Foram encontradas 174 questões.
Colisão entre galáxias maior que a Via Láctea é observada
por astrônomos
Cientistas estão observando com espanto o choque entre duas galáxias (NGC 7318a e NGC 7318b) no Quinteto de Stephan, a cerca de 286 milhões de anos-luz do nosso planeta. Essas galáxias foram descobertas por Édouard Stephan, em 1877, no Observatório de Marselha, na França. Desde então, cientistas observam como esses grupos estelares interagem quando estão em rota de colisão. E uma nova descoberta do ESO surpreendeu os astrônomos.
O impacto entre as galáxias tem criado uma espécie de “usina de hidrogênio”, com geração intensa desse gás na região, além da geração de energia em altas quantidades. O impacto sônico da explosão é, segundo os cientistas, maior do que a Via Láctea.
“Quando este intruso colide com o grupo, ele está colidindo com uma velha serpentina de gás que foi provavelmente causada por uma interação anterior entre duas das outras galáxias e está causando a formação de uma onda de choque gigante”, conta Philip Appleton, investigador principal do projeto, em comunicado.
Existem outros dilemas na cena que ainda surpreendem os pesquisadores. Existem, por exemplo, ondas de gás que resistem no meio da colisão – e que deveriam ter sido eliminadas há muito tempo – mas seguem vivas mesmo com o choque.
“Essas nuvens deveriam ter sido destruídas pela onda de choque de grande escala que se moveu pelo grupo, mas não foram. E nós queríamos saber, e ainda queremos saber, como elas sobreviveram?” questionou Philip.
Os cientistas conseguiram, através de imagens combinadas entre o telescópio ALMA, localizado no Atacama, e o James Webb, encontrar os seis principais pontos de colisão das galáxias. A partir desses “campos”, eles podem entender melhor as consequências de curto e médio prazo de uma galáxia em colisão.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
No trecho “Os cientistas conseguiram, através de imagens combinadas entre o telescópio ALMA, localizado no Atacama, e o James Webb, encontrar os seis principais pontos de colisão das galáxias.”, os termos sublinhados poderiam ser substituídos, sem prejuízo de sentido, por:
Provas
As alternativas abaixo apresentam o uso correto do termo “na medida em que”, EXCETO:
Provas
Colisão entre galáxias maior que a Via Láctea é observada
por astrônomos
Cientistas estão observando com espanto o choque entre duas galáxias (NGC 7318a e NGC 7318b) no Quinteto de Stephan, a cerca de 286 milhões de anos-luz do nosso planeta. Essas galáxias foram descobertas por Édouard Stephan, em 1877, no Observatório de Marselha, na França. Desde então, cientistas observam como esses grupos estelares interagem quando estão em rota de colisão. E uma nova descoberta do ESO surpreendeu os astrônomos.
O impacto entre as galáxias tem criado uma espécie de “usina de hidrogênio”, com geração intensa desse gás na região, além da geração de energia em altas quantidades. O impacto sônico da explosão é, segundo os cientistas, maior do que a Via Láctea.
“Quando este intruso colide com o grupo, ele está colidindo com uma velha serpentina de gás que foi provavelmente causada por uma interação anterior entre duas das outras galáxias e está causando a formação de uma onda de choque gigante”, conta Philip Appleton, investigador principal do projeto, em comunicado.
Existem outros dilemas na cena que ainda surpreendem os pesquisadores. Existem, por exemplo, ondas de gás que resistem no meio da colisão – e que deveriam ter sido eliminadas há muito tempo – mas seguem vivas mesmo com o choque.
“Essas nuvens deveriam ter sido destruídas pela onda de choque de grande escala que se moveu pelo grupo, mas não foram. E nós queríamos saber, e ainda queremos saber, como elas sobreviveram?” questionou Philip.
Os cientistas conseguiram, através de imagens combinadas entre o telescópio ALMA, localizado no Atacama, e o James Webb, encontrar os seis principais pontos de colisão das galáxias. A partir desses “campos”, eles podem entender melhor as consequências de curto e médio prazo de uma galáxia em colisão.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
Tendo em vista o trecho “O impacto entre as galáxias tem criado uma espécie de ‘usina de hidrogênio’, com geração intensa desse gás na região, além da geração de energia em altas quantidades.”, se o termo sublinhado fosse pluralizado, quantos outros termos precisariam ser modificados para que as concordâncias verbal e nominal se mantivessem?
