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Foram encontradas 425 questões.

2711957 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UniRV
Orgão: Pref. Rio Verde-GO

Leia o texto abaixo e responda a questão.


POR QUE PROCRASTINAMOS? ESPECIALISTAS TENTAM RESPONDER

Muitas pessoas procrastinam, alguns de nós cronicamente. Mas por que fazemos isso? Existe uma maneira de combater a procrastinação, e esse hábito traz benefícios? O que acontece no cérebro e na mente? Podemos mudar isso? Certo, todo mundo procrastina em algum momento de suas vidas. Seja para pagar uma conta, marcar uma consulta médica, concluir um projeto escolar ou cumprir um prazo de trabalho, às vezes é mais fácil adiar tarefas importantes que não gostamos totalmente e preferimos realizar em outro momento.
Enquanto para a maioria das pessoas o ato de procrastinação pode acontecer apenas de vez em quando, para outras torna-se uma ocorrência constante. Estima-se que 20% dos adultos no mundo sejam procrastinadores crônicos, embora pesquisas mostrem que altos níveis de procrastinação no local de trabalho podem ter efeitos negativos na performance e na renda do empregado.
O que acontece no cérebro?
De acordo com Sharon Greene, especializada no tratamento de ansiedade e depressão para crianças, adolescentes e adultos no Centro de Desenvolvimento Infantil e Familiar de Providence Saint John na Califórnia (EUA), a procrastinação resulta de uma luta entre o sistema límbico de uma pessoa e o córtex pré-frontal do cérebro.
Ela explica que o sistema límbico é uma parte mais primitiva do cérebro, que busca prazer instantâneo e/ou evita coisas que causem angústia. O córtex pré-frontal é uma parte mais recente do cérebro (em termos evolutivos) que ajuda no planejamento, tomada de decisões e objetivos de longo prazo. Todos nós sofremos às vezes de procrastinação devido à "luta" entre essas estruturas em nossos cérebros.
https://doutorjairo.uol.com.br/leia/por-que-procrastinamos-especialistas-tentam-responder/



Ao ler o intertítulo, verifica-se a presença de frase:
 

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2711956 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UniRV
Orgão: Pref. Rio Verde-GO

Leia o texto abaixo e responda a questão.


POR QUE PROCRASTINAMOS? ESPECIALISTAS TENTAM RESPONDER

Muitas pessoas procrastinam, alguns de nós cronicamente. Mas por que fazemos isso? Existe uma maneira de combater a procrastinação, e esse hábito traz benefícios? O que acontece no cérebro e na mente? Podemos mudar isso? Certo, todo mundo procrastina em algum momento de suas vidas. Seja para pagar uma conta, marcar uma consulta médica, concluir um projeto escolar ou cumprir um prazo de trabalho, às vezes é mais fácil adiar tarefas importantes que não gostamos totalmente e preferimos realizar em outro momento.
Enquanto para a maioria das pessoas o ato de procrastinação pode acontecer apenas de vez em quando, para outras torna-se uma ocorrência constante. Estima-se que 20% dos adultos no mundo sejam procrastinadores crônicos, embora pesquisas mostrem que altos níveis de procrastinação no local de trabalho podem ter efeitos negativos na performance e na renda do empregado.
O que acontece no cérebro?
De acordo com Sharon Greene, especializada no tratamento de ansiedade e depressão para crianças, adolescentes e adultos no Centro de Desenvolvimento Infantil e Familiar de Providence Saint John na Califórnia (EUA), a procrastinação resulta de uma luta entre o sistema límbico de uma pessoa e o córtex pré-frontal do cérebro.
Ela explica que o sistema límbico é uma parte mais primitiva do cérebro, que busca prazer instantâneo e/ou evita coisas que causem angústia. O córtex pré-frontal é uma parte mais recente do cérebro (em termos evolutivos) que ajuda no planejamento, tomada de decisões e objetivos de longo prazo. Todos nós sofremos às vezes de procrastinação devido à "luta" entre essas estruturas em nossos cérebros.
https://doutorjairo.uol.com.br/leia/por-que-procrastinamos-especialistas-tentam-responder/



Leia a sentença abaixo: “Enquanto para a maioria das pessoas o ato de procrastinação pode acontecer apenas de vez em quando, para outras torna-se uma ocorrência constante.”
Marque a opção que apresenta o sinônimo para a palavra em destaque:
 

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2711955 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UniRV
Orgão: Pref. Rio Verde-GO

Leia o texto abaixo e responda a questão.


POR QUE PROCRASTINAMOS? ESPECIALISTAS TENTAM RESPONDER

Muitas pessoas procrastinam, alguns de nós cronicamente. Mas por que fazemos isso? Existe uma maneira de combater a procrastinação, e esse hábito traz benefícios? O que acontece no cérebro e na mente? Podemos mudar isso? Certo, todo mundo procrastina em algum momento de suas vidas. Seja para pagar uma conta, marcar uma consulta médica, concluir um projeto escolar ou cumprir um prazo de trabalho, às vezes é mais fácil adiar tarefas importantes que não gostamos totalmente e preferimos realizar em outro momento.
Enquanto para a maioria das pessoas o ato de procrastinação pode acontecer apenas de vez em quando, para outras torna-se uma ocorrência constante. Estima-se que 20% dos adultos no mundo sejam procrastinadores crônicos, embora pesquisas mostrem que altos níveis de procrastinação no local de trabalho podem ter efeitos negativos na performance e na renda do empregado.
O que acontece no cérebro?
De acordo com Sharon Greene, especializada no tratamento de ansiedade e depressão para crianças, adolescentes e adultos no Centro de Desenvolvimento Infantil e Familiar de Providence Saint John na Califórnia (EUA), a procrastinação resulta de uma luta entre o sistema límbico de uma pessoa e o córtex pré-frontal do cérebro.
Ela explica que o sistema límbico é uma parte mais primitiva do cérebro, que busca prazer instantâneo e/ou evita coisas que causem angústia. O córtex pré-frontal é uma parte mais recente do cérebro (em termos evolutivos) que ajuda no planejamento, tomada de decisões e objetivos de longo prazo. Todos nós sofremos às vezes de procrastinação devido à "luta" entre essas estruturas em nossos cérebros.
https://doutorjairo.uol.com.br/leia/por-que-procrastinamos-especialistas-tentam-responder/



Marque a opção correta sobre procrastinação.
 
