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O gráfico representa a atividade enzimática de uma reação em função da temperatura

A seta indica:
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Sendo !$ x_1 !$ e !$ x_2 !$ as raízes reais da equação !$ x^2 – 2x + m = 0 !$. Qual o valor de !$ m !$, para que !$ x_1\, ^2 - x_2 \,^2 = 2 !$?
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2518223
Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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Aponte a obra literária que NÃO é da autoria de Machado de Assis:
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2518016
Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Disciplina: Educação Artística
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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“Um movimento artístico, social e político, revolucionou a cultura brasileira numa tentativa de jovens artistas, mostrarem o que estavam fazendo de novo no país, uma vez que essa inovação já acontecia na Europa. Os jovens, inspirados por novas ideias, buscavam romper com os velhos padrões estéticos que vigoraram no século XIX.” O enunciado se refere a:
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Os planos de ensino são os meios para dinamizar a educação e o ensino, numa realidade escolar bem concreta, através do processo de ensino. Os planos de ensino especificam:
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Que tecnologia tornou mais fácil a tarefa de conectar aparelhos e dispositivos periféricos ao computador (como teclados, mouse, modems, câmeras digitais) sem a necessidade de desligar/reiniciar o computador (“Plug and Play”) e com um formato diferenciado, universal, dispensando o uso de um tipo de conector específico para cada dispositivo?
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2517746
Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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Text II
“The mitomum supplies the child’s mitochondria. (1) are tiny structures, present in most cells, that liberate usable energy from food and oxygen. People (2) defective mitochondria suffer debilitating illness and often die young because the tissues of their bodies are starved of the energy they need to work. Mitochondrial diseases (3) hereditary, and at the moment incurable. Mitochondrial donation is designed to prevent them by replacing faulty mitochondria with healthy ones.
But mitochondria are, or used to be, creatures in their own right. They are the descendants of ancient bacteria that once lived free, but then entered into a symbiotic union with other cells. As such they have their own tiny genomes, separate from the main genome in the host cell’s nucleus. A baby born through mitochondrial donation would thus inherit maternal nuclear DNA, paternal nuclear DNA and a helping of mitochondrial DNA from the mitomum.”
(The economist)
In the first paragraph, “mitochondria suffer debilitating illness and often die young”. The plural form of the word illness is:
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Uma pessoa de 1,8 m de altura está em pé ao lado de um prédio. A sombra do prédio projetada pela luz solar é de 90 m enquanto a da pessoa é de 5,4 m. Considerando que cada andar do prédio possui 3m de altura, quantos andares tal prédio possui no total?
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Os Temas Transversais, segundo o Ministério da Educação, são temas que estão voltados para a compreensão e para a construção da realidade social e dos direitos e responsabilidades relacionados com a vida pessoal e coletiva e com a afirmação do princípio da participação política. Sobre os Temas Transversais é correto afirmar que:
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Tiros de fuzil em Dallas
Na mesma cidade em que John F. Kennedy foi assassinado, um atentado brutal expõe a tensão racial nos Estados Unidos (Teresa Pedrosa e Rodrigo Turrer)
O barulho de tiros de fuzil ecoou forte pelas ruas de Dallas, a terceira maior cidade do Texas, nos Estados Unidos, na noite de quinta-feira, dia 7. Dezenas de vídeos, gravados por presentes que fugiam do fogo cruzado, circulavam minutos depois nas redes sociais e exibiam um cenário de horror, caos e medo no coração da cidade, em um local a poucas quadras da Dealey Plaza, onde o presidente John F. Kennedy foi assassinado em 1963. O alvo, dessa vez, eram os policiais texanos que escoltavam uma marcha, pacífica, contra a violência policial e a morte de jovens negros. Cinco policiais morreram e sete ficaram feridos depois que quatro atiradores, agindo no que aparenta ser uma ação coordenada, dispararam tiros no momento em que a manifestação caminhava para sua conclusão. Foi o maior ataque contra forças de segurança no país desde o de 11 de setembro de 2001. Um dos responsáveis foi encurralado pela polícia. Durante a negociação, segundo os agentes que o cercaram, ele disse que estava com muita raiva e que queria “matar policiais brancos. Terminou morto.
A ação foi uma resposta – violenta e injustificável, como observou o presidente Barack Obama – a eventos ocorridos na semana passada, quando, em menos de 48 horas, dois americanos negros foram mortos em uma abordagem policial. Alton Sterling, em Louisiana, levou uma sequência de tiros no peito quando estava já imobilizado no chão por dois policiais. A ação foi filmada por testemunhas e publicada na internet. Um dia depois, em Minnesota, a morte de Philando Castile a tiros foi transmitida ao vivo por sua namorada, Diamond Reynolds, no Facebook. O casal fora abordado por um policial, aparentemente por uma lanterna traseira queimada. Uma criança de 4 anos, filha de Diamond, presenciou a cena do banco de trás. Depois das mortes, novamente os Estados Unidos foram tomados por manifestações de revolta popular.
