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Foram encontradas 1.268 questões.

942163 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Utilizando um ensaio imunienzimático (ELISA) para o diagnóstico presuntivo da infecção pelo HIV, este é realizado por meio da detecção de anticorpos contra qual proteína do HIV no soro do paciente?
 

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942157 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Dos traumatismos relacionados, NÃO necessita de contenção semirrígida durante o tratamento:
 

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942148 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Os procedimentos restauradores são realizados principalmente para tratamento de uma doença infecciosa, a cárie dentária, que por si só, causa agressão significativa à polpa. Uma condição-chave para atingir sucesso após um procedimento restaurador é causar uma mínima agressão à polpa. Sobre as reações pulpares aos procedimentos restauradores, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O óxido de zinco e eugenol é capaz de bloquear a transmissão de potenciais de ação das fibras nervosas na polpa, quando aplicadas em cavidades profundas.
( ) A aplicação de hidróxido de cálcio sobre a dentina íntegra não induz esclerose dentinária.
( ) A colocação de agregado trióxido (MTA) mineral em polpas expostas por cárie dentária não tem mostrado bons índices de sucesso na manutenção da vitalidade pulpar.
( ) Os efeitos dos materiais restauradores sobre a polpa dentária parecem estar relacionados diretamente com a permeabilidade dentinária.
A sequência está correta em
 

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942144 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Ao exame clínico, quando a furca pode ser sondada completamente até o lado oposto considera-se que há um defeito de furca de qual classe?
 

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942140 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Why I miss technology-free travel
(Monday, Dec 12, 2016. Josh Noel.)
I’ve been a travel writer for almost eight years, but here's the irony: I’m probably a worse traveler now. Back when I was freewheeling and in my early 20s, I’d get into my car every summer with an atlas, a bag stuffed with CDs and verylittle forethought about where I was headed. I’d be gone for two weeks to three months. The extent of the technology I carried was the portable disc player connected to my tape player by a snaking wire. I stayed in pristine riverside campgrounds, quiet roadside motels operated by charming gray-haired couples and on the couches of people I’d met earlier that day. Once I forced myself to pick up a hitchhiker, a peaceful-looking, hippie-type dude. It wasn’t the life-altering experience I’d hoped for; he just needed a ride to work at a restaurant 10 miles up the road. Another time I got to talking with a guy who said he wasn’t sure he’d be able to afford his next tank of gas. I gave him five bucks — all I could spare — and he gave me a pink crystal that he said had special powers or some such. I rode around with that crystal on my dashboard for 15 years until I gave it to a friend who was dying of cancer. I wanted her to have something meaningful to me, and that was it, secured by chance at an Oklahoma rest stop and hauled everywhere I went until it became hers.
I don’t travel so much anymore. As much as I’d like to say it’s because of having a family and a job and obligations weightier than whether to turn left or turn right, it has more to do with the shiny little machines in our pockets. When it comes to conquering the unknown, those shiny little machines can tell us everything about everything: the top 10 hotels, top 10 attractions, top 10 kid-friendly sushi places and the top 10 vegan-and-dog-friendly cafes with Wi-Fi and a pool table. Worse, we’ve mostly given up thinking about how we get from point A to point B. I have mistyped a couple of letters of a street name into Waze, and unquestioningly driven a route that I knew made no sense. But the shiny little machine says it is so! When I realized my mistake, I was furious not because I was going to be late or because I had wasted time, but because I had surrendered my critical thinking about how I got from point A to point B.
So as I can, I build unpredictability into my routine. I walk different ways to work, to the train, to the bus and around our neighborhood with my little son. When traveling, I demand unpredictability. Yes, the quickest route and top-ranked whatever is mighty attractive (especially the quickest route), but when I can build in time for wandering, I do it. When I can spend time finding my way by foot — no apps or phone maps — I do that. When I can leave a hotel room with only a minimal plan, I walk out the front door. I duck into a bar. I sip a beer that I can’t find back home. I chat with a local. I ask for a dinner recommendation. And I value that answer over the wisdom of the online crowd every time.
(Available: http://www.chicagotribune.com. Adapted.)
Some of the places where the writer has been were:
 

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942126 Ano: 2016
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Um condutor deverá observar o funcionamento do seu veículo, seja pelas indicações do painel, ou por uma inspeção visual simples. Quais das alternativas a seguir NÃO indica uma dessas situações?
 

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942112 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
A epilepsia é um complexo de sintomas resultantes de diversas complicações neuronais, os quais variam de alteração da consciência e atividade motora a fenômenos sensoriais e comportamentos aberrantes. Qual é a forma mais comum de convulsão?
 

