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2011954 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Um país que taxa livros impede que o conhecimento circule

Livros podem ser uma fonte de renda fenomenal para um país. Mas não é por meio da cobrança de impostos. As cifras que o governo obterá com a taxação de obras impressas em curto prazo são muito inferiores __ riqueza que o Brasil poderia gerar em longo prazo se essas obras circulassem. É como matar a galinha dos ovos de ouro para fazer uma canja bem magra – em vez de manter o bichinho vivo e bem alimentado para que ele forneça o metal precioso por anos. Países desenvolvidos alicerçam suas economias em conhecimento, e não em plantações de soja.

Primeiro, vamos repetir a notícia: livros são isentos por lei do Pis/Pasep e do Cofins desde 2004. Paulo Guedes e companhia querem unificar essas duas contribuições em um novo imposto sobre valor agregado – chamado Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), cuja alíquota seria de 12% – e, então, tirar a isenção do mercado editorial. A proposta ainda será submetida __ votação no Congresso.

“[O aumento de preço] ainda não foi quantificado, até ......... o encaminhamento da proposta ao Congresso é muito recente. Mas claro que haverá elevação no preço dos livros, que impacta o mercado editorial como um todo. Além disso, a taxação pode inviabilizar as atividades de livrarias e distribuidoras”, diz Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro, ao portal G1.

Ninguém nega que o País precise de uma reforma tributária, mas usá-la de pretexto para taxar livros é apenas um remendo em uma planilha de Excel – um exemplo de má-gestão. Fechar __ contas de um país com dinheiro de editoras que já se viram nos trinta para sobreviver é um ótimo jeito de garantir que o país continue sem fechar suas contas no futuro. Vamos explicar o .......... a seguir.

Em defesa da medida, Paulo Guedes argumentou o óbvio: que é melhor taxar produtos consumidos por ricos ......... eles dinheiro para arcar com os impostos. O primeiro erro da afirmação é que livros não são consumidos só por ricos. O segundo é pressupor que dê para construir um país decente adicionando mais uma barreira ao acesso do conhecimento pelos pobres. Luiz Schwarcz, editor da Cia. das Letras, resumiu bem em um artigo na Folha de S. Paulo: “Na mais recente Bienal do Livro no Rio de Janeiro, da qual participaram 600 mil pessoas, grande parte era de jovens da classe C. Na Flup (festa literária das periferias), os dados são ainda mais eloquentes: do público total do evento, 97% se declaram leitores frequentes de livros, 51% têm entre 10 e 29 anos, 72% são de não brancos e 68% pertencem às classes C, D e E”.

Esses dados demonstram que, com as políticas de acesso à educação e cultura dos governos FHC e Lula, jovens de classe C puderam finalmente se matricular no ensino superior (com frequência, em universidades públicas) e adquirir um interesse genuíno pelo consumo de livros. Essas pessoas podem não ser a principal fonte de sustento das editoras; mas sem dúvida são a fonte que mais cresce. Afinal, são jovens recém-chegados às livrarias, cujos pais e avós não tiveram acesso às mesmas oportunidades.

Em resposta, Guedes afirmou – de maneira bem genérica, sem entrar em méritos práticos – que pretende dar livros para a população de baixa renda. O problema é que a população de baixa renda não vai exatamente prosperar com os péssimos livros didáticos oferecidos nos colégios públicos brasileiros, nem com quaisquer obras paradidáticas escolhidas de antemão pelas autoridades (que eram o provável alvo da declaração).

É complicado que o pouco envolvimento que as pessoas de baixa renda com leitura além dos livros didáticos gire em torno de escolhas feitas pelos governantes, e não por si próprias. E mesmo que o Ministro da Economia tivesse outras intenções em mente, como algo na linha de um cartão vale-livros, a formulação da frase indica que ele ignora algo fundamental: as pessoas só constroem conhecimento de verdade quando liberdade para mergulhar nos assuntos que as interessam, escolher que obras vão adquirir e interpretá-las com base em outras leituras. Conhecimento não é decorar uma porção de nomes e datas; conhecimento é ter repertório e liberdade para pensar criticamente sobre o mundo. E isso, sim, é uma máquina de fazer grana, melhor que qualquer imposto.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/um-pais-que-taxa-livros-impede-que-o-conhecimentocircule- e-sai-no-prejuizo/ – Texto especialmente adaptado para esta prova.)