Provas
Sobre as formas plurais dos substantivos, analisar os itens abaixo:
I. Férias.
II. Atlas.
III. Juvenils.
IV. Ruims.
Estão CORRETOS:
Provas
Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:
Provas
Pólen de 250 milhões de anos revela “protetor solar” préhistórico relacionado à extinção em massa
Uma amostra de pólen preservada por 250 milhões de anos em rochas recuperadas no Tibete revelou uma possível relação entre de radiação ultravioleta e o processo de extinção em massa ocorrida no final do Período Permiano, cerca de 252 milhões de anos. A pesquisa, conduzida por pesquisadores do Reino Unido, China e Alemanha, e publicada na revista Science Advances, encontrou compostos vegetais na amostra que funcionavam no pólen como proteção contra os raios UVB, tal qual filtros solares pré-históricos.
O alto índice de compostos fenólicos nos grãos de pólen recuperados se deu por conta das intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria durante o período, que provocaram o mais severo entre os cinco episódios de extinção em massa já ocorridos no planeta. As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera, que provocou um processo de aquecimento global, levando ao colapso da camada de ozônio que protege o planeta dos raios solares, e precipitando o desaparecimento de cerca de 80% das espécies terrestres e marinhas da Terra.
“O vulcanismo em uma escala tão cataclísmica afeta todos os aspectos do sistema terrestre, desde mudanças químicas diretas na atmosfera, passando por mudanças nas taxas de sequestro de carbono, até a redução do volume de fontes de alimentos nutritivos disponíveis para os animais”, afirmou Wes Fraser, pesquisador da Oxford Brookes University e coautor do estudo. É justamente a descoberta recorrente de e pólens deformados por compostos que funcionavam como filtros contra a abundância de radiação UVB que comprova a descoberta desse aquecimento global pré-histórico.
“As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB”, explicou Barry Lomax, professor da Universidade de Nottingham e coautor do estudo. “Para fazer isso, as plantas carregam as paredes externas dos grãos de pólen com compostos que funcionam como filtro solar para proteger as células vulneráveis e garantir uma reprodução bem-sucedida”, concluiu.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
Considerando-se o texto, analisar os itens abaixo:
I. As intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria destruíram qualquer grão de pólen.
II. As plantas precisam se proteger, assim como proteger seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB.
Provas
Em relação à divisão silábica, assinalar a alternativa CORRETA:
Provas
Pólen de 250 milhões de anos revela “protetor solar” préhistórico relacionado à extinção em massa
Uma amostra de pólen preservada por 250 milhões de anos em rochas recuperadas no Tibete revelou uma possível relação entre de radiação ultravioleta e o processo de extinção em massa ocorrida no final do Período Permiano, cerca de 252 milhões de anos. A pesquisa, conduzida por pesquisadores do Reino Unido, China e Alemanha, e publicada na revista Science Advances, encontrou compostos vegetais na amostra que funcionavam no pólen como proteção contra os raios UVB, tal qual filtros solares pré-históricos.
O alto índice de compostos fenólicos nos grãos de pólen recuperados se deu por conta das intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria durante o período, que provocaram o mais severo entre os cinco episódios de extinção em massa já ocorridos no planeta. As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera, que provocou um processo de aquecimento global, levando ao colapso da camada de ozônio que protege o planeta dos raios solares, e precipitando o desaparecimento de cerca de 80% das espécies terrestres e marinhas da Terra.
“O vulcanismo em uma escala tão cataclísmica afeta todos os aspectos do sistema terrestre, desde mudanças químicas diretas na atmosfera, passando por mudanças nas taxas de sequestro de carbono, até a redução do volume de fontes de alimentos nutritivos disponíveis para os animais”, afirmou Wes Fraser, pesquisador da Oxford Brookes University e coautor do estudo. É justamente a descoberta recorrente de e pólens deformados por compostos que funcionavam como filtros contra a abundância de radiação UVB que comprova a descoberta desse aquecimento global pré-histórico.
