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Foram encontradas 45 questões.

3344326 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
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O caso clínico a seguir contextualiza as questões 44 e 45. Leia-o atentamente.

Funcionário devidamente orientado por seu advogado, procura empresa onde trabalha, afirmando que foi informado que, em tese, teria direito à aposentadoria especial, uma vez ter sido exposto a agentes prejudiciais à saúde. Refere, ainda, que necessita de “documento” que comprove essa situação; porém, não sabe citar o nome de tal documento.

O provável documento buscado por referido funcionário é:

 

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3344325 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
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O caso hipotético a seguir contextualiza as questões 42 e 43. Leia-o atentamente.

Empresa produtora de fertilizantes apresenta grave vazamento de monóxido de carbono em setor de produção. Mesmo após todas as medidas realizadas, ocorre tragicamente o óbito de um dos funcionários.

O prazo de abertura da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) nesta situação é:

 

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3344324 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
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O caso hipotético a seguir contextualiza as questões 40 e 41.

Leia-o atentamente. Funcionário com histórico laboral em empresa produtora de telhas de amianto por mais de quinze anos procura ambulatório de medicina do trabalho, apresentando dispneia importante e tosse. Refere aparecimento de sintomas há cerca de um ano com piora progressiva. Nega histórico de tabagismo; nega melhora dos sintomas aos finais de semana.

Considerando o histórico laboral, bem como o quadro clínico, qual deverá ser a principal hipótese diagnóstica do médico do trabalho dessa empresa?

 

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3344323 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
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O caso hipotético a seguir contextualiza as questões 38 e 39. Leia-o atentamente.

Uma obra que apresentava indícios de diversas irregularidades foi denunciada. Ao se dirigir à obra, as autoridades competentes se depararam com situações que geravam risco grave e iminente à vida dos trabalhadores.

Na hipótese dessa obra ter sido paralisada, tendo em vista a Norma Regulamentadora nº 03, é INCORRETO afirmar que:

 

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3344322 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
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O caso hipotético a seguir contextualiza as questões 38 e 39. Leia-o atentamente.

Uma obra que apresentava indícios de diversas irregularidades foi denunciada. Ao se dirigir à obra, as autoridades competentes se depararam com situações que geravam risco grave e iminente à vida dos trabalhadores.

Considerando a Norma Regulamentadora nº 03, é correto afirmar que:

 

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3344321 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
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O caso hipotético a seguir contextualiza as questões 36 e 37. Leia-o atentamente.

A empresa A decidiu se instalar na Santa Maria de Jetibá-ES; sabe-se que ela possui em seu quadro 1.100 funcionários ativos e grau de risco 3.

Para estar de acordo com a Norma Regulamentadora nº 4 (NR-4), qual deveria ser a carga horária mínima do profissional Médico do Trabalho dimensionado em Serviços Especializados em Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) da empresa?

 

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3344320 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
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O caso hipotético a seguir contextualiza as questões 36 e 37. Leia-o atentamente.

A empresa A decidiu se instalar na Santa Maria de Jetibá-ES; sabe-se que ela possui em seu quadro 1.100 funcionários ativos e grau de risco 3.

Para estar de acordo com a Norma Regulamentadora nº 4 (NR-4), o mínimo dimensionamento de seus Serviços Especializados em Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) deveria ser de:

 

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Revolva-se por inteiro... e se encontre

Com tantas mudanças exponenciais aumentando diariamente a velocidade do mundo, muitos de nós, de repente, experimentamos o ritmo oposto. É como se a vida estivesse parada, em suspensão.

É aquele típico momento quando sentimos que nossas águas ficam represadas, em uma espécie de calmaria que ao invés de benigna, só gera angústia, incerteza e nos intoxica de cortisol. Nesse contexto, nossa mente dispara, e entra em atividade frenética. É aí onde os questionamentos começam!

E de repente, a vontade é de revirar tudo, remexer, não deixar “ficar pedra sobre pedra”. Buscar nas profundezas, respostas ainda ocultas. A expressão popular “Não ficar pedra sobre pedra” significa: “ser completamente demolido; operar-se uma revolução completa”. Isso pode valer para muitas situações do nosso cotidiano e também se aplicar em questões mais íntimas do nosso próprio ser.

