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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
Criança, 8 anos, oriunda da Cidade de Paraíso, portadora de deficiência auditiva e acompanhada de sua mãe, após passar por avaliação médica no interior foi encaminhada ao Hospital de Referência em problemas auditivos, em Belém do Pará, a fim de receber um aparelho para melhorar sua audição. Nesse hospital, contudo, a mãe da criança foi informada de que, naquele momento, casos como o de sua filha não estavam sendo atendidos devido à falta de equipamentos, tendo a mãe sido orientada a retornar somente em 2015. Nesse caso, foi ferido o princípio do Sistema Único de Saúde relativo ao(à)
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Ah, se a hepatite fosse a aids...
Cristiane Segatto
Algumas doenças assustam e comovem. Outras, não. A razão nada tem a ver com a real ameaça que elas representam. Tudo é uma questão de percepção. O que determina se a sociedade vai se apavorar ou negligenciar depende, em grande parte, da forma como a história é contada e registrada.
Para um poeta do início do século XX, sofrer de tuberculose era quase que(a) um sinal de distinção. A doença que matou Franz Kafka e George Orwell e influenciou a obra do modernista Manuel Bandeira chegou a ser considerada um estímulo à criatividade. Hoje ela é erroneamente percebida pela sociedade como um mal dos pobres.
A doença é a mesma, o bacilo causador é o mesmo (embora tenha se tornado mais perigoso e resistente aos medicamentos), mas a sensação de que a classe média abastada e esclarecida está protegida contribui para a expansão da pandemia que mata 1,7 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Qualquer um pode pegar a doença. No ônibus, no metrô, no avião. Pouco ouvimos falar sobre ela.
O mesmo silêncio letal acomete as hepatites. Pelo menos 1,5 milhão de brasileiros têm um dos vírus causadores da doença. Essa é uma estimativa bastante conservadora. O número real de infectados pode chegar a 5 milhões. A maioria nem desconfia. O vírus pode permanecer 20 anos no organismo sem dar nenhum sinal. Quando é descoberto, a infecção já provocou cirrose hepática ou câncer.
Nesses casos, quase sempre o destino dos doentes é a fila de transplantes – a mais cruel de todas. Um fígado é mais disputado que um coração ou os rins. A maioria dos pacientes morre antes de conseguir o transplante.
Não existe remédio capaz de reavivar as funções de um fígado que entrou em falência. O problema é gravíssimo, mas pode ser evitado. O que salva é o conhecimento e a prevenção. (...) Se as doenças do fígado afetam muito mais gente, por que só temos olhos (e dinheiro) para o HIV?
O vírus da hepatite B também é transmitido sexualmente e é cem vezes mais contagioso que o da aids. Quantas campanhas sobre aids você se lembra de ter visto? E sobre hepatite?
Não quero sugerir que as pessoas deixem de se preocupar com a aids. Ela é uma doença gravíssima, que pode e deve ser evitada. Os portadores do HIV merecem continuar recebendo o tratamento que conquistaram a duras penas, mas é preciso entender que hoje as hepatites são um problema muito maior para o Brasil(d) que a aids. Elas deveriam receber a mesma(b) atenção que a aids recebe. No mínimo(c). (...)
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer duas novas drogas para o tratamento da hepatite C. O destaque que a imprensa deu para a doença foi mínimo. No dia 28, a Organização Mundial da Saúde lança uma campanha internacional para aumentar a consciência sobre o risco das hepatites. Será que vai emplacar em algum lugar? Notícia fraca, sem graça, um vírus sem charme.
Charmosas ou feiosas, as hepatites não podem mais ser ignoradas.
Disponível em: < http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/cristiane-segatto/noticia/2012/07/ah-se-hepatite-fosse-aids.html>
Acesso em: 20 out. 2014
Quanto aos fatos linguísticos, é falso afirmar que
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O Sr. Antônio Carlos, 24 anos, Agente de Endemias, trabalhava na Unidade da Estratégia Saúde da Família de Riacho Doce há 13 anos, tendo sido contratado no ano de 2001 pela Secretaria Municipal de Saúde daquele município, sem Concurso Público. Desde então, ele desenvolve as atribuições inerentes a esse cargo e, por ser atencioso e dedicado para com as famílias de suas microáreas, todos gostavam muito dele. A fim de contratar mais agentes de endemias e regularizar a situação daqueles agentes não concursados, a Prefeitura resolveu realizar um Concurso Público para o qual o Sr. Antonio Carlos se inscreveu. De acordo com a Lei 11.350/2006, de 05/10/2006, para o exercício da atividade de Agente de Endemias, o Sr. Antônio Carlos não seria obrigado a atender ao seguinte requisito:
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Uma das preocupações da mãe com o bebê é a de como cuidar do coto umbilical. Quando as mães desconhecem o processo de cicatrização e os cuidados com o coto umbilical para evitar infecções, devem ser orientadas a fim de proceder com a limpeza durante o banho diário e de deixar o local sempre seco. Além dessas orientações, é importante que a mãe saiba o tempo que o coto leva para cair de forma espontânea, período que varia de
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A Enfermeira de uma Unidade de Estratégia Saúde da Família, após o recebimento de 15 (quinze) Agentes de Endemias admitidos pela Prefeitura de Santa Izabel, realizou uma capacitação para esclarecer, dentre outras questões, sobre as atribuições desses profissionais, conforme o art. 4º da Lei 11.350/2006. De acordo com esse documento, constitui-se atribuição do Agente de Endemias:
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Foi feita uma previsão de que os Auxiliares Administrativos do Posto de Saúde precisariam de 12 dias para atualizar as fichas cadastrais das pessoas atendidas no ano anterior. Como um terço desses Auxiliares foi destacado para outras atividades, com a mesma jornada e ritmo de trabalho, esse serviço de cadastramento deverá ser feito pelos demais Auxiliares em
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A crescente prevalência do Diabetes Mellitus tem aumentando sua importância na atenção primária, já que está habitualmente associado à dislipidemia, à hipertensão arterial e à disfunção endotelial.