Com base na metáfora utilizada pelo autor do texto no primeiro parágrafo, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

I. Taxar livros é como matar a galinha dos ovos de ouro para fazer uma canja magra.

PORQUE

II. Nessa metáfora, a galinha são os livros e os ovos de ouro são o conhecimento que eles podem oferecer.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

 

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2011915 Ano: 2020
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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“Conjunto de valores que orientam o comportamento do homem em relação aos outros na sociedade em que vive, garantindo, igualmente, o bem-estar social, ou seja, a forma que o homem deve se comportar no seu meio social. É um termo originado do grego, significa modo de ser.” O texto acima refere-se ao conceito de:

 

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2011889 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Terra plana. Que história é essa?

Por Marco Moriconi

Antes de começar essa conversa, não custa repetir: a Terra é redonda, tem o formato de uma bola. Se alguém perguntar, pode afirmar, sem qualquer dúvida. O fato de a Terra ser redonda é algo cientificamente comprovado por experimentos. Além disso, existem provas do formato esférico da Terra, como fotos, viagens espaciais e muito mais. Recentemente, em todo mundo (até no Brasil!), pessoas estão se reunindo para defender que a Terra é plana, achatada como uma moeda. Esses defensores foram apelidados de ‘terraplanistas’.

Qualquer afirmação da ciência precisa ser testada muitas vezes, em situações diferentes, por pesquisadores diferentes e precisa também passar pela avaliação de muitos especialistas, até ser considerada uma verdade.

O formato da Terra, por exemplo, deixou muita gente em dúvida milhares de anos atrás. Afinal de contas, se a gente senta na areia da praia e olha para o horizonte, uma linha reta. A partir dessa observação somente, muita gente acreditou que a Terra fosse plana mesmo, que acabasse lá, na linha do horizonte.

Acontece que nem sempre a observação mais simples é a correta. Sentados na areia da mesma praia, podemos observar um navio indo em direção à linha do horizonte até ele desaparecer. Desaparecer? Como assim? Será que o navio caiu no abismo do fim do mundo?

Os cientistas têm certeza de que não, mas os terraplanistas acham que sim.

Hoje é muito fácil comprovar que a Terra é redonda. Afinal de contas, muitos astronautas já foram ao Espaço, deram a volta em nosso planeta e puderam afirmar que a terra tinha o formato esférico, como o de uma bola. Além da confirmação dos astronautas, temos também fotos, muitas fotos de satélites, que demonstram o formato que a Terra tem.

Há milhares de anos, porém, não havia toda essa tecnologia. Mas já havia o desejo de se descobrir o formato da Terra.

A atenção aos eclipses lunares ajudou bastante os pensadores antigos a chegarem a uma conclusão sobre o formato da Terra. Na Grécia, há cerca de 2.500 anos, já era aceito que a Lua reflete a luz do Sol, ou seja, que ela não tem luz própria. E foi observando que eclipses lunares apresentam sempre o formato de um arco circular causado pela sombra da Terra na Lua, que os gregos tiveram uma indicação muito forte de que a Terra é esférica.

Mesmo com as evidências mais antigas e mais atuais de que a Terra é redonda esférica como uma bola , algumas pessoas voltaram a sugerir que a Terra é… plana!

A ideia da Terra plana tem sua origem nos registros do escritor inglês Samuel Rowbotham, que viveu entre 1816 e 1884. Ela se baseia em um experimento conhecido como ‘o experimento do rio Bedford’. O rio Bedford é um canal artificial, longo, com quase 10 quilômetros de extensão.

Se a Terra é, de fato, redonda, raciocinou Rowbotham, então uma estaca distante nesse rio iria sumir, um efeito semelhante ao que acontece com o desaparecimento de um barco no horizonte. As observações de Rowbotham, porém, deram um resultado diferente: ainda era possível ver a estaca. Qual o problema, então?