Quando em nossa jornada de vida, nossas ações e/ou relações travam por completo, essa pode ser uma difícil, mas belíssima oportunidade para encontrar novamente o fio da meada, o sentido da caminhada – sentido aqui, tanto como propósito quanto direção.

Esses dias, assistindo um vídeo muito interessante da Dra. Ana Beatriz Barbosa – psiquiatra e escritora, ouvi uma passagem que me gerou bastante curiosidade. Ana Beatriz, em seu vídeo intitulado de “O melhor método para ter saúde mental em 2023”, cita, em determinado momento, o fenômeno da RESSURGÊNCIA. E a pesquisadora traça uma relação entre ressurgência e a capacidade humana de revirar suas profundezas em busca do seu melhor.

“A ressurgência (ou afloramento) é uma corrente vertical que vem do fundo para superfície do mar... o grande benefício da ressurgência é a riqueza de nutrientes que traz à superfície, favorecendo o desenvolvimento abundante da vida marinha” (site Master Dive).

Quando essas correntes marinhas mais profundas e de temperatura fria ascendem para a superfície dos oceanos, elas trazem alimentação para os peixes. Isso porque as camadas mais frias das águas carregam mais oxigênio, possibilitando a taxa mais favorável à reprodução do fito e zooplâncton, propiciando significativa elevação na quantidade de peixes e outros organismos marinhos.

No mundo existem algumas áreas onde o fenômeno é comum: nas costas do Peru, Califórnia e Japão, em uma área costeira que vai do Marrocos ao Senegal, na costa leste da Nova Zelândia, etc... Já no Brasil, a área de ressurgência mais conhecida e estudada é da região de Cabo Frio, no estado do Rio de Janeiro.

Então, quer dizer que nas áreas do globo onde este fenômeno ocorre, a produtividade de pescados é significativamente distinta das demais regiões do planeta, sendo muito mais abundante? É isso aí! Agora, voltando para a visão da Dra. Ana Beatriz...

No vídeo ela comenta: “A ressurgência humana seria quando a gente passa pelas etapas do autoconhecimento, conhecimento, coragem, resiliência, e aí a gente remexe na nossa essência e traz o que tem de melhor por lá”.

E aqui vou um passinho além que me ocorreu diante de toda essa metáfora: quando deixamos as camadas mais profundas da nossa essência emergirem, é aí onde o nosso “nutriente” está. Aquilo que vai nos alimentar, refrescar, oxigenar.

É no fundo do mar que muitas vezes são encontrados também tesouros perdidos, então, quando reviramos nossas profundezas, tesouros podem ser encontrados e são trazidos à tona em forma de ideias, planos futuros, projetos, novas ações e novas direções.

Quando nossas águas estão paradas não nos permitem o movimento. Estancamos e, muitas vezes, não somos capazes de seguir adiante, principalmente no sentido do nosso aprimoramento.

E como fênix que renasce, ou, ressurge das cinzas, podemos fazer o mesmo movimento aflorando o que temos de melhor.

Permitir-se revolver. Permitir-se descobrir. Permitir-se ressurgir... isso faz de nós caçadores de nossos tesouros perdidos. E essa é uma excepcional capacidade de nos autoconhecermos e tocarmos nossa essência primordial em busca daquilo que realmente somos, e do que viemos fazer nessa experiência chamada vida.

(Luah Galvão. Revista Exame. Acesso em: 03/11/2023. Adaptado.)

Assinale a alternativa cujo fragmento sublinhado apresenta sentido denotativo.

 

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Revolva-se por inteiro... e se encontre

Com tantas mudanças exponenciais aumentando diariamente a velocidade do mundo, muitos de nós, de repente, experimentamos o ritmo oposto. É como se a vida estivesse parada, em suspensão.

É aquele típico momento quando sentimos que nossas águas ficam represadas, em uma espécie de calmaria que ao invés de benigna, só gera angústia, incerteza e nos intoxica de cortisol. Nesse contexto, nossa mente dispara, e entra em atividade frenética. É aí onde os questionamentos começam!

E de repente, a vontade é de revirar tudo, remexer, não deixar “ficar pedra sobre pedra”. Buscar nas profundezas, respostas ainda ocultas. A expressão popular “Não ficar pedra sobre pedra” significa: “ser completamente demolido; operar-se uma revolução completa”. Isso pode valer para muitas situações do nosso cotidiano e também se aplicar em questões mais íntimas do nosso próprio ser.

