Foram encontradas 143 questões.
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Roca Sales-RS
Considerando-se a Constituição Federal, a República Federativa do Brasil tem como fundamentos:
I. A dependência.
II. A cidadania.
III. A unicidade política.
IV. Os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
Estão CORRETOS:
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O modo subjuntivo apresenta um fato como duvidoso. Considerando-se isso, assinalar a alternativa em que o verbo destacado está conjugado no modo subjuntivo:
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Considerando-se a flexão de voz dos verbos, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Voz ativa.
(2) Voz passiva.
(3) Voz reflexiva.
( ) A criança corre rapidamente.
( ) O jogador foi dispensado pelo clube.
( ) O menino machucou-se.
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Com relação ao uso do hífen, assinalar a alternativa CORRETA:
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Em relação às palavras homófonas, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Passe por traz da cadeira e venha até aqui.
( ) Ele sempre traz frutas do mercado.
( ) Esta blusa está manchada na parte de trás.
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No período “A instituição abriu uma sucursal.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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As mudanças climáticas estão encolhendo os animais
Os pesquisadores descobriram que, entre 1978 e 2016, o tamanho total de 52 espécies de pássaros diminuiu − o comprimento do osso da perna das aves, que é uma medida comum do tamanho do corpo, encolheu 2,4%.
Essa mudança coincidiu com um período de aumento das temperaturas não apenas na América, mas na Terra como um todo. A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) afirma que a temperatura do nosso planeta aumentou 0,08°C por década desde 1880 e 0,18°C por década desde 1981.
Evidências mais amplas de “redução” do tamanho dos animais foram fornecidas em 2012 por cientistas britânicos. A pesquisa descobriu que 90% deles atingiram a maturidade em tamanhos corporais menores quando as temperaturas eram mais altas.
O professor Atkinson explica que o declínio do tamanho do corpo é o que os cientistas chamam de “terceira resposta universal” ao aquecimento global, ao lado da mudança de eventos da vida da espécie e da extensão geográfica. “Mudanças no tamanho do corpo podem afetar a sobrevivência individual e o sucesso reprodutivo, o que pode resultar em um impacto na estrutura e funcionamento dos ecossistemas.”
Como nem todos os animais estão ficando menores na mesma velocidade, a mudança poderia levar a um cenário em que os predadores precisam comer mais presas para satisfazer a fome, uma situação que seria exacerbada se a taxa de fertilidade dos animais que estão diminuindo de tamanho também caísse.
As diferenças no tamanho dos animais da mesma espécie têm sido observadas há muito tempo na natureza.
No século 19, o biólogo alemão Carl Bergmann descobriu que espécies de animais de sangue quente − principalmente pássaros e mamíferos, que são capazes de produzir calor dentro do corpo − tendem a ser maiores em tamanho nas regiões mais frias do que em lugares mais quentes. Esse padrão, embora não seja universal, é conhecido na Zoologia como regra de Bergmann.
“Muitos estudos estão corroborando essa tendência geral. À medida que mais pesquisas são publicadas dizendo a mesma coisa, precisamos entender por que essa tendência está acontecendo e o que significará para a sociedade”, escreveram os autores do estudo, os professores David Bickford e Janet Sheridan.
(Fonte: G1 - adaptado.)
Em relação ao processo de formação de palavras, assinalar a alternativa que NÃO apresenta uma palavra formada por composição:
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As mudanças climáticas estão encolhendo os animais
Os pesquisadores descobriram que, entre 1978 e 2016, o tamanho total de 52 espécies de pássaros diminuiu − o comprimento do osso da perna das aves, que é uma medida comum do tamanho do corpo, encolheu 2,4%.
Essa mudança coincidiu com um período de aumento das temperaturas não apenas na América, mas na Terra como um todo. A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) afirma que a temperatura do nosso planeta aumentou 0,08°C por década desde 1880 e 0,18°C por década desde 1981.
Evidências mais amplas de “redução” do tamanho dos animais foram fornecidas em 2012 por cientistas britânicos. A pesquisa descobriu que 90% deles atingiram a maturidade em tamanhos corporais menores quando as temperaturas eram mais altas.
O professor Atkinson explica que o declínio do tamanho do corpo é o que os cientistas chamam de “terceira resposta universal” ao aquecimento global, ao lado da mudança de eventos da vida da espécie e da extensão geográfica. “Mudanças no tamanho do corpo podem afetar a sobrevivência individual e o sucesso reprodutivo, o que pode resultar em um impacto na estrutura e funcionamento dos ecossistemas.”
Como nem todos os animais estão ficando menores na mesma velocidade, a mudança poderia levar a um cenário em que os predadores precisam comer mais presas para satisfazer a fome, uma situação que seria exacerbada se a taxa de fertilidade dos animais que estão diminuindo de tamanho também caísse.
As diferenças no tamanho dos animais da mesma espécie têm sido observadas há muito tempo na natureza.
No século 19, o biólogo alemão Carl Bergmann descobriu que espécies de animais de sangue quente − principalmente pássaros e mamíferos, que são capazes de produzir calor dentro do corpo − tendem a ser maiores em tamanho nas regiões mais frias do que em lugares mais quentes. Esse padrão, embora não seja universal, é conhecido na Zoologia como regra de Bergmann.
