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A ruptura neoconcreta na arte brasileira data de março de 1959, com a publicação do Manifesto Neoconcreto, pelo grupo de mesmo nome, e deve ser compreendida a partir do movimento concreto no país, que remonta ao início da década de 1950 e aos artistas do Grupo Frente, no Rio de Janeiro, e do Grupo Ruptura, em São Paulo.
NEOCONCRETISMO. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2020.
São artistas brasileiros(as) cujas obras podem ser estudadas nas aulas de Arte para compreensão do Neoconcretismo na Arte brasileira:
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Em relação ao procedimento de como exibir arquivos e pastas ocultas do Microsoft Windows 10, marque a alternativa CORRETA.
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Você pode utilizar a barra de tarefas de forma a personalizá-la de várias maneiras: alterar a cor e o tamanho, fixar seus aplicativos favoritos nele, movê-lo em sua tela e reorganizar ou reorganizar botões da barra de tarefas. Entre os vários itens padrão disponíveis para personalização da barra de tarefas do Windows 10, marque a alternativa CORRETA.
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Slow content: por um conteúdo desacelerado
1_______[...] A pressa entrou por uma porta e o prazer saiu pela outra. Não há tempo para elaborar, nem para usufruir
verdadeiramente. Usufruir, palavra linda, de origem latina que nasce da combinação de desfrutar e uso. Pela
necessidade de sermos rápidos, na maioria das vezes, apenas usamos e deixamos de desfrutar, tirar real proveito. A
velocidade mata o que valorizamos na essência.
5_______Tudo isso também diz respeito à produção de conteúdo. As receitas que dizem o quanto você deve publicar
por dia, a multiplicação dos posts, as regras impostas por algoritmos não podem ser maiores que o seu prazer de
criar e de partilhar. Como quem prepara um almoço de domingo, sabendo que não é sobre o horário que a comida
estará na mesa e sim sobre sua felicidade em prepará-la e a oportunidade de oferecê-la às pessoas que se reúnem
ao redor dela. Faça no seu tempo e apenas garanta que o que você produz está alinhado com o que você quer
10 realmente fazer e oferecer. Importa menos a velocidade e mais a direção [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/transformar/page/2/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Considerando o trecho “Como quem prepara um almoço de domingo [...]” (linha 7), o elemento que o autor compara metaforicamente a “um almoço de domingo” é
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Sobre as coisas importantes
1_______Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia
movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a
ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha
para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência.
5 Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
_______A casa onde moramos diz muito – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm
as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamos, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre
o que consumimos, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
_______Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar,
10 tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir,
como convivemos em família – se é que convivemos. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa
experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Da afirmativa da autora “A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro.” (linhas 2-3), infere-se que o ato de ficar em casa representa:
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Observe a imagem:

Joaquín Torres-García. America invertida, nuestro norte es el sur, desenho, 1943.
A partir das comemorações do quinto centenário de descoberta da América, exposições, livros e publicações diversas, nos Estados Unidos e na Europa, abordaram a produção artística da América Latina. Sintomaticamente, ao falar de América Latina, entidade imprecisa que ainda povoa o imaginário dos países hegemônicos com fantasias de paraísos selvagens e de reservas ecológicas ameaçadas, a alusão ao mapa é um tópos recorrente. Alguma coisa parece escapar à ciência cartográfica, que está tentando colocar a América Latina no espaço simbólico do mapa global.
MELENDI, Maria Angélica. Estratégias da arte em uma era de catástrofes. Rio de Janeiro: Cobogó, 2017.
Considerando as informações no texto, a obra de Joaquín Torres-García é
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Observe a Imagem:

Nelson Leirner, Homenagem a Mondian III, 2010.
A citação esteve presente de diversos modos em minha obra. Javacheff Christo, em exposição-happening na FAU; Lucio Fontana e seu ataque à superfície da tela, no industrial “homenagem a Fontana”, série talvez mais reconhecida; Duchamp em inúmeros trabalhos; e, claro, as incontáveis recolocações de Da Vinci, que finalmente aproximam do sentido mais popular, proletário, de apropriação da arte, como objeto de decoração que repõe nas cabeceiras das mesas populares a reverência a Cristo e aos Apóstolos ou ao congelamento de um fruteiro em uma natureza morta qualquer. E tudo isso ainda, por fim, embaralhando o gesso produzido em casas de artefatos religiosos ou decalques de Disney e santinhos ao conjunto da obra, o que, por fim, nos remete a uma incontável série de loops de citações sobre si mesmas, de obras que se autoexpõem (no sentido de que aplicam, mas expõem também um risco, o da autodepreciação calculada).
Nelson Leirner. Disponível em: https://dasartes.com.br/materias/nelson-leirner/
Considerando a obra e o texto apresentados, a citação na arte contemporânea se caracteriza por
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As inscrições em muros, paredes e metrôs - palavras e/ou desenhos -, sem autoria definida, tomam Nova York, no início da década de 1970. Em 1975, a exposição Artist's Space, nessa cidade, confere caráter artístico a parte dessa produção, classificada como graffiti. A palavra, do italiano graffito ou sgraffito, que significa arranhado, rabiscado, é incorporada ao inglês no plural graffiti, para designar uma arte urbana com forte sentido de intervenção na cena pública.
GRAFFITI. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2020.
O estêncil, como técnica do graffiti, é simples e rápida, podendo ser desenvolvida nas aulas de Arte. Quais os principais materiais que podem ser utilizados, com estudantes jovens, na aplicação da técnica do estêncil:
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QUESTÃO 07 Entre a periferia industrial de sua cidade natal, Contagem (MG), e os grandes centros urbanos, Randolpho Lamonier desenvolve sua pesquisa visual a partir de diversas mídias e processos, num acúmulo de signos e gestos que refletem sobre a urgência na construção de identidades individuais e coletivas. Nos cruzamentos entre a vida íntima e os assuntos de ordem pública, define-se uma articulação entre micro e macro política, um estado constante de reflexão e insurgência que se faz presente no menor dos gestos uma postura crítica sobre o estado de normalidade.
Disponível em: https://randolpholamonier.com/CV

Randopho Lamonier, Série Profecias, costura e bordado em tecido, 2018.
A partir das informações, em uma leitura da obra apresentada, pode-se considerar que ela
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Os termos “pluralidade cultural” e “multiculturalidade” são vistos como sinônimos, sendo utilizados para indicar as múltiplas culturas presentes hoje nas sociedades complexas. No entanto, é a denominação de “multicultural” que se encontra consagrada na literatura, tanto na área da Educação quanto da Arte-Educação, pois é desta forma que a questão da diversidade vem sendo estudada e discutida há muito tempo. Atualmente utiliza-se o termo “interculturalidade”.
RICHTER, Ivone Mendes. Multiculturalidade e Interdisciplinaridade. In: BARBOSA, A. M (Org.). Inquietações e mudanças no
ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002. p. 89.
Considerando o texto apresentado, enquanto os termos multicultural e pluricultural significam a coexistência entre diferentes culturas, o termo intercultural implica
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