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949411
Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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“Uma chuva torrencial levou uma determinada cidade a decretar estado de calamidade pública. Com a inundação, os deslizamentos e as quedas de barreiras a cidade ficou bastante destruída. O prefeito necessita de agilidade nas ações para reerguer a cidade o mais rápido possível, pois é iminente o risco de doenças.” Nessa situação a licitação se torna:
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“[...] A Assembleia Geral Nacional do Povo de Cuba condena energicamente a intervenção aberta e criminosa que durante mais de um século exerceu o Imperialismo norte-americano sobre todos os povos da América Latina; povos que mais de uma vez viram a invasão de seu solo no México, Nicarágua, Haiti, Santo Domingo ou Cuba; que perderam perante a voracidade dos imperialistas ianques extensas e ricas zonas, como Texas, centros estratégicos vitais, como o Canal do Panamá, países inteiros, como Porto Rico, convertido em território de ocupação; que sofreu, além disso, o trato vexatório dos fuzileiros navais, o mesmo contra nossas mulheres e filhas que contra símbolos mais altos da história da pátria, como a efigie de José Martí.”
(Disponível em: http://olhandoparacuba.blogspot.com.br/2016/09/primeira-declaracao-de-havana.html.)
A “Declaração de Havana”, discurso emblemático de Fidel Castro, líder da Revolução Cubana morto recentemente, expõe algumas das razões para sua eclosão. No discurso, várias vezes é citado o nome de José Martí, que muito inspirou Fidel Castro em suas ações. José Martí foi:
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Uma empresa contratou uma costureira para fazer, para todos os seus 150 funcionários, bolsas reutilizáveis de tecidos (ecobags). De acordo com a costureira, para cada bolsa é necessário 0,2 m2 de tecido. O tecido é vendido em um rolo com 1,5 m de altura.

Quantos metros de tecidos a costureira deverá encomendar, no mínimo, para que sejam costuradas as 150 bolsas?
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Como fontes de informação especializadas, o periódico científico tem a função de:
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Observe a sequência na imagem representada do número 1 ao número 4.

(GUERRA, Antônio Teixeira. Novo
dicionário geológico-geomorfológico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997. p. 514.)
Esses processos são conhecidos como:
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O caso a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Em uma área com 120 mil habitantes, houve uma epidemia de dengue no ano de 2015 e foram notificados cerca de 3 mil casos. Um estudo soroepidemiológico feito posterior à epidemia verificou que outras pessoas também tinham anticorpos específicos para a doença.”
Durante a epidemia de dengue no ano de 2015 é correto afirmar que
Durante a epidemia de dengue no ano de 2015 é correto afirmar que
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Oliveira (1993) evidencia a importância do papel da escola, a partir dos estudos de Vygotsky, ao afirmar que: “... a escola tem um papel essencial na construção do ser psicológico adulto dos indivíduos que vivem em sociedades escolarizadas (61)”. Considerando os estudos do pensador russo, quanto ao papel da intervenção pedagógica, é correto afirmar que o professor tem o papel
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A utilização correta e mais econômica dos processos de limpeza, desinfecção e esterilização dos materiais é norteada pela classificação dos materiais, segundo o risco potencial de infecção para o paciente. A desinfecção se trata de um processo de
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O infográfico mostra um terrível sequestro de um grupo islâmico nigeriano. O grupo islamista sequestrou 276 adolescentes estudantes em uma escola de Chibok (nordeste do país), em 2014. Seus líderes são críticos em relação ao governo nigeriano e querem estabelecer a lei do Islã no país. Além disso, condenam a educação ocidental e são contra mulheres frequentarem a escola.

O grupo radical islâmico nigeriano é:
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Why I miss technology-free travel
(Monday, Dec 12, 2016. Josh Noel.)
I’ve been a travel writer for almost eight years, but here's the irony: I’m probably a worse traveler now. Back when I was freewheeling and in my early 20s, I’d get into my car every summer with an atlas, a bag stuffed with CDs and verylittle forethought about where I was headed. I’d be gone for two weeks to three months. The extent of the technology I carried was the portable disc player connected to my tape player by a snaking wire. I stayed in pristine riverside campgrounds, quiet roadside motels operated by charming gray-haired couples and on the couches of people I’d met earlier that day. Once I forced myself to pick up a hitchhiker, a peaceful-looking, hippie-type dude. It wasn’t the life-altering experience I’d hoped for; he just needed a ride to work at a restaurant 10 miles up the road. Another time I got to talking with a guy who said he wasn’t sure he’d be able to afford his next tank of gas. I gave him five bucks — all I could spare — and he gave me a pink crystal that he said had special powers or some such. I rode around with that crystal on my dashboard for 15 years until I gave it to a friend who was dying of cancer. I wanted her to have something meaningful to me, and that was it, secured by chance at an Oklahoma rest stop and hauled everywhere I went until it became hers.
I don’t travel so much anymore. As much as I’d like to say it’s because of having a family and a job and obligations weightier than whether to turn left or turn right, it has more to do with the shiny little machines in our pockets. When it comes to conquering the unknown, those shiny little machines can tell us everything about everything: the top 10 hotels, top 10 attractions, top 10 kid-friendly sushi places and the top 10 vegan-and-dog-friendly cafes with Wi-Fi and a pool table. Worse, we’ve mostly given up thinking about how we get from point A to point B. I have mistyped a couple of letters of a street name into Waze, and unquestioningly driven a route that I knew made no sense. But the shiny little machine says it is so! When I realized my mistake, I was furious not because I was going to be late or because I had wasted time, but because I had surrendered my critical thinking about how I got from point A to point B.
So as I can, I build unpredictability into my routine. I walk different ways to work, to the train, to the bus and around our neighborhood with my little son. When traveling, I demand unpredictability. Yes, the quickest route and top-ranked whatever is mighty attractive (especially the quickest route), but when I can build in time for wandering, I do it. When I can spend time finding my way by foot — no apps or phone maps — I do that. When I can leave a hotel room with only a minimal plan, I walk out the front door. I duck into a bar. I sip a beer that I can’t find back home. I chat with a local. I ask for a dinner recommendation. And I value that answer over the wisdom of the online crowd every time.
(Available: http://www.chicagotribune.com. Adapted.)
Wi-Fi and restaurants are examples of:
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