Foram encontradas 710 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
O que aconteceria se você se encontrasse com seu eu futuro?

Um clássico conto do escritor americano Ted Chiang conta a história de um jovem comerciante que viaja para o futuro e encontra o seu "eu" de anos depois. Ao longo da história, o homem recebe alertas, promessas e dicas daquela versão mais idosa e sábia de si próprio.
Essas premonições mudam o curso da vida do comerciante, até que ele acaba se tornando o homem mais velho, que encontra seu eu mais jovem e compartilha aquele mesmo conhecimento.
Este tipo de narrativa, por razões óbvias, sempre ficou restrito ao campo da ficção científica. Mas e se − um grande "se" − você realmente conseguisse encontrar o seu eu do futuro?
Esta é uma questão bastante estranha, mas acredito que vale a pena pensar mais sobre ela e nas pesquisas que realizei.
Meus estudos se concentraram principalmente em como as pessoas pensam e se relacionam com seus "eus" futuros, e publiquei recentemente um livro sobre o assunto. Nele, exploro os motivos que nos levam a ter tanta dificuldade para tomar decisões de longo prazo e como podemos fazer escolhas melhores, ampliando nossa conexão emocional com nosso eu futuro.
Minhas pesquisas me ensinaram que costumamos imaginar o nosso eu futuro como outra pessoa − e esta tendência pode nos criar problemas.
Pense em alguém na sua vida que você mal conhece: um vizinho ou um colega de trabalho, por exemplo. Se esse estranho pedisse que você se privasse de algo em seu benefício − que lhe emprestasse dinheiro, por exemplo − talvez você educadamente recusasse.
Se tratarmos o nosso eu futuro da mesma forma, faz sentido por que, às vezes, nós cedemos aos nossos desejos imediatos em vez de fazer algo que nos traria um bem maior a longo prazo.
Nós poderíamos pelo menos tentar fazer com que o nosso eu futuro se parecesse menos com estranhos e mais com pessoas próximas, como nossos parceiros, nossos entes queridos ou melhores amigos.
Em um estudo recente, por exemplo, meus colaboradores e eu fizemos uma parceria com um banco e descobrimos que clientes que recebem imagens de si próprios com o avanço da idade, ao lado de mensagens incentivando que eles economizem para a aposentadoria, são 16% mais propensos a fazer uma contribuição para a aposentadoria do que as pessoas que receberam apenas as mensagens de incentivo.
Outro estudo concluiu que escrever cartas para si próprio no futuro − e respondê-las − também pode fortalecer a conexão entre o eu atual e o do futuro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrpd3md325o. Adaptado.
Um clássico conto do escritor americano Ted Chiang conta a história de um jovem comerciante que viaja para o futuro e encontra o seu "eu" de anos depois. Ao longo da história, o homem recebe alertas, promessas e dicas daquela versão mais idosa e sábia de si próprio.
De acordo com o texto e o foco das pesquisas do autor, o texto:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
O que aconteceria se você se encontrasse com seu eu futuro?

Um clássico conto do escritor americano Ted Chiang conta a história de um jovem comerciante que viaja para o futuro e encontra o seu "eu" de anos depois. Ao longo da história, o homem recebe alertas, promessas e dicas daquela versão mais idosa e sábia de si próprio.
Essas premonições mudam o curso da vida do comerciante, até que ele acaba se tornando o homem mais velho, que encontra seu eu mais jovem e compartilha aquele mesmo conhecimento.
Este tipo de narrativa, por razões óbvias, sempre ficou restrito ao campo da ficção científica. Mas e se − um grande "se" − você realmente conseguisse encontrar o seu eu do futuro?
Esta é uma questão bastante estranha, mas acredito que vale a pena pensar mais sobre ela e nas pesquisas que realizei.
Meus estudos se concentraram principalmente em como as pessoas pensam e se relacionam com seus "eus" futuros, e publiquei recentemente um livro sobre o assunto. Nele, exploro os motivos que nos levam a ter tanta dificuldade para tomar decisões de longo prazo e como podemos fazer escolhas melhores, ampliando nossa conexão emocional com nosso eu futuro.
Minhas pesquisas me ensinaram que costumamos imaginar o nosso eu futuro como outra pessoa − e esta tendência pode nos criar problemas.
Pense em alguém na sua vida que você mal conhece: um vizinho ou um colega de trabalho, por exemplo. Se esse estranho pedisse que você se privasse de algo em seu benefício − que lhe emprestasse dinheiro, por exemplo − talvez você educadamente recusasse.