Quando em nossa jornada de vida, nossas ações e/ou relações travam por completo, essa pode ser uma difícil, mas belíssima oportunidade para encontrar novamente o fio da meada, o sentido da caminhada – sentido aqui, tanto como propósito quanto direção.

Esses dias, assistindo um vídeo muito interessante da Dra. Ana Beatriz Barbosa – psiquiatra e escritora, ouvi uma passagem que me gerou bastante curiosidade. Ana Beatriz, em seu vídeo intitulado de “O melhor método para ter saúde mental em 2023”, cita, em determinado momento, o fenômeno da RESSURGÊNCIA. E a pesquisadora traça uma relação entre ressurgência e a capacidade humana de revirar suas profundezas em busca do seu melhor.

“A ressurgência (ou afloramento) é uma corrente vertical que vem do fundo para superfície do mar... o grande benefício da ressurgência é a riqueza de nutrientes que traz à superfície, favorecendo o desenvolvimento abundante da vida marinha” (site Master Dive).

Quando essas correntes marinhas mais profundas e de temperatura fria ascendem para a superfície dos oceanos, elas trazem alimentação para os peixes. Isso porque as camadas mais frias das águas carregam mais oxigênio, possibilitando a taxa mais favorável à reprodução do fito e zooplâncton, propiciando significativa elevação na quantidade de peixes e outros organismos marinhos.

No mundo existem algumas áreas onde o fenômeno é comum: nas costas do Peru, Califórnia e Japão, em uma área costeira que vai do Marrocos ao Senegal, na costa leste da Nova Zelândia, etc... Já no Brasil, a área de ressurgência mais conhecida e estudada é da região de Cabo Frio, no estado do Rio de Janeiro.

Então, quer dizer que nas áreas do globo onde este fenômeno ocorre, a produtividade de pescados é significativamente distinta das demais regiões do planeta, sendo muito mais abundante? É isso aí! Agora, voltando para a visão da Dra. Ana Beatriz...

No vídeo ela comenta: “A ressurgência humana seria quando a gente passa pelas etapas do autoconhecimento, conhecimento, coragem, resiliência, e aí a gente remexe na nossa essência e traz o que tem de melhor por lá”.

E aqui vou um passinho além que me ocorreu diante de toda essa metáfora: quando deixamos as camadas mais profundas da nossa essência emergirem, é aí onde o nosso “nutriente” está. Aquilo que vai nos alimentar, refrescar, oxigenar.

É no fundo do mar que muitas vezes são encontrados também tesouros perdidos, então, quando reviramos nossas profundezas, tesouros podem ser encontrados e são trazidos à tona em forma de ideias, planos futuros, projetos, novas ações e novas direções.

Quando nossas águas estão paradas não nos permitem o movimento. Estancamos e, muitas vezes, não somos capazes de seguir adiante, principalmente no sentido do nosso aprimoramento.

E como fênix que renasce, ou, ressurge das cinzas, podemos fazer o mesmo movimento aflorando o que temos de melhor.

Permitir-se revolver. Permitir-se descobrir. Permitir-se ressurgir... isso faz de nós caçadores de nossos tesouros perdidos. E essa é uma excepcional capacidade de nos autoconhecermos e tocarmos nossa essência primordial em busca daquilo que realmente somos, e do que viemos fazer nessa experiência chamada vida.

(Luah Galvão. Revista Exame. Acesso em: 03/11/2023. Adaptado.)

Sobre o uso das vírgulas, analise o emprego no seguinte trecho: “[...] então, quando reviramos nossas profundezas, ‘tesouros’ podem ser encontrados e são trazidos à tona em forma de ideias, planos futuros, projetos, novas ações e novas direções.” (12º§) Assinale a alternativa que justifica sequencialmente o uso da vírgula nos dois momentos.

 

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Revolva-se por inteiro... e se encontre

Com tantas mudanças exponenciais aumentando diariamente a velocidade do mundo, muitos de nós, de repente, experimentamos o ritmo oposto. É como se a vida estivesse parada, em suspensão.