“As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB”, explicou Barry Lomax, professor da Universidade de Nottingham e coautor do estudo. “Para fazer isso, as plantas carregam as paredes externas dos grãos de pólen com compostos que funcionam como filtro solar para proteger as células vulneráveis e garantir uma reprodução bem-sucedida”, concluiu.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
No trecho “As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB.”, os termos sublinhados poderiam ser substituídos, sem prejuízo de sentido, por:
Provas
Pólen de 250 milhões de anos revela “protetor solar” préhistórico relacionado à extinção em massa
Uma amostra de pólen preservada por 250 milhões de anos em rochas recuperadas no Tibete revelou uma possível relação entre de radiação ultravioleta e o processo de extinção em massa ocorrida no final do Período Permiano, cerca de 252 milhões de anos. A pesquisa, conduzida por pesquisadores do Reino Unido, China e Alemanha, e publicada na revista Science Advances, encontrou compostos vegetais na amostra que funcionavam no pólen como proteção contra os raios UVB, tal qual filtros solares pré-históricos.
O alto índice de compostos fenólicos nos grãos de pólen recuperados se deu por conta das intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria durante o período, que provocaram o mais severo entre os cinco episódios de extinção em massa já ocorridos no planeta. As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera, que provocou um processo de aquecimento global, levando ao colapso da camada de ozônio que protege o planeta dos raios solares, e precipitando o desaparecimento de cerca de 80% das espécies terrestres e marinhas da Terra.
“O vulcanismo em uma escala tão cataclísmica afeta todos os aspectos do sistema terrestre, desde mudanças químicas diretas na atmosfera, passando por mudanças nas taxas de sequestro de carbono, até a redução do volume de fontes de alimentos nutritivos disponíveis para os animais”, afirmou Wes Fraser, pesquisador da Oxford Brookes University e coautor do estudo. É justamente a descoberta recorrente de e pólens deformados por compostos que funcionavam como filtros contra a abundância de radiação UVB que comprova a descoberta desse aquecimento global pré-histórico.
“As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB”, explicou Barry Lomax, professor da Universidade de Nottingham e coautor do estudo. “Para fazer isso, as plantas carregam as paredes externas dos grãos de pólen com compostos que funcionam como filtro solar para proteger as células vulneráveis e garantir uma reprodução bem-sucedida”, concluiu.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
O sujeito da frase “As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera (...)” é classificado como:
Provas
Pólen de 250 milhões de anos revela “protetor solar” préhistórico relacionado à extinção em massa
Uma amostra de pólen preservada por 250 milhões de anos em rochas recuperadas no Tibete revelou uma possível relação entre de radiação ultravioleta e o processo de extinção em massa ocorrida no final do Período Permiano, cerca de 252 milhões de anos. A pesquisa, conduzida por pesquisadores do Reino Unido, China e Alemanha, e publicada na revista Science Advances, encontrou compostos vegetais na amostra que funcionavam no pólen como proteção contra os raios UVB, tal qual filtros solares pré-históricos.
O alto índice de compostos fenólicos nos grãos de pólen recuperados se deu por conta das intensas atividades vulcânicas ocorridas na região da Sibéria durante o período, que provocaram o mais severo entre os cinco episódios de extinção em massa já ocorridos no planeta. As erupções liberaram uma enorme quantidade de carbono na atmosfera, que provocou um processo de aquecimento global, levando ao colapso da camada de ozônio que protege o planeta dos raios solares, e precipitando o desaparecimento de cerca de 80% das espécies terrestres e marinhas da Terra.
“O vulcanismo em uma escala tão cataclísmica afeta todos os aspectos do sistema terrestre, desde mudanças químicas diretas na atmosfera, passando por mudanças nas taxas de sequestro de carbono, até a redução do volume de fontes de alimentos nutritivos disponíveis para os animais”, afirmou Wes Fraser, pesquisador da Oxford Brookes University e coautor do estudo. É justamente a descoberta recorrente de e pólens deformados por compostos que funcionavam como filtros contra a abundância de radiação UVB que comprova a descoberta desse aquecimento global pré-histórico.
“As plantas precisam de luz solar para a fotossíntese, mas também precisam proteger a si mesmas e, principalmente, seu pólen contra os efeitos nocivos da radiação UVB”, explicou Barry Lomax, professor da Universidade de Nottingham e coautor do estudo. “Para fazer isso, as plantas carregam as paredes externas dos grãos de pólen com compostos que funcionam como filtro solar para proteger as células vulneráveis e garantir uma reprodução bem-sucedida”, concluiu.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Provas
Caderno Container