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2015410 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Terra plana. Que história é essa?

Por Marco Moriconi

Antes de começar essa conversa, não custa repetir: a Terra é redonda, tem o formato de uma bola. Se alguém perguntar, pode afirmar, sem qualquer dúvida. O fato de a Terra ser redonda é algo cientificamente comprovado por experimentos. Além disso, existem provas do formato esférico da Terra, como fotos, viagens espaciais e muito mais. Recentemente, em todo mundo (até no Brasil!), pessoas estão se reunindo para defender que a Terra é plana, achatada como uma moeda. Esses defensores foram apelidados de ‘terraplanistas’.

Qualquer afirmação da ciência precisa ser testada muitas vezes, em situações diferentes, por pesquisadores diferentes e precisa também passar pela avaliação de muitos especialistas, até ser considerada uma verdade.

O formato da Terra, por exemplo, deixou muita gente em dúvida milhares de anos atrás. Afinal de contas, se a gente senta na areia da praia e olha para o horizonte, uma linha reta. A partir dessa observação somente, muita gente acreditou que a Terra fosse plana mesmo, que acabasse lá, na linha do horizonte.

Acontece que nem sempre a observação mais simples é a correta. Sentados na areia da mesma praia, podemos observar um navio indo em direção à linha do horizonte até ele desaparecer. Desaparecer? Como assim? Será que o navio caiu no abismo do fim do mundo?

Os cientistas têm certeza de que não, mas os terraplanistas acham que sim.

Hoje é muito fácil comprovar que a Terra é redonda. Afinal de contas, muitos astronautas já foram ao Espaço, deram a volta em nosso planeta e puderam afirmar que a terra tinha o formato esférico, como o de uma bola. Além da confirmação dos astronautas, temos também fotos, muitas fotos de satélites, que demonstram o formato que a Terra tem.

Há milhares de anos, porém, não havia toda essa tecnologia. Mas já havia o desejo de se descobrir o formato da Terra.

A atenção aos eclipses lunares ajudou bastante os pensadores antigos a chegarem a uma conclusão sobre o formato da Terra. Na Grécia, há cerca de 2.500 anos, já era aceito que a Lua reflete a luz do Sol, ou seja, que ela não tem luz própria. E foi observando que eclipses lunares apresentam sempre o formato de um arco circular causado pela sombra da Terra na Lua, que os gregos tiveram uma indicação muito forte de que a Terra é esférica.

Mesmo com as evidências mais antigas e mais atuais de que a Terra é redonda esférica como uma bola , algumas pessoas voltaram a sugerir que a Terra é… plana!

A ideia da Terra plana tem sua origem nos registros do escritor inglês Samuel Rowbotham, que viveu entre 1816 e 1884. Ela se baseia em um experimento conhecido como ‘o experimento do rio Bedford’. O rio Bedford é um canal artificial, longo, com quase 10 quilômetros de extensão.

Se a Terra é, de fato, redonda, raciocinou Rowbotham, então uma estaca distante nesse rio iria sumir, um efeito semelhante ao que acontece com o desaparecimento de um barco no horizonte. As observações de Rowbotham, porém, deram um resultado diferente: ainda era possível ver a estaca. Qual o problema, então?

O fato de a estaca não ter desaparecido pode ser explicado pela refração da luz próxima à superfície do rio. O nome parece complicado, mas é aquele efeito que você observa quando coloca um lápis em um copo com água: ele parece quebrado porque a luz não vem em linha reta, do lápis até o seu olho. Para o rio, o que acontece é que a luz vai acompanhando a Terra, o que cancelou o efeito esperado de desaparecimento do objeto, porque a estaca estava muito perto da superfície da água, e a umidade da água fez com que a luz se curvasse. Usando uma estaca mais , esse efeito não acontece e a estaca some no horizonte.

Uma das maiores falhas que os proponentes de teorias de Terra plana é abandonar o método científico – que exige muitas provas – por um método particular de observação, sem as “provas” que fazem parte do método científico.