É aquele típico momento quando sentimos que nossas águas ficam represadas, em uma espécie de calmaria que ao invés de benigna, só gera angústia, incerteza e nos intoxica de cortisol. Nesse contexto, nossa mente dispara, e entra em atividade frenética. É aí onde os questionamentos começam!

E de repente, a vontade é de revirar tudo, remexer, não deixar “ficar pedra sobre pedra”. Buscar nas profundezas, respostas ainda ocultas. A expressão popular “Não ficar pedra sobre pedra” significa: “ser completamente demolido; operar-se uma revolução completa”. Isso pode valer para muitas situações do nosso cotidiano e também se aplicar em questões mais íntimas do nosso próprio ser.

Quando em nossa jornada de vida, nossas ações e/ou relações travam por completo, essa pode ser uma difícil, mas belíssima oportunidade para encontrar novamente o fio da meada, o sentido da caminhada – sentido aqui, tanto como propósito quanto direção.

Esses dias, assistindo um vídeo muito interessante da Dra. Ana Beatriz Barbosa – psiquiatra e escritora, ouvi uma passagem que me gerou bastante curiosidade. Ana Beatriz, em seu vídeo intitulado de “O melhor método para ter saúde mental em 2023”, cita, em determinado momento, o fenômeno da RESSURGÊNCIA. E a pesquisadora traça uma relação entre ressurgência e a capacidade humana de revirar suas profundezas em busca do seu melhor.

“A ressurgência (ou afloramento) é uma corrente vertical que vem do fundo para superfície do mar... o grande benefício da ressurgência é a riqueza de nutrientes que traz à superfície, favorecendo o desenvolvimento abundante da vida marinha” (site Master Dive).

Quando essas correntes marinhas mais profundas e de temperatura fria ascendem para a superfície dos oceanos, elas trazem alimentação para os peixes. Isso porque as camadas mais frias das águas carregam mais oxigênio, possibilitando a taxa mais favorável à reprodução do fito e zooplâncton, propiciando significativa elevação na quantidade de peixes e outros organismos marinhos.

No mundo existem algumas áreas onde o fenômeno é comum: nas costas do Peru, Califórnia e Japão, em uma área costeira que vai do Marrocos ao Senegal, na costa leste da Nova Zelândia, etc... Já no Brasil, a área de ressurgência mais conhecida e estudada é da região de Cabo Frio, no estado do Rio de Janeiro.

Então, quer dizer que nas áreas do globo onde este fenômeno ocorre, a produtividade de pescados é significativamente distinta das demais regiões do planeta, sendo muito mais abundante? É isso aí! Agora, voltando para a visão da Dra. Ana Beatriz...

No vídeo ela comenta: “A ressurgência humana seria quando a gente passa pelas etapas do autoconhecimento, conhecimento, coragem, resiliência, e aí a gente remexe na nossa essência e traz o que tem de melhor por lá”.

E aqui vou um passinho além que me ocorreu diante de toda essa metáfora: quando deixamos as camadas mais profundas da nossa essência emergirem, é aí onde o nosso “nutriente” está. Aquilo que vai nos alimentar, refrescar, oxigenar.

É no fundo do mar que muitas vezes são encontrados também tesouros perdidos, então, quando reviramos nossas profundezas, tesouros podem ser encontrados e são trazidos à tona em forma de ideias, planos futuros, projetos, novas ações e novas direções.

Quando nossas águas estão paradas não nos permitem o movimento. Estancamos e, muitas vezes, não somos capazes de seguir adiante, principalmente no sentido do nosso aprimoramento.

E como fênix que renasce, ou, ressurge das cinzas, podemos fazer o mesmo movimento aflorando o que temos de melhor.

Permitir-se revolver. Permitir-se descobrir. Permitir-se ressurgir... isso faz de nós caçadores de nossos tesouros perdidos. E essa é uma excepcional capacidade de nos autoconhecermos e tocarmos nossa essência primordial em busca daquilo que realmente somos, e do que viemos fazer nessa experiência chamada vida.

(Luah Galvão. Revista Exame. Acesso em: 03/11/2023. Adaptado.)

Os conectivos são elementos que favorecem a conexão de ideias e informações em um texto. Considerando o exposto, assinale a alternativa cujo conector sublinhado promove a coesão sequencial.

 

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