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De acordo com a Constituição Federal, são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
I. Participação nos lucros ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente, participação na gestão da empresa, conforme definido em lei.
II. Férias anuais remuneradas com, pelo menos, um sexto a mais do que o salário normal.
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Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA:
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Em relação à concordância nominal, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Vinte reais são muito.
( ) Há diversos nomes nesta ficha.
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Em relação à colocação pronominal, analisar os itens abaixo:
I. Queixamo-nos ao supervisor.
II. Me procuraram para a entrevista.
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Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:
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Até que ponto o piloto automático de um avião é
automático?
De acordo com Jorge Henrique Bidinotto, professor de engenharia aeronáutica na USP de São Carlos, o piloto automático não decide nada – apenas segue instruções. Se o piloto humano ordenar que o avião suba para 30 mil pés, por exemplo, o computador se encarrega de mudar a altitude, mantendo as outras variáveis constantes.
Quando há turbulência, o piloto automático desliga por conta própria. Se o comandante não considerar prudente lidar com o tempo ruim no modo manual, ele pode dar ao avião instruções para que ele desvie das nuvens. De novo: o avião até topa reassumir o comando, mas vai só obedecer, sem decidir.
Além de não gostar de ventanias e temporais, o piloto automático também é desligado por precaução quando o humano comete um erro ao operá-lo.
Decolagem e pouso também são delicados: a primeira é inteiramente responsabilidade do piloto humano. Já no pouso, o automático leva o avião até muito próximo da pista, mas o controle volta para o manual imediatamente antes de o avião tocar o chão.
É bom lembrar que o piloto automático é apenas um dos muitos sistemas que ajudam a guiar o avião. Ele faz parte do controle automático, que inclui também softwares estabilizadores e um sistema que “filtra” as ações do piloto, tornando-as mais suaves.
(Fonte: Abril - adaptado.)
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa CORRETA.
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Até que ponto o piloto automático de um avião é
automático?
De acordo com Jorge Henrique Bidinotto, professor de engenharia aeronáutica na USP de São Carlos, o piloto automático não decide nada – apenas segue instruções. Se o piloto humano ordenar que o avião suba para 30 mil pés, por exemplo, o computador se encarrega de mudar a altitude, mantendo as outras variáveis constantes.
Quando há turbulência, o piloto automático desliga por conta própria. Se o comandante não considerar prudente lidar com o tempo ruim no modo manual, ele pode dar ao avião instruções para que ele desvie das nuvens. De novo: o avião até topa reassumir o comando, mas vai só obedecer, sem decidir.
Além de não gostar de ventanias e temporais, o piloto automático também é desligado por precaução quando o humano comete um erro ao operá-lo.
Decolagem e pouso também são delicados: a primeira é inteiramente responsabilidade do piloto humano. Já no pouso, o automático leva o avião até muito próximo da pista, mas o controle volta para o manual imediatamente antes de o avião tocar o chão.
É bom lembrar que o piloto automático é apenas um dos muitos sistemas que ajudam a guiar o avião. Ele faz parte do controle automático, que inclui também softwares estabilizadores e um sistema que “filtra” as ações do piloto, tornando-as mais suaves.
(Fonte: Abril - adaptado.)
Assinalar a alternativa que apresenta a palavra que NÃO é proparoxítona:
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Até que ponto o piloto automático de um avião é
automático?
De acordo com Jorge Henrique Bidinotto, professor de engenharia aeronáutica na USP de São Carlos, o piloto automático não decide nada – apenas segue instruções. Se o piloto humano ordenar que o avião suba para 30 mil pés, por exemplo, o computador se encarrega de mudar a altitude, mantendo as outras variáveis constantes.
Quando há turbulência, o piloto automático desliga por conta própria. Se o comandante não considerar prudente lidar com o tempo ruim no modo manual, ele pode dar ao avião instruções para que ele desvie das nuvens. De novo: o avião até topa reassumir o comando, mas vai só obedecer, sem decidir.