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O ego se estabelece por meio de uma divisão da psique humana, na qual a identidade se separa em duas partes que poderíamos chamar de “eu” e “meu”. Portanto, todo ego é esquizofrênico, para usar a palavra no seu significado popular, que designa personalidade dividida. Nós vivemos com uma imagem mental de nós mesmos, um eu conceitual com quem temos um relacionamento. A vida em si torna-se conceitualizada e separada de quem somos quando falamos “minha vida”. No momento em que dizemos ou pensamos “minha vida” e acreditamos nessa ideia (em vez de considerá-la uma mera convenção linguística), entramos na esfera da ilusão. Se existe algo como “minha vida”, concluímos que “eu” e “vida” são duas coisas separadas. Assim, podemos também perder a vida, nosso valioso bem imaginário. A morte torna-se uma realidade aparente e uma ameaça. As palavras e os conceitos dividem a vida em segmentos isolados que não têm realidade própria. Poderíamos até mesmo dizer que o conceito “minha vida” é a ilusão original da separação, a origem do ego. Por exemplo, se eu e a vida somos dois, se seu existo separado dela, então estou separado de todas as coisas, de todos os seres, de todas as pessoas. Mas como eu poderia existir separado da vida? Qual “eu” poderia existir dissociado dela, à parte do Ser? É completamente impossível. Portanto, não existe algo como “minha vida”, e nós não temos uma vida. Nós somos a vida. Nós e a vida somos um. Não é possível ser de outra maneira. Portanto, como poderíamos perder nossa vida? Como poderíamos perder algo que não temos? Como poderíamos perder algo que nós somos? É impossível.
(Eckhart Tolle – Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência.)
Sobre o texto, marque a alternativa incorreta:
 
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O ego se estabelece por meio de uma divisão da psique humana, na qual a identidade se separa em duas partes que poderíamos chamar de “eu” e “meu”. Portanto, todo ego é esquizofrênico, para usar a palavra no seu significado popular, que designa personalidade dividida. Nós vivemos com uma imagem mental de nós mesmos, um eu conceitual com quem temos um relacionamento. A vida em si torna-se conceitualizada e separada de quem somos quando falamos “minha vida”. No momento em que dizemos ou pensamos “minha vida” e acreditamos nessa ideia (em vez de considerá-la uma mera convenção linguística), entramos na esfera da ilusão. Se existe algo como “minha vida”, concluímos que “eu” e “vida” são duas coisas separadas. Assim, podemos também perder a vida, nosso valioso bem imaginário. A morte torna-se uma realidade aparente e uma ameaça. As palavras e os conceitos dividem a vida em segmentos isolados que não têm realidade própria. Poderíamos até mesmo dizer que o conceito “minha vida” é a ilusão original da separação, a origem do ego. Por exemplo, se eu e a vida somos dois, se seu existo separado dela, então estou separado de todas as coisas, de todos os seres, de todas as pessoas. Mas como eu poderia existir separado da vida? Qual “eu” poderia existir dissociado dela, à parte do Ser? É completamente impossível. Portanto, não existe algo como “minha vida”, e nós não temos uma vida. Nós somos a vida. Nós e a vida somos um. Não é possível ser de outra maneira. Portanto, como poderíamos perder nossa vida? Como poderíamos perder algo que não temos? Como poderíamos perder algo que nós somos? É impossível.
(Eckhart Tolle – Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência.)
Sobre o texto, assinale a alternativa incorreta:
 
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O ego se estabelece por meio de uma divisão da psique humana, na qual a identidade se separa em duas partes que poderíamos chamar de “eu” e “meu”. Portanto, todo ego é esquizofrênico, para usar a palavra no seu significado popular, que designa personalidade dividida. Nós vivemos com uma imagem mental de nós mesmos, um eu conceitual com quem temos um relacionamento. A vida em si torna-se conceitualizada e separada de quem somos quando falamos “minha vida”. No momento em que dizemos ou pensamos “minha vida” e acreditamos nessa ideia (em vez de considerá-la uma mera convenção linguística), entramos na esfera da ilusão. Se existe algo como “minha vida”, concluímos que “eu” e “vida” são duas coisas separadas. Assim, podemos também perder a vida, nosso valioso bem imaginário. A morte torna-se uma realidade aparente e uma ameaça. As palavras e os conceitos dividem a vida em segmentos isolados que não têm realidade própria. Poderíamos até mesmo dizer que o conceito “minha vida” é a ilusão original da separação, a origem do ego. Por exemplo, se eu e a vida somos dois, se seu existo separado dela, então estou separado de todas as coisas, de todos os seres, de todas as pessoas. Mas como eu poderia existir separado da vida? Qual “eu” poderia existir dissociado dela, à parte do Ser? É completamente impossível. Portanto, não existe algo como “minha vida”, e nós não temos uma vida. Nós somos a vida. Nós e a vida somos um. Não é possível ser de outra maneira. Portanto, como poderíamos perder nossa vida? Como poderíamos perder algo que não temos? Como poderíamos perder algo que nós somos? É impossível.
(Eckhart Tolle – Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência.)
Sobre o texto, é correto afirmar que:
 
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