Foram encontradas 60 questões.
O Governo do Estado do Pará, preocupado com a estatística elevada de casos de Dengue no estado, resolveu implantar o Programa Nacional de Controle da Dengue. Assim, trata-se de uma das ações do Componente 2 - Combate ao vetor:
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TEXTO 1
Mal da Temporada
Qual é a diferença entre a dengue comum e a hemorrágica?
por Maria Fernanda Vomero
Ambas são causadas pelo mesmo vírus, transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. A chamada dengue clássica na maioria dos casos não apresenta grandes problemas além de febre e dores, pois os próprios glóbulos brancos – nossas células de defesa – são capazes de eliminar a virose. Já a dengue hemorrágica pode até matar e, com raríssimas exceções, só ocorre nos casos reincidentes da doença. Isso porque existem quatro tipos diferentes do vírus da dengue: quem é infectado por um deles desenvolve anticorpos permanentes contra esse tipo específico, mas continua vulnerável aos demais. Se surge uma segunda contaminação, a doença torna-se muito mais violenta, acompanhada – por estranho que pareça – de uma produção anormal de anticorpos. “Esse paradoxo ainda é um mistério para nós. Mas o número exagerado de células de defesa aumenta também a quantidade de outras substâncias naturalmente liberadas durante o processo infeccioso, que acabam causando lesões nas paredes dos vasos sanguíneos”, diz o infectologista Luiz Jacintho da Silva, superintendente de Controle de Endemias da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Como o vírus destrói as plaquetas – células sanguíneas responsáveis pela cicatrização –, esse sangramento interno (a hemorragia propriamente dita) não é estancado. Isso faz cair a pressão arterial, levando à insuficiência circulatória, que pode ser fatal.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/saude/qual-diferenca-dengue-comum-hemorragica-442848.shtml>
Acesso em: 8 out. 2014
TEXTO 2
Fatos que você precisa saber sobre o Ebola
por Luiza Antunes
A África vive a pior epidemia do vírus Ebola da história, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Até o dia 27 de julho, 729 pessoas já haviam morrido da doença, que até o momento atingiu quatro países: Guiné (onde o surto teve início, em março), Serra Leoa, Libéria e Nigéria (o primeiro caso lá foi confirmado na última semana). A Libéria anunciou, no dia 28, o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a propagação da doença. (...)
O Ebola é o micróbio mais letal que se conhece: de 50 a 90% dos infectados acabam morrendo, uma marca impressionante. Isso acontece porque o vírus multiplica-se nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático, ao mesmo tempo em que destrói as células endoteliais dos vasos sanguíneos, causando hemorragias. Os sintomas iniciais são comuns a várias doenças: febre alta, dor de cabeça, falta de apetite e conjuntivite. Depois, começam as diarreias, náuseas e vômito, que são seguidas de insuficiência hepática e renal. No estágio final, hemorragias internas extensas acabam causando a morte. O período de incubação do vírus varia de 2 a 21 dias. O vírus Ebola é transmitido por contato direto com sangue, fluidos ou tecidos de pessoas ou animais infectados. (...)
Também há uma questão séria de falta de informação da população: uma das únicas formas de conter a doença é identificar rapidamente as pessoas infectadas e colocá-las em quarentena. Mas essa identificação não é tão fácil: a transmissão por meio de sêmen, por exemplo, pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica do paciente. Além disso, quando a pessoa morre é o momento em que o vírus está mais contagioso. O problema é que existem famílias que escondem os doentes ou mantêm o cadáver por vários dias em casa. Para dificultar ainda mais, a cultura muçulmana tem a tradição de lavar os corpos dos mortos antes do enterro. (...)
Disponível em: < http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/tag/saude/>
Acesso em: 8 out. 2014
No texto 2, descreve-se o vírus Ebola. A respeito desse vírus, não é correto afirmar que
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Ah, se a hepatite fosse a aids...
Cristiane Segatto
Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões. A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante(c).
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. (...) Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?(d)
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids(b). Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo. (...)
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas(a).
Disponível em: < http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/cristiane-segatto/noticia/2012/07/ah-se-hepatite-fosse-aids.html>
Acesso em: 20 out. 2014
Para Cristiane Segatto, a prevenção contra a aids tem sido mais intensa do que a prevenção contra a hepatite. O enunciado em que se explicita essa ideia é
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A descrição “Soro Fisiológico a 0,9%” significa que em cada 100ml desse soro há 0,9g de sódio. A quantidade de sódio existente em uma caixa com 8 frascos de 500ml de soro fisiológico a 0,9% equivale a
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Quanto mais tempo um servidor chegar atrasado, proporcionalmente menor será o percentual que ele receberá da gratificação de pontualidade. Certo mês ele somou 2 horas de atrasos e recebeu 60% do valor da gratificação de pontualidade. No mês em que ele somar 5 horas de atrasos, o percentual da gratificação de pontualidade que ele receberá será de
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Na África Ocidental tem sido registrada uma epidemia por Vírus Ebola, doença febril hemorrágica, transmitida pelo contato com sangue, secreções e ambientes contaminados com o vírus. No Brasil essa doença foi inserida na lista nacional de doenças e/ou agravos de notificação compulsória. No caso desta doença a notificação compulsória deverá ser imediata para os seguintes Órgãos:
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Ainda com base na pressão do senhor R.S.B., o agente comunitário de saúde prestou orientações no sentido de mantê-lo informado sobre os fatores de risco que levam à hipertensão. Assim, também informou ao paciente que, para eliminar esses fatores, ele deveria tomar os seguintes cuidados:
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Ah, se a hepatite fosse a aids...
