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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
De acordo com a Lei Orgânica, a soberania popular será exercida por sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com igual valor para todos, e, nos termos da lei, mediante:
I. Plebiscito.
II. Referendo.
III. Iniciativa popular.
Quais estão corretas?
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Um país que taxa livros impede que o conhecimento circule
Livros podem ser uma fonte de renda fenomenal para um país. Mas não é por meio da cobrança de impostos. As cifras que o governo obterá com a taxação de obras impressas em curto prazo são muito inferiores __ riqueza que o Brasil poderia gerar em longo prazo se essas obras circulassem. É como matar a galinha dos ovos de ouro para fazer uma canja bem magra – em vez de manter o bichinho vivo e bem alimentado para que ele forneça o metal precioso por anos. Países desenvolvidos alicerçam suas economias em conhecimento, e não em plantações de soja.
Primeiro, vamos repetir a notícia: livros são isentos por lei do Pis/Pasep e do Cofins desde 2004. Paulo Guedes e companhia querem unificar essas duas contribuições em um novo imposto sobre valor agregado – chamado Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), cuja alíquota seria de 12% – e, então, tirar a isenção do mercado editorial. A proposta ainda será submetida __ votação no Congresso.
“[O aumento de preço] ainda não foi quantificado, até ......... o encaminhamento da proposta ao Congresso é muito recente. Mas claro que haverá elevação no preço dos livros, que impacta o mercado editorial como um todo. Além disso, a taxação pode inviabilizar as atividades de livrarias e distribuidoras”, diz Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro, ao portal G1.
Ninguém nega que o País precise de uma reforma tributária, mas usá-la de pretexto para taxar livros é apenas um remendo em uma planilha de Excel – um exemplo de má-gestão. Fechar __ contas de um país com dinheiro de editoras que já se viram nos trinta para sobreviver é um ótimo jeito de garantir que o país continue sem fechar suas contas no futuro. Vamos explicar o .......... a seguir.
Em defesa da medida, Paulo Guedes argumentou o óbvio: que é melhor taxar produtos consumidos por ricos ......... eles dinheiro para arcar com os impostos. O primeiro erro da afirmação é que livros não são consumidos só por ricos. O segundo é pressupor que dê para construir um país decente adicionando mais uma barreira ao acesso do conhecimento pelos pobres. Luiz Schwarcz, editor da Cia. das Letras, resumiu bem em um artigo na Folha de S. Paulo: “Na mais recente Bienal do Livro no Rio de Janeiro, da qual participaram 600 mil pessoas, grande parte era de jovens da classe C. Na Flup (festa literária das periferias), os dados são ainda mais eloquentes: do público total do evento, 97% se declaram leitores frequentes de livros, 51% têm entre 10 e 29 anos, 72% são de não brancos e 68% pertencem às classes C, D e E”.
Esses dados demonstram que, com as políticas de acesso à educação e cultura dos governos FHC e Lula, jovens de classe C puderam finalmente se matricular no ensino superior (com frequência, em universidades públicas) e adquirir um interesse genuíno pelo consumo de livros. Essas pessoas podem não ser a principal fonte de sustento das editoras; mas sem dúvida são a fonte que mais cresce. Afinal, são jovens recém-chegados às livrarias, cujos pais e avós não tiveram acesso às mesmas oportunidades.
Em resposta, Guedes afirmou – de maneira bem genérica, sem entrar em méritos práticos – que pretende dar livros para a população de baixa renda. O problema é que a população de baixa renda não vai exatamente prosperar com os péssimos livros didáticos oferecidos nos colégios públicos brasileiros, nem com quaisquer obras paradidáticas escolhidas de antemão pelas autoridades (que eram o provável alvo da declaração).