Evidências demonstram que o bom manejo desse problema ainda na atenção básica evita hospitalizações e mortes por complicações cardiovasculares e cerebrovasculares. Quanto a essa doença, é correto afirmar que
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Em um município com 60.000 habitantes, há Agentes Comunitário de Saúde – ACS e Agentes de Combate às Endemias – ACE na razão de um Agente (entre ACS e ACE) para cada 750 habitantes, sendo a quantidade de ACS igual ao triplo da quantidade de ACE. Logo, nesse município há
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TEXTO 1
Mal da Temporada
Qual é a diferença entre a dengue comum e a hemorrágica?
por Maria Fernanda Vomero
Ambas são causadas pelo mesmo vírus, transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. A chamada dengue clássica na maioria dos casos não apresenta grandes problemas além de febre e dores, pois os próprios glóbulos brancos – nossas células de defesa – são capazes de eliminar a virose. Já a dengue hemorrágica pode até matar e, com raríssimas exceções, só ocorre nos casos reincidentes da doença. Isso porque existem quatro tipos diferentes do vírus da dengue: quem é infectado por um deles desenvolve anticorpos permanentes contra esse tipo específico, mas continua vulnerável aos demais. Se surge uma segunda contaminação, a doença torna-se muito mais violenta, acompanhada – por estranho que pareça – de uma produção anormal de anticorpos. “Esse paradoxo ainda é um mistério para nós. Mas o número exagerado de células de defesa aumenta também a quantidade de outras substâncias naturalmente liberadas durante o processo infeccioso, que acabam causando lesões nas paredes dos vasos sanguíneos”, diz o infectologista Luiz Jacintho da Silva, superintendente de Controle de Endemias da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Como o vírus destrói as plaquetas – células sanguíneas responsáveis pela cicatrização –, esse sangramento interno (a hemorragia propriamente dita) não é estancado. Isso faz cair a pressão arterial, levando à insuficiência circulatória, que pode ser fatal.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/saude/qual-diferenca-dengue-comum-hemorragica-442848.shtml>
Acesso em: 8 out. 2014
TEXTO 2
Fatos que você precisa saber sobre o Ebola
por Luiza Antunes
A África vive a pior epidemia do vírus Ebola da história, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Até o dia 27 de julho, 729 pessoas já haviam morrido da doença, que até o momento atingiu quatro países: Guiné (onde o surto teve início, em março), Serra Leoa, Libéria e Nigéria (o primeiro caso lá foi confirmado na última semana). A Libéria anunciou, no dia 28, o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a propagação da doença. (...)
O Ebola é o micróbio mais letal que se conhece: de 50 a 90% dos infectados acabam morrendo, uma marca impressionante. Isso acontece porque o vírus multiplica-se nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático, ao mesmo tempo em que destrói as células endoteliais dos vasos sanguíneos, causando hemorragias. Os sintomas iniciais são comuns a várias doenças: febre alta, dor de cabeça, falta de apetite e conjuntivite. Depois, começam as diarreias, náuseas e vômito, que são seguidas de insuficiência hepática e renal. No estágio final, hemorragias internas extensas acabam causando a morte. O período de incubação do vírus varia de 2 a 21 dias. O vírus Ebola é transmitido por contato direto com sangue, fluidos ou tecidos de pessoas ou animais infectados. (...)
Também há uma questão séria de falta de informação da população: uma das únicas formas de conter a doença é identificar rapidamente as pessoas infectadas e colocá-las em quarentena. Mas essa identificação não é tão fácil: a transmissão por meio de sêmen, por exemplo, pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica do paciente. Além disso, quando a pessoa morre é o momento em que o vírus está mais contagioso. O problema é que existem famílias que escondem os doentes ou mantêm o cadáver por vários dias em casa. Para dificultar ainda mais, a cultura muçulmana tem a tradição de lavar os corpos dos mortos antes do enterro. (...)
Disponível em: < http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/tag/saude/>
Acesso em: 8 out. 2014
Julgue as afirmações abaixo com base nos fatos de língua.
I. Há dígrafo nos vocábulos “dengue”, “clássica” e “fronteiras”.
II. A classificação da palavra “vírus” quanto à sílaba tônica é a mesma de “sêmen”.
III. Os vocábulos “glóbulos”, “células”, “mistérios” e “estágio” são acentuados por serem paroxítonos.
IV. Segundo as regras de acentuação gráfica, são acentuados os monossílabos tônicos terminados em -a, -e, como “já” e “é”.
Está correto o que se afirma em
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Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (SESPA), o Pará reduziu em 66% os casos de malária no período de janeiro a agosto de 2014, uma vez que foram registrados 7.909 casos contra 23.190 em 2013. Segundo essa Secretaria, para ajudar no combate à doença, foram implantadas mais de 800 Unidades de Diagnóstico e Tratamento (UDT) em todo o território paraense, estando as equipes de campo equipadas com motos, carros e utilizando microscópios que ajudam a detectar o quadro de malária (g1.globo.com/PA, em 03/09/2014). De acordo com o Ministério da Saúde, além dessas medidas preventivas da malária, podem-se adotar outras ações em Áreas Endêmicas, dentre as quais se encontra o(a)
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