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Feliz aniversário
[...] E à cabeceira da mesa grande a aniversariante que fazia hoje oitenta e nove anos.
Zilda, a dona da casa, arrumara a mesa cedo, enchera-a de guardanapos de papel colorido e copos de papelão alusivos à data, espalhara balões sungados pelo teto em alguns dos quais estava escrito “Happy Birthday!”, em outros “Feliz Aniversário!”. No centro havia disposto o enorme bolo açucarado. Para adiantar o expediente, enfeitara a mesa logo depois do almoço, encostara as cadeiras à parede, mandara os meninos brincar no vizinho para não desarrumar a mesa.
E, para adiantar o expediente, vestira a aniversariante logo depois do almoço. Pusera-lhe desde então a presilha em torno do pescoço e o broche, borrifara-lhe um pouco de água-de-colônia para disfarçar aquele seu cheiro de guardado — sentara-a à mesa. E desde as duas horas a aniversariante estava sentada à cabeceira da longa mesa vazia, tesa na sala silenciosa.
De vez em quando consciente dos guardanapos coloridos. Olhando curiosa um ou outro balão estremecer aos carros que passavam. E de vez em quando aquela angústia muda: quando acompanhava, fascinada e impotente, o voo da mosca em torno do bolo. [...]
Os músculos do rosto da aniversariante não a interpretavam mais, de modo que ninguém podia saber se ela estava alegre. Estava era posta à cabeceira. Tratava-se de uma velha grande, magra, imponente e morena. Parecia oca.
— Oitenta e nove anos, sim senhor! disse José, filho mais velho agora que Jonga tinha morrido. — Oitenta e nove anos, sim senhora! disse esfregando as mãos em admiração pública e como sinal imperceptível para todos.
Todos se interromperam atentos e olharam a aniversariante de um modo mais oficial. Alguns abanaram a cabeça em admiração como a um recorde. Cada ano vencido pela aniversariante era uma vaga etapa da família toda. Sim senhor! disseram alguns sorrindo timidamente.
— Oitenta e nove anos!, ecoou Manoel que era sócio de José. É um brotinho!, disse espirituoso e nervoso, e todos riram, menos sua esposa.
A velha não se manifestava.
Alguns não lhe haviam trazido presente nenhum. Outros trouxeram saboneteira, uma combinação de jérsei, um broche de fantasia, um vasinho de cactos — nada, nada que a dona da casa pudesse aproveitar para si mesma ou para seus filhos, nada que a própria aniversariante pudesse realmente aproveitar constituindo assim uma economia: a dona da casa guardava os presentes, amarga, irônica.
— Oitenta e nove anos! repetiu Manoel aflito, olhando para a esposa.
A velha não se manifestava...
(Clarice Lispector. “Laços de Família”, Editora Rocco – Rio de Janeiro, 1998. Fragmento.)
No fragmento extraído do conto “Feliz aniversário”, de Clarice Lispector, o narrador revela aspectos negativos referentes à forma de agir da família que podem ser comprovados pelos trechos em destaque a seguir, com EXCEÇÃO de:
 

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“As fitas e os videocassetes, que um dia foram usados para guardar músicas, filmes e novelas, deram lugar aplataformas online, e hoje podemos ver e ouvir quase tudo com a ajuda da internet. Para quem curte programas de rádio, existem os podcasts. POD (de iPod) + BROADCAST (de transmissão) = PODCAST.”
(Disponível em: http://www.uol/noticias/especiais/podcasts.htm.)
Sobre os podcasts, é correto afirmar que:
 

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942092 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Trecho I
“Esse sistema foi considerado como um conjunto de associações para a subordinação e dominação que englobavam tanto as colônias quanto as metrópoles, na Época Moderna. Essas associações se davam entre as áreas metropolitanas e periféricas, que eram consideradas diretas e exclusivas.”
(Disponível em: http://www.infoescola.com/historia/sistema-economico.)
Trecho II
“Correspondia à periferia do sistema colonial. Porções de terra localizadas na América, África e Ásia, onde se localizavam as colônias e feitorias. As primeiras áreas colônias, no continente americano, operavam na área de produção especializada de gêneros do mercado, já as feitorias, típicas da África e Ásia, operavam na área de trocas de mercadorias.”
(Disponível em: http://www.infoescola.com/historia/sistema-economico.)
Ambos os trechos fazem referência a elementos do sistema denominado:
 

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