É complicado que o pouco envolvimento que as pessoas de baixa renda com leitura além dos livros didáticos gire em torno de escolhas feitas pelos governantes, e não por si próprias. E mesmo que o Ministro da Economia tivesse outras intenções em mente, como algo na linha de um cartão vale-livros, a formulação da frase indica que ele ignora algo fundamental: as pessoas só constroem conhecimento de verdade quando liberdade para mergulhar nos assuntos que as interessam, escolher que obras vão adquirir e interpretá-las com base em outras leituras. Conhecimento não é decorar uma porção de nomes e datas; conhecimento é ter repertório e liberdade para pensar criticamente sobre o mundo. E isso, sim, é uma máquina de fazer grana, melhor que qualquer imposto.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/um-pais-que-taxa-livros-impede-que-o-conhecimentocircule- e-sai-no-prejuizo/ – Texto especialmente adaptado para esta prova.)
Sobre o emprego do pronome relativo “cujo”, analise as assertivas abaixo:
I. Em alguns casos, “cujo” e suas flexões poderão vir precedidos de preposição.
II. Na linha 37, o emprego de “cujos” está incorreto, uma vez que deveria estar grafado “cujos os”.
III. “Cujo”, como pronome relativo, traduz a ideia de posse, com o valor de dele (dela), do qual, da qual.
Quais estão corretas?
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De acordo com Fernández, a autora Sara Paín observa a constituição de diferentes modalidades de aprendizagem, e, em uma delas, há pobreza de contato com o objeto e a dificuldade na internalização de imagens. Nesse caso, a criança sofreu a falta de estimulação ou o abandono. Essa modalidade denomina-se:
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O que faz um bom orientador educacional
Regulamentado por decreto federal, o cargo de orientador educacional costuma ser desempenhado por um pedagogo especializado em lidar diretamente com os alunos, ajudando-os em seu desenvolvimento pessoal e cognitivo e fazendo um elo entre eles e os professores. Muito embora na rede pública essa figura esteja perdendo força, no ensino particular observa-se movimento contrário: suas funções estão sendo cada vez .............., no sentido de melhor atender as demandas cotidianas da rotina escolar e “desafogar” a agenda do coordenador pedagógico.
O orientador é considerado um dos membros da equipe gestora de uma escola, trabalhando em parceria com o diretor e com o coordenador pedagógico. Sua atuação se dá no sentido de amparar os alunos, não apenas para acompanhar seu rendimento escolar, mas também para melhorar a qualidade das suas relações com colegas e professores, agindo em todas __ questões que dizem respeito __ sensação de ............ e crescimento. Seu objetivo não é punir, advertir ou castigar, mas conhecer as necessidades dos estudantes e oferecer __ eles condições para que se desenvolvam de maneira plena em todos os aspectos, do intelectual ao ..................... Desta forma, ele ajuda a escola não apenas organizar sua proposta pedagógica, mas especialmente a colocá-la em prática.
Atuação conjunta
Para que o coordenador pedagógico consiga desempenhar seu papel é fundamental que ele trabalhe em parceria com os demais agentes educacionais. Ao lado do professor, por exemplo, o orientador é a figura que atua para compreender o comportamento dos alunos. Ele é quem ouve tanto docentes quanto estudantes, dialoga, dá orientações e procura a melhor forma de agir diante dos desafios da relação professor-aluno.
Assim, à medida que o docente se ocupa em cumprir o currículo disciplinar, o orientador educacional tem um olhar mais apurado para as atitudes, ou seja, ele se preocupa com o aprendizado “oculto” das ações cotidianas: práticas, comportamentos, .......... e percepções que vigoram no meio escolar e que influenciam diretamente o papel das instituições de ensino na formação de valores e na construção de relações interpessoais.
Desta forma, para ter sucesso em seu trabalho, o orientador educacional precisa construir uma relação de confiança com os alunos, além de ter a habilidade de negociar e de prever ações e a sensibilidade para identificar __ “temperatura” do colégio. E estar disposto __ circular pelos diversos ambientes da escola é uma das formas mais eficientes para isso. Afinal, trancado em sua sala, dificilmente o orientador será capaz de ver, ouvir e sentir estudantes e docentes e, assim, tanto saber o que está acontecendo, como detectar onde é preciso agir.