Além de não gostar de ventanias e temporais, o piloto automático também é desligado por precaução quando o humano comete um erro ao operá-lo.
Decolagem e pouso também são delicados: a primeira é inteiramente responsabilidade do piloto humano. Já no pouso, o automático leva o avião até muito próximo da pista, mas o controle volta para o manual imediatamente antes de o avião tocar o chão.
É bom lembrar que o piloto automático é apenas um dos muitos sistemas que ajudam a guiar o avião. Ele faz parte do controle automático, que inclui também softwares estabilizadores e um sistema que “filtra” as ações do piloto, tornando-as mais suaves.
(Fonte: Abril - adaptado.)
No trecho “(...) um sistema que ‘filtra’ as ações do piloto, tornando-as mais suaves.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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Até que ponto o piloto automático de um avião é
automático?
De acordo com Jorge Henrique Bidinotto, professor de engenharia aeronáutica na USP de São Carlos, o piloto automático não decide nada – apenas segue instruções. Se o piloto humano ordenar que o avião suba para 30 mil pés, por exemplo, o computador se encarrega de mudar a altitude, mantendo as outras variáveis constantes.
Quando há turbulência, o piloto automático desliga por conta própria. Se o comandante não considerar prudente lidar com o tempo ruim no modo manual, ele pode dar ao avião instruções para que ele desvie das nuvens. De novo: o avião até topa reassumir o comando, mas vai só obedecer, sem decidir.
Além de não gostar de ventanias e temporais, o piloto automático também é desligado por precaução quando o humano comete um erro ao operá-lo.
Decolagem e pouso também são delicados: a primeira é inteiramente responsabilidade do piloto humano. Já no pouso, o automático leva o avião até muito próximo da pista, mas o controle volta para o manual imediatamente antes de o avião tocar o chão.
É bom lembrar que o piloto automático é apenas um dos muitos sistemas que ajudam a guiar o avião. Ele faz parte do controle automático, que inclui também softwares estabilizadores e um sistema que “filtra” as ações do piloto, tornando-as mais suaves.
(Fonte: Abril - adaptado.)
Em relação ao texto, analisar os itens abaixo:
I. O piloto automático nunca desliga por conta própria, nem quando há turbulência.
II. A decolagem é inteiramente responsabilidade do piloto humano.
III. O piloto automático tem autonomia para decidir, pois não segue instruções.
Está(ão) CORRETO(S):
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Até que ponto o piloto automático de um avião é
automático?
De acordo com Jorge Henrique Bidinotto, professor de engenharia aeronáutica na USP de São Carlos, o piloto automático não decide nada – apenas segue instruções. Se o piloto humano ordenar que o avião suba para 30 mil pés, por exemplo, o computador se encarrega de mudar a altitude, mantendo as outras variáveis constantes.
Quando há turbulência, o piloto automático desliga por conta própria. Se o comandante não considerar prudente lidar com o tempo ruim no modo manual, ele pode dar ao avião instruções para que ele desvie das nuvens. De novo: o avião até topa reassumir o comando, mas vai só obedecer, sem decidir.
Além de não gostar de ventanias e temporais, o piloto automático também é desligado por precaução quando o humano comete um erro ao operá-lo.
Decolagem e pouso também são delicados: a primeira é inteiramente responsabilidade do piloto humano. Já no pouso, o automático leva o avião até muito próximo da pista, mas o controle volta para o manual imediatamente antes de o avião tocar o chão.
É bom lembrar que o piloto automático é apenas um dos muitos sistemas que ajudam a guiar o avião. Ele faz parte do controle automático, que inclui também softwares estabilizadores e um sistema que “filtra” as ações do piloto, tornando-as mais suaves.
(Fonte: Abril - adaptado.)
A palavra sublinhada em “Até a coisa ficar feia, basicamente.” é classificada, gramaticalmente, como:
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