Portanto, se alguém afirmar que Terra é plana, saiba que essa pessoa está redondamente enganada!

(Disponível em: http://chc.org.br/artigo/terra-plana-que-historia-e-essa/ - Texto especialmente adaptado para esta prova.)

Na frase “Os cientistas têm certeza de que não, mas os terraplanistas acham que sim”, os sujeitos dos períodos são, respectivamente:

 

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2015406 Ano: 2020
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Letícia é negra e mora no interior do Rio Grande do Sul com quatro filhos menores de idade, todos em idade escolar, e, por esse motivo, devidamente matriculados na rede pública de ensino, o que garantirá oportunidades de uma vida melhor a eles. Vejamos o que a Lei do Estatuto Nacional da Igualdade Racial, nº 12.288/2010, garante para os filhos de Letícia, bem como para a população negra no Brasil, no que se refere à educação. A presente Lei determina que os conteúdos referentes à história da população negra no Brasil serão ministrados no âmbito de todo currículo escolar, resgatando sua contribuição para o desenvolvimento social, econômico, político e cultural do:

 

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2015405 Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Carine, após ser demitida de uma grande empresa sediada no Rio Grande do Sul, resolveu abandonar as inseguranças que a carreira profissional na iniciativa privada oferece e, apostar na carreira pública. Ela escolheu a cidade de Santa Rosa para prestar seu primeiro concurso e, de primeira, passou. Pelo fato de Carine estar disposta a fazer carreira no serviço público, a Lei nº 40/2008, que trata do Plano de Carreira para os servidores públicos do Município de Santa Rosa, tornou-se seu livro de cabeceira.

Uma das primeiras coisas que chamou a atenção de Carine no referido Plano de Carreira é que o Regime Estatutário do Munícipio é baseado em um quadro, o qual, de acordo com a mencionada Lei, se compõe das seguintes partes:

I. Permanente.

II. Suplementar.

III. Parlamentar.

Quais estão corretas?

 

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2015390 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Um país que taxa livros impede que o conhecimento circule

Livros podem ser uma fonte de renda fenomenal para um país. Mas não é por meio da cobrança de impostos. As cifras que o governo obterá com a taxação de obras impressas em curto prazo são muito inferiores __ riqueza que o Brasil poderia gerar em longo prazo se essas obras circulassem. É como matar a galinha dos ovos de ouro para fazer uma canja bem magra – em vez de manter o bichinho vivo e bem alimentado para que ele forneça o metal precioso por anos. Países desenvolvidos alicerçam suas economias em conhecimento, e não em plantações de soja.

Primeiro, vamos repetir a notícia: livros são isentos por lei do Pis/Pasep e do Cofins desde 2004. Paulo Guedes e companhia querem unificar essas duas contribuições em um novo imposto sobre valor agregado – chamado Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), cuja alíquota seria de 12% – e, então, tirar a isenção do mercado editorial. A proposta ainda será submetida __ votação no Congresso.

“[O aumento de preço] ainda não foi quantificado, até ......... o encaminhamento da proposta ao Congresso é muito recente. Mas claro que haverá elevação no preço dos livros, que impacta o mercado editorial como um todo. Além disso, a taxação pode inviabilizar as atividades de livrarias e distribuidoras”, diz Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro, ao portal G1.

Ninguém nega que o País precise de uma reforma tributária, mas usá-la de pretexto para taxar livros é apenas um remendo em uma planilha de Excel – um exemplo de má-gestão. Fechar __ contas de um país com dinheiro de editoras que já se viram nos trinta para sobreviver é um ótimo jeito de garantir que o país continue sem fechar suas contas no futuro. Vamos explicar o .......... a seguir.

Em defesa da medida, Paulo Guedes argumentou o óbvio: que é melhor taxar produtos consumidos por ricos ......... eles dinheiro para arcar com os impostos. O primeiro erro da afirmação é que livros não são consumidos só por ricos. O segundo é pressupor que dê para construir um país decente adicionando mais uma barreira ao acesso do conhecimento pelos pobres. Luiz Schwarcz, editor da Cia. das Letras, resumiu bem em um artigo na Folha de S. Paulo: “Na mais recente Bienal do Livro no Rio de Janeiro, da qual participaram 600 mil pessoas, grande parte era de jovens da classe C. Na Flup (festa literária das periferias), os dados são ainda mais eloquentes: do público total do evento, 97% se declaram leitores frequentes de livros, 51% têm entre 10 e 29 anos, 72% são de não brancos e 68% pertencem às classes C, D e E”.

Esses dados demonstram que, com as políticas de acesso à educação e cultura dos governos FHC e Lula, jovens de classe C puderam finalmente se matricular no ensino superior (com frequência, em universidades públicas) e adquirir um interesse genuíno pelo consumo de livros. Essas pessoas podem não ser a principal fonte de sustento das editoras; mas sem dúvida são a fonte que mais cresce. Afinal, são jovens recém-chegados às livrarias, cujos pais e avós não tiveram acesso às mesmas oportunidades.

Em resposta, Guedes afirmou – de maneira bem genérica, sem entrar em méritos práticos – que pretende dar livros para a população de baixa renda. O problema é que a população de baixa renda não vai exatamente prosperar com os péssimos livros didáticos oferecidos nos colégios públicos brasileiros, nem com quaisquer obras paradidáticas escolhidas de antemão pelas autoridades (que eram o provável alvo da declaração).

É complicado que o pouco envolvimento que as pessoas de baixa renda com leitura além dos livros didáticos gire em torno de escolhas feitas pelos governantes, e não por si próprias. E mesmo que o Ministro da Economia tivesse outras intenções em mente, como algo na linha de um cartão vale-livros, a formulação da frase indica que ele ignora algo fundamental: as pessoas só constroem conhecimento de verdade quando liberdade para mergulhar nos assuntos que as interessam, escolher que obras vão adquirir e interpretá-las com base em outras leituras. Conhecimento não é decorar uma porção de nomes e datas; conhecimento é ter repertório e liberdade para pensar criticamente sobre o mundo. E isso, sim, é uma máquina de fazer grana, melhor que qualquer imposto.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/um-pais-que-taxa-livros-impede-que-o-conhecimentocircule- e-sai-no-prejuizo/ – Texto especialmente adaptado para esta prova.)

O objetivo do texto é:

 

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2015388 Ano: 2020
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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A expedição do novo Certificado de Registro de Veículo será obrigatória quando:

I. For transferida a propriedade.

II. O proprietário mudar o município de domicílio ou residência.

III. For alterada a cor do veículo.

IV. Houver mudança de categoria.

Quais estão corretas?

 

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2015339 Ano: 2020
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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De acordo com o Art. 259, sobre os pontos, a cada infração cometida são computados os seguintes pontos:

I. Gravíssima – seis pontos.

II. Grave – cinco pontos.

III. Média – quatro pontos.

IV. Leve – três pontos.

Quais estão corretas?

 

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2015317 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Sobre a Orientação Educacional, analise as assertivas abaixo em relação aos períodos passados no Brasil.

I. Período Implementar: compreende o período de 1920 a 1941 e está associado à Orientação Profissional, preponderando a seleção e escolha profissional.

II. Período Institucional: de 1942 a 1961, é caracterizado pela exigência legal da Orientação Educacional nos estabelecimentos de ensino e nos cursos de formação dos orientadores educacionais; nesse período, há a divisão funcional e institucional; surge a Escola Pública.

III. Período Transformador: de 1961 a 1970, pela Lei nº 4.024/1961, a Orientação Educacional é caracterizada como educativa, ressaltando a formação do Orientador e fixando as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

IV. Período Disciplinador: de 1971 a 1980, conforme a Lei nº 5.692/1971, a Orientação Educacional é obrigatória nas escolas, incluindo o aconselhamento educacional. O Decreto nº 72.846/1973, regulamentando a Lei nº 5.564/1968, sobre o exercício da profissão de Orientador Educacional, disciplina os passos a serem seguidos.

V. Período Questionador: de 1980 a 1990, o Orientador discute suas práticas, seus valores, a questão do aluno trabalhador, enfim, a sua realidade no meio social; a prática da orientação volta-se para a concepção de educação como ato político.

VI. Período Orientador: a partir de 1990, a orientação volta-se para a "construção" do cidadão comprometido com seu tempo e sua gente, trabalhando a subjetividade e a intersubjetividade, obtidas através do diálogo.

Quais estão corretas?

 

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2015316 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Terra plana. Que história é essa?

Por Marco Moriconi

Antes de começar essa conversa, não custa repetir: a Terra é redonda, tem o formato de uma bola. Se alguém perguntar, pode afirmar, sem qualquer dúvida. O fato de a Terra ser redonda é algo cientificamente comprovado por experimentos. Além disso, existem provas do formato esférico da Terra, como fotos, viagens espaciais e muito mais. Recentemente, em todo mundo (até no Brasil!), pessoas estão se reunindo para defender que a Terra é plana, achatada como uma moeda. Esses defensores foram apelidados de ‘terraplanistas’.

Qualquer afirmação da ciência precisa ser testada muitas vezes, em situações diferentes, por pesquisadores diferentes e precisa também passar pela avaliação de muitos especialistas, até ser considerada uma verdade.

O formato da Terra, por exemplo, deixou muita gente em dúvida milhares de anos atrás. Afinal de contas, se a gente senta na areia da praia e olha para o horizonte, uma linha reta. A partir dessa observação somente, muita gente acreditou que a Terra fosse plana mesmo, que acabasse lá, na linha do horizonte.

Acontece que nem sempre a observação mais simples é a correta. Sentados na areia da mesma praia, podemos observar um navio indo em direção à linha do horizonte até ele desaparecer. Desaparecer? Como assim? Será que o navio caiu no abismo do fim do mundo?

Os cientistas têm certeza de que não, mas os terraplanistas acham que sim.

Hoje é muito fácil comprovar que a Terra é redonda. Afinal de contas, muitos astronautas já foram ao Espaço, deram a volta em nosso planeta e puderam afirmar que a terra tinha o formato esférico, como o de uma bola. Além da confirmação dos astronautas, temos também fotos, muitas fotos de satélites, que demonstram o formato que a Terra tem.

Há milhares de anos, porém, não havia toda essa tecnologia. Mas já havia o desejo de se descobrir o formato da Terra.

A atenção aos eclipses lunares ajudou bastante os pensadores antigos a chegarem a uma conclusão sobre o formato da Terra. Na Grécia, há cerca de 2.500 anos, já era aceito que a Lua reflete a luz do Sol, ou seja, que ela não tem luz própria. E foi observando que eclipses lunares apresentam sempre o formato de um arco circular causado pela sombra da Terra na Lua, que os gregos tiveram uma indicação muito forte de que a Terra é esférica.

Mesmo com as evidências mais antigas e mais atuais de que a Terra é redonda esférica como uma bola , algumas pessoas voltaram a sugerir que a Terra é… plana!

A ideia da Terra plana tem sua origem nos registros do escritor inglês Samuel Rowbotham, que viveu entre 1816 e 1884. Ela se baseia em um experimento conhecido como ‘o experimento do rio Bedford’. O rio Bedford é um canal artificial, longo, com quase 10 quilômetros de extensão.

Se a Terra é, de fato, redonda, raciocinou Rowbotham, então uma estaca distante nesse rio iria sumir, um efeito semelhante ao que acontece com o desaparecimento de um barco no horizonte. As observações de Rowbotham, porém, deram um resultado diferente: ainda era possível ver a estaca. Qual o problema, então?

O fato de a estaca não ter desaparecido pode ser explicado pela refração da luz próxima à superfície do rio. O nome parece complicado, mas é aquele efeito que você observa quando coloca um lápis em um copo com água: ele parece quebrado porque a luz não vem em linha reta, do lápis até o seu olho. Para o rio, o que acontece é que a luz vai acompanhando a Terra, o que cancelou o efeito esperado de desaparecimento do objeto, porque a estaca estava muito perto da superfície da água, e a umidade da água fez com que a luz se curvasse. Usando uma estaca mais , esse efeito não acontece e a estaca some no horizonte.

Uma das maiores falhas que os proponentes de teorias de Terra plana é abandonar o método científico – que exige muitas provas – por um método particular de observação, sem as “provas” que fazem parte do método científico.

Portanto, se alguém afirmar que Terra é plana, saiba que essa pessoa está redondamente enganada!

(Disponível em: http://chc.org.br/artigo/terra-plana-que-historia-e-essa/ - Texto especialmente adaptado para esta prova.)

Mantendo o sentido empregado no texto, a frase “Portanto, se alguém afirmar que a Terra é plana...” poderia ser reescrita da seguinte forma:

 

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2015314 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Mentoria reversa e empatia nos tempos de pandemia

Por Marcos Ueda

Nos tempos de confinamento, os ambientes de educação precisaram se reinventar numa velocidade jamais solicitada. E muito daquilo que parecia difícil de implementar por falta de interesse, por permanência voluntária em sua zona de conforto e por falta de tempo teve que acontecer por força circunstancial. A comunicação na distância é resolvida pela tecnologia, e percebemos que não sabemos o suficiente sobre as plataformas de comunicação e ensino.

Na mentoria reversa, onde gerações mais novas tutoriam outras assim chamadas mais experientes, temos ganhos importantes de atitude: os mais jovens percebem os desafios de se ver como tutor como aquele que capacita, e como ganho vem a musculatura para ensinar gerações de imigrantes digitais e por que não falar dos analfabetos digitais.

E os mais velhos, fragilizados, descem de torres de marfim, de seminários solenes e percebem como essa relação de poder é frágil. O exercício da empatia é inevitável!

Um corpo de jovens professores se destaca como frente de treinamento e capacitação de colegas de quem receberam capacitação em metodologia e didática, por exemplo.

O treinamento reverso socializa os desafios, faz dele uma necessidade do coletivo pela sua sobrevivência.

E não tem como não pensar na economia colaborativa, onde a linearidade incômoda da hierarquia de poder se opõe à forma de rede, essa sim mais resistente, mais elástica, mais resiliente.

O “novo normal” (usando a terminologia da mídia) inclui esse ganho que espero se perpetuar: o aprendizado horizontal em oposição ao vertical, aprender com meus pares, ensinar quem precisa, num ato que momentaneamente é um caso de sobrevivência de nossas escolas, mas que no futuro se trataria do crescimento coletivo como possibilidade de inovação em si.

As temidas observações de aulas como demonstração de poder se dissolvem nessa massa crítica de solidariedade pelo bem comum.

Uma instituição que responde aos seus desafios em rede tem um diferencial no mercado.

(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/06/19 - texto especialmente adaptado para esta prova.)

Caso, na linha 10, o vocábulo “velhos” fosse passado para o singular, quantas outras palavras deveriam ser alteradas para fins de concordância no período?

 

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2015277 Ano: 2020
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
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Para as hortaliças cujo plantio é realizado por meio da semeadura direta, depois de um determinado período de tempo, deve-se realizar o desbaste ou raleio das plantas, segundo a publicação da Embrapa, “Horta em pequenos espaços”. Analise as assertivas a seguir, assinalando C, quando o modo de fazer estiver certo, ou E, quando o modo de fazer estiver errado.

( ) Arrancar as plantas mais fracas.

( ) Manter as plantas mais fortes em um espaçamento próximo ao recomendado.

( ) Ao desbastar as plantas, puxar as partes mais fracas lentamente pela base, com atenção para não afetar as raízes.

( ) Regar logo após o raleio, para que as plantas que permanecerem se recuperem mais rapidamente.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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