Se tratarmos o nosso eu futuro da mesma forma, faz sentido por que, às vezes, nós cedemos aos nossos desejos imediatos em vez de fazer algo que nos traria um bem maior a longo prazo.
Nós poderíamos pelo menos tentar fazer com que o nosso eu futuro se parecesse menos com estranhos e mais com pessoas próximas, como nossos parceiros, nossos entes queridos ou melhores amigos.
Em um estudo recente, por exemplo, meus colaboradores e eu fizemos uma parceria com um banco e descobrimos que clientes que recebem imagens de si próprios com o avanço da idade, ao lado de mensagens incentivando que eles economizem para a aposentadoria, são 16% mais propensos a fazer uma contribuição para a aposentadoria do que as pessoas que receberam apenas as mensagens de incentivo.
Outro estudo concluiu que escrever cartas para si próprio no futuro − e respondê-las − também pode fortalecer a conexão entre o eu atual e o do futuro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrpd3md325o. Adaptado.
'Mas' 'e' 'se' você realmente conseguisse encontrar o seu eu do futuro?
Os três elementos destacados em sequência na frase são, respectivamente:
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É um nematoide que parasita o esôfago, o estômago e a aorta de cães. Muitos vertebrados, como roedores, pássaros, galinhas, insetívoros e répteis, podem atuar como hospedeiros paratênicos. O nome deste parasita é:
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Os dermatófitos são um grupo de fungos septados que ocorrem mundialmente e invadem estruturas superficiais queratinizadas, como pele, cabelos e unhas, e são de grande importância veterinária. Sobre os dermatófitos, analisar os itens.
I. O Microsporum canis é a causa mais comum de dermatofitose em cães e gatos em diversos países. A doença, geralmente, apresenta-se como áreas de alopecia, descamação e pelos quebrados rodeados por zonas inflamatórias. Casos de infecções generalizadas podem estar associados com hiperadrenocorticismo e imunossupressão.
II. O Trichophyton bovis é causa comum de dermatofitoses em bovinos. Terneiros são afetados com mais frequência e normalmente desenvolvem lesões características na face e ao redor dos olhos. A infecção é mais comum nos meses de verão, e vários animais em geral são afetados.
III. Em equinos, Trichophyton equinum é a principal causa de dermatofitoses. A transmissão ocorre por contato direto ou por arreios, escovas e pentes contaminados. Equinos jovens, com menos de 4 anos de idade, são particularmente suscetíveis à dermatofitose.
Está CORRETO o que se afirma:
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A gonadotrofina coriônica equina é um dos hormônios utilizados nos protocolos de inseminação artificial em tempo fixo de bovinos. Ele é aplicado:
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Uma fêmea bovina, com idade de 36 meses, vacinada contra brucelose com a vacina amostra B19 aos 7 meses de idade, se submetida ao diagnóstico indireto de brucelose, o resultado será considerado inconclusivo quando:
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Um equino está apresentando bronquite. Para o tratamento desta afecção, é um dos medicamentos indicados:
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Em um frigorífico de bovinos, um médico veterinário precisa fazer a destinação sanitária de uma carcaça que foi desviada ao Departamento de Inspeção Final (DIF) por apresentar dois cistos viáveis de Cysticercus bovis no coração. Após reinspeção no DIF, foram encontrados mais 3 cistos viáveis no diafragma, 4 cistos calcificados no fígado e um cisto calcificado na musculatura do pescoço. Diante do exposto, a decisão sanitária CORRETA para a carcaça é:
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A respeito da Peste Suína Clássica (PSC), avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) A PSC é uma doença viral contagiosa que acomete suídeos domésticos e silvestres, causada por um vírus do gênero Pestivirus, da família Flaviviridae, que produz grandes perdas produtivas e econômicas devido a sua alta infectividade e letalidade.
( ) Há tratamento disponível para a PSC, porém o proprietário dos animais pode optar por sacrifício sanitário dos animais doentes devido à alta taxa de mortalidade e pouco sucesso do tratamento.
( ) Entre os principais sinais clínicos da PSC estão febre (40,5°C a 42,0°C), apatia, anorexia, letargia, animais amontoados, conjuntivite, lesões hemorrágicas na pele, cianose em extremidades, paresia de membros posteriores, ataxia, problemas respiratórios e reprodutivos.
( ) Trata-se de doença de notificação obrigatória à OIE e está incluída entre as doenças que requerem notificação imediata de qualquer caso suspeito no Brasil, conforme Instrução Normativa MAPA nº 50/2013.
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Anestésico local é toda substância que, aplicada em concentração adequada, bloqueia de maneira reversível a condução nervosa. Com relação às anestesias infiltrativas, assinalar a alternativa CORRETA.
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