Sterling e Castile somam-se à longa lista de mortes de negros em circunstâncias controversas em abordagens policiais no país. A questão ganhou proeminência graças à atuação de movimentos como o Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). O slogan se tornou internacional depois que a cidade de Ferguson, em Missouri, imergiu em protestos seguidos de repressão violenta, em 2014. O estopim, desta vez, foi o adolescente Mike Brown Jr., de 18 anos, morto a tiros por um policial. O jovem estava desarmado. Nas semanas e nos meses que se seguiram, um debate sobre racismo e uso de força policial tomou conta do país. Desde então, a cada morte de negros por policiais, a questão vem à tona.
A sequência de incidentes trágicos eleva o tom da discussão sobre porte de armas, racismo e uso de força policial nos Estados Unidos. Loretta Lynch, a procuradora-geral americana e primeira mulher negra a ocupar o cargo, pediu a seus compatriotas união. “Não podemos deixar que esta semana precipite um novo tipo de normalidade neste país. Peço a vocês que se virem para os outros, não contra os outros”, disse. “Conclamo vocês a lembrar, todo dia, a cada dia, que somos uma nação. Somos um só povo. E estamos juntos”.
As estatísticas disponíveis tendem a corroborar o pleito dos manifestantes que cobram uma reformulação na maneira como a polícia atua, principalmente em relação a comunidades de minorias raciais. Embora, em números absolutos, a quantidade de brancos em abordagens policiais nos Estados Unidos seja superior a de negros, em termos proporcionais negros morrem mais vítimas de abordagens policiais do que brancos. Outros fatores, como pobreza, desigualdade e violência em comunidades periféricas desempenham um papel na questão. Os números indicam a ocorrência de uma combinação tóxica de falta de treinamento, transparência, fiscalização e punição de agentes de segurança envolvidos em abordagens seguidas de morte. Além de racismo puro e simples, claro.
Não é o primeiro verão de violência racial nos Estados Unidos. Entre 1965 e 1968, uma série de tumultos raciais varreu o país e culminou com o assassinato de Martin Luther King Jr., um marco trágico na luta pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Em 1992, a situação foi ainda pior. Quatro policiais foram filmados espancando um motorista negro, Rodney King. Depois de um júri de maioria branca inocentar os policiais, a revolta se espalhou pelas ruas de Los Angeles. Por seis dias, manifestantes e policiais se enfrentaram nas ruas. Lojas foram saqueadas, carros foram destruídos, 55 pessoas morreram e mais de 2 mil ficaram feridas.
O pleito por mudança e reforma na maneira como as forças de segurança trabalham enfrenta a resistência do corporativismo dos policiais. Em uma triste ironia, a polícia de Dallas, alvo do ataque da quinta-feira, era citada como exemplo para polícias dos Estados Unidos, por causa de seu trabalho junto à comunidade e no uso de estratégias para agir de maneira a impedir uma escalada na tensão durante as abordagens policiais. Depois que novos protocolos foram implementados pela corporação, o número de queixas por violência policial caiu 64% entre 2009 e 2014 na cidade (a maior parte da mudança ocorreu após David Brown, negro, chegar ao comando da polícia, em 2010). Momentos antes de o tiroteio começar, sua conta oficial do Twitter compartilhara fotos e vídeos da manifestação, citando os slogans gritados e enfatizando o caráter pacífico do ato.
O clima de tensão social vivido pelo país tem raízes históricas. No entanto, desde a eleição de Barack Obama, o primeiro negro a ocupar a Presidência do país, em 2008, grupos supremacistas brancos parecem cada vez mais confortáveis em vocalizar suas posições racistas e virulentas. A candidatura presidencial do bilionário Donald Trump, que não tem pudor em disparar slogans xenofóbicos e racistas (a ponto de receber apoio de um ex-líder da organização racista Ku Klux Klan), também deu voz a esses núcleos. Depois do ataque em Dallas, Joe Walsh, um ex-congressista membro do Tea Party, ala radical do Partido Republicano, tuitou: “Agora é guerra. Preste atenção, Obama. Prestem atenção, marginais do Black Lives Matter. A América de verdade irá atrás de vocês”.
Com as convenções partidárias de democratas e republicanos marcadas para daqui a duas semanas, em Filadélfia e em Cleveland, é provável que haja protestos, principalmente em Cleveland, onde ocorrerá a Convenção Republicana. Cleveland é uma das cidades mais violentas dos Estados Unidos e uma das metrópoles onde há mais casos de violência policial contra negros. A possibilidade de protestos e conflitos e os ataques de Dallas fizeram a polícia de Cleveland reforçar o esquema de segurança.
Os Estados Unidos vêm avançando no combate ao racismo – e por isso mesmo atos como os da semana passada são lamentáveis. Depois de uma série de protestos de negros lutando pelos direitos civis em Newark e Detroit, em 1967, a então presidente americano, Lindon B. Johnson, designou uma comissão para tentar entender os motivos da violência racial. “Nossa nação está se movendo em direção a duas sociedades, uma negra e uma branca – separadas e desiguais”, escrevia em seu relatório a Comissão Kerner. Se os americanos não agirem para barrar a onda de ódio e tensão racial, o país pode reviver cenas que há décadas tenta esquecer”.
Artigo publicado na Revista Época número 943, de 11 de julho de 2016.
Marque a opção que traz o fato que determinou a ação do atentado contra os policiais, narrado no primeiro parágrafo:
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