(Disponível em: https://escolasexponenciais.com.br/inovacao-e-gestao/o-que-faz-o-orientador-educacional/ - texto especialmente adaptado para esta prova.)
No que tange à ortografia, as lacunas pontilhadas das linhas 05, 12, 15 e 25 ficam, correta e respectivamente, preenchidas por:
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Os sinais vitais são sinais que podem ser facilmente percebidos, deduzindo-se, assim, que, na ausência deles, existem alterações nas funções vitais do corpo. De acordo com o Manual de Primeiros Socorros da Fiocruz, os reflexos ou indícios que permitem concluir sobre o estado geral de uma pessoa são pulso, respiração, pressão arterial e:
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
Dos Sinais de Trânsito, a placa vertical, forma octogonal, R-1, parada obrigatória, mundialmente conhecida pelo seu formato e o tipo de mensagem que pretende transmitir, é denominada:
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
Sobre o uso de luzes em veículos e suas determinações, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Farol baixo.
2. Farol alto.
3. Pisca-alerta.
4. Luz de posição.
5. Luz baixa e alta.
Coluna 2
( ) De forma intermitente para advertir outros motoristas sobre situações de risco à segurança.
( ) Em imobilizações ou situações de emergência.
( ) Nas vias não iluminadas.
( ) Durante dia e noite nas rodovias e túneis.
( ) Durante à noite para carga e descarga de mercadorias.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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De acordo com Cunha, analise a sentença abaixo:
Nos berçários, é onde surgem os primeiros registros, que são as marcas realizadas pelos bebês com as mãos impregnadas de sopas, papas e sucos. De certa maneira, as mãos precedem os instrumentos (buchas e pinceis) e os alimentos às tintas (1ª parte). É contraindicado oferecer aos bebês objetos artesanais construídos com diferentes texturas, consistências, volumes, tamanhos, pesos, formas e cores (2ª parte). O ensino da arte, em qualquer nível e em especial na educação infantil, deveria abranger tanto a construção de imagens como contribuir para que as crianças realizem as leituras cognoscentes, conscientes e sensíveis de tantas imagens que estão sendo consumidas passivamente através dos meios de comunicação (3ª parte). Quais estão corretas?
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É interessante reconhecer a importância de construir um planejamento organizado, que tenha uma intencionalidade pedagógica condizente com o Projeto Político-Pedagógico (PPP). Tal planejamento trará clareza para educadores e pais sobre a intenção pedagógica da instituição escolar. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas quanto a sua importância. ( ) Auxilia os professores: além de auxiliar os educadores na condução de aulas mais eficientes e dinâmicas, o planejamento pedagógico proporciona a troca de experiências e de ideias entre os professores e coordenadores pedagógicos.
( ) Transforma conceitos em realidade: o planejamento pedagógico não se trata apenas de um documento ou requisito inteiramente burocrático. Ele representa uma diretriz que oferece a oportunidade de levar a escola a repensar o seu papel, bem como a sua intencionalidade pedagógica.
( ) Faz uma revisão e avaliação do que foi feito antes: o planejamento pede da equipe pedagógica uma revisão das ações e dos resultados do passado; refletir com criticidade o trabalho pedagógico é uma das funções do planejamento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Terra plana. Que história é essa?
Por Marco Moriconi
Antes de começar essa conversa, não custa repetir: a Terra é redonda, tem o formato de uma bola. Se alguém perguntar, pode afirmar, sem qualquer dúvida. O fato de a Terra ser redonda é algo cientificamente comprovado por experimentos. Além disso, existem provas do formato esférico da Terra, como fotos, viagens espaciais e muito mais. Recentemente, em todo mundo (até no Brasil!), pessoas estão se reunindo para defender que a Terra é plana, achatada como uma moeda. Esses defensores foram apelidados de ‘terraplanistas’.