“Muitos estudos estão corroborando essa tendência geral. À medida que mais pesquisas são publicadas dizendo a mesma coisa, precisamos entender por que essa tendência está acontecendo e o que significará para a sociedade”, escreveram os autores do estudo, os professores David Bickford e Janet Sheridan.
(Fonte: G1 - adaptado.)
Na frase “Muitos estudos estão corroborando essa tendência geral.”, a palavra sublinhada, sem que ocorra mudança de sentido no texto, poderia ser substituída por:
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As mudanças climáticas estão encolhendo os animais
Os pesquisadores descobriram que, entre 1978 e 2016, o tamanho total de 52 espécies de pássaros diminuiu − o comprimento do osso da perna das aves, que é uma medida comum do tamanho do corpo, encolheu 2,4%.
Essa mudança coincidiu com um período de aumento das temperaturas não apenas na América, mas na Terra como um todo. A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) afirma que a temperatura do nosso planeta aumentou 0,08°C por década desde 1880 e 0,18°C por década desde 1981.
Evidências mais amplas de “redução” do tamanho dos animais foram fornecidas em 2012 por cientistas britânicos. A pesquisa descobriu que 90% deles atingiram a maturidade em tamanhos corporais menores quando as temperaturas eram mais altas.
O professor Atkinson explica que o declínio do tamanho do corpo é o que os cientistas chamam de “terceira resposta universal” ao aquecimento global, ao lado da mudança de eventos da vida da espécie e da extensão geográfica. “Mudanças no tamanho do corpo podem afetar a sobrevivência individual e o sucesso reprodutivo, o que pode resultar em um impacto na estrutura e funcionamento dos ecossistemas.”
Como nem todos os animais estão ficando menores na mesma velocidade, a mudança poderia levar a um cenário em que os predadores precisam comer mais presas para satisfazer a fome, uma situação que seria exacerbada se a taxa de fertilidade dos animais que estão diminuindo de tamanho também caísse.
As diferenças no tamanho dos animais da mesma espécie têm sido observadas há muito tempo na natureza.
No século 19, o biólogo alemão Carl Bergmann descobriu que espécies de animais de sangue quente − principalmente pássaros e mamíferos, que são capazes de produzir calor dentro do corpo − tendem a ser maiores em tamanho nas regiões mais frias do que em lugares mais quentes. Esse padrão, embora não seja universal, é conhecido na Zoologia como regra de Bergmann.
“Muitos estudos estão corroborando essa tendência geral. À medida que mais pesquisas são publicadas dizendo a mesma coisa, precisamos entender por que essa tendência está acontecendo e o que significará para a sociedade”, escreveram os autores do estudo, os professores David Bickford e Janet Sheridan.
(Fonte: G1 - adaptado.)
No trecho “[...] uma situação que seria exacerbada se a taxa de fertilidade dos animais que estão diminuindo de tamanho também caísse.”, o termo sublinhado expressa ideia de:
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As mudanças climáticas estão encolhendo os animais
Os pesquisadores descobriram que, entre 1978 e 2016, o tamanho total de 52 espécies de pássaros diminuiu − o comprimento do osso da perna das aves, que é uma medida comum do tamanho do corpo, encolheu 2,4%.
Essa mudança coincidiu com um período de aumento das temperaturas não apenas na América, mas na Terra como um todo. A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) afirma que a temperatura do nosso planeta aumentou 0,08°C por década desde 1880 e 0,18°C por década desde 1981.
Evidências mais amplas de “redução” do tamanho dos animais foram fornecidas em 2012 por cientistas britânicos. A pesquisa descobriu que 90% deles atingiram a maturidade em tamanhos corporais menores quando as temperaturas eram mais altas.
O professor Atkinson explica que o declínio do tamanho do corpo é o que os cientistas chamam de “terceira resposta universal” ao aquecimento global, ao lado da mudança de eventos da vida da espécie e da extensão geográfica. “Mudanças no tamanho do corpo podem afetar a sobrevivência individual e o sucesso reprodutivo, o que pode resultar em um impacto na estrutura e funcionamento dos ecossistemas.”
Como nem todos os animais estão ficando menores na mesma velocidade, a mudança poderia levar a um cenário em que os predadores precisam comer mais presas para satisfazer a fome, uma situação que seria exacerbada se a taxa de fertilidade dos animais que estão diminuindo de tamanho também caísse.
As diferenças no tamanho dos animais da mesma espécie têm sido observadas há muito tempo na natureza.
No século 19, o biólogo alemão Carl Bergmann descobriu que espécies de animais de sangue quente − principalmente pássaros e mamíferos, que são capazes de produzir calor dentro do corpo − tendem a ser maiores em tamanho nas regiões mais frias do que em lugares mais quentes. Esse padrão, embora não seja universal, é conhecido na Zoologia como regra de Bergmann.
“Muitos estudos estão corroborando essa tendência geral. À medida que mais pesquisas são publicadas dizendo a mesma coisa, precisamos entender por que essa tendência está acontecendo e o que significará para a sociedade”, escreveram os autores do estudo, os professores David Bickford e Janet Sheridan.
(Fonte: G1 - adaptado.)
Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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