O fato de a estaca não ter desaparecido pode ser explicado pela refração da luz próxima à superfície do rio. O nome parece complicado, mas é aquele efeito que você observa quando coloca um lápis em um copo com água: ele parece quebrado porque a luz não vem em linha reta, do lápis até o seu olho. Para o rio, o que acontece é que a luz vai acompanhando a Terra, o que cancelou o efeito esperado de desaparecimento do objeto, porque a estaca estava muito perto da superfície da água, e a umidade da água fez com que a luz se curvasse. Usando uma estaca mais , esse efeito não acontece e a estaca some no horizonte.

Uma das maiores falhas que os proponentes de teorias de Terra plana é abandonar o método científico – que exige muitas provas – por um método particular de observação, sem as “provas” que fazem parte do método científico.

Portanto, se alguém afirmar que Terra é plana, saiba que essa pessoa está redondamente enganada!

(Disponível em: http://chc.org.br/artigo/terra-plana-que-historia-e-essa/ - Texto especialmente adaptado para esta prova.)

Na linha 37, a palavra “porém” dá ideia de:

 

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2011885 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Terra plana. Que história é essa?

Por Marco Moriconi

Antes de começar essa conversa, não custa repetir: a Terra é redonda, tem o formato de uma bola. Se alguém perguntar, pode afirmar, sem qualquer dúvida. O fato de a Terra ser redonda é algo cientificamente comprovado por experimentos. Além disso, existem provas do formato esférico da Terra, como fotos, viagens espaciais e muito mais. Recentemente, em todo mundo (até no Brasil!), pessoas estão se reunindo para defender que a Terra é plana, achatada como uma moeda. Esses defensores foram apelidados de ‘terraplanistas’.

Qualquer afirmação da ciência precisa ser testada muitas vezes, em situações diferentes, por pesquisadores diferentes e precisa também passar pela avaliação de muitos especialistas, até ser considerada uma verdade.

O formato da Terra, por exemplo, deixou muita gente em dúvida milhares de anos atrás. Afinal de contas, se a gente senta na areia da praia e olha para o horizonte, uma linha reta. A partir dessa observação somente, muita gente acreditou que a Terra fosse plana mesmo, que acabasse lá, na linha do horizonte.

Acontece que nem sempre a observação mais simples é a correta. Sentados na areia da mesma praia, podemos observar um navio indo em direção à linha do horizonte até ele desaparecer. Desaparecer? Como assim? Será que o navio caiu no abismo do fim do mundo?

Os cientistas têm certeza de que não, mas os terraplanistas acham que sim.

Hoje é muito fácil comprovar que a Terra é redonda. Afinal de contas, muitos astronautas já foram ao Espaço, deram a volta em nosso planeta e puderam afirmar que a terra tinha o formato esférico, como o de uma bola. Além da confirmação dos astronautas, temos também fotos, muitas fotos de satélites, que demonstram o formato que a Terra tem.

Há milhares de anos, porém, não havia toda essa tecnologia. Mas já havia o desejo de se descobrir o formato da Terra.

A atenção aos eclipses lunares ajudou bastante os pensadores antigos a chegarem a uma conclusão sobre o formato da Terra. Na Grécia, há cerca de 2.500 anos, já era aceito que a Lua reflete a luz do Sol, ou seja, que ela não tem luz própria. E foi observando que eclipses lunares apresentam sempre o formato de um arco circular causado pela sombra da Terra na Lua, que os gregos tiveram uma indicação muito forte de que a Terra é esférica.

Mesmo com as evidências mais antigas e mais atuais de que a Terra é redonda esférica como uma bola , algumas pessoas voltaram a sugerir que a Terra é… plana!

A ideia da Terra plana tem sua origem nos registros do escritor inglês Samuel Rowbotham, que viveu entre 1816 e 1884. Ela se baseia em um experimento conhecido como ‘o experimento do rio Bedford’. O rio Bedford é um canal artificial, longo, com quase 10 quilômetros de extensão.