Qualquer afirmação da ciência precisa ser testada muitas vezes, em situações diferentes, por pesquisadores diferentes e precisa também passar pela avaliação de muitos especialistas, até ser considerada uma verdade.
O formato da Terra, por exemplo, deixou muita gente em dúvida milhares de anos atrás. Afinal de contas, se a gente senta na areia da praia e olha para o horizonte, uma linha reta. A partir dessa observação somente, muita gente acreditou que a Terra fosse plana mesmo, que acabasse lá, na linha do horizonte.
Acontece que nem sempre a observação mais simples é a correta. Sentados na areia da mesma praia, podemos observar um navio indo em direção à linha do horizonte até ele desaparecer. Desaparecer? Como assim? Será que o navio caiu no abismo do fim do mundo?
Os cientistas têm certeza de que não, mas os terraplanistas acham que sim.
Hoje é muito fácil comprovar que a Terra é redonda. Afinal de contas, muitos astronautas já foram ao Espaço, deram a volta em nosso planeta e puderam afirmar que a terra tinha o formato esférico, como o de uma bola. Além da confirmação dos astronautas, temos também fotos, muitas fotos de satélites, que demonstram o formato que a Terra tem.
Há milhares de anos, porém, não havia toda essa tecnologia. Mas já havia o desejo de se descobrir o formato da Terra.
A atenção aos eclipses lunares ajudou bastante os pensadores antigos a chegarem a uma conclusão sobre o formato da Terra. Na Grécia, há cerca de 2.500 anos, já era aceito que a Lua reflete a luz do Sol, ou seja, que ela não tem luz própria. E foi observando que eclipses lunares apresentam sempre o formato de um arco circular causado pela sombra da Terra na Lua, que os gregos tiveram uma indicação muito forte de que a Terra é esférica.
Mesmo com as evidências mais antigas e mais atuais de que a Terra é redonda – esférica como uma bola –, algumas pessoas voltaram a sugerir que a Terra é… plana!
A ideia da Terra plana tem sua origem nos registros do escritor inglês Samuel Rowbotham, que viveu entre 1816 e 1884. Ela se baseia em um experimento conhecido como ‘o experimento do rio Bedford’. O rio Bedford é um canal artificial, longo, com quase 10 quilômetros de extensão.
Se a Terra é, de fato, redonda, raciocinou Rowbotham, então uma estaca distante nesse rio iria sumir, um efeito semelhante ao que acontece com o desaparecimento de um barco no horizonte. As observações de Rowbotham, porém, deram um resultado diferente: ainda era possível ver a estaca. Qual o problema, então?
O fato de a estaca não ter desaparecido pode ser explicado pela refração da luz próxima à superfície do rio. O nome parece complicado, mas é aquele efeito que você observa quando coloca um lápis em um copo com água: ele parece quebrado porque a luz não vem em linha reta, do lápis até o seu olho. Para o rio, o que acontece é que a luz vai acompanhando a Terra, o que cancelou o efeito esperado de desaparecimento do objeto, porque a estaca estava muito perto da superfície da água, e a umidade da água fez com que a luz se curvasse. Usando uma estaca mais , esse efeito não acontece e a estaca some no horizonte.
Uma das maiores falhas que os proponentes de teorias de Terra plana é abandonar o método científico – que exige muitas provas – por um método particular de observação, sem as “provas” que fazem parte do método científico.
Portanto, se alguém afirmar que Terra é plana, saiba que essa pessoa está redondamente enganada!
(Disponível em: http://chc.org.br/artigo/terra-plana-que-historia-e-essa/ - Texto especialmente adaptado para esta prova.)
Sobre a frase “a Terra é redonda, tem o formato de uma bola”, é correto afirmar que:
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