Cristiane Segatto
Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões. A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. (...) Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo. (...)
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas.
Disponível em: < http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/cristiane-segatto/noticia/2012/07/ah-se-hepatite-fosse-aids.html>
Acesso em: 20 out. 2014
O texto de Cristiane Segatto apresenta caráter
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A evolução real do gasto total em saúde e com medicamentos do Ministério da Saúde no período de 2002 a 2006 comportou-se conforme o gráfico abaixo.

Em relação aos gastos realizados no período de 2002 e 2006, é correto afirmar que
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Mal da Temporada
Qual é a diferença entre a dengue comum e a hemorrágica?
por Maria Fernanda Vomero
Ambas são causadas pelo mesmo vírus, transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. A chamada dengue clássica na maioria dos casos não apresenta grandes problemas além de febre e dores, pois os próprios glóbulos brancos – nossas células de defesa – são capazes de eliminar a virose. Já a dengue hemorrágica pode até matar e, com raríssimas exceções, só ocorre nos casos reincidentes da doença. Isso porque existem quatro tipos diferentes do vírus da dengue: quem é infectado por um deles desenvolve anticorpos permanentes contra esse tipo específico, mas continua vulnerável aos demais. Se surge uma segunda contaminação, a doença torna-se muito mais violenta, acompanhada – por estranho que pareça – de uma produção anormal de anticorpos. “Esse paradoxo ainda é um mistério para nós. Mas o número exagerado de células de defesa aumenta também a quantidade de outras substâncias naturalmente liberadas durante o processo infeccioso, que acabam causando lesões nas paredes dos vasos sanguíneos”, diz o infectologista Luiz Jacintho da Silva, superintendente de Controle de Endemias da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Como o vírus destrói as plaquetas – células sanguíneas responsáveis pela cicatrização –, esse sangramento interno (a hemorragia propriamente dita) não é estancado. Isso faz cair a pressão arterial, levando à insuficiência circulatória, que pode ser fatal.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/saude/qual-diferenca-dengue-comum-hemorragica-442848.shtml>
Acesso em: 8 out. 2014
TEXTO 2
Fatos que você precisa saber sobre o Ebola
por Luiza Antunes
A África vive a pior epidemia do vírus Ebola da história, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Até o dia 27 de julho, 729 pessoas já haviam morrido da doença, que até o momento atingiu quatro países: Guiné (onde o surto teve início, em março), Serra Leoa, Libéria e Nigéria (o primeiro caso lá foi confirmado na última semana). A Libéria anunciou, no dia 28, o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a propagação da doença. (...)
O Ebola é o micróbio mais letal que se conhece: de 50 a 90% dos infectados acabam morrendo, uma marca impressionante. Isso acontece porque o vírus multiplica-se nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático, ao mesmo tempo em que destrói as células endoteliais dos vasos sanguíneos, causando hemorragias. Os sintomas iniciais são comuns a várias doenças: febre alta, dor de cabeça, falta de apetite e conjuntivite. Depois, começam as diarreias, náuseas e vômito, que são seguidas de insuficiência hepática e renal. No estágio final, hemorragias internas extensas acabam causando a morte. O período de incubação do vírus varia de 2 a 21 dias. O vírus Ebola é transmitido por contato direto com sangue, fluidos ou tecidos de pessoas ou animais infectados. (...)
Também há uma questão séria de falta de informação da população: uma das únicas formas de conter a doença é identificar rapidamente as pessoas infectadas e colocá-las em quarentena. Mas essa identificação não é tão fácil: a transmissão por meio de sêmen, por exemplo, pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica do paciente. Além disso, quando a pessoa morre é o momento em que o vírus está mais contagioso. O problema é que existem famílias que escondem os doentes ou mantêm o cadáver por vários dias em casa. Para dificultar ainda mais, a cultura muçulmana tem a tradição de lavar os corpos dos mortos antes do enterro. (...)
Disponível em: < http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/tag/saude/>
Acesso em: 8 out. 2014
Luiza Antunes, no texto 2, procura, sobretudo,
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