Foram encontradas 60 questões.
Por encaminhamento pelo ACS, o senhor R.S.B. foi à unidade de saúde para consulta com o clínico, uma vez que vinha se queixando de dor de cabeça diariamente. Ao verificar a pressão do paciente, o clínico informou que ele estava apresentando 130 x 85 mmHg de pressão arterial, valor que, de acordo com o Ministério da Saúde, classifica-se como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O quadro de cargos para um concurso público deveria ser elaborado a partir do que se encontra abaixo:
| CARGO | Vagas Imediatas | Cadastro Reserva |
| Agente de Combate às Endemias – ACE | X | 2X |
| Agente de Comunitário de Saúde – ACS | Y | 3Y |
As condições eram que o Cadastro Reserva deveria dispor de 175 vagas para os dois cargos e que o número de vagas imediatas para ACS deveria exceder em 25 o de vagas para ACE. Nesse concurso, entre as Vagas Imediatas e as do Cadastro Reserva, seriam ofertadas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ao fazer a visita domiciliar, um agente comunitário de saúde identificou um idoso de 62 anos, casado, cinco filhos menores de 15 anos, católico, pedreiro, fumante há 20 anos, que lhe informou estar apresentando problemas respiratórios, como tosse seca e fadiga, e que não conseguia dormir tranquilo.
O profissional, além de encaminhar o idoso para a unidade de saúde, prestou algumas informações no sentido de promover a saúde e impedir maiores danos ao organismo desse morador da comunidade.
Como estratégia para a promoção da saúde em pessoas tabagistas, o agente considerou importante a seguinte orientação:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma prefeitura contratou Agentes com cargas horárias de 20h e de 40h de trabalho semanal para o Programa Saúde da Família. A carga horária de todos os contratados totalizou 320 horas semanais e a de todos os Agentes que trabalhavam 20h semanais era igual à de todos os que trabalhavam 40h por semana. A quantidade de Agentes contratados foi igual a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O comprimento de uma sala retangular mede 10m a mais do que sua largura. Se a área do piso desse galpão medir 704m2, seu perímetro medirá
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Existem fatores que estão fortemente associados com o desenvolvimento dos transtornos mentais. Porém tradicionalmente há três principais grupos de risco que merecem consideração, para o desenvolvimento desses transtornos, que podem ser de ordem social, psicológico e biológico. Pode ser considerado como um fator de risco psicológico para o desenvolvimento do transtorno mental:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ah, se a hepatite fosse a aids...
Cristiane Segatto
Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal(a) de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente(d) percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente(c) aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar(b) a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões. A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. (...) Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo. (...)
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas.
Disponível em: < http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/cristiane-segatto/noticia/2012/07/ah-se-hepatite-fosse-aids.html>
Acesso em: 20 out. 2014
Considerando as relações de sentido, é possível substituir, no texto,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com base na Pirâmide Etária abaixo, é possível inferir que

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na questão, considere que 1 mL (mililitro) equivale a 20 gotas.
Durante dois dias, um paciente foi medicado com 30 gotas de um medicamento, ministradas quatro vezes ao dia. Nesse período, esse paciente consumiu
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ah, se a hepatite fosse a aids...
Cristiane Segatto
Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões. A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. (...) Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil que a aids. Elas deveriam receber a mesma atenção que a aids recebe. No mínimo. (...)
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas.
Disponível em: < http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/cristiane-segatto/noticia/2012/07/ah-se-hepatite-fosse-aids.html>
Acesso em: 20 out. 2014
Ao exclamar “Ah, se a hepatite fosse a Aids”, a autora dá a entender que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container