Se a Terra é, de fato, redonda, raciocinou Rowbotham, então uma estaca distante nesse rio iria sumir, um efeito semelhante ao que acontece com o desaparecimento de um barco no horizonte. As observações de Rowbotham, porém, deram um resultado diferente: ainda era possível ver a estaca. Qual o problema, então?

O fato de a estaca não ter desaparecido pode ser explicado pela refração da luz próxima à superfície do rio. O nome parece complicado, mas é aquele efeito que você observa quando coloca um lápis em um copo com água: ele parece quebrado porque a luz não vem em linha reta, do lápis até o seu olho. Para o rio, o que acontece é que a luz vai acompanhando a Terra, o que cancelou o efeito esperado de desaparecimento do objeto, porque a estaca estava muito perto da superfície da água, e a umidade da água fez com que a luz se curvasse. Usando uma estaca mais , esse efeito não acontece e a estaca some no horizonte.

Uma das maiores falhas que os proponentes de teorias de Terra plana é abandonar o método científico – que exige muitas provas – por um método particular de observação, sem as “provas” que fazem parte do método científico.

Portanto, se alguém afirmar que Terra é plana, saiba que essa pessoa está redondamente enganada!

(Disponível em: http://chc.org.br/artigo/terra-plana-que-historia-e-essa/ - Texto especialmente adaptado para esta prova.)

Analise as seguintes possibilidades de substituição de palavras ao longo do texto:

I. indicação (l. 29) por indício.

II. sugerir (l. 31) por afirmar.

III. complicado (l. 40) por complexo.

Quais dessas trocas podem ser feitas sem alterar o sentido original do texto?

 

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2011880 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Terra plana. Que história é essa?

Por Marco Moriconi

Antes de começar essa conversa, não custa repetir: a Terra é redonda, tem o formato de uma bola. Se alguém perguntar, pode afirmar, sem qualquer dúvida. O fato de a Terra ser redonda é algo cientificamente comprovado por experimentos. Além disso, existem provas do formato esférico da Terra, como fotos, viagens espaciais e muito mais. Recentemente, em todo mundo (até no Brasil!), pessoas estão se reunindo para defender que a Terra é plana, achatada como uma moeda. Esses defensores foram apelidados de ‘terraplanistas’.

Qualquer afirmação da ciência precisa ser testada muitas vezes, em situações diferentes, por pesquisadores diferentes e precisa também passar pela avaliação de muitos especialistas, até ser considerada uma verdade.

O formato da Terra, por exemplo, deixou muita gente em dúvida milhares de anos atrás. Afinal de contas, se a gente senta na areia da praia e olha para o horizonte, uma linha reta. A partir dessa observação somente, muita gente acreditou que a Terra fosse plana mesmo, que acabasse lá, na linha do horizonte.

Acontece que nem sempre a observação mais simples é a correta. Sentados na areia da mesma praia, podemos observar um navio indo em direção à linha do horizonte até ele desaparecer. Desaparecer? Como assim? Será que o navio caiu no abismo do fim do mundo?

Os cientistas têm certeza de que não, mas os terraplanistas acham que sim.

Hoje é muito fácil comprovar que a Terra é redonda. Afinal de contas, muitos astronautas já foram ao Espaço, deram a volta em nosso planeta e puderam afirmar que a terra tinha o formato esférico, como o de uma bola. Além da confirmação dos astronautas, temos também fotos, muitas fotos de satélites, que demonstram o formato que a Terra tem.

Há milhares de anos, porém, não havia toda essa tecnologia. Mas já havia o desejo de se descobrir o formato da Terra.

A atenção aos eclipses lunares ajudou bastante os pensadores antigos a chegarem a uma conclusão sobre o formato da Terra. Na Grécia, há cerca de 2.500 anos, já era aceito que a Lua reflete a luz do Sol, ou seja, que ela não tem luz própria. E foi observando que eclipses lunares apresentam sempre o formato de um arco circular causado pela sombra da Terra na Lua, que os gregos tiveram uma indicação muito forte de que a Terra é esférica.

Mesmo com as evidências mais antigas e mais atuais de que a Terra é redonda esférica como uma bola , algumas pessoas voltaram a sugerir que a Terra é… plana!

A ideia da Terra plana tem sua origem nos registros do escritor inglês Samuel Rowbotham, que viveu entre 1816 e 1884. Ela se baseia em um experimento conhecido como ‘o experimento do rio Bedford’. O rio Bedford é um canal artificial, longo, com quase 10 quilômetros de extensão.

Se a Terra é, de fato, redonda, raciocinou Rowbotham, então uma estaca distante nesse rio iria sumir, um efeito semelhante ao que acontece com o desaparecimento de um barco no horizonte. As observações de Rowbotham, porém, deram um resultado diferente: ainda era possível ver a estaca. Qual o problema, então?

O fato de a estaca não ter desaparecido pode ser explicado pela refração da luz próxima à superfície do rio. O nome parece complicado, mas é aquele efeito que você observa quando coloca um lápis em um copo com água: ele parece quebrado porque a luz não vem em linha reta, do lápis até o seu olho. Para o rio, o que acontece é que a luz vai acompanhando a Terra, o que cancelou o efeito esperado de desaparecimento do objeto, porque a estaca estava muito perto da superfície da água, e a umidade da água fez com que a luz se curvasse. Usando uma estaca mais , esse efeito não acontece e a estaca some no horizonte.

Uma das maiores falhas que os proponentes de teorias de Terra plana é abandonar o método científico – que exige muitas provas – por um método particular de observação, sem as “provas” que fazem parte do método científico.

Portanto, se alguém afirmar que Terra é plana, saiba que essa pessoa está redondamente enganada!

(Disponível em: http://chc.org.br/artigo/terra-plana-que-historia-e-essa/ - Texto especialmente adaptado para esta prova.)

As seguintes definições são dadas pelo dicionário Aulete sobre o verbo abandonar:

1. Ir embora de; DEIXAR; 2. Cessar a convivência com, afastar-se de; 3. Deixar-se levar; ENTREGAR-SE; 4. Deixar de todo, largar, não querer mais; DESPREZAR; 5. Deixar só, sem socorro, sem auxílio ou cuidados; DESCUIDAR.

Na frase, retirada do texto, “Uma das maiores falhas que os proponentes de teorias de Terra plana é abandonar o método científico”, qual o significado empregado?

 

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2011864 Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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O zelador que estiver prestando serviços no cemitério municipal deverá, entre outras atribuições, controlar o cumprimento das exigências para sepultamento. Considerando a Lei Complementar Municipal nº 68/2011, analise as afirmações a seguir:

I. Um cadáver embalsamado poderá permanecer insepulto, a contar da ocorrência do óbito, por mais de 24h.

II. Todo cadáver deverá ser sepultado no prazo máximo de 24 horas após a ocorrência do óbito.

III. É vedado realizar sepultamentos sem caixão, salvo nas hipóteses de epidemias, lutas armadas ou catástrofes.

Quais estão corretas?

 

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2011858 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Terra plana. Que história é essa?

Por Marco Moriconi

Antes de começar essa conversa, não custa repetir: a Terra é redonda, tem o formato de uma bola. Se alguém perguntar, pode afirmar, sem qualquer dúvida. O fato de a Terra ser redonda é algo cientificamente comprovado por experimentos. Além disso, existem provas do formato esférico da Terra, como fotos, viagens espaciais e muito mais. Recentemente, em todo mundo (até no Brasil!), pessoas estão se reunindo para defender que a Terra é plana, achatada como uma moeda. Esses defensores foram apelidados de ‘terraplanistas’.

Qualquer afirmação da ciência precisa ser testada muitas vezes, em situações diferentes, por pesquisadores diferentes e precisa também passar pela avaliação de muitos especialistas, até ser considerada uma verdade.

O formato da Terra, por exemplo, deixou muita gente em dúvida milhares de anos atrás. Afinal de contas, se a gente senta na areia da praia e olha para o horizonte, uma linha reta. A partir dessa observação somente, muita gente acreditou que a Terra fosse plana mesmo, que acabasse lá, na linha do horizonte.

Acontece que nem sempre a observação mais simples é a correta. Sentados na areia da mesma praia, podemos observar um navio indo em direção à linha do horizonte até ele desaparecer. Desaparecer? Como assim? Será que o navio caiu no abismo do fim do mundo?

Os cientistas têm certeza de que não, mas os terraplanistas acham que sim.

Hoje é muito fácil comprovar que a Terra é redonda. Afinal de contas, muitos astronautas já foram ao Espaço, deram a volta em nosso planeta e puderam afirmar que a terra tinha o formato esférico, como o de uma bola. Além da confirmação dos astronautas, temos também fotos, muitas fotos de satélites, que demonstram o formato que a Terra tem.

Há milhares de anos, porém, não havia toda essa tecnologia. Mas já havia o desejo de se descobrir o formato da Terra.

A atenção aos eclipses lunares ajudou bastante os pensadores antigos a chegarem a uma conclusão sobre o formato da Terra. Na Grécia, há cerca de 2.500 anos, já era aceito que a Lua reflete a luz do Sol, ou seja, que ela não tem luz própria. E foi observando que eclipses lunares apresentam sempre o formato de um arco circular causado pela sombra da Terra na Lua, que os gregos tiveram uma indicação muito forte de que a Terra é esférica.

Mesmo com as evidências mais antigas e mais atuais de que a Terra é redonda esférica como uma bola , algumas pessoas voltaram a sugerir que a Terra é… plana!

A ideia da Terra plana tem sua origem nos registros do escritor inglês Samuel Rowbotham, que viveu entre 1816 e 1884. Ela se baseia em um experimento conhecido como ‘o experimento do rio Bedford’. O rio Bedford é um canal artificial, longo, com quase 10 quilômetros de extensão.

Se a Terra é, de fato, redonda, raciocinou Rowbotham, então uma estaca distante nesse rio iria sumir, um efeito semelhante ao que acontece com o desaparecimento de um barco no horizonte. As observações de Rowbotham, porém, deram um resultado diferente: ainda era possível ver a estaca. Qual o problema, então?

O fato de a estaca não ter desaparecido pode ser explicado pela refração da luz próxima à superfície do rio. O nome parece complicado, mas é aquele efeito que você observa quando coloca um lápis em um copo com água: ele parece quebrado porque a luz não vem em linha reta, do lápis até o seu olho. Para o rio, o que acontece é que a luz vai acompanhando a Terra, o que cancelou o efeito esperado de desaparecimento do objeto, porque a estaca estava muito perto da superfície da água, e a umidade da água fez com que a luz se curvasse. Usando uma estaca mais , esse efeito não acontece e a estaca some no horizonte.

Uma das maiores falhas que os proponentes de teorias de Terra plana é abandonar o método científico – que exige muitas provas – por um método particular de observação, sem as “provas” que fazem parte do método científico.

Portanto, se alguém afirmar que Terra é plana, saiba que essa pessoa está redondamente enganada!

(Disponível em: http://chc.org.br/artigo/terra-plana-que-historia-e-essa/ - Texto especialmente adaptado para esta prova.)

Nas frases abaixo, NÃO é um verbo que expressa ação:

 

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2011853 Ano: 2020
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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É obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional. Deixar de usar caracteriza infração, penalidade e medida administrativa. Assinale alternativa correta quanto ao tipo de infração, penalidade e medida administrativa.

 

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2011845 Ano: 2020
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Segundo as Normas Gerais De Circulação e Conduta, os usuários das vias terrestres NÃO devem:

 

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2011835 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Segundo Cosenza e Guerra, analise as assertivas abaixo:

I. Existem crianças nas quais a numeracia não se desenvolve, embora tenham bom nível de inteligência e treinamento adequado. Essas crianças têm discalculia, um problema que parece resultar de uma deficiência do senso numérico.

II. Sternberg propõe uma teoria da inteligência bem-sucedida, ou inteligência plena. Haveria uma inteligência analítica, inteligência criativa e inteligência prática.

III. Crianças e adolescentes saudáveis, com funções cognitivas preservadas, podem apresentar baixo desempenho escolar devido a estratégias pedagógicas inadequadas como, por exemplo, aulas muito extensas, conteúdos não contextualizados, etc.

Quais estão corretas?

 

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