar a fazer os trabalhos de auxílio que fazia na Turquia. Contudo,
neste momento, ela e o marido que precisam de ajuda. Ela voltou à Missão Velha, cidade cearense onde já
morou, e lá vai tentar recomeçar a vida ao lado do companheiro, que trabalhava em construção civil. Os
dois perderam todos os bens com o desastre. "O mais importante é que meu marido consiga um trabalho",
diz.
"Pra mim, foi muito difícil ter que vir embora. Estou feliz por estar aqui, por estar viva e pelo
livramento que Deus nos deu a mim e ao meu marido, mas ao mesmo tempo dói muito você ter que deixar
pessoas para trás. Porque a minha intenção era ficar para fazer os trabalhos humanitários", contou Aminah.
A enfermeira, casada com um sírio da cidade de Khan Sheikhun, destruída por bombardeios,
morava há oito anos no Oriente Médio. A princípio, morou na Síria, mas por conta da guerra, buscou
refúgio na Turquia com o marido.
Ela teme pela situação dos sobreviventes principalmente na Síria, onde ela diz que a chegada de
ajuda é mais demorada.
https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2023/02/16/brasileira-sobrevivente-de-guerra-na-siria-e-terremoto-na-turquia-recomecavida-no-ceara-dificil-ter-que-ir-embora.ghtml
“Ela voltou à Missão Velha, cidade cearense onde já morou, e lá vai tentar recomeçar a vida ao lado do companheiro, que trabalhava em construção civil.”
É possível perceber a presença das vírgulas para:
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Leia o texto abaixo e responda a questão:
Brasileira sobrevivente de guerra na Síria e terremoto na Turquia recomeça vida no Ceará: 'Difícil
ter que ir embora'
Aminah Nahan voltou ao Brasil depois de oito anos morando no Oriente Médio. Ela é enfermeira e prestava
serviço humanitário e voluntário na Turquia quando ocorreu o terremoto que matou mais de 41 mil pessoas.
Por Isayane Sampaio, g1 CE
16/02/2023 04h50
A cearense Aminah Nahan, sobrevivente do terremoto que atingiu a Turquia e a Síria em 6 de
fevereiro, revelou que se sente feliz por voltar ao Brasil após a tragédia. Contudo, a enfermeira, que
prestava serviço humanitário na Turquia, relatou que a intenção dela era ter ficado para ajudar
voluntariamente outras pessoas, mas precisou deixar o país por questão de sobrevivência.
Aminah conta que pretende voltar a fazer os trabalhos de auxílio que fazia na Turquia. Contudo,
neste momento, ela e o marido que precisam de ajuda. Ela voltou à Missão Velha, cidade cearense onde já
morou, e lá vai tentar recomeçar a vida ao lado do companheiro, que trabalhava em construção civil. Os
dois perderam todos os bens com o desastre. "O mais importante é que meu marido consiga um trabalho",
diz.
"Pra mim, foi muito difícil ter que vir embora. Estou feliz por estar aqui, por estar viva e pelo
livramento que Deus nos deu a mim e ao meu marido, mas ao mesmo tempo dói muito você ter que deixar
pessoas para trás. Porque a minha intenção era ficar para fazer os trabalhos humanitários", contou Aminah.
A enfermeira, casada com um sírio da cidade de Khan Sheikhun, destruída por bombardeios,
morava há oito anos no Oriente Médio. A princípio, morou na Síria, mas por conta da guerra, buscou
refúgio na Turquia com o marido.
Ela teme pela situação dos sobreviventes principalmente na Síria, onde ela diz que a chegada de
ajuda é mais demorada.
https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2023/02/16/brasileira-sobrevivente-de-guerra-na-siria-e-terremoto-na-turquia-recomecavida-no-ceara-dificil-ter-que-ir-embora.ghtml
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A seguir, observe o texto abaixo para responder a questão:
Tubarões preferem banhistas que usam preto e branco
Vem ni mim, tubarão!
Está todo mundo lá na praia, nadando feliz e contente, quando vem um tubarão. Como é que ele
escolhe qual pessoa morder? Uni-duni-tê?
De acordo com a pesquisa do especialista em tubarões da Universidade da Flórida (EUA), George
Burgess, a escolha fashion do banhista é um dos fatores que o bicho leva em consideração: quem usa trajes
que combinem preto e branco tem mais chances de levar uma bela mordida.
Burgess analisou dados de ataques de tubarão registrados nos últimos 50 anos no município de
Volusia, uma região costeira da Flórida conhecida pela alta incidência de ataques (no período analisado,
foram 231). Nessa análise, percebeu que a maioria das pessoas mordidas estava usando branco e preto.
Mas por que o tubarão gosta dessa combinação? O cara ainda não sabe ao certo. Mas, segundo
ele, é provável que o fenômeno esteja ligado à habilidade dos tubarões em enxergarem contrastes. Não por
menos, a combinação de preto e amarelo também não se mostrou segura.
Além disso, Burgess constatou outras coisas interessantes (e outras nem tanto): a maioria dos
ataques acontece aos domingos (provavelmente porque é o dia em que a praia está mais cheia), a menos de
2 metros de profundidade (porque é onde a maioria das pessoas geralmente fica) e (isso sim é legal) durante
a Lua nova. “Isso porque as marés, afetadas pela Lua, trazem os peixes preferidos dos tubarões para mais
perto da costa”, diz o especialista.
Disponível em:https://super.abril.com.br/coluna/cienciamaluca/tubarões-preferem-banhistas-que-usam-preto-e-branco/ .
Acesso em: 13 jul. 2011
As palavras em destaque são, morfologicamente, chamadas de:
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A seguir, observe o texto abaixo para responder a questão:
Tubarões preferem banhistas que usam preto e branco
Vem ni mim, tubarão!
Está todo mundo lá na praia, nadando feliz e contente, quando vem um tubarão. Como é que ele
escolhe qual pessoa morder? Uni-duni-tê?
De acordo com a pesquisa do especialista em tubarões da Universidade da Flórida (EUA), George
Burgess, a escolha fashion do banhista é um dos fatores que o bicho leva em consideração: quem usa trajes
que combinem preto e branco tem mais chances de levar uma bela mordida.
Burgess analisou dados de ataques de tubarão registrados nos últimos 50 anos no município de
Volusia, uma região costeira da Flórida conhecida pela alta incidência de ataques (no período analisado,
foram 231). Nessa análise, percebeu que a maioria das pessoas mordidas estava usando branco e preto.
Mas por que o tubarão gosta dessa combinação? O cara ainda não sabe ao certo. Mas, segundo
ele, é provável que o fenômeno esteja ligado à habilidade dos tubarões em enxergarem contrastes. Não por
menos, a combinação de preto e amarelo também não se mostrou segura.
Além disso, Burgess constatou outras coisas interessantes (e outras nem tanto): a maioria dos
ataques acontece aos domingos (provavelmente porque é o dia em que a praia está mais cheia), a menos de
2 metros de profundidade (porque é onde a maioria das pessoas geralmente fica) e (isso sim é legal) durante
a Lua nova. “Isso porque as marés, afetadas pela Lua, trazem os peixes preferidos dos tubarões para mais
perto da costa”, diz o especialista.
Disponível em:https://super.abril.com.br/coluna/cienciamaluca/tubarões-preferem-banhistas-que-usam-preto-e-branco/ .
Acesso em: 13 jul. 2011
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A seguir, observe o texto abaixo para responder a questão:
Tubarões preferem banhistas que usam preto e branco
Vem ni mim, tubarão!
Está todo mundo lá na praia, nadando feliz e contente, quando vem um tubarão. Como é que ele
escolhe qual pessoa morder? Uni-duni-tê?
De acordo com a pesquisa do especialista em tubarões da Universidade da Flórida (EUA), George
Burgess, a escolha fashion do banhista é um dos fatores que o bicho leva em consideração: quem usa trajes
que combinem preto e branco tem mais chances de levar uma bela mordida.
Burgess analisou dados de ataques de tubarão registrados nos últimos 50 anos no município de
Volusia, uma região costeira da Flórida conhecida pela alta incidência de ataques (no período analisado,
foram 231). Nessa análise, percebeu que a maioria das pessoas mordidas estava usando branco e preto.
Mas por que o tubarão gosta dessa combinação? O cara ainda não sabe ao certo. Mas, segundo
ele, é provável que o fenômeno esteja ligado à habilidade dos tubarões em enxergarem contrastes. Não por
menos, a combinação de preto e amarelo também não se mostrou segura.
Além disso, Burgess constatou outras coisas interessantes (e outras nem tanto): a maioria dos
ataques acontece aos domingos (provavelmente porque é o dia em que a praia está mais cheia), a menos de
2 metros de profundidade (porque é onde a maioria das pessoas geralmente fica) e (isso sim é legal) durante
a Lua nova. “Isso porque as marés, afetadas pela Lua, trazem os peixes preferidos dos tubarões para mais
perto da costa”, diz o especialista.
Disponível em:https://super.abril.com.br/coluna/cienciamaluca/tubarões-preferem-banhistas-que-usam-preto-e-branco/ .
Acesso em: 13 jul. 2011
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A publicação do post abaixo é necessária para a resolução da questão.

https://www.ufms.br/especialista-da-dicas-de-ergonomia-em-home-office/
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A publicação do post abaixo é necessária para a resolução da questão.

https://www.ufms.br/especialista-da-dicas-de-ergonomia-em-home-office/
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Leia a fábula para responder a questão:
A Rã e o Boi
Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar
para ficar maior.
Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois.
A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais.
Depois, repetiu a pergunta:
– Quem é maior agora?
A outra rã respondeu:
– O boi.
A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou
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Leia a fábula para responder a questão:
A Rã e o Boi
Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar
para ficar maior.
Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois.
A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais.
Depois, repetiu a pergunta:
– Quem é maior agora?
A outra rã respondeu:
– O